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25 de agosto de 2016

Página 1 de 2.096 32 2 1.535 528 resultados para "Paciente Portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica ..." em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários

TJ-SP - Apelação APL 01466153320128260100 SP 0146615-33.2012.8.26.0100 (TJ-SP)

Data de publicação: 19/02/2014

Ementa: SEGURO SAÚDE. PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC. REEMBOLSO DE DESPESAS COM FISIOTERAPIA, EXAMES E MATERIAL CORRELATO AO TRATAMENTO NEGADO. PRESCRIÇÃO. INOCORRÊNCIA. RECUSA INDEVIDA. 1.Recurso interposto contra a sentença que julgou extinto o processo reconhecendo a prescrição ânua quanto às despesas antecedentes no valor de R$ 30.132,64, e julgou procedente o pedido remanescente para declarar a inaplicabilidade das cláusulas contratuais restritivas relacionadas à internação hospitalar datada de 4 de janeiro de 2012 até alta médica, condenando a ré na obrigação de arcar com as despesas glosadas, relativas aos procedimentos realizados no hospital, incluindo sessões de fisioterapia respiratória, motora, exames e demais procedimentos e medicamentos, no período de internação, ressalvadas as despesas telefônicas e com acompanhante. 2.Prescrição. Inocorrência. Aplicação do prazo decenal previsto no art. 205 , do Código Civil . 3.Havendo expressa previsão contratual para tratamento do mal que acometeu a segurada, não se justifica a recusa à cobertura de sessões de fisioterapia, exames, tratamento e material correlato, prescritos pelos médicos que assistiam a paciente, e que se fizerem necessários para tentativa de reestabelecimento da saúde da beneficiária. 4. A interpretação das cláusulas contratuais deve ser feita em prol da contratante (art. 47 , do CDC ), e em observância à própria função social do contrato. 5. Sentença condenatória reformada para afastar a prescrição ânua e condenar a seguradora ao reembolso das despesas referentes ao primeiro período de internação. 6. Apelação das coautoras provida.

TJ-RS - Apelação Cível 70051427623 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 20/11/2012

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PÚBLICO NÃO ESPECIFICADO. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS. PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC (CID10 J44.9). ESTADO. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE. RECONHECIDA. 1. Qualquer dos entes políticos da federação tem o dever na promoção, prevenção e recuperação da saúde. 2. A ausência de inclusão de medicamentos em listas prévias não é obstáculo ao seu fornecimento por qualquer dos entes federados. É direito de todos e dever do Estado (Poder Público) promover os atos indispensáveis à concretização do direito à saúde,...

TJ-RS - Apelação Cível AC 70051427623 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 20/11/2012

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PÚBLICO NÃO ESPECIFICADO. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS. PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC (CID10 J44.9). ESTADO. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE. RECONHECIDA. 1. Qualquer dos entes políticos da federação tem o dever na promoção, prevenção e recuperação da saúde. 2. A ausência de inclusão de medicamentos em listas prévias não é obstáculo ao seu fornecimento por qualquer dos entes federados. É direito de todos e dever do Estado (Poder Público) promover os atos indispensáveis à concretização do direito à saúde,...

TJ-CE - Apelação APL 00844788620068060001 CE 0084478-86.2006.8.06.0001 (TJ-CE)

