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24 de abril de 2014

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TJ-SC - Apelação Criminal (Réu Preso) APR 20110591907 SC 2011.059190-7 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 13/08/2012

Ementa: PROCESSUAL PENAL E PENAL. APELAÇÕES CRIMINAIS. RECURSOS DA DEFESA E DA ACUSAÇÃO. CRIME CONTRA O PATRIMÔNIO. CRIME DE ROUBO CIRCUNSTANCIADO PELO CONCURSO DE AGENTES E EMPREGO DE ARMA DE FOGO (ARTIGO 157 , § 2º , INCISOS I E II , DO CÓDIGO PENAL ). PRELIMINAR. RECONHECIMENTO DE PESSOAS. INOBSERVÂNCIA DO PROCEDIMENTO DO ARTIGO 226 E DO ARTIGO 228 AMBOS DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . INEXISTÊNCIA DE NULIDADE. MERA RECOMENDAÇÃO. LEGALIDADE DA ATUAÇÃO DA AUTORIDADE POLICIAL. COOPERAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS PÚBLICOS. PREFACIAL AFASTADA. - A inobservância aos preceitos dos artigos 226 e 228 do Código de Processo Penal não gera vício insanável a acarretar a nulidade, mormente quando a sentença condenatória está fundamentada em outras provas além do reconhecimento pessoal. - A atuação da Polícia Militar na apuração de infrações penais não afronta ao disposto no artigo 144 , § 4º , da Constituição Federal , em razão da finalidade maior de segurança pública e da busca da verdade real dos fatos. MÉRITO. DESCLASSIFICAÇÃO PARA O CRIME DE LATROCÍNIO OPERADA (ARTIGO 157 , § 3º , SEGUNDA PARTE, DO CÓDIGO PENAL ). (1) MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADAS. DEPOIMENTOS DOS POLICIAIS, DAS VÍTIMAS E RECONHECIMENTOS PESSOAIS QUE CONFIRMAM A PARTICIPAÇÃO DELITIVA DOS APELANTES. (2) CRIME QUE SE CONFIGURA COM A SUBTRAÇÃO DE COISA MÓVEL ALHEIA MEDIANTE VIOLÊNCIA OU GRAVE AMEAÇA QUE RESULTA NA MORTE DA VÍTIMA. FINALIDADE DA PRÁTICA DELITIVA IRRELEVANTE PARA A SUA CARACTERIZAÇÃO. (3) ALEGAÇÃO DE COAÇÃO MORAL IRRESISTÍVEL (ARTIGO 22 DO CÓDIGO PENAL ). ÔNUS DA PROVA A QUEM ALEGA (ARTIGO 156 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL ). CONTEXTO PROBATÓRIO QUE REVELA A PARTICIPAÇÃO VOLUNTÁRIA NA EMPREITADA CRIMINOSA. (4) CRIME CONSUMADO. CONSUMAÇÃO QUE SE EFETIVA COM A INVERSÃO DA POSSE DO BEM MEDIANTE VIOLÊNCIA OU GRAVE AMEAÇA. RES RETIRADA DA ESFERA DE VIGILÂNCIA DA VÍTIMA. (5) PARTICIPAÇÃO DE MENOR IMPORTÂNCIA NÃO CONFIGURADA. RÉU QUE CONTRIBUIU DE MANEIRA EFICAZ PARA O DESFECHO DA EMPREITADA CRIMINOSA. (5) DESCLASSIFICAÇÃO PARA O CRI [...]...

STF - HABEAS CORPUS HC 70320 SP (STF)

