Carregando...
JusBrasil
28 de maio de 2015

Página 1 de 32.699 128 3 18.472 13.959 141 resultados para "pagamento de licença-prêmio não gozada em pecúnia" em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários em Legislação

STF - RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO ARE 841901 DF (STF)

Data de publicação: 30/10/2014

Decisão: /99. VEDAÇÃO AO PAGAMENTO DE LICENÇA PRÊMIO NÃO GOZADA EM PECÚNIA. RECURSO DE AGRAVO A QUE SE NEGA... NÃO GOZADA EM PECÚNIA. RECURSO DE AGRAVO A QUE SE NEGA PROVIMENO. POR UNANIMIDADE.”3. Agravo... em pecúnia de licença-prêmio não gozada é legítimo se preenchidos os requisitos antes da vigência...

STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL AgRg no AREsp 183736 SP 2012/0108728-0 (STJ)

Data de publicação: 24/04/2013

Ementa: PROCESSUAL. ADMINISTRATIVO. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC .INOCORRÊNCIA. LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA. PAGAMENTO EM PECÚNIA.MATÉRIA NÃO PREQUESTIONADA. SUCUMBÊNCIA. DEFICIÊNCIA DEFUNDAMENTAÇÃO. SÚMULA 284/STF. 1. Sobre o ponto em que se alega omissão/obscuridade - o pagamentoem pecúnia da licença-prêmio dos servidores que eventualmentefalecerem ou aposentarem no curso do processo -, o acórdão foi claroao afirmar que o direito perseguido não encontra substrato em normalegal, necessitando de requisitos e condições plausíveis, mormentepor estarem todos os autores em atividade no momento da propositurada demanda, de forma que não poderia ser acolhido pedido deexistência e extensão duvidosa, subordinada à incerta e futuracondição. Assim, a eventual e futura inatividade e o não gozo dalicença prêmio poderá ser, eventualmente, objeto de ação própria (e-STJ fl. 388).2. A Corte de origem apreciou todas as questões relevantes aodeslinde da controvérsia de modo integral e adequado, apenas nãoadotando a tese vertida pelo agravante. Os fundamentos do aresto aquo são cristalinos. Inexistem, portanto, omissões, contradições,obscuridades ou ausência de motivação a sanar.3. A tese de que a licença-prêmio não gozada em razão do falecimentoou aposentadoria no curso do processo deve ser paga em pecuniáriasob pena de enriquecimento sem causa do Estado - suposta ofensa aosartigos 166 , 844 e 927 do CC/02 - não foi discutida pelo Tribunal aquo. Incidência das Súmulas 282/STF e 211/STJ.4. As recorrentes defendem o afastamento da sucumbência recíprocaestabelecida no acórdão impugnado, sem apontar o dispositivo de leifederal violado, o que justifica a aplicação, no ponto da Súmula284/STF.5. Agravo regimental não provido.

STF - AG.REG.NO AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 630624 RJ (STF)

Data de publicação: 22/10/2009

Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. ADMINISTRATIVO. CONVERSÃO DE LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA EM PECÚNIA. PAGAMENTO. PRESCRIÇÃO. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA CONSTITUCIONAL INDIRETA. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO.

STJ - RECURSO ORDINARIO EM MANDADO DE SEGURANÇA RMS 11561 RO 2000/0010709-3 (STJ)

Data de publicação: 25/10/2004

Ementa: ADMINISTRATIVO - RECURSO ESPECIAL - MANDADO SE SEGURANÇA - SERVIDOR PÚBLICO - PEDIDO DE EXONERAÇÃO CONDICIONADA AO PAGAMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA - IMPOSSIBILIDADE. 1 - O pedido condicional de exoneração do cargo, formulado por servidor público, acentuado pela locução conjuntiva, desde que, somente pode ser interpretado em relação ao pagamento daquilo que o impetrante tem direito. Sendo reivindicadas verbas patrimoniais não amparadas por normas legais - pagamento de licença-prêmio não gozada em pecúnia - exsurge o interesse máximo, qual seja, a exoneração para evitar incompatibilidade com o cargo até então exercido. 2 - Um pedido de exoneração não pode ser condicional, porquanto a Administração Pública não está sujeita a imposições feitas pelo servidor público. Os atos se revestem de princípios próprios, dentre os quais não se encontra a possibilidade de condicionar a demissão, por parte daquele que a requer. Ao revés, na espécie, a Administração agiu exatamente dentro do respeito à moralidade, à razoabilidade e à boa-fé, ao editar o ato dentro dos parâmetros legais. Ausente, desta forma, qualquer direito líquido e certo a ser amparado pela via mandamental. 3 - Recurso desprovido, mantendo-se a denegação da ordem.