Data de publicação: 17/06/2015

Ementa: REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO CÍVEL. DETERMINAÇÃO DO FORNECIMENTO PELO ESTADO DE RESPIRADOR PORTÁTIL PARA VENTILAÇÃO TIPO "BILEVEL BIPAP" PARA TRATAMENTO DE PACIENTE IDOSA PORTADORA DE "DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)", EM ESTÁGIO AVANÇADO. REJEIÇÃO DA PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA, DIANTE DO SEDIMENTADO ENTENDIMENTO DO STJ PELA SOLIDARIEDADE PASSIVA DOS ENTES FEDERADOS QUANDO SE TRATA DE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS. DESCABIDA, EM DECORRÊNCIA, A PRETENDIDA INCLUSÃO DA UNIÃO NO POLO PASSIVO DA DEMANDA. INEXISTÊNCIA DE VIOLAÇÃO AO POSTULADO DA ISONOMIA, POR SE ESTAR APLICANDO UMA MEDIDA ADEQUADA A UMA SITUAÇÃO DIFERENCIADA, PRIVILEGIANDO-SE O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. JUSTIFICADA A INTERVENÇÃO DO JUDICIÁRIO NO CASO, POR SE TRATAR DE DIREITO À SAÚDE, AUSENTE, PORTANTO, ULTRAJE AO PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO DE PODERES. PREVALÊNCIA DO MÍNIMO EXISTENCIAL SOBRE O POSTULADO DA RESERVA DO POSSÍVEL. REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO DESPROVIDOS. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Reexame Necessário e da Apelação Cível de nº 0084478-86.2006.8.06.0001. A C O R D A a Turma Julgadora da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade, em conhecer do Reexame Necessário e do recurso de Apelação Cível, para desprovê-los, nos termos do voto da Desembargadora Relatora. Fortaleza, 17 de junho de 2015. FRANCISCO SALES NETO Presidente do Órgão Julgador TEREZE NEUMANN DUARTE CHAVES Relatora

TJ-ES - Remessa Ex-officio 11050178513 ES 11050178513 (TJ-ES)

Data de publicação: 12/04/2012

Ementa: REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇAO CÍVEL Nº 011050178513REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIMAPELANTE: ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAPELADO: JOAO LOPES DE FARIARELATOR: DES. SUBST. FERNANDO ESTEVAM BRAVIN RUY ACÓRDAO EMENTA: ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL - REMESSA NECESSÁRIA E APELO VOLUNTÁRIO - FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS (SPIRIVA E FORASEQ) - PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) - IMPOSSIBILIDADE DE ARCAR COM AS DESPESAS DO TRATAMENTO - DEVER DO ESTADO À SAÚDE - DIREITO DO CIDADAO - ART. 196 , DA CF/88 - REMESSA CONHECIDA - SENTENÇA MANTIDA IN TOTUM - APELO VOLUNTÁRIO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1 - O art. 196 da Constituição Federal estabeleceu regra de que a saúde é um direito de todo o cidadão e dever do Estado a sua promoção. Para tanto, a própria Constituição Federal , em seu art. 198 , dispôs sobre o Sistema Único de Saúde, com financiamento de recursos da Seguridade Social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. O inc. X , do art. 243 da Constituição Estadual estabeleceu igual dever. Não se trata, portanto, de uma regra pragmática, mas sim norma de eficácia plena. 2 - É dever do Estado fornecer medicamentos e tratamento médico para os administrados que não possuem condições de arcar com as despesas do tratamento, conquanto todos têm direito à vida, constituindo a preservação da saúde obrigação inarredável do Estado, posto que a vida e a saúde constituem a fonte fundamental e primeira de todos os outros bens jurídicos. 3 - Não tendo o apelado condições de arcar com as despesas do tratamento médico, e sendo necessário para preservar sua saúde o fornecimento dos medicamentos receitados por médico do SUS, tem o ente público obrigação constitucional de atender às suas necessidades. 4 - Remessa conhecida, mantendo in totum a sentença objurgada. Apelo Voluntário conhecido e desprovido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima...

