Carregando...
JusBrasil
02 de setembro de 2014

Página 1 de 33.429 710 42 17.781 14.783 204 4 resultados para "Danos Materiais (dano Físico), Morais e Estéticos" em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários em Legislação em Modelos e peças

Agressão física gera danos morais, materiais e estéticos

da comarca de Criciúma, que condenou um cidadão ao pagamento de indenização por danos morais, materiais... a alegação de legítima defesa e, portanto, a condenação deve ser mantida. Além do dano moral... e cirurgias ...

Notícia Jurídica • Jornal da Ordem - Rio Grande do Sul • 09/02/2012

TJ-RS - Apelação Cível AC 70059590786 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 16/06/2014

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS. AGRESSÃO FÍSICA. LESÃO CORPORAL. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. Hipótese em que a prova oral produzida nos autos corrobora a versão dos fatos exposta na inicial, quanto à agressão física do réu em face do autor Cristian. Ausência de provas de que tenha o requerido agido em legítima defesa de terceiro contra a agressão iniciada pelo demandante, ônus que lhe incumbia, nos termos do art. 333 , II , do CPC . Demonstrada a agressão, da qual resultou lesão corporal à vítima, caracterizado está o dano moral puro e a obrigação de indenizar. Condenação mantida. DANO MORAL EM RICOCHETE. PAIS DA VÍTIMA. CONFIGURAÇÃO. Tendo em vista o presumível sofrimento e angústia suportados pelos pais da vítima, que sofreu grave lesão, resta evidente o dano moral reflexo, que deve ser indenizado. Precedentes desta Corte. Sentença mantida, no ponto. QUANTUM INDENIZATÓRIO. MANUTENÇÃO. Em atenção aos parâmetros estabelecidos pela doutrina e jurisprudência pátrias para a fixação do montante indenizatório, atento às particularidades do caso concreto, o quantum de R$ 16.950,00 (dezesseis mil, novecentos e cinquenta reais) para os autores, acrescido de correção monetária e juros moratórios legais, se mostra razoável e proporcional. DANO ESTÉTICO. INOCORRÊNCIA. O dano estético consiste em lesão capaz de causar desgosto, complexo e abalo à autoestima da vítima. Hipótese em que a parte autora não evidenciou a configuração do dano estético decorrente da lesão sofrida, ônus que lhe incumbia, a teor do disposto no art. 333 , I , do CPC . Sentença mantida, no ponto. APELAÇÕES DESPROVIDAS. (Apelação Cível Nº 70059590786, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Roberto Lessa Franz, Julgado em 29/05/2014)

TJ-MG - Apelação Cível AC 10707100017425001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 28/02/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - REPARAÇÃO CIVIL - AGRESSÃO FÍSICA - DANOS - MORAIS - ESTÉTICOS - MATERIAIS - PENSÃO MENSAL - ART. 475-Q DO CPC . É possível a cumulação dos danos moral e estético, desde que resultantes do mesmo fato ilícito e possam ser identificados separadamente. Restando demonstrado nos autos que a apelada sofreu várias lesões em razão da agressão sofrida e que veio a ser submetida a vários tratamentos médico-hospitalares, devida a indenização por danos materiais. Os juros de mora e a correção monetária constituem matéria de ordem pública, de modo que aplicar, alterar ou modificar seu termo inicial, de ofício, não configura julgamento extra petita nem reformatio in pejus.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70057461832 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/02/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS. AGRESSÃO FÍSICA. LEGÍTIMA DEFESA NÃO DEMONSTRADA. SENTENÇA REFORMADA. Restando incontroversa a agressão física perpetrada pelo réu contra o autor, o ônus da prova do agir em legítima defesa compete ao réu. CPC , art. 333 , II . Excludente do dever de indenizar não demonstrada. Direito da vítima ao ressarcimento dos prejuízos materiais (desde que provados) e à compensação pelos danos morais e estéticos. Danos morais configurados in re ipsa, diante da lesão à integridade corporal, direito fundamental e atributo da personalidade. Dano estético caracterizado pela permanência de cicatrizes na face do autor. O dano estético e o moral são distintos e cumuláveis, segundo jurisprudência sumulada no STJ (Súmula 387:"É lícita a cumulação das indenizações de dano estético e dano moral."). O primeiro é objetivo, visível, decorre da alteração corporal sofrida pela vítima, ao passo que o segundo é de caráter subjetivo, de foro íntimo e ordem psíquica. O dano moral, no caso, consiste na ofensa à integridade física, na dor decorrente das lesões sofridas, na necessidade de atendimento médico-hospitalar e posteriores cuidados exigidos, com alteração da rotina diária da pessoa. Daí porque as indenizações são autônomas e passíveis de serem cumuladas, para o atingimento de uma justa quantificação da verba indenizatória. Improcedência do pedido de indenização por "danos futuros", não evidenciados, o que, todavia, caracteriza sucumbência mínima do demandante, autorizando a atribuição dos ônus da sucumbência integralmente ao réu ( CPC , art. 21 , par. único). APELO PROVIDO EM PARTE. (Apelação Cível Nº 70057461832, Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Eugênio Facchini Neto, Julgado em 31/01/2014)