Data de publicação: 24/06/1994

Ementa: - Direito Processual Penal. "Habeas Corpus". Prova. Reconhecimento (artigos 226 e 228 do Código de Processo Penal ). Cerceamento de defesa. Nulidade. 1. Se, com a impetração de "habeas corpus", perante o Supremo Tribunal Federal, são impugnados dois acórdãos, um do Tribunal de Alçada, em Revisão Criminal, e outro do Superior Tribunal de Justiça, que, manteve tal decisão, só quanto ao julgado deste último (S.T.J.) e que pode ser conhecido o pedido. 2. Havendo ocorrido reconhecimento direto do paciente, pelas vitimas e testemunhas, no inquerito policial; reconhecimento indireto, em juízo, mediante exame de fotos constantes dos autos, porque o réu era revel; tendo sido este defendido regularmente por defensor dativo, que até ja apresentara alegações finais, não podia o réu, comparecendo a juízo, com defensor constituido, apresenta-las novamente, pleiteando, na oportunidade, fosse submetido a novo reconhecimento; e tendo sido marcada audiencia, para esse fim, por mera liberalidade do juiz, e irrelevante que o novo reconhecimento direto não tenha sido possivel, por falta de apresentação do réu, que estaria preso; sobretudo, em se constatando, pelas circunstancias, que não havia seriedade de proposito por parte do réu, quanto a essa diligencia; e mais ainda em se verificando que as vitimas e testemunhas, em nova audiencia, confirmaram o reconhecimento direto no inquerito, e reiteraram o reconhecimento indireto, em juízo. 3. Hipótese, ademais, em que a condenação se baseou em todo o conjunto probatório, não fazendo sequer referencia ao último reconhecimento indireto. 4. Prejuizo não demonstrado. Cerceamento de defesa não caracterizado. 5. "H.C." conhecido em parte e, nessa parte, indeferido.

Encontrado em: INC-00003 LET- E CÓDIGO DE PROCESSO PENAL SUM-000523 STF. PP0686, PROVA CRIMINAL, RECONHECIMENTO... PAR-00002 INC-00001 INC-00002 CÓDIGO PENAL CPP-1941 DEL- 003689 ANO-1941 ART- 00226 ART- 00228 ART- 00564... DE PESSOAS, INQUERITO POLICIAL, RÉU, RECONHECIMENTO DIRETO, VÍTIMA, TESTEMUNHA, DIVERSIDADE PP0250,...

STF - HABEAS CORPUS HC 70320 SP (STF)

Data de publicação: 24/06/1994

Ementa: - Direito Processual Penal. "Habeas Corpus". Prova. Reconhecimento (artigos 226 e 228 do Código de Processo Penal ). Cerceamento de defesa. Nulidade. 1. Se, com a impetração de "habeas corpus", perante o Supremo Tribunal Federal, são impugnados dois acórdãos, um do Tribunal de Alçada, em Revisão Criminal, e outro do Superior Tribunal de Justiça, que, manteve tal decisão, só quanto ao julgado deste último (S.T.J.) e que pode ser conhecido o pedido. 2. Havendo ocorrido reconhecimento direto do paciente, pelas vitimas e testemunhas, no inquerito policial; reconhecimento indireto, em juízo, mediante exame de fotos constantes dos autos, porque o réu era revel; tendo sido este defendido regularmente por defensor dativo, que até ja apresentara alegações finais, não podia o réu, comparecendo a juízo, com defensor constituido, apresenta-las novamente, pleiteando, na oportunidade, fosse submetido a novo reconhecimento; e tendo sido marcada audiencia, para esse fim, por mera liberalidade do juiz, e irrelevante que o novo reconhecimento direto não tenha sido possivel, por falta de apresentação do réu, que estaria preso; sobretudo, em se constatando, pelas circunstancias, que não havia seriedade de proposito por parte do réu, quanto a essa diligencia; e mais ainda em se verificando que as vitimas e testemunhas, em nova audiencia, confirmaram o reconhecimento direto no inquerito, e reiteraram o reconhecimento indireto, em juízo. 3. Hipótese, ademais, em que a condenação se baseou em todo o conjunto probatório, não fazendo sequer referencia ao último reconhecimento indireto. 4. Prejuizo não demonstrado. Cerceamento de defesa não caracterizado. 5. "H.C." conhecido em parte e, nessa parte, indeferido.

Encontrado em: INC-00001 INC-00002 CÓDIGO PENAL PP0686, PROVA CRIMINAL, RECONHECIMENTO DE PESSOAS, INQUERITO... POLICIAL, RÉU, RECONHECIMENTO DIRETO, VÍTIMA, TESTEMUNHA, DIVERSIDADE PP0250, PROVA CRIMINAL,... RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO, JUÍZO, RÉU, REVELIA PP0065, HABEAS CORPUS, MATÉRIA DE PROVA, CONDENAÇÃO, PROVA,...