TJ-PR - Conflito de Jurisdição CJ 9630628 PR 963062-8 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 18/07/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO Nº 963.062- 8 (NPU 0000167-33.2011.8.16.0059), DA COMARCA DE CÂNDIDO DE ABREURELATORA1: JUÍZA LILIAN ROMERO APELANTE: ESTADO DO PARANÁ APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO INTERESSADO: ARI PILATCÍVEL. APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO.AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PACIENTE PORTADORA DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC (CID J 44.9). PADECIMENTO DA MOLÉSTIA COMPROVADO. PLEITO DE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO (SPIRIVA RESPIMAT - TIOTRÓPIO).PRELIMINARES DE ILEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL REJEITADAS. HIPÓTESE EM QUE RESTOU COMPROVADA A INCAPACIDADE ECONÔMICA DA SUBSTITUÍDA. PRESCRIÇÃO E ADEQUAÇÃO DA MEDICAÇÃO CONFIGURADAS. NÃO PREVISÃO DO MEDICAMENTO NO PROTOCOLO CLÍNICO DE DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, OU NO RENAME, OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS ESTRATÉGICOS. POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS. PONDERAÇÃO DA RELAÇÃO CUSTO E BENEFÍCIO. ALCANCE DO ART. 196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . PRINCÍPIOS DA SEPARAÇÃO DOS PODERES E DA LEGALIDADE. VIOLAÇÃO NÃO CARACTERIZADA.PRINCÍPIO DA RESERVA DO POSSÍVEL. ALEGAÇÃO GENÉRICA, DESACOMPANHADA DE PROVA CONCRETA DE QUE O ACOLHIMENTO DO PEDIDO EM TELA CONFLITARIA E INVIABILIZARIA OUTROS PROGRAMAS E AÇÕES MAIS PREMENTES. RECURSO VOLUNTÁRIO NÃO PROVIDO. CONDENAÇÃO CONFIRMADA EM REEXAME NECESSÁRIO, CONDICIONADA À ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DA PRESCRIÇÃO DO MEDICAMENTO. 1. "O direito à vida e à saúde são direitos individuais indisponíveis, motivo pelo qual o Ministério Público é parte1 Relatora designada através da Portaria nº 905/D.M., de 06.03.2013. Relator originário Des. José Marcos de Moura TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível e Reexame Necessário nº 963.062-8legítima para ajuizar ação civil pública visando o fornecimento de medicamentos." (STJ-2ª Turma, AgRg no RESP 1.356.286/MG, Rel. Min. Humberto Martins, j.07.02.2013, DJe 19.02.2013) 2. "As medidas judiciais visando à obtenção de medicamentos e afins...

TJ-PR - Ilegitimidade de Parte 9630628 PR 963062-8 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 18/07/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO Nº 963.062- 8 (NPU 0000167-33.2011.8.16.0059), DA COMARCA DE CÂNDIDO DE ABREURELATORA1: JUÍZA LILIAN ROMERO APELANTE: ESTADO DO PARANÁ APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO INTERESSADO: ARI PILATCÍVEL. APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO.AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PACIENTE PORTADORA DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC (CID J 44.9). PADECIMENTO DA MOLÉSTIA COMPROVADO. PLEITO DE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO (SPIRIVA RESPIMAT - TIOTRÓPIO).PRELIMINARES DE ILEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL REJEITADAS. HIPÓTESE EM QUE RESTOU COMPROVADA A INCAPACIDADE ECONÔMICA DA SUBSTITUÍDA. PRESCRIÇÃO E ADEQUAÇÃO DA MEDICAÇÃO CONFIGURADAS. NÃO PREVISÃO DO MEDICAMENTO NO PROTOCOLO CLÍNICO DE DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, OU NO RENAME, OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS ESTRATÉGICOS. POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS. PONDERAÇÃO DA RELAÇÃO CUSTO E BENEFÍCIO. ALCANCE DO ART. 196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . PRINCÍPIOS DA SEPARAÇÃO DOS PODERES E DA LEGALIDADE. VIOLAÇÃO NÃO CARACTERIZADA.PRINCÍPIO DA RESERVA DO POSSÍVEL. ALEGAÇÃO GENÉRICA, DESACOMPANHADA DE PROVA CONCRETA DE QUE O ACOLHIMENTO DO PEDIDO EM TELA CONFLITARIA E INVIABILIZARIA OUTROS PROGRAMAS E AÇÕES MAIS PREMENTES. RECURSO VOLUNTÁRIO NÃO PROVIDO. CONDENAÇÃO CONFIRMADA EM REEXAME NECESSÁRIO, CONDICIONADA À ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DA PRESCRIÇÃO DO MEDICAMENTO. 1. "O direito à vida e à saúde são direitos individuais indisponíveis, motivo pelo qual o Ministério Público é parte1 Relatora designada através da Portaria nº 905/D.M., de 06.03.2013. Relator originário Des. José Marcos de Moura TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível e Reexame Necessário nº 963.062-8legítima para ajuizar ação civil pública visando o fornecimento de medicamentos." (STJ-2ª Turma, AgRg no RESP 1.356.286/MG, Rel. Min. Humberto Martins, j.07.02.2013, DJe 19.02.2013) 2. "As medidas judiciais visando à obtenção de medicamentos e afins...