TJ-SP - Apelação APL 01532151520088260002 SP 0153215-15.2008.8.26.0002 (TJ-SP)

Data de publicação: 22/05/2014

Ementa: Responsabilidade civil Transporte de pessoas Acidente Lesões físicas Danos materiais, morais e estéticos Dosagem da indenização. 1. A condenação ao pagamento de indenização por dano material decorrente dos lucros cessantes pressupõe razoabilidade, que, por sua vez, não compreende mera expectativa de direito. 2. Presumem-se os danos morais em caso de acidente em transporte coletivo, com lesões físicas ao passageiro. 3. Os chamados danos corporais, contratualmente cobertos pelo contrato de seguro por responsabilidade civil, incluem a lesão moral fundada no sofrimento e angústia da vítima de acidente de trânsito, para fins de indenização securitária. 4. Para a fixação do quantum indenizatório, levam-se em conta determinados critérios baseados nas condições econômicas e sociais das partes, bem como a intensidade do dano, atendidos os princípios da razoabilidade e proporcionalidade. Sentença mantida. Negado provimento aos recursos.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70056951734 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/11/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS. AGRESSÃO FÍSICA. APELAÇÃO. NÃO CONHECIMENTO. Interposta a apelação fora do prazo legal, preconizado no art. 508 do CPC , inviável o conhecimento do recurso, por flagrantemente intempestivo. APELAÇÃO NÃO CONHECIDA. (Apelação Cível Nº 70056951734, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Roberto Lessa Franz, Julgado em 31/10/2013)

TJ-SP - Apelação APL 00411975620058260002 SP 0041197-56.2005.8.26.0002 (TJ-SP)

Data de publicação: 12/03/2014

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, ESTÉTICOS E MATERIAIS. AGRESSÃO FÍSICA EM CASA NOTURNA. O próprio autor confirmou a deficiência de provas a respeito da responsabilidade do réu na suposta agressão física relatada. Não existem os autos do inquérito policial tampouco foram ouvidas testemunhas dos fatos, embora tenha sido o autor previamente intimado da audiência de instrução designada. Não se dúvida da agressão sofrida pelo autor. No entanto, não há prova suficiente de que a agressão tenha sido causada pelo réu, mormente no caso em exame, no qual foram oferecidas versões distintas para os fatos. Diante disso, cabia ao autor prova séria que indicasse a responsabilidade do réu. Contudo, não é o que se extrai do exame dos autos. Sentença de improcedência dos pedidos mantida. Recurso não provido.

TJ-MG - Apelação Cível AC 10024100151042001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 12/02/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, ESTÉTICOS E MATERIAIS. ACIDENTE DE TRÂNSITO. ATROPELAMENTO. PRINCÍPIO DA IDENTIDADE FÍSICA DO JUIZ. DESIGNAÇÃO DE JUIZ AUXILIAR CESSADA ANTES DO RETORNO DOS AUTOS PARA SENTENÇA. NÃO CARACTERIZAÇÃO DA VINCULAÇÃO. ARTIGO 132 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL . DANOS MORAIS E ESTÉTICOS CARACTERIZADOS. PENSÃO MENSAL. MONTANTES. CRITÉRIOS. TERMO INICIAL DA CORREÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA SOBRE AS INDENIZAÇÕES POR DANOS MORAIS E ESTÉTICOS - VOTO VENCIDO. - O cessar da designação de um magistrado, não afronta ao princípio da identidade física do juiz, nos termos do disposto no art. 132 do Código de Processo Civil . - Configurada a culpa da condutora do veículo que, por imprudência ultrapassou a sinalização semafórica para pedestre, que estava no foco verde, a obrigação de indenizar é medida que se impõe, uma vez comprovados o ato ilícito, os danos e o respectivo nexo causal. - "É lícita a cumulação das indenizações de dano estético e dano moral" (Súmula nº 387/STJ). - Comprovada a incapacidade laboral permanente, é devido o pagamento de pensão mensal pelo ofensor à vítima. - Os valores das indenizações devem ter como parâmetro as circunstâncias objetivas e subjetivas do caso concreto, sempre voltadas à observância do princípio da razoabilidade. - "1. O termo inicial da correção monetária incidente sobre a indenização por danos morais é a data do arbitramento (Súmula n. 362/STJ). 2. Os juros moratórios, tratando-se de responsabilidade extracontratual, incidem desde a data do evento danoso (Súmula n. 54/STJ)." (EDcl nos EDcl no AgRg no Agravo Em Recurso Especial nº 245.218 - SP - Rel. Min. JOÃO OTÁVIO DE NORONHA - DJ: 07/11/2013). V.v.: - Na fixação dos danos morais e estéticos, os juros de mora incidem desde a data da publicação da decisão judicial que fixa o quantum devido a este título, haja vista que antes de seu arbitramento judicial o devedor não conhece o valor devido. (Desa. Mariângela Meyer) - Preliminar rejeitada e recurso não provido....