TJ-SC - Apelação Criminal APR 20130022738 SC 2013.002273-8 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 25/11/2013

Ementa: APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO CIRCUNSTANCIADO PELO EMPREGO DE ARMA E PELO CONCURSO DE PESSOAS (ARTIGO 157 , § 2º , INCISOS I E II , DO CÓDIGO PENAL ). ROUBO CIRCUNSTANCIADO TENTADO PELO EMPREGO DE ARMA E PELO CONCURSO DE PESSOAS (ARTIGO 157 , § 2º , INCISOS I E II , DO CÓDIGO PENAL ). CONTINUIDADE DELITIVA.CONDENAÇÃO. RECURSO DA DEFESA. NULIDADE DO RECONHECIMENTO PESSOAL. IDENTIFICAÇÃO QUE OBSERVOU AS FORMALIDADES LEGAIS DISCIPLINADAS NOS ARTS. 226 E 228 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL AUSÊNCIA DE MÁCULA NO PROCEDIMENTO. NULIDADE AFASTADA. NULIDADE DA DECISÃO POR AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. INVIABILIDADE. SENTENÇA DEVIDAMENTE MOTIVADA E COM BASE NO REGRAMENTO LEGAL MÉRITO. ALMEJADA ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. MATERIALIDADE E AUTORIA SOBEJAMENTE DEMONSTRADAS. PALAVRAS DAS VÍTIMAS QUE, ALIADAS AO CONTEXTO PROBANTE, FORNECEM A CERTEZA NECESSÁRIA PARA A PROLAÇÃO DO DECRETO CONDENATÓRIO. DEMONSTRAÇÃO DO CONCURSO DE PESSOAS. DESNECESSIDADE DA APREENSÃO E REALIZAÇÃO DE PERÍCIA NO ARMAMENTO UTILIZADO PARA A CARACTERIZAÇÃO DA MAJORANTE ATINENTE AO EMPREGO DE ARMA. PRECEDENTES DO STF E DO STJ. RECONHECIMENTO DA PRESCRIÇÃO EM RAZÃO DO CRIME DE ROUBO TENTADO. NÃO OCORRÊNCIA. CRIME CONTINUADO. SÚMULA 497 DO STF. APLICAÇÃO DA PENA NA PRIMEIRA FASE ABAIXO DO MÍNIMO LEGAL. IMPOSSIBILIDADE. REGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA. FECHADO. MANUTENÇÃO PORQUE PRESENTES CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS DESFAVORÁVEIS. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.

TJ-DF - APR APR 77651120098070010 DF 0007765-11.2009.807.0010 (TJ-DF)

Data de publicação: 16/03/2012

Ementa: PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO. ROUBO CIRCUNSTANCIADO. CONCURSO DE AGENTES. ABSOLVIÇÃO. INVIÁVEL. AUTORIA E MATERIALIDADE DEMONSTRADAS. RECONHECIMENTO DE PESSOAS. FORMALIDADES. NULIDADE. AFASTADA. CORRUPÇÃO DE MENORES. ABSOLVIÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. MENOR DEVIDAMENTE IDENTIFICADO. DOSIMETRIA. AJUSTADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A ABSOLVIÇÃO MOSTRA-SE INVIÁVEL QUANDO O CONJUNTO PROBATÓRIO PRODUZIDO DEMONSTRA A PRÁTICA DE CRIME DE ROUBO CIRCUNSTANCIADO NA SUA MATERIALIDADE E A AUTORIA DO CRIME. 2. É PACÍFICO NA JURISPRUDÊNCIA DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUE, NOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO, A PALAVRA DA VÍTIMA GANHA P ARTICULAR IMPORTÂNCIA, AINDA MAIS QUANDO CORROBORADA POR OUTROS ELEMENTOS DE PROVA. 3. A AUSÊNCIA DAS FORMALIDADES DOS ARTIGOS 226 E 228 DO CÓDIGO DO PROCESSO PENAL QUANTO AO RECONHECIMENTO DE PESSOAS NÃO INVALIDA O PROCEDIMENTO REALIZADO DE FORMA DIVERSA, NEM AFASTA A CREDIBILIDADE DA PALAVRA DA VÍTIMA, ESPECIALMENTE QUANDO APOIADO EM OUTROS ELEMENTOS DE PROVA. 4. A SENTENÇA CONDENATÓRIA ENCONTRA-SE FUNDADA NÃO APENAS NO RECONHECIMENTO REALIZADO PELA VÍTIMA, MAS, TAMBÉM, EM OUTROS ELEMENTOS DE CONVICÇÃO. NÃO HAVENDO DEMONSTRAÇÃO DO PREJUÍZO EFETIVO PARA A DEFESA, NÃO HÁ QUE SE FALAR EM NULIDADE. 6. NA HIPÓTESE DE CONCURSO FORMAL PRÓPRIO ENTRE OS CRIMES, A PENA DEVE SOFRER UM ÚNICO ACRÉSCIMO, RELATIVO À QUANTIDADE DE CRIMES COMETIDOS. 7. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO PARA REJEITAR A NULIDADE SUSCITADA, REDIMENSIONAR O APENAMENTO IMPOSTO AO RECORRENTE E ALTERAR O REGIME PRISIONAL FIXADO.

