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20 de abril de 2014

Página 1 de 241.374 151 6 16.547 224.481 185 9 resultados para "Art. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL" em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários em Legislação em Política

STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL AgRg no AREsp 82199 AL 2011/0280346-0 (STJ)

Data de publicação: 03/02/2014

Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. APROPRIAÇÃO INDÉBITA PREVIDENCIÁRIA. TESE DE IMPOSSIBILIDADE DE RETRATAÇÃO DA DECISÃO DE RECEBIMENTO DA DENÚNCIA APÓS A APRESENTAÇÃO DA DEFESA PRELIMINAR. IMPROCEDÊNCIA. AUTORIZAÇÃO LEGAL DADA PELO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL QUE PERMITE AO ACUSADO ARGUIR QUESTÕES PRELIMINARES NA RESPOSTA À ACUSAÇÃO. PRECEDENTES. AGRAVO CONHECIDO PARA NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO ESPECIAL. DECISÃO MANTIDA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Superada a fase do art. 395 do Código de Processo Penal com o recebimento da inicial acusatória, após a apresentação da defesa preliminar, o juiz não fica vinculado às hipóteses elencadas no art. 397 do mesmo diploma legal, autorizadoras da absolvição sumária. 2. Verificada, após a apresentação das defesas preliminares, a inépcia da exordial acusatória pela ausência da descrição individualizada das condutas de cada denunciado, ao Juiz é lícito reconsiderar o recebimento da denúncia, quer por permissão legal, quer por uma questão de coerência com os anseios do legislador, impulsionadores da reforma do Código Adjetivo Penal, tendentes a um processo célere e fecundo. Inteligência do art. 396-A do Código de Processo Penal . 3. Agravo regimental desprovido.

Encontrado em: 3/2/2014 CPP-41 LEG:FED DEL: 003689 ANO:1941 ART : 00395 ART : 00397 CÓDIGO DE PROCESSO PENAL DENÚNCIA... HIPÓTESE DO ART. 395 DO CPP) STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL AgRg no AREsp 82199 AL 2011/0280346-0 (STJ) Ministra LAURITA VAZ

STJ - RECURSO ESPECIAL REsp 1206320 ES 2010/0149320-8 (STJ)

Data de publicação: 17/09/2012

Ementa: RECURSO ESPECIAL. PROCESSO PENAL. CRIME DE CONTRABANDO. TESE DENEGATIVA DE VIGÊNCIA AO ART. 334 , § 1.º , ALÍNEA C, DO CÓDIGO PENAL ;AOS ARTS. 396 , 396-A E 399 , DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL ; AO ART. 89DA LEI N.º 9.099 /95; E DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL A RESPEITO DAABSOLVIÇÃO SUMÁRIA. IMPOSSIBILIDADE DE SE VERIFICAR O CONHECIMENTO,POR PARTE DO ACUSADO, DA ORIGEM ESTRANGEIRA DAS MÁQUINAS APREENDIDASE SEUS COMPONENTES SEM A DEVIDA DILAÇÃO PROBATÓRIA. RECURSO ESPECIALPROVIDO. 1. É incabível a absolvição sumária quando não evidenciada qualquerdas hipóteses previstas nos incisos I a IV do art. 397 do Código deProcesso Penal. 2. No caso dos autos, sendo ponto controvertido o conhecimento, porparte da Acusada, da procedência estrangeira das máquinasapreendidas e de seus componentes, mostra-se descabido o afastamentodo dolo do agente sem a devida instrução probatória. 3. Recurso especial provido.

