Carregando...
Jusbrasil
27 de setembro de 2016

Página 1 de 65.285 158 178 37.846 27.033 69 21 resultados para "PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ QUANTO À POSSE" em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários em Legislação em Modelos e peças

TJ-RS - Recurso Cível 71004208666 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 11/11/2013

Ementa: RECURSO INOMINADO. EMBARGOS DE TERCEIRO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ALIENAÇÃO DO VEÍCULO PENHORADO, PELO DEVEDOR, REDUZINDO-O À INSOLVÊNCIA, À FILHA MENOR. ADMISSÃO, NO DEPOIMENTO DA ESPOSA DO EMBARGANTE, QUE É O PRÓPRIO QUEM TEM A POSSE E UTILIZA O AUTOMÓVEL. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ DO TERCEIRO AFASTADA, NO CASO CONCRETO. (Recurso Cível Nº 71004208666, Terceira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Fabio Vieira Heerdt, Julgado em 07/11/2013)

TJ-RS - Agravo de Instrumento AI 70055156442 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 14/11/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. LIMINAR DE MANUTENÇÃO DE POSSE. AGRAVANTE QUE TOMOU POSSE DO IMÓVEL EM VIRTUDE DE CONTRATO DE COMPRA E VENDA. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ. DIREITO À MORADIA. INCIDÊNCIA DO ART. 472 DO CPC . PRESENÇA DOS REQUISITOS QUE JUSTIFICAM A CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA. ART. 273 DO CPC . Diante da presunção de boa-fé da recorrente, que tomou posse no imóvel em virtude de contrato de promessa de compra e venda firmado com o anterior posseiro, é de ser concedida a tutela antecipada pleiteada para mantê-la na posse do imóvel até julgamento definitivo, notadamente considerando que a eficácia da coisa julgada operada em anterior ação reivindicatória não lhe atinge, haja vista não ter figurado como parte naquele feito (art. 472 do CPC ). Agravo de instrumento provido. (Agravo de Instrumento Nº 70055156442, Décima Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Voltaire de Lima Moraes, Julgado em 22/10/2013)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70052023009 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 02/10/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. REIVINDICATÓRIA. BEM IMÓVEL. DIREITO À INDENIZAÇÃO PELAS BENFEITORIAS REALIZADAS. VERIFICADA A BOA-FÉ DO EX-COMPANHEIRO DA GENITORA DOS APELANTES NO EXERCÍCIO DA POSSE SOBRE O IMÓVEL, INDEPENDENTEMENTE DE QUESTÕES FAMILIARES, É CABÍVEL O DIREITO À INDENIZAÇÃO PELAS OBRAS REALIZADAS NO LOCAL, DURANTE A UNIÃO, CONFORME LAUDO PERICIAL. DIREITO À METADE DO VALOR, EM DECORRÊNCIA DA PRESUNÇÃO DO REGIME DE COMUNHÃO PARCIAL DE BENS. RECURSO DESPROVIDO. (Apelação Cível Nº 70052023009, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luiz Renato Alves da Silva, Julgado em 25/09/2014).

TJ-SC - Agravo de Instrumento AG 20120097464 SC 2012.009746-4 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 06/11/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. EMBARGOS DE TERCEIRO DISTRIBUÍDOS POR DEPENDÊNCIA À AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE. DECISÃO AGRAVADA QUE DEFERIU MEDIDA LIMINAR PARA SUSPENDER AÇÃO POSSESSÓRIA. IMÓVEL DE PROPRIEDADE DA AGRAVANTE (EMBARGADA) QUE ESTÁ SENDO OCUPADO POR TERCEIROS (EMBARGANTES) QUE NÃO FIGURAM COMO RÉUS NA DEMANDA INTERDITAL. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ DOS EMBARGANTES, MUITOS DOS QUAIS ADQUIRIRAM FRAÇÃO IDEAL DO IMÓVEL ANTES DO MANEJO DA AÇÃO REINTEGRATÓRIA. SUSPENSÃO MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. O art. 1052 do CPC possui natureza cogente, não sendo facultado ao magistrado sobrestar ou não o curso do processo principal em relação aos bens discutidos nos embargos, se comprovada suficientemente a posse dos embargantes.