TJ-PR - Conflito de Jurisdição CJ 9954694 PR 995469-4 (Decisão Monocrática) (TJ-PR)

Data de publicação: 17/07/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO Nº 963.062- 8 (NPU 0000167-33.2011.8.16.0059), DA COMARCA DE CÂNDIDO DE ABREURELATORA1: JUÍZA LILIAN ROMERO APELANTE: ESTADO DO PARANÁ APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO INTERESSADO: ARI PILATCÍVEL. APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO.AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PACIENTE PORTADORA DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC (CID J 44.9). PADECIMENTO DA MOLÉSTIA COMPROVADO. PLEITO DE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO (SPIRIVA RESPIMAT - TIOTRÓPIO).PRELIMINARES DE ILEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL REJEITADAS. HIPÓTESE EM QUE RESTOU COMPROVADA A INCAPACIDADE ECONÔMICA DA SUBSTITUÍDA. PRESCRIÇÃO E ADEQUAÇÃO DA MEDICAÇÃO CONFIGURADAS. NÃO PREVISÃO DO MEDICAMENTO NO PROTOCOLO CLÍNICO DE DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, OU NO RENAME, OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL OU NA LISTA DE MEDICAMENTOS ESTRATÉGICOS. POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS. PONDERAÇÃO DA RELAÇÃO CUSTO E BENEFÍCIO. ALCANCE DO ART. 196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . PRINCÍPIOS DA SEPARAÇÃO DOS PODERES E DA LEGALIDADE. VIOLAÇÃO NÃO CARACTERIZADA.PRINCÍPIO DA RESERVA DO POSSÍVEL. ALEGAÇÃO GENÉRICA, DESACOMPANHADA DE PROVA CONCRETA DE QUE O ACOLHIMENTO DO PEDIDO EM TELA CONFLITARIA E INVIABILIZARIA OUTROS PROGRAMAS E AÇÕES MAIS PREMENTES. RECURSO VOLUNTÁRIO NÃO PROVIDO. CONDENAÇÃO CONFIRMADA EM REEXAME NECESSÁRIO, CONDICIONADA À ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DA PRESCRIÇÃO DO MEDICAMENTO. 1. "O direito à vida e à saúde são direitos individuais indisponíveis, motivo pelo qual o Ministério Público é parte1 Relatora designada através da Portaria nº 905/D.M., de 06.03.2013. Relator originário Des. José Marcos de Moura TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível e Reexame Necessário nº 963.062-8legítima para ajuizar ação civil pública visando o fornecimento de medicamentos." (STJ-2ª Turma, AgRg no RESP 1.356.286/MG, Rel. Min. Humberto Martins, j.07.02.2013, DJe 19.02.2013) 2. "As medidas judiciais visando à obtenção de medicamentos e afins...