Encontrado em: , INDEPENDENCIA, VINCULAÇÃO, PEDIDO, EXONERAÇÃO, CONDIÇÃO, CONVERSÃO, LICENÇA-PREMIO NÃO GOZADA, DINHEIRO..., IMPOSIÇÃO, SERVIDOR PÚBLICO, SUJEIÇÃO, EXONERAÇÃO, PEDIDO, CONVERSÃO, LICENÇA-PREMIO NÃO GOZADA, DINHEIRO..., IMPOSIÇÃO, SERVIDOR PÚBLICO, NÃO OCORRENCIA, VIOLAÇÃO, PRINCIPIO DA MORALIDADE, PRINCIPIO DA RAZOABILIDADE...

STJ - RECURSO ORDINARIO EM MANDADO DE SEGURANÇA RMS 11561 RO 2000/0010709-3 (STJ)

Data de publicação: 25/10/2004

Ementa: ADMINISTRATIVO - RECURSO ESPECIAL - MANDADO SE SEGURANÇA - SERVIDOR PÚBLICO - PEDIDO DE EXONERAÇÃO CONDICIONADA AO PAGAMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA - IMPOSSIBILIDADE. 1 - O pedido condicional de exoneração do cargo, formulado por servidor público, acentuado pela locução conjuntiva, desde que, somente pode ser interpretado em relação ao pagamento daquilo que o impetrante tem direito. Sendo reivindicadas verbas patrimoniais não amparadas por normas legais - pagamento de licença-prêmio não gozada em pecúnia - exsurge o interesse máximo, qual seja, a exoneração para evitar incompatibilidade com o cargo até então exercido. 2 - Um pedido de exoneração não pode ser condicional, porquanto a Administração Pública não está sujeita a imposições feitas pelo servidor público. Os atos se revestem de princípios próprios, dentre os quais não se encontra a possibilidade de condicionar a demissão, por parte daquele que a requer. Ao revés, na espécie, a Administração agiu exatamente dentro do respeito à moralidade, à razoabilidade e à boa-fé, ao editar o ato dentro dos parâmetros legais. Ausente, desta forma, qualquer direito líquido e certo a ser amparado pela via mandamental. 3 - Recurso desprovido, mantendo-se a denegação da ordem

Encontrado em: , PEDIDO, EXONERAÇÃO, CONDIÇÃO, CONVERSÃO, LICENÇA-PREMIO NÃO GOZADA, DINHEIRO, DECORRENCIA..., SUJEIÇÃO, EXONERAÇÃO, PEDIDO, CONVERSÃO, LICENÇA-PREMIO NÃO GOZADA, DINHEIRO, CARACTERIZAÇÃO, VIOLAÇÃO..., IMPOSSIBILIDADE, SUJEIÇÃO, ATO ADMINISTRATIVO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONDIÇÃO, IMPOSIÇÃO, SERVIDOR PÚBLICO, NÃO...

TJ-RS - Apelação e Reexame Necessário REEX 70053374906 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 21/08/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. SERVIDOR PÚBLICO. MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO. CONVERSÃO DA LICENÇA-PRÊMIO EM PECÚNIA E PAGAMENTO DE FÉRIAS NÃO GOZADAS. 1. O prazo prescricional da pretensão da conversão em pecúnia da licença-prêmio de servidor aposentado começa a contar a partir da inativação. Interrupção do prazo quando do protocolo de pedido administrativo. Aplicação do disposto no art. 1º do Decreto nº 20.910/32 e da Súmula nº 383 do STF. Prescrição não configurada. 2. A legalidade, como princípio de administração (CF, art. 37, caput), significa que o administrador público está, em toda a sua atividade funcional, sujeito aos mandamentos da lei. 3. Havendo previsão na Lei Municipal nº 1.763/77, então vigente, quanto à conversão em pecúnia das licenças-prêmio, mostra-se correta a condenação do réu ao seu efetivo pagamento. 4. Diante da aposentação da autora e, consequentemente, impossibilidade de gozar período de férias, lhe é devido o pagamento das férias não gozadas. 5. Verba honorária que obedece à equidade imposta no art. 20 do CPC. NEGARAM PROVIMENTO À APELAÇÃO E MANTIVERAM A SENTENÇA EM REEXAME NECESSÁRIO. (Apelação e Reexame Necessário Nº 70053374906, Terceira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Matilde Chabar Maia, Julgado em 14/08/2014)

STJ 05/11/2013 - Pág. 2501 - Superior Tribunal de Justiça

/2002). ADEMAIS, LICENÇA-PRÊMIO APÓS A PROMULGAÇÃO DA EC 16/99. VEDAÇÃO AO PAGAMENTO DE LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA... diz respeito ao pedido de pagamento em pecúnia da licença-prêmio, não ...