STJ - HABEAS CORPUS HC 208825 SP 2011/0128611-7 (STJ)

Data de publicação: 25/09/2013

Ementa: HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDINÁRIO. DESCABIMENTO. COMPETÊNCIA DAS CORTES SUPERIORES. MATÉRIA DE DIREITO ESTRITO. MODIFICAÇÃO DE ENTENDIMENTO DESTE TRIBUNAL, EM CONSONÂNCIA COM A SUPREMA CORTE. CRIME DO ART. 1.º , INCISO I , DA LEI N.º 8.137 /90, EM CONTINUIDADE DELITIVA. RESPOSTA À ACUSAÇÃO. ALEGADA NULIDADE DA DECISÃO QUE REJEITA AS TESES DEFENSIVAS APRESENTADAS NA FORMA DO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE FLAGRANTE QUE, EVENTUALMENTE, PUDESSE ENSEJAR A CONCESSÃO DA ORDEM DE OFÍCIO. HABEAS CORPUS NÃO CONHECIDO. 1. O Excelso Supremo Tribunal Federal, em recentes pronunciamentos, aponta para uma retomada do curso regular do processo penal, ao inadmitir o habeas corpus substitutivo do recurso ordinário. Precedentes: HC 109.956/PR, 1.ª Turma, Rel. Min. Marco Aurélio, DJe de 11/09/2012; HC 104.045/RJ, 1.ª Turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe de 06/09/2012; HC 108.181/RS, 1.ª Turma, Rel. Min. Luiz Fux, DJe de 06/09/2012. Decisões monocráticas dos ministros Luiz Fux e Dias Tóffoli, respectivamente, nos autos do HC 114.550/AC (DJe de 27/08/2012) e HC 114.924/RJ (DJe de 27/08/2012). 2. Sem embargo, mostra-se precisa a ponderação lançada pelo Ministro Marco Aurélio, no sentido de que, "no tocante a habeas já formalizado sob a óptica da substituição do recurso constitucional, não ocorrerá prejuízo para o paciente, ante a possibilidade de vir-se a conceder, se for o caso, a ordem de ofício." 3. O Paciente foi denunciado pela suposta prática do delito do art. 1.º, inciso I, da Lei n.º 8.137/90, c.c. o art. 71 do Código Penal , e o Juízo processante recebeu a inicial acusatória. Todavia, no curso da instrução, sobreveio alteração do Código de Processo Penal , em especial impondo a necessidade de resposta à acusação, como previsto nos arts. 396 e 396-A da Lei Penal Adjetiva, com redação dada pela Lei n.º 11.719 /2008. 4. O Juízo singular determinou a intimação do Réu para que apresentasse a peça processual...

STJ - HABEAS CORPUS HC 220648 SP 2011/0237415-2 (STJ)

Data de publicação: 04/09/2013

Ementa: HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDINÁRIO. NÃO-CABIMENTO. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DESTE SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: MATÉRIA DE DIREITO ESTRITO. MODIFICAÇÃO DE ENTENDIMENTO DESTA CORTE, EM CONSONÂNCIA COM O DO PRETÓRIO EXCELSO. CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA. RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. RESPOSTA À ACUSAÇÃO. NULIDADE DA DECISÃO QUE REJEITA AS TESES DEFENSIVAS APRESENTADAS NA FORMA DO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . MOTIVAÇÃO SUCINTA. VÍCIO INEXISTENTE. PRECEDENTES. SUPERVENIÊNCIA DE SENTENÇA CONDENATÓRIA. JUÍZO EXAURIENTE DAS TESES DEFENSIVAS. AUSÊNCIA DE FLAGRANTE ILEGALIDADE. IMPOSSIBILIDADE DE CONHECIMENTO DO WRIT. ORDEM DE HABEAS CORPUS NÃO CONHECIDA. 1. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal e ambas as Turmas desta Corte, após evolução jurisprudencial, passaram a não mais admitir a impetração de habeas corpus em substituição ao recurso ordinário, nas hipóteses em que esse último é cabível, em razão da competência do Pretório Excelso e deste Superior Tribunal tratar-se de matéria de direito estrito, prevista taxativamente na Constituição da República. 2. Entretanto, a impetração de writ substitutivo de recurso ordinário não impede a concessão da ordem de habeas corpus de ofício, em situações de flagrante ilegalidade, o que não ocorre na hipótese. 3. Este Superior Tribunal de Justiça já se pronunciou no sentido de que, não sendo a hipótese de absolvição sumária do acusado, a manifestação do magistrado processante não precisa ser exaustiva, sob pena de antecipação prematura de um juízo meritório que deve ser naturalmente realizado ao término da instrução criminal, em estrita observância aos princípios da ampla defesa e do contraditório. Precedentes. 4. Na espécie, o Juízo de primeira instância, após analisar a resposta à acusação oferecida pelo Paciente, examinou, ainda que de modo conciso, as arguições apresentadas, concluindo por determinar o prosseguimento da ação penal. Nesse contexto, não se verifica a nulidade apontada. 5. Conforme entendimento deste Tribunal Superior, eventual ausência de fundamentação da decisão que recebe a denúncia fica superada pela superveniência de sentença condenatória. Essa orientação aplica-se, mutatis mutandis, quanto à análise das teses defensivas apresentadas na fase do art. 396-A do Código de Processo Penal . 6. Isso porque na sentença condenatória emite-se um juízo definitivo a respeito de eventuais causas de absolvição sumária do acusado, suscitadas pela defesa, nos termos do art. 397 do Código de Processo Penal . 7. Ordem de habeas corpus não conhecida....