TJ-PR - Apelação Cível e Reexame Necessário APCVREEX 7840504 PR 0784050-4 (TJ-PR)

Data de publicação: 28/06/2011

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. PACIENTE PORTADOR DE DPOC (DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA). PLEITO DE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. PRELIMINARES DE NECESSIDADE DE DENUNCIAÇÃO DA LIDE DA UNIÃO E INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO, AFASTADAS. MEDICAÇÃO NÃO CONSTANTE DO PROGRAMA "COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA". DESNECESSIDADE. DEVER DO ESTADO EM FORNECER A MEDICAÇÃO PRETENDIDA. DIREITO DO APELADO DEVIDAMENTE COMPROVADO. PREVALÊNCIA DO DIREITO À SAÚDE E À VIDA. INOCORRÊNCIA DE VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE, SEPARAÇÃO DOS PODERES E RESERVA DO POSSÍVEL. CONDENAÇÃO ÀS DESPESAS PROCESSUAIS MANTIDA. EXCLUSÃO DA CONDENAÇÃO EM HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. RECURSO DE APELAÇÃO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. SENTENÇA MANTIDA QUANTO AO MAIS EM REEXAME NECESSÁRIO. Tendo em vista que a responsabilidade de prestar assistência à saúde é de competência de todos os entes federados, e que qualquer dessas entidades, tem legitimidade para figurar no polo passivo da demanda, não há falar em denunciação da lide da União para a composição do polo passivo da demanda, nem em incompetência da Justiça Estadual para o processamento e julgamento do feito. O direito e a necessidade ao recebimento da medicação restaram devidamente comprovados. O art. 196 da Carta Magna consagra o direito à saúde como dever do Estado, que deverá, por meio de políticas sociais e econômicas, propiciar aos necessitados o tratamento mais adequado e eficaz, capaz de ofertar ao enfermo maior dignidade, menor sofrimento e melhor qualidade de vida. Não há falar em violação ao Princípio da Reserva do Possível (lesão a ordem econômica), tendo em vista que os direitos à saúde e à vida são indispensáveis e de aplicação imediata, possuindo o Poder Público formas de contornar as restrições orçamentárias havidas. Da mesma forma, a determinação do fornecimento de medicamento ao paciente, sem condições de arcar com os custos, pelo Poder Judiciário não implica em violação ao Princípio da Divisão dos Poderes...

TJ-ES - Remessa Ex-officio 11050178513 ES 11050178513 (TJ-ES)

Data de publicação: 03/03/2011

Ementa: REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇAO CÍVEL Nº 011050178513REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIMAPELANTE: ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAPELADO: JOAO LOPES DE FARIARELATOR: DES. SUBST. FERNANDO ESTEVAM BRAVIN RUY ACÓRDAO EMENTA: ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL - REMESSA NECESSÁRIA E APELO VOLUNTÁRIO - FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS (SPIRIVA E FORASEQ) - PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) - IMPOSSIBILIDADE DE ARCAR COM AS DESPESAS DO TRATAMENTO - DEVER DO ESTADO À SAÚDE - DIREITO DO CIDADAO - ART. 196 , DA CF/88 - REMESSA CONHECIDA - SENTENÇA MANTIDA IN TOTUM - APELO VOLUNTÁRIO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1 - O art. 196 da Constituição Federal estabeleceu regra de que a saúde é um direito de todo o cidadão e dever do Estado a sua promoção. Para tanto, a própria Constituição Federal , em seu art. 198 , dispôs sobre o Sistema Único de Saúde, com financiamento de recursos da Seguridade Social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. O inc. X, do art. 243 da Constituição Estadual estabeleceu igual dever. Não se trata, portanto, de uma regra pragmática, mas sim norma de eficácia plena. 2 - É dever do Estado fornecer medicamentos e tratamento médico para os administrados que não possuem condições de arcar com as despesas do tratamento, conquanto todos têm direito à vida, constituindo a preservação da saúde obrigação inarredável do Estado, posto que a vida e a saúde constituem a fonte fundamental e primeira de todos os outros bens jurídicos. 3 - Não tendo o apelado condições de arcar com as despesas do tratamento médico, e sendo necessário para preservar sua saúde o fornecimento dos medicamentos receitados por médico do SUS, tem o ente público obrigação constitucional de atender às suas necessidades. 4 - Remessa conhecida, mantendo in totum a sentença objurgada. Apelo Voluntário conhecido e desprovido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima...

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