TJ-PE - Apelação APL 2777231 PE (TJ-PE)

Data de publicação: 08/03/2013

Ementa: PENAL. PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. ESTATUTO DO DESARMAMENTO . POSSE IRREGULAR DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO. ATIPICIDADE DA CONDUTA. SENTENÇA ABSOLUTÓRIA. IRRESIGNAÇÃO MINISTERIAL. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ EQUIVOCADAMENTE CONSIDERADA. IRRELEVÂNCIA. SENTENÇA FUNDAMENTADA NA ABOLITIO CRIMINIS DO DELITO À ÉPOCA DO FLAGRANTE. ARTIGOS 30 DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO E 20 DA LEI Nº 11.922 /2009. APELO IMPROVIDO. DECISÃO UNÂNIME. I - Considerando que a decisão absolutória não se respaldou na presunção de boa-fé do denunciado, mas sim na atipicidade da conduta dele por ocasião do flagrante, haja vista que à sua época não constituía crime a posse irregular de arma de fogo de uso permitido, uma vez que não decorrido o prazo estabelecido no art. 30 da Lei nº 10.826 /2003 ( Estatuto do Desarmamento ), prorrogado pela Lei nº 11.706 /2008 e, posteriormente, pelo art. 20 da Lei nº 11.922 /2009, não merece a sentença qualquer reparo. II - Apelo ministerial improvido. Decisão unânime.

Encontrado em: . PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ EQUIVOCADAMENTE CONSIDERADA. IRRELEVÂNCIA. SENTENÇA FUNDAMENTADA NA ABOLITIO... se respaldou na presunção de boa-fé do denunciado, mas sim na atipicidade da conduta dele por ocasião... do flagrante, haja vista que à sua época não constituía crime a posse irregular de arma de fogo de uso...

TJ-RS - Recurso Cível 71004361796 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/11/2013

Ementa: RECURSO INOMINADO. EMBARGOS DE TERCEIRO. PENHORA DE VEÍCULO. POSSE PELO EMBARGANTE NÃO DEMONSTRADA. INOBSERVÂNCIA DO REQUISITO TRAZIDO PELO ART. 1.046 , § 1º , DO CPC . PROVA INSUFICIENTE, INCLUSIVE, À COMPROVAÇÃO DA AQUISIÇÃO DO VEÍCULO SOBRE O QUAL RECAIU A CONSTRIÇÃO. SIMPLES APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTO PARTICULAR, DESPROVIDO DE REGISTRO OU RECONHECIMENTO DE FIRMAS. TRANSAÇÃO, ADEMAIS, EFETUADA JÁ COM A EXISTÊNCIA DE RESTRIÇÃO JUDICIAL. CONSEQUENTE AFASTAMENTO DA PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. (Recurso Cível Nº 71004361796, Segunda Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Alexandre de Souza Costa Pacheco, Julgado em 30/10/2013)

TJ-DF - Apelação Cível APC 20140111815556 (TJ-DF)