STJ - HABEAS CORPUS HC 153718 RJ 2009/0223864-9 (STJ)

Data de publicação: 03/04/2012

Ementa: HABEAS CORPUS. PROCESSO PENAL. ROUBO CIRCUNSTANCIADO E FORMAÇÃO DEQUADRILHA. SUSPENSÃO DO PROCESSO PREVISTA NO ART. 366, DO CÓDIGO DEPROCESSO PENAL. ADVOGADO CONSTITUÍDO NOS AUTOS. JUÍZO DE PRIMEIROGRAU QUE RECONSIDEROU A DECISÃO DE SUSPENSÃO DO FEITO.POSSIBILIDADE. PROSSEGUIMENTO DO FEITO. ADVOGADA QUE, MESMOINTIMADA, NÃO APRESENTA RESPOSTA À ACUSAÇÃO. NOMEAÇÃO DE DEFENSORPÚBLICO, NOS TERMOS DO ART. 396-A, § 2.º, DO CÓDIGO DE PROCESSOPENAL. AUSÊNCIA DE RESPOSTA À ACUSAÇÃO. DEFESA QUE, EMBORA TENDOINÚMERAS OPORTUNIDADES PARA APRESENTAR A PEÇA DEFENSIVA, NÃO O FAZ.AUSÊNCIA DE CERCEAMENTO DE DEFESA. NULIDADE NÃO CONFIGURADA. ORDEMDENEGADA. 1. Para restabelecer a tramitação do processo, impõe-se a prolaçãode nova decisão, como na hipótese, em que o Juiz, verificando que nocaso dos autos descabia a suspensão do feito, determinou o seuprosseguimento. 2. O art. 366 do Código de Processo Penal dispõe que se o acusado,citado por edital, não comparecer, nem constituir advogado, ficarãosuspensos o processo e o curso do prazo prescricional. Destaque-seque a suspensão do feito, prevista no referido dispositivo, não temcaráter definitivo, pois o curso do processo deve ser retomadoquando cessada a condição que motivou a suspensão. 3. Na hipótese, nem sequer havia razão para a suspensão do processo,tanto que, percebido o equívoco, o Magistrado determinou oprosseguimento do curso processual, uma vez que presente nos autosAdvogada constituída pelo Réu. 4. No caso dos autos, aplicam-se as disposições legais referentes aoprocedimento comum após as modificações realizadas pela Lei n.º 11.719 /08. Decretada a revelia do Paciente, o Juízo processantedeterminou o prosseguimento do feito em 12/09/2008 (portanto, quandojá em vigor as modificações promovidas pela referida norma). Dessaforma, o Magistrado, ante a ausência de apresentação de resposta àacusação pelo defensor constituído, pela legislação processual penalem vigor é obrigado a nomear defensor público ao Paciente para que aapresente. 5. O Juízo processante realizou todos os atos previstos em lei: antea inércia do advogado constituído nos autos, devidamente intimadopara apresentação de resposta à acusação, o Juiz, nos termos do art. 396-A , § 2.º , do Código de Processo Penal , nomeou ao Réu defensorpúblico para que o fizesse. 6. Foi dada à Defesa a oportunidade de apresentar resposta àacusação. Contudo, embora manifestando-se nos autos, o DefensorPúblico ateve-se, tão-somente, a questões preliminares, nãoapresentando qualquer tese de mérito. 7. Não constitui nulidade a nomeação de defensor público paraapresentação de resposta à acusação quando o advogado constituídonão o faz, uma vez que expressamente previsto no art. 396-A , § 2.º ,do Código de Processo Penal . Da mesma forma, não constitui nulidadea ausência de apresentação de resposta à acusação, uma vez queoportunizado o momento à Defesa, nos termos do art. 396-A, do Códigode Processo Penal. 8. Ordem denegada....

