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21 de outubro de 2014

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TJ-RS - Apelação Cível AC 70053778825 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 13/09/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL. PRELIMINAR. ADEQUAÇÃO DA SENTENÇA AO PEDIDO. DATA DE INÍCIO DA UNIÃO ESTÁVEL. Para a caracterização da união estável é imprescindível a existência de convivência pública, contínua, duradoura e estabelecida com objetivo de constituir família. Ausência de prova que o casal vivia em união estável antes de 2003, já que o relacionamento que ostenta apenas contornos de um namoro, sem atender aos requisitos do art. 1.725, não caracteriza união estável. PARTILHA DE BENS. O patrimônio adquirido onerosamente no período em que reconhecida a união estável deve ser dividido igualitariamente entre o casal. Partilha da evolução patrimonial da empresa. ALIMENTOS. MAJORAÇÃO. DESCABIMENTO. A necessidade alimentar dos filhos menores é presumida, incumbindo, aos genitores, o dever de sustento. Preliminar acolhida. 1ª Apelação parcialmente provida e 2º apelo desprovido. (Apelação Cível Nº 70053778825, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 28/08/2013)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70043006501 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 19/01/2012

Ementa: AÇÃO DECLARATÓRIA DE UNIÃO ESTÁVEL. REQUISITOS. PARA CARACTERIZAÇÃO DA UNIÃO ESTÁVEL É IMPRESCINDÍVEL A EXISTÊNCIA DE CONVIVÊNCIA PÚBLICA, CONTÍNUA, DURADOURA E ESTABELECIDA COM OBJETIVO DE CONSTITUIR FAMÍLIA. O RELACIONAMENTO DA APELANTE COM O DE CUJUS OSTENTOU APENAS CONTORNOS DE UM NAMORO, SEM ATENDER AOS REQUISITOS DO ART. 1.725 DO CC , NÃO CARACTERIZANDO UNIÃO ESTÁVEL. APELAÇÃO DESPROVIDA, DE PLANO. (Apelação Cível Nº 70043006501, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 17/01/2012)

DJRO 27/07/2012 - Pág. 64 - Diário de Justiça do Estado de Rondônia

. Caracteriza a união estável a convivência duradoura, pública e contínua. Havendo provas documentais... como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na ...

Diário • Diário de Justiça do Estado de Rondônia

TRF-5 - Apelação Civel AC 422356 CE 2001.81.00.008562-5 (TRF-5)

Data de publicação: 30/01/2008

Ementa: PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. EX-COMPANHEIRA. UNIÃO ESTÁVEL NÃO COMPROVADA. EXISTÊNCIA DE CONTRADIÇÕES ENTRE AS PROVAS DOCUMENTAIS APRESENTADAS. PROVA TESTEMUNHAL VACILANTE. INSUFICIÊNCIA DE LASTRO PROBATÓRIO MÍNIMO A CARACTERIZAR A UNIÃO ESTÁVEL, AO TEMPO DA MORTE DO EX-SEGURADO. - A Constituição Federal , em seu art. 226 , parágrafo 3º , tornou explícito o amparo conferido à nova entidade familiar e à união estável. - A união estável apta a gerar direitos é a convivência pública, duradoura e contínua do casal, sendo indispensável, à luz da norma constitucional supracitada, a existência do chamado affectio maritalis, ou seja, os companheiros precisam viver, entre si e perante a sociedade, como se fossem cônjuges. - Todavia, da análise do conjunto probatório presente nos autos, conclui-se existir fundada dúvida sobre a consolidação de união estável entre a requerente e o de cujus. É que a requerente juntou ao processo sob análise certidão de nascimento de prole em comum, na qual consta como genitor o Sr. JOSÉ JAQUES OLIVEIRA, e genitora, a Srª MARIA CARLOS DO VALE, quando o de cujus, a quem busca a requerente provar a existência de união estável, chama-se JOSÉ JÁCOME OLIVEIRA. Não bastasse, há certidão de casamento de uma das filhas, onde igual divergência subsiste. - Do exame da prova testemunhal, restam vacilantes as declarações ali prestadas, pois se referem ao de cujus por "JOSÉ CARIRÉ", e não ao Sr. JOSÉ JÁCOME OLIVEIRA, fato esse a desmerecer as afirmações constantes, ante a referência a JOSÉ JAQUES OLIVEIRA presente nas certidões de nascimento e casamento colacionadas nos autos. - A única prova apta demonstrada nos autos, qual seja, a declaração de casamento religioso, datada de 1959, não se mostra suficiente a caracterizar a existência de união estável, ao tempo do falecimento do ex-segurado, ante as contradições postas em elenco. - Sem honorários advocatícios, em razão do benefício da justiça gratuita. Apelação do INSS e remessa oficial providas....

DJRO 26/10/2006 - Pág. 21 - Diário de Justiça do Estado de Rondônia

. Caracteriza a união estável a convivência duradoura, pública e contínua. Havendo provas... documentais e testemunhais a caracterizar a união estável, o seu reconhecimento é ...

Diário • Diário de Justiça do Estado de Rondônia

DJGO 15/04/2014 - Pág. 1176 - Seção III - Diário de Justiça do Estado de Goiás

COMO ENTIDADE FAMILIAR A UNIãO ESTáVEL ENTRE O HOMEM E A MULHER, CONFIGURADA NA CONVIVêNCIA PúBLICA..., CONTíNUA E DURADOURA E ESTABELECIDA COM O OBJETIVO DE CONSTITUIçãO DE FAMíLIA” A UNIãO ...

Diário • Diário de Justiça do Estado de Goiás

TJ-RS - Apelação Cível AC 70054908165 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/09/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL. REQUISITOS. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. Para a caracterização da união estável é imprescindível a existência de convivência pública, contínua, duradoura e estabelecida com objetivo de constituir família. O relacionamento que ostenta apenas contornos de um namoro, ainda que duradouro, sem atender aos requisitos do art. 1.725, não caracteriza união estável. Apelação desprovida. (Apelação Cível Nº 70054908165, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 28/08/2013)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70056744527 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 20/01/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL. REQUISITOS. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. Para a caracterização da união estável é imprescindível a existência de convivência pública, contínua, duradoura e estabelecida com objetivo de constituir família. O relacionamento, ainda que aparentemente duradouro, sem atender aos requisitos do art. 1.725, não caracteriza união estável. Apelação desprovida. (Apelação Cível Nº 70056744527, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 18/12/2013)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70057196800 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 21/01/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. UNIÃO ESTÁVEL. REQUISITOS. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. Para a caracterização da união estável é imprescindível a existência de convivência pública, contínua, duradoura e estabelecida com objetivo de constituir família. O relacionamento que ostenta apenas contornos de um namoro, ainda que duradouro, sem atender aos requisitos do art. 1.725, não caracteriza união estável. Apelação desprovida. (Apelação Cível Nº 70057196800, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 18/12/2013)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70056620602 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 20/01/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL. DATA DE INÍCIO DA UNIÃO ESTÁVEL. Para a caracterização da união estável é imprescindível a existência de convivência pública, contínua, duradoura e estabelecida com objetivo de constituir família. Ausência de prova que o casal vivia em união estável antes de 2008, já que o relacionamento que ostenta apenas contornos de um namoro, sem atender aos requisitos do art. 1.725, não caracteriza união estável. Apelação cível desprovida. (Apelação Cível Nº 70056620602, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luís Dall'Agnol, Julgado em 18/12/2013)

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