Data de publicação: 17/11/2015

Ementa: CIVIL. PROCESSO CIVIL. APELAÇÃO. EMBARGOS DE TERCEIRO. JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. CERCEAMENTO DE DEFESA. INOCORRÊNCIA. BEM MÓVEL. PROPRIEDADE E POSSE DE VEÍCULO. PROCURAÇÃO EM CAUSA PRÓPRIA. TRADIÇÃO. VERIFICAÇÃO. FRAUDE À EXECUÇÃO. INEXISTÊNCIA. SÚMULA 375 DO STJ. AUSÊNCIA DE AVERBAÇÃO PREMONITÓRIA DE EXISTÊNCIA DE EXECUÇÃO. TRADIÇÃO REALIZADA ANTES DO REGISTRO DA PENHORA. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ DO TERCEIRO ADQUIRENTE. MÁ-FÉ NÃO COMPROVADA. ÔNUS DO CREDOR. ENCARGOS DE SUCUMBÊNCIA. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE. APLICAÇÃO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. 1. Cabe essencialmente ao julgador, diante da necessidade, juízo de conveniência e oportunidade vislumbrado no caso concreto, deferir os meios suficientes à celeridade e à efetividade do processo como instrumento de realização da Justiça, verificando se as provas contidas nos autos são suficientes para a formação da sua convicção, conforme preceituam os arts. 130 e 131 do CPC . 2. A procuração em causa própria, ou in rem suam, não encerra uma mera outorga de mandato, cuidando-se de verdadeiro negócio jurídico dispositivo, translativo de direitos, tanto que em regra é lavrado com caráter irrevogável, irretratável e com isenção de prestação de contas e confere poderes especiais de livre disposição do bem, tudo isso no exclusivo interesse do mandatário. 3. Na espécie, a procuração em causa própria outorgada ao embargante, de fato, consoante cláusulas nela escritas, foi lavrada no nítido interesse deste. Ela possui presunção de validade apta a atestar o negócio jurídico subtendido, o que, à míngua de provas em sentido contrário, deduz-se que houve a tradição do veículo, ou seja, transmissão da propriedade, o que demonstra a efetividade da aquisição do bem pelo outorgado. Não se tratou de mera entrega precária da posse do veículo apenas para venda. 4. Reputa-se em fraude à execução, de acordo com o art. 593 do Código de Processo Civil , “a alienação ou oneração de bens: I) quando sobre eles pender ação fundada em direito real...

TJ-SP - Apelação APL 00823817920118260002 SP 0082381-79.2011.8.26.0002 (TJ-SP)

Data de publicação: 14/05/2014

Ementa: AÇÃO DE RESCISÃO DE NEGÓCIO JURÍDICO C. C. REINTEGRAÇÃO DE POSSE. COMPRA E VENDA DE VEÍCULO. ENTREGA DO BEM À COMPRADORA, ORA CORRÉ, SEM O RECEBIMENTO INTEGRAL DO PREÇO AJUSTADO. VEÍCULO NEGOCIADO COM TERCEIRO, CORRÉU POR MEIO DE FINANCIAMENTO LIBERADO PELO BANCO RÉU. PRETENSÃO DO AUTOR DE RESCISÃO DO NEGÓCIO E RETOMADA DO BEM. INADMISSIBILIDADE, ANTE A PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ QUE BENEFICIA O CORRÉU, ATUAL PROPRIETÁRIO DO BEM. RESPONSABILIDADE DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA NÃO DEMONSTRADA. IMPROCEDÊNCIA RECONHECIDA. RECURSO IMPROVIDO. A compra e venda de bem móvel opera os seus efeitos no ato da transmissão da posse. Com isso, tão logo realizado o negócio, passou a contratante, corré, a ser titular do domínio, possibilitando-lhe a realização subsequente da revenda do bem a terceiro. Eventual inadimplemento quanto ao preço ajustado possibilita o exercício do direito de cobrança de valores, o que refoge ao âmbito desta demanda. Por outro lado, não havendo qualquer base para afirmar a ocorrência de má-fé por parte do comprador, não se justifica o pleito, em relação a ele, de recuperação da posse do veículo. De igual modo, como não integra a relação jurídica, o banco réu não pode ser responsabilizado pelo inadimplemento contratual do primitivo comprador apenas por ter concedido crédito ao atual proprietário para a aquisição do veículo.

TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC 7005 PR 0000633-81.2009.404.7005 (TRF-4)

Data de publicação: 09/12/2011

Ementa: EMBARGOS DE TERCEIRO. DESCONSTITUIÇÃO DA PENHORA. POSSE DEMONSTRADA. HIPOTECA POSTERIOR À VENDA DO IMÓVEL A TERCEIRO ADQUIRENTE. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ. AUSÊNCIA DE COMUNICAÇÃO AO COMPROMISSÁRIO COMPRADOR. DESEMBARAÇO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. . A ausência de comunicação pela construtora da existência de ônus sobre o imóvel, decorrente de mútuo firmado por ela junto ao agente financeiro, não obriga o adquirente. . O contrato de financiamento com pacto adjeto de hipoteca, firmado posteriormente ao contrato entabulado entre o adquirente e a construtora, somente produz efeitos entre agente financeiro e mutuário, não gerando restrições ao bem do particular que adquire o imóvel de boa-fé. Inteligência da Súmula nº 308 do Superior Tribunal de Justiça. . A mudança de proprietário do imóvel, ainda que não averbada junto ao registro de imóveis, não obstaculiza a desconstituição da penhora, porquanto a ilegalidade da restrição retroage à data do primeiro negócio jurídico, anterior à hipoteca. Hipótese em que a ausência de escritura pública ou meras irregularidades existentes no negócio jurídico posterior, entre partes diversas, não beneficia o credor hipotecário. . Honorários fixados em 10% (dez por cento) sobre o valor da causa, a serem suportados pelos embargados em igual proporção. . Prequestionamento estabelecido pela razões de decidir. . Apelação do embargante provida. Apelações dos embargados improvidas.

Encontrado em: do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, vencido o Relator, dar provimento à apelação

TJ-DF - Embargos de Declaração no(a) Apelação Cível EMD1 201401118155561 Apelação Cível (TJ-DF)

Data de publicação: 17/02/2016

Ementa: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS DE TERCEIRO. BEM MÓVEL. PROPRIEDADE E POSSE DE VEÍCULO. PROCURAÇÃO EM CAUSA PRÓPRIA. TRADIÇÃO. VERIFICAÇÃO. FRAUDE À EXECUÇÃO. INEXISTÊNCIA. SÚMULA 375 DO STJ. AUSÊNCIA DE AVERBAÇÃO PREMONITÓRIA DE EXISTÊNCIA DE EXECUÇÃO. TRADIÇÃO REALIZADA ANTES DO REGISTRO DA PENHORA. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ DO TERCEIRO ADQUIRENTE. MÁ-FÉ NÃO COMPROVADA. ÔNUS DO CREDOR. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO E OBSCURIDADE. INOCORRÊNCIA. REDISCUSSÃO DE MATÉRIAS SUFICIENTEMENTE ENFRENTADAS. IMPOSSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTOIMPLÍCITO. EMBARGOS REJEITADOS. 1. Nos termos do art. 535 do CPC , os embargos declaratórios têm cabimento apenas quando se verificar a existência de contradição, obscuridade ou omissãono ato judicial, sendo necessário que a parte aponte e comprove claramente a ocorrência de um desses vícios, sob pena de insucesso da medida. 2. De forma clara e precisa, tem-se que restou refutada todas as teses sustentadas pelo embargante na defesa de seus interesses e que sobejou suficientemente indicados os motivos para se julgar procedente o recurso formulado pelo embargado, não havendo qualquer necessidade de esclarecimentos ulteriores e, muito menos, de modificação do julgado. 3. Se, sob a alegação de omissão ou contradição, que na realidade inexistem, em verdade, objetiva-se a modificação do julgado, não há como acolher os aclaratórios. Com efeito, a discordância do recorrente quanto à interpretação dada pelo Órgão Julgador não caracteriza omissão, contradição ou obscuridade, sendo incabíveis os embargos declaratórios com o fim de reexame de matéria já apreciada. 4. Da simples leitura do v. acórdão combatido, verifica-se que houve manifestação expressa acerca das questões suscitadas pelo embargante nos autos, não havendo que se falar em omissão, contradição, obscuridade ou erro material que justificasse o acolhimento dos embargos de declaração. 5. A jurisprudência pacífica do Colendo Superior Tribunal de Justiça afirma que a exigência legal...

1 2 3 4 5 999 1000 Próxima
Seja notificado de toda novidade sobre
PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ QUANTO À POSSE Monitorar

×