Encontrado em: : 00366 ART : 00396A PAR: 00002 CÓDIGO DE PROCESSO PENAL LEG:FED LEI: 011719 ANO:2008 CPP-41... LEG:FED DEL: 003689 ANO:1941 ART : 00366 ART : 00396A PAR: 00002 CÓDIGO DE PROCESSO PENAL LEG:FED LEI:... convocado do TJ/RJ). T5 - QUINTA TURMA DJe 03/04/2012 - 3/4/2012 CPP-41 LEG:FED DEL: 003689 ANO:1941 ART...

STJ - HABEAS CORPUS HC 236471 SP 2012/0054998-0 (STJ)

Data de publicação: 14/05/2013

Ementa: HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDINÁRIO. DESCABIMENTO. COMPETÊNCIA DAS CORTES SUPERIORES. MATÉRIA DE DIREITO ESTRITO. MODIFICAÇÃO DE ENTENDIMENTO DESTE TRIBUNAL, EM CONSONÂNCIA COM A SUPREMA CORTE. ARTS. 171 , § 3.º , 297 E 304 DO CÓDIGO PENAL . RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. RESPOSTA DO ACUSADO. TESE DE NULIDADE DA DECISÃO QUE REJEITA AS TESES DEFENSIVAS APRESENTADAS NA FORMA DO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . MOTIVAÇÃO SUCINTA. NULIDADE INEXISTENTE. PRECEDENTES. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE FLAGRANTE QUE, EVENTUALMENTE, PUDESSE ENSEJAR A CONCESSÃO DA ORDEM DE OFÍCIO. HABEAS CORPUS NÃO CONHECIDO. 1. O Excelso Supremo Tribunal Federal, em recentes pronunciamentos, aponta para uma retomada do curso regular do processo penal, ao inadmitir o habeas corpus substitutivo do recurso ordinário. Precedentes: HC 109.956/PR, 1.ª Turma, Rel. Min. Março Aurélio, DJe de 11/09/2012; HC 104.045/RJ, 1.ª Turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe de 06/09/2012; HC 108.181/RS, 1.ª Turma, Rel. Min. Luiz Fux, DJe de 06/09/2012. Decisões monocráticas dos ministros Luiz Fux e Dias Tóffoli, respectivamente, nos autos do HC 114.550/AC (DJe de 27/08/2012) e HC 114.924/RJ (DJe de 27/08/2012). 2. Sem embargo, mostra-se precisa a ponderação lançada pelo Ministro Março Aurélio, no sentido de que, "no tocante a habeas já formalizado sob a óptica da substituição do recurso constitucional, não ocorrerá prejuízo para o paciente, ante a possibilidade de vir-se a conceder, se for o caso, a ordem de ofício." 3. Não se verifica a arguida nulidade por falta de fundamentação da decisão que rejeitou as teses defensivas apresentas, uma vez que o Juízo de primeira instância, após analisar a resposta à acusação oferecida pelo ora Paciente, examinou, ainda que de modo conciso, as referidas arguições, concluindo por determinar o prosseguimento da ação penal. 4. Esta Corte já se pronunciou no sentido de que, não sendo a hipótese de absolvição sumária do acusado, a manifestação do Juízo processante não há de ser exaustiva, sob pena de antecipação prematura de um juízo meritório que deve ser naturalmente realizado ao término da instrução criminal, em estrita observância aos princípios da ampla defesa e do contraditório. Precedente. 5. Ausência de ilegalidade flagrante que, eventualmente, ensejasse a concessão da ordem de ofício. 6. Habeas corpus não conhecido....