TJ-SP - Apelação APL 02201196520098260007 SP 0220119-65.2009.8.26.0007 (TJ-SP)

Data de publicação: 05/12/2013

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, MATERIAIS E ESTÉTICOS. AGRESSÃO FÍSICA POR SEGURANÇAS DE CASA NOTURNA. 1. O autor usufruía dos serviços da casa noturna mantida pela ré e foi injustamente agredido por seguranças. Estes fatos, comprovados por prova oral, autorizam a incidência do art. 14 , do Código de Defesa do Consumidor , que determina a responsabilidade objetiva da ré pelo defeito no serviço prestado. 2. Ainda que o tumulto tenha sido iniciado por um dos colegas do autor, não se justifica o excesso cometido pelos seguranças. Os agentes a trabalho da ré se encontravam no local para garantir a segurança dos clientes e certamente deveriam saber resolver qualquer desentendimento sem fazer uso da força, de modo que inteiramente injustificada a agressão que sofreu o autor. 3. No que tange à reparação por lucros cessantes, o autor alegou trabalhar como cinegrafista, sem contrato de trabalho. As testemunhas confirmaram o trabalho esporádico desempenhado pelo autor. Sucede que não há prova de que o autor efetivamente precisou afastar-se de suas atividades, com comprometimento de sua renda, em razão do ferimento. O perito esclareceu que o ferimento não penetrou a cavidade abdominal e tampouco causou prejuízo estético. Assim sendo, à falta de prova adequada a respeito da convalescença alegada, notadamente em virtude da apontada superficialidade do ferimento, afasta-se a pretendida indenização por lucros cessantes e também a reparação por dano estético, como já havia sido consignado na sentença. Recurso da ré parcialmente provido para afastar da condenação da reparação concedida a título de lucros cessantes.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70060804531 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 15/08/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, ESTÉTICOS E MORAIS. AGRESSAO FÍSICA. LEGÍTIMA DEFESA NÃO CONFIGURADA. DESPROPORCIONALIDADE. EXCESSO CONFIGURADO. ATO ILÍCITO. DEVER DE INDENIZAR. CULPA CONCORRENTE MANTIDA PORÉM EM MENOR PROPORÇÃO. DANOS MATERIAIS COMPROVADOS. DANOS MORAIS IN RE IPSA. QUANTUM INDENIZATÓRIO. SENTENÇA REFORMADA EM PARTE. 1. O caso diz com pedidos indenizatórios decorrentes de agressões físicas suportadas pelo autor, praticadas pelos demandados. Ao que se vê de todo o tramitar da ação, em resumo, o autor, em passeio de carro, juntamente com um amigo, ao parar em uma sinaleira e avistar um grupo de meninas, investiu com palavras de galanteios à namorada de um dos demandados, que por sua vez, partiu para agressão física, resultando em espancamento do autor e daí decorrido os danos que diz ter sofrido. 2. Ainda que incontroverso a autoria das agressões físicas por parte dos réus ao demandante, tem-se, além de todos os indícios trazidos pela prova testemunhal de que foram os responsáveis pelas agressões, o testemunho da namorada de um dos demandados (contra quem o autor investiu), prestado ainda na Delegacia de Polícia, em que confirma que os demandados "conduziram o autor até seu veículo", restando clara, portanto, as contradições dos demandados. 3. Mesmo que em tese, tenham os demandados agido em legítima defesa de terceiro, resta evidente que os agiram de forma desproporcional ao fato iniciado pelo autor. Caracterizado o ato ilícito por parte dos réus, resta evidente a obrigação indenizatória. 4. No que concerne aos danos materiais suportados pelo autor, tenho que de igual forma à análise da prova, devem ser mantidos, nos termos em que dispostos em sentença, ressaltando, apenas, que o percentual a ser mitigado de responsabilidade do autor é de 20%. 5. Os danos morais, se caracterizam in re ipsa, a exemplo de tantos outros julgados de questões semelhantes. Os danos morais, no caso em tela, decorrem...

1 2 3 4 5 999 1000 Próxima

ou

×
Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/busca