STF - HABEAS CORPUS HC 74554 SP (STF)

Data de publicação: 06/12/1996

Ementa: - DIREITO PROCESSUAL PENAL. "HABEAS CORPUS". COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO STF: MATÉRIA EXAMINÁVEL DE OFÍCIO NO ACÓRDÃO IMPUGNADO EM GRAU DE APELAÇÃO. RECONHECIMENTO DE PESSOAS (ARTIGOS 226 e 228 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . INQUÉRITO POLICIAL. PROVAS. CERCEAMENTO DE DEFESA. NULIDADES. Alegações de: a) - nulidade de reconhecimento de pessoa, porque realizado sem a observância do disposto nos artigos 226 e 228 do Código de Processo Penal ; b) - falta de investigação policial, quanto às pessoas apontadas, como suspeitas, pelos familiares da vítima; c) - inconclusão do exame espectográfico de som dos telefonemas dos sequestradores; d) - falta de ciência a respeito de prova acrescida. Preliminar de não conhecimento do "H.C.", suscitada pelo Ministério Público federal, quanto a matérias nele suscitadas e que não haviam sido objeto de consideração no acórdão impugnado. Preliminar repelida. 1. A apelação contra a sentença condenatória, para o Tribunal de Justiça, e cujo julgamento se fez mediante o acórdão impugnado, devolveu-lhe toda a matéria da causa, podendo, em tese, o órgão julgador do recurso, examinar, de ofício, as questões não suscitadas expressamente, mas agora levantadas na impetração do "writ". Assim, havendo confirmado a condenação, ficou o Tribunal de Justiça impossibilitado de examinar "habeas corpus" em que tais questões foram expressamente suscitadas. Nesse sentido é a jurisprudência do S.T.F., que, em tais circunstâncias, tem conhecido de pedidos de "H.C.", sobre matérias não expressamente enfrentadas pelo órgão judiciário apontado como coator, mas que poderiam ter sido, de ofício. "H.C.", por isso mesmo, conhecido integralmente. 2. Havendo a sentença condenatória, confirmada pelo acórdão, afirmado a observância dos arts. 226 e 228, no reconhecimento da pessoa do paciente, e não se evidenciando o contrário, nos autos do "Habeas Corpus", é de se rejeitar a argüição de nulidade quanto a esse ponto. 3. Tanto mais porque tais julgados não se valeram, apenas, de tal reconhecimento, para a condenação, mas, sim, também, de outros elementos de convicção. 4. Ademais, a nulidade não foi argüída oportunamente, assim como a relativa à alegada falta de conclusão do exame espectográfico. 5. Eventuais falhas do inquérito policial não repercutem na validade do processo penal, se neste foram observadas as normas que o regulam. 6. A prova acrescida constituiu em certidões negativas de antecedentes criminais, que foram levadas em consideração no julgamento, de sorte que nenhum prejuízo sofreu a defesa, quanto a isso, por não ter sido ouvida antes. 7. Constrangimento ilegal não caracterizado. 8. "H.C." indeferido....

Encontrado em: 00226 ART- 00228 ART- 00564 INC-00004 ART- 00571 INC-00002 ART- 00572 INC-00001 CÓDIGO DE PROCESSO... FABRINI MIRABETEPROCESSO PENAL DJ 06-12-1996 PP-48712 EMENT VOL-01853-03 PP-00635 - 6/12/1996... PENAL PP2843 , COMPETÊNCIA JURISDICIONAL (CRIMINAL), RECURSO DE HABEAS CORPUS, JULGAMENTO, (STF),...