STJ - HABEAS CORPUS HC 190095 AC 2010/0207448-8 (STJ)

Data de publicação: 26/06/2013

Ementa: HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDINÁRIO. DESCABIMENTO. COMPETÊNCIA DAS CORTES SUPERIORES. MATÉRIA DE DIREITO ESTRITO. MODIFICAÇÃO DE ENTENDIMENTO DESTE TRIBUNAL, EM CONSONÂNCIA COM A SUPREMA CORTE. QUADRILHA. TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. INÉPCIA DA DENÚNCIA E FALTA DE JUSTA CAUSA. ANÁLISE SOBRE A MATERIALIDADE DO DELITO QUE NÃO PODE SER FEITA NA VIA ELEITA, SOBRETUDO APÓS A SUPERVENIÊNCIA DE SENTENÇA CONDENATÓRIA. RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. RESPOSTA DO ACUSADO. TESE DE NULIDADE DA DECISÃO QUE REJEITA AS TESES DEFENSIVAS APRESENTADAS NA FORMA DO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE FLAGRANTE QUE, EVENTUALMENTE, PUDESSE ENSEJAR A CONCESSÃO DA ORDEM DE OFÍCIO. HABEAS CORPUS NÃO CONHECIDO. 1. O Excelso Supremo Tribunal Federal, em recentes pronunciamentos, aponta para uma retomada do curso regular do processo penal, ao inadmitir o habeas corpus substitutivo do recurso ordinário. Precedentes: HC 109.956/PR, 1.ª Turma, Rel. Min. Março Aurélio, DJe de 11/09/2012; HC 104.045/RJ, 1.ª Turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe de 06/09/2012; HC 108.181/RS, 1.ª Turma, Rel. Min. Luiz Fux, DJe de 06/09/2012. Decisões monocráticas dos ministros Luiz Fux e Dias Tóffoli, respectivamente, nos autos do HC 114.550/AC (DJe de 27/08/2012) e HC 114.924/RJ (DJe de 27/08/2012). 2. Sem embargo, mostra-se precisa a ponderação lançada pelo Ministro Março Aurélio, no sentido de que, "no tocante a habeas já formalizado sob a óptica da substituição do recurso constitucional, não ocorrerá prejuízo para o paciente, ante a possibilidade de vir-se a conceder, se for o caso, a ordem de ofício." 3. Com a superveniência de sentença condenatória fica preclusa a alegação de inépcia da denúncia. Precedentes do Supremo Tribunal Federal e desta Corte Superior. 4. O reconhecimento da ausência de justa causa na persecução criminal, diante da inexistência de quaisquer elementos indiciários concretos e objetivos para incriminar a acusada pelo delito tipificado...

STJ - HABEAS CORPUS HC 150250 DF 2009/0199570-0 (STJ)

