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23 de abril de 2014

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TRT-6 - AGRAVO DE PETICAO AP 13601762007506 PE 0013601-76.2007.5.06.0021 (TRT-6)

Data de publicação: 08/01/2010

Ementa: AÇÃO DE COBRANÇA DE FGTS. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS CONTRATUAIS. RETENÇÃO. NÃO CABIMENTO - Não há como determinar a retenção de honorários advocatícios contratuais, na forma como prevista no art. 22 , § 4º , da Lei 8.906 /94, quando o único direito reconhecido na sentença exeqüenda é a realização de depósito na conta vinculada de FGTS, pois tal retenção não constitui hipótese de movimentação da conta vinculada do trabalhador, diante do previsto no art. 20 e seus incisos, da Lei n. 8.036 /90.

TRF-5 - Agravo de Instrumento AGTR 88867 PE 0035925-03.2008.4.05.0000 (TRF-5)

Data de publicação: 24/02/2010

Ementa: PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. FGTS. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. HONORÁRIOS CONTRATUAIS. RETENÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. AUTOR QUE NÃO ATENDE A NENHUMA HIPÓTESE DE SAQUE (ART. 20 , LEI 8.036 /90). 1. A retenção dos honorários contratuais é mecanismo legítimo de pagamento de dívida contraída entre a parte e seu advogado, alheia aos autos processuais, mas que pressupõe esteja o crédito disponível para movimentação. 2. Tratando-se de quantia referente à correção monetária do FGTS, os valores são creditados em conta vinculada, a qual somente pode ser movimentada em taxativas hipóteses legais, previstas no art. 20 da Lei 8.036 /90. 3. In casu, não preenchendo o autor nenhum dos requisitos para o saque da conta vinculada, não será possível a retenção, visto que também o percentual a ser retido está indisponível. Restará ao advogado acorrer-se da ação própria de cobrança, incidindo o percentual de seus honorários contratuais sobre o valor creditado à parte vencedora. 4. Agravo de instrumento desprovido.

TRF-5 - Apelação Civel AC 151724 RN 0049763-62.1998.4.05.0000 (TRF-5)

Data de publicação: 15/10/2009

Ementa: EXECUÇÃO. FGTS. ACORDO EXTRAJUDICIAL. LIBERAÇÃO. VALORES. RETENÇÃO. HONORÁRIOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊNCIA PROPORCIONAL. - O título judicial é ilíquido, pois firmado os devidos acordos e liberados os valores de FGTS às partes, não cabe à CEF qualquer responsabilidade pelo pagamento dos honorários contratuais. Os causídicos devem cobrar das respectivas partes os seus honorários contratuais, não havendo que se falar em responsabilidade da empresa pública. - Portanto, é indevida a inclusão na execução dos valores referentes aos honorários contratuais. - No que se refere à condenação da CEF em honorários sucumbenciais, observo que o título judicial dispôs que: "as partes pagarão honorários advocatícios proporcionais às respectivas sucumbênciais, apuradas em processo de liquidação". - Assim, carecem de liquidez os cálculos que simplesmente arbitram o percentual de honorários em 10% (dez por cento) da condenação imposta à CEF, sem realizar qualquer compensação. - A base de cálculo dos honorários advocatícios não pode ser composta, exclusivamente, pela condenação imposta à CEF, pois devem compensados os índices que os Exeqüentes pleitearam, mas não tiveram amparo do judiciário. - Assim, para se apurar o valor devido a título de honorários, deve-se primeiro descobrir a dimensão pecuniária da sucumbência de cada litigante, para saber quanto será devido a cada advogado, e a partir daí, realizar a devida compensação. - Inexistência de mora da CEF, em face da inexigibilidade dos honorários cobrados. - Apelação improvida.