STF - HABEAS CORPUS HC 74554 SP (STF)

Data de publicação: 06/12/1996

Ementa: - DIREITO PROCESSUAL PENAL. "HABEAS CORPUS". COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO STF: MATÉRIA EXAMINÁVEL DE OFÍCIO NO ACÓRDÃO IMPUGNADO EM GRAU DE APELAÇÃO. RECONHECIMENTO DE PESSOAS (ARTIGOS 226 e 228 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . INQUÉRITO POLICIAL. PROVAS. CERCEAMENTO DE DEFESA. NULIDADES. Alegações de: a) - nulidade de reconhecimento de pessoa, porque realizado sem a observância do disposto nos artigos 226 e 228 do Código de Processo Penal ; b) - falta de investigação policial, quanto às pessoas apontadas, como suspeitas, pelos familiares da vítima; c) - inconclusão do exame espectográfico de som dos telefonemas dos sequestradores; d) - falta de ciência a respeito de prova acrescida. Preliminar de não conhecimento do "H.C.", suscitada pelo Ministério Público federal, quanto a matérias nele suscitadas e que não haviam sido objeto de consideração no acórdão impugnado. Preliminar repelida. 1. A apelação contra a sentença condenatória, para o Tribunal de Justiça, e cujo julgamento se fez mediante o acórdão impugnado, devolveu-lhe toda a matéria da causa, podendo, em tese, o órgão julgador do recurso, examinar, de ofício, as questões não suscitadas expressamente, mas agora levantadas na impetração do "writ". Assim, havendo confirmado a condenação, ficou o Tribunal de Justiça impossibilitado de examinar "habeas corpus" em que tais questões foram expressamente suscitadas. Nesse sentido é a jurisprudência do S.T.F., que, em tais circunstâncias, tem conhecido de pedidos de "H.C.", sobre matérias não expressamente enfrentadas pelo órgão judiciário apontado como coator, mas que poderiam ter sido, de ofício. "H.C.", por isso mesmo, conhecido integralmente. 2. Havendo a sentença condenatória, confirmada pelo acórdão, afirmado a observância dos arts. 226 e 228, no reconhecimento da pessoa do paciente, e não se evidenciando o contrário, nos autos do "Habeas Corpus", é de se rejeitar a argüição de nulidade quanto a esse ponto. 3. Tanto mais porque tais julgados não se valeram, apenas, de tal reconhecimento, para a condenação, mas, sim, também, de outros elementos de convicção. 4. Ademais, a nulidade não foi argüída oportunamente, assim como a relativa à alegada falta de conclusão do exame espectográfico. 5. Eventuais falhas do inquérito policial não repercutem na validade do processo penal, se neste foram observadas as normas que o regulam. 6. A prova acrescida constituiu em certidões negativas de antecedentes criminais, que foram levadas em consideração no julgamento, de sorte que nenhum prejuízo sofreu a defesa, quanto a isso, por não ter sido ouvida antes. 7. Constrangimento ilegal não caracterizado. 8. "H.C." indeferido....

Encontrado em: MIRABETEPROCESSO PENAL DJ 06-12-1996 PP-48712 EMENT VOL-01853-03 PP-00635 - 5/12/1996 LEG-FED CF ANO-1988... DESCABIMENTO, RECONHECIMENTO DE PESSOA, VÍCIO, ALEGAÇÃO, IMPROCEDÊNCIA, EXAME ESPECTOGRÁFICO, CONCLUSÃO,

TJ-DF - APR APR 107527520088070003 DF 0010752-75.2008.807.0003 (TJ-DF)