Data de publicação: 01/09/2011

Ementa: HABEAS CORPUS. PROCESSUAL PENAL. CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA (Art. 1.º, INCISOS II E V, DA LEI N. 8.137/90 C.C O ART. 71 DOCÓDIGO PENAL). RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. RESPOSTA DO ACUSADO. TESE DENULIDADE DA DECISÃO QUE REJEITA AS TESES DEFENSIVAS APRESENTADAS NAFORMA DO ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . MOTIVAÇÃO SUCINTA.NULIDADE INEXISTENTE. PRECEDENTE. ARGUIÇÃO DE ATIPICIDADE DACONDUTA. DENÚNCIA FUNDADA EM AUTO DE INFRAÇÃO JÁ CONCLUÍDO. AUSÊNCIADE JUSTA CAUSA NÃO EVIDENCIADA DE PLANO. ORDEM DENEGADA. 1. Não se verifica a arguida nulidade por falta de fundamentação dadecisão que rejeitou as teses defensivas apresentas, uma vez que oJuízo de primeira instância, após analisar a resposta à acusaçãooferecida pelo ora Paciente, examinou, ainda que de modo conciso, asreferidas arguições, concluindo por determinar o prosseguimento daação penal. 2. Esta Corte já se pronunciou no sentido de que, não sendo ahipótese de absolvição sumária do acusado, a manifestação do Juízoprocessante não há de ser exaustiva, sob pena de antecipaçãoprematura de um juízo meritório que deve ser naturalmente realizadoao término da instrução criminal, em estrita observância aosprincípios da ampla defesa e do contraditório. Precedente. 3. O trancamento da ação penal por ausência de justa causa é umamedida excepcional, somente cabível em situações nas quais, deplano, seja perceptível o constrangimento ilegal, o que não severifica na hipótese. 4. Ordem denegada.

Encontrado em: :00396A CÓDIGO DE PROCESSO PENAL LEG:FED LEI: 008137 ANO:1990 ART : 00001 INC:00002 INC:00005 CPP-41... LEG:FED DEL: 003689 ANO:1941 ART :00396A CÓDIGO DE PROCESSO PENAL HC 167378 SE 2010/0056867-4... LEG:FED LEI: 008137 ANO:1990 ART : 00001 INC:00002 INC:00005 CPP-41 LEG:FED DEL: 003689 ANO:1941 ART...

TJ-RS - Habeas Corpus HC 70051838332 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 10/12/2012

Ementa: HABEAS CORPUS. DECISÃO INDEFERITÓRIA DE OITIVA DE TESTEMUNHA. ROL OFERECIDO EXTEMPORANEAMENTE. ART. 396-A DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . AUSENTE CONSTRANGIMENTO ILEGAL. ORDEM DENEGADA. UNÂNIME. (Habeas Corpus Nº 70051838332, Quarta Câmara Criminal, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Aristides Pedroso de Albuquerque Neto, Julgado em 29/11/2012)

TRF-1 - MANDADO DE SEGURANÇA MS 58538 MG 0058538-86.2012.4.01.0000 (TRF-1)

Data de publicação: 09/04/2013

Ementa: PROCESSO PENAL. MANDADO DE SEGURANÇA. ART. 396-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE EXPEDIÇÃO DE OFÍCIO PARA LOCALIZAÇÃO DE TESTEMUNHA. DENEGAÇÃO DA ORDEM. 1. O indeferimento de inquirição das testemunhas cujos endereços não foram fornecidos, na oportunidade da defesa prévia, nem atualizados posteriormente pela defesa, tem previsão legal e não se deu sem antes dar ao réu a faculdade de informar os endereços faltantes. O ônus da atualização dos endereços é da defesa, e não do Poder Judiciário (STF - AP 470 QO5, Relator Ministro Joaquim Barbosa, Tribunal Pleno, julgado em 08/04/2010, publicado no DJe-164 de 03/09/2010, p. 00062). 2. Não há ilegalidade a ser corrigida pela via mandamental, na decisão judicial que deu por preclusa a fase de inquirição de testemunhas, pois a impetrante, apesar de ter sido, por duas vezes, regularmente intimada para informar o endereço da testemunha por ela arrolada, não o fez, limitando-se a transferir para o Judiciário o ônus dessa busca, mediante apresentação de requerimento para que fosse expedido ofício à CEF, nesse desiderato. 3. Estabelece o art. 396-A do Código de Processo Penal , que na resposta, o acusado poderá arguir preliminares e alegar tudo o que interessa à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário. O ônus, portanto, é da parte e não do judiciário. 4. Mandado de segurança denegado.

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