TRF-2 - AG AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 201002010065545 (TRF-2)

Data de publicação: 11/01/2011

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. FGTS. HONORÁRIOS CONTRATUAIS. RETENÇÃO DE PERCENTUAL DOS VALORES OBJETO DA EXECUÇÃO. LEVANTAMENTO. NECESSIDADE DE DEVOLUÇÃO. PRECLUSÃO. TRÂNSITO EM JULGADO. INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO DE DIREITO MATERIAL ENTRE PATRONO E SUBSTITUÍDOS. TRIBUTOS RETIDOS NA FONTE. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. LEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. I. Preclusão do direito dos Agravantes de recorrerem, já que a questão atinente à devolução dos honorários contratuais já foi objeto de diversos recursos e os Agravantes se insurgem contra decisão protegida pelo manto da coisa julgada do Superior Tribunal de Justiça. II. Reitera o patrono ser credore da Caixa Econômica Federal em honorários de sucumbência relativos a recomposição das contas vinculadas dos 440 substituídos, postulando pela necessidade de um “encontro de contas”. III. Não há relação jurídica de direito material entre o advogado do sindicato e os substituídos titulares do FGTS, apenas entre o sindicato e o patrono. O valor levantado pelo advogado, a título de honorários advocatícios contratuais, ao contrário do que se afirma, pertence única e exclusivamente aos substituídos e os honorários contratuais são devidos pelo sindicato, vez que esse é que elegeu e contratou o advogado para o patrocínio da causa. IV. Quanto aos impostos incidentes sobre o valor levantado, já pagos à Receita Federal, tem razão a CEF ao afirmar que quaisquer providências que devam ser tomadas visando a restituição dos valores recolhidos devem ser tomadas pelo advogado, único que possui legitimação para obter a restituição do tributo. V. Agravo de Instrumento improvido.

TRF-2 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 201002010065545 RJ 2010.02.01.006554-5 (TRF-2)

Data de publicação: 11/01/2011

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. FGTS. HONORÁRIOS CONTRATUAIS. RETENÇÃO DE PERCENTUAL DOS VALORES OBJETO DA EXECUÇÃO. LEVANTAMENTO. NECESSIDADE DE DEVOLUÇÃO. PRECLUSÃO. TRÂNSITO EM JULGADO. INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO DE DIREITO MATERIAL ENTRE PATRONO E SUBSTITUÍDOS. TRIBUTOS RETIDOS NA FONTE. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. LEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. I. Preclusão do direito dos Agravantes de recorrerem, já que a questão atinente à devolução dos honorários contratuais já foi objeto de diversos recursos e os Agravantes se insurgem contra decisão protegida pelo manto da coisa julgada do Superior Tribunal de Justiça. II. Reitera o patrono ser credore da Caixa Econômica Federal em honorários de sucumbência relativos a recomposição das contas vinculadas dos 440 substituídos, postulando pela necessidade de um “encontro de contas”. III. Não há relação jurídica de direito material entre o advogado do sindicato e os substituídos titulares do FGTS, apenas entre o sindicato e o patrono. O valor levantado pelo advogado, a título de honorários advocatícios contratuais, ao contrário do que se afirma, pertence única e exclusivamente aos substituídos e os honorários contratuais são devidos pelo sindicato, vez que esse é que elegeu e contratou o advogado para o patrocínio da causa. IV. Quanto aos impostos incidentes sobre o valor levantado, já pagos à Receita Federal, tem razão a CEF ao afirmar que quaisquer providências que devam ser tomadas visando a restituição dos valores recolhidos devem ser tomadas pelo advogado, único que possui legitimação para obter a restituição do tributo. V. Agravo de Instrumento improvido.

TRF-5 - Agravo de Instrumento AGTR 80487 RN 0061630-37.2007.4.05.0000 (TRF-5)