Data de publicação: 08/02/2011

Ementa: PENAL. PROCESSO PENAL. CRIME DE ROUBO E DISPARO DE ARMA DE FOGO. USO DE ARMA DE FOGO E CONCURSO DE AGENTES. ART. 157 , § 2º , INCISOS I E II , DO CÓDIGO PENAL . MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADAS. PALAVRA DAS VÍTIMAS. RECONHECIMENTO DE PESSOA. APREENSÃO DA ARMA. LAUDO DE EFICIÊNCIA. DOSIMETRIA. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS E CAUSAS DE AUMENTO. REDIMENSIONAMENTO DA PENA. RECURSO PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A AUSÊNCIA DAS FORMALIDADES DOS ARTIGOS 226 E 228 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL QUANTO AO RECONHECIMENTO DE PESSOAS NÃO INVALIDA O PROCEDIMENTO REALIZADO DE FORMA DIVERSA, NEM AFASTA A CREDIBILIDADE DA PALAVRA DA VÍTIMA, ESPECIALMENTE QUANDO APOIADO EM OUTROS ELEMENTOS DE PROVA. 2. TANTO A APREENSÃO DA ARMA QUANTO O LAUDO DE EXAME DE EFICIÊNCIA SÃO PRESCINDÍVEIS À CARACTERIZAÇÃO DA CAUSA DE AUMENTO DE PENA REFERENTE AO EMPREGO DE ARMA, BASTANDO QUE FIQUE COMPROVADA A EFETIVA UTILIZAÇÃO DO ARTEFATO DURANTE A EMPREITADA DELITUOSA. 3. A JURISPRUDÊNCIA É ACOLHEDORA DE ENTENDIMENTO SEGUNDO O QUAL, EM HAVENDO MAIS DE UMA CAUSA DE AUMENTO NO CASO CONCRETO, É PERMITIDO ENUMERAR UMAS DAS CAUSAS DE AUMENTO PARA JUSTIFICAR A ELEVAÇÃO DA PENA-BASE NA PRIMEIRA ETAPA, ENQUANTO A OUTRA CAUSA PODERÁ INCIDIR NA ÚLTIMA FASE DA DOSIMETRIA. 4. DADO PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO.

TJ-RN - Apelacao Criminal ACR 43783 RN 2004.004378-3 (TJ-RN)

Data de publicação: 31/03/2005

Ementa: PENAL E PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO. ROUBO DUPLAMENTE QUALIFICADO. EMPREGO DE ARMA DE FOGO E CONCURSO DE AGENTES (ARTIGO 157 , § 2º , INCISOS I E II , DO CÓDIGO PENAL ). NEGATIVA DE AUTORIA. EXISTÊNCIA DE PROVA APTA A JUSTIFICAR A CONDENAÇÃO. ALEGAÇÃO DE QUE O RECONHECIMENTO DO APELANTE, EFETUADO POR UMA DAS VÍTIMAS, NÃO OBSERVOU AS DISPOSIÇÕES DOS ARTIGOS 226 A 228 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . SITUAÇÃO NÃO CONFIGURADA. DEPOIMENTO DA VÍTIMA QUE SE COADUNA COM O CONJUNTO PROBATÓRIO COLIGIDO NOS AUTOS, INCLUSIVE COM OUTROS DEPOIMENTOS TESTEMUNHAIS. ALEGAÇÃO DE FALTA DE FUNDAMENTAÇÃO QUANDO DA FIXAÇÃO DA PENA-BASE, BEM COMO QUANDO DA INCIDÊNCIA DA CAUSA DE AUMENTO EM SEU GRAU MÁXIMO. DUPLA QUALIFICAÇÃO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU. IMPROVIMENTO DO RECURSO.

TRF-4 - APELAÇÃO CRIMINAL ACR 184025920054047000 PR 0018402-59.2005.404.7000 (TRF-4)

Data de publicação: 16/09/2010

Ementa: PENAL. ROUBO QUALIFICADO. ART. 157 , § 2º , INCISO I DO CP . AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. EMPREGO DE ARMA DE FOGO. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS. 1. Quem subtrai coisa móvel (dinheiro) da Agência dos Correios, mediante grave ameaça ao seu funcionário, exercida com emprego de arma de fogo e impossibilitando a resistência da vítima, pratica o crime do art. 157 , § 2º , incisos I e V , do CP . 2. O reconhecimento de pessoas efetivado em sede policial é válido como meio de prova, mormente quando observadas as formalidades previstas nos arts. 226 e 228 do CPP . Eventuais vícios do inquérito policial não contaminam a ação penal, por se tratar de procedimento administrativo de caráter investigatório, que não se processa sob o crivo do contraditório. 3. A prova pericial não é essencial à incidência da majorante prevista no inciso Ido § 2º do artigo 157 do Código Penal . Precedente do Plenário do Supremo Tribunal Federal.

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