Data de publicação: 08/10/2009

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. FGTS.EXECUÇÃO. HONORÁRIOS CONTRATUAIS. RETENÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. SAQUE EFETUADO ANTES DE REALIZADO O BLOQUEIO.HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS LIBERADOS PELA CEF RECEBIDOS POR ADVOGADO SUBSTABELECIDO QUANTO A UM DOS AUTORES.IMPOSSIBILIDADE PRATICA DE RETENÇÃO. 1. A controvérsia acerca da retenção dos honorários contratuais em relação à autora MARIA LUCIA DE MEDEIROS, embora tenha sido determinada a sua retenção em decisão proferida no processo de origem, não se pode olvidar que a parte sacou os valores antes de ser procedido o respectivo bloqueio. 2. Além disso, houve substabelecimento de poderes quanto à referida autora para outro advogado, o qual veio a receber os honorários advocatícios sucumbenciais liberados pela CAIXA. 3. Deste modo, resta prejudicada a discussão acerca de retenção de honorários, diante da impossibilidade prática desta ser efetuada, devendo ser dirimido, no juízo competente, o não cumprimento de tal obrigação pelo autor em favor do advogado, uma vez que se trata de relação jurídica de direito privado, refogindo, portanto, a competência da Justiça Federal para resolver conflitos dessa natureza, conforme prescreve o art. 109 , I , da Constituição Federal . 4. Em relação aos honorários de sucumbência, é de se advertir que o crédito realizado pela CAIXA constituiu-se em mera liberalidade sua, tendo em vista que o título exequendo determinou fossem estes reciprocamente distribuídos e compensados entre as partes. 5. Com efeito, nesse particular, faz-se necessária ser promovida a liquidação do julgado, apurando-se o crédito devido a cada uma das partes, de acordo com o saldo base existente na conta vinculada de FGTS dos autores, aplicando-se os respectivos indices que cada parte foi vencedora, a fim de que seja realizado o confronto. 6. Entendendo a advogada dos autores que seu crédito é maior do que aquele a ser apurado em favor da CAIXA, poderá promover a liquidação do julgado, demonstrando, através de memória discriminada e atualizada...

TRF-5 - Apelação Civel AC 132911 RN 0008047-55.1998.4.05.0000 (TRF-5)

Data de publicação: 02/04/2009

Ementa: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. FGTS. CORREÇÃO MONETÁRIA. ACORDOS EXTRAJUDICIAIS. INCIDÊNCIA DE JUROS DE MORA SOBRE OS HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS. POSSIBILIDADE. RETENÇÃO DE HONORÁRIOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE. 1. Os juros de mora incidem sobre o valor da condenação, logo, não obstante a ocorrência de acordos extrajudiciais, em sede de execução, tal fato não obsta a incidência dos juros de mora nos valores restantes da condenação, in casu, os honorários sucumbenciais. 2. A retenção de honorários contratuais apenas se faria possível na execução dos valores da condenação, contudo, em face dos acordos extrajudiciais, tal pretensão não mais se torna cabível no âmbito judicial. 3. Apelação parcialmente provida para condenar a CEF em juros de mora sobre os honorários sucumbenciais, incidindo estes sobre o valor da condenação constante do título executivo judicial, nos termos dos cálculos da Contadoria Judicial, junto ao Juízo de Origem.

TRF-5 - Apelação Civel AC 135591 RN 0014328-27.1998.4.05.0000 (TRF-5)

Data de publicação: 27/05/2008

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. FGTS. RETENÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE. JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. I. É impossível a retenção, por parte da CEF, de honorários estabelecidos por contrato entre os advogados e os autores. II. Quanto ao pedido de retenção de honorários contratuais, tratando-se de relação exclusivamente contratual entre particulares, a Justiça Federal é incompetente para julgar a questão. III. Como não ficou provado atraso no cumprimento da obrigação de pagar os honorários sucumbenciais pela apelada, não há que se falar de juros de mora ou de correção monetária. IV. Apelação improvida.

TRF-5 - Apelação Civel AC 135591 RN 98.05.14328-7 (TRF-5)

Data de publicação: 27/05/2008

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. FGTS. RETENÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE. JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. I. É impossível a retenção, por parte da CEF, de honorários estabelecidos por contrato entre os advogados e os autores. II. Quanto ao pedido de retenção de honorários contratuais, tratando-se de relação exclusivamente contratual entre particulares, a Justiça Federal é incompetente para julgar a questão. III. Como não ficou provado atraso no cumprimento da obrigação de pagar os honorários sucumbenciais pela apelada, não há que se falar de juros de mora ou de correção monetária. IV. Apelação improvida.

TRF-5 - Apelação Civel AC 163611 AL 99.05.13627-4 (TRF-5)

Data de publicação: 24/10/2007

Ementa: Administrativo e Processual Civil. FGTS. Sentença Homologatória de Adesão. Retenção dos Honorários Advocatícios Contratuais. Impossibilidade. Apelação provida.

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