Diário • Superior Tribunal de Justiça

STM - QUESTÃO ADMINISTRATIVA QA 00001599620137000000 DF (STM)

Data de publicação: 12/01/2015

Ementa: QUESTÃO ADMINISTRATIVA. REQUERIMENTO DE MINISTRO DO STM. CONVERSÃO EM PECÚNIA DOS PERÍODOS DE LICENÇA-PRÊMIO ADQUIRIDOS E NÃO GOZADOS ANTERIORMENTE AO INGRESSO NA MAGISTRATURA. APOSENTADORIA. PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. DEFERIMENTO EM PARTE. REQUERIMENTO DE VIÚVA PENSIONISTA DE MINISTRO DO STM. CONVERSÃO EM PECÚNIA DOS PERÍODOS DE LICENÇA ESPECIAL AUFERIDOS ENQUANTO MILITAR DAS FORÇAS ARMADAS. FALECIMENTO. TERMO DE OPÇÃO. MEDIDA PROVISÓRIA 2.215-10/2001. DEFERIMENTO. PAGAMENTOS DEVIDOS PELA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO. PRECEDENTES DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS DEMAIS MINISTROS CIVIS E MILITARES DESTA CORTE CASTRENSE, MAGISTRADOS DE PRIMEIRO GRAU E DEMAIS SERVIDORES DA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO, DESDE QUE PREENCHIDOS OS REQUISITOS ESTABELECIDOS NA DECISÃO. PRESCRIÇÃO. PRAZO INICIAL. REGISTRO DA APOSENTADORIA PELO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. NÃO INCIDÊNCIA DE IMPOSTO DE RENDA. É devida a conversão em pecúnia da licença-prêmio não gozada e não contada em dobro, na ocasião da aposentadoria do servidor, sob pena de indevido locupletamento por parte da Administração Pública. O direito à conversão em pecúnia das licenças-prêmio adquiridas e não gozadas ou não utilizadas para a contagem do tempo de serviço origina-se do ato de aposentadoria. O prazo prescricional tem início com o registro da aposentadoria pelo Tribunal de Contas da União. Defere-se em parte o requerimento, consignando que o direito à conversão em pecúnia de licença-prêmio adquirida e não usufruída para outra finalidade será devido a partir da aposentação do Requerente como Ministro desta Corte Castrense, descontadas eventuais verbas da mesma espécie porventura recebidas. O art. 33 da Medida Provisória nº 2.215-10/2001 dispõe que os períodos de licença especial, adquiridos até 29 de dezembro de 2000, poderão ser usufruídos ou contados em dobro para efeito de inatividade, e nessa situação para todos os efeitos legais, ou convertidos...

Encontrado em: LICENÇA PRÊMIO OBTENÇÃO ANTES INGRESSO MAGISTRATURA, APOSENTADORIA. CONVERSÃO PECÚNIA LICENÇA ESPECIAL..., CONVERSÃO PECÚNIA PERÍODOS LICENÇA PRÊMIO ADQUIRIDOS, NEGAÇÃO UTILIZAÇÃO, APARTIR APOSENTADORIA, DESCONTOS... PENSIONISTA, MINISTRO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR. QUESTÃO ADMINISTRATIVA, CONVERSÃO PECÚNIA PERÍODOS...

TJ-PE - Apelação APL 2331226 PE (TJ-PE)

Data de publicação: 19/04/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. ADMINISTRATIVO. LICENÇA-PRÊMIO NÃO GOZADA. APOSENTADORIA. PAGAMENTO EM PECÚNIA. MODIFICAÇÃO NA LEGISLAÇÃO ESTADUAL. DIREITO ADQUIRIDO. APELO PROVIDO. 1. Aplica-se à espécie o entendimento firmado do julgamento dos EI nº 1337197, realizado pelo 1º Grupo de Câmara Cível (DJ de 21/03/2012), segundo o qual "tendo o servidor se aposentado sem gozar a licença prêmio ou utilizá-la para fins de aposentadoria, tem direito de receber a referida licença, em pecúnia, desde que tenha preenchidos os requisitos para a concessão da licença até a entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 16/99 do Estado de Pernambuco, que se deu em junho de 1999" (com ressalva do entendimento pessoal do relator). 2. No caso dos autos, quando da edição da Emenda Constitucional nº 16/99, o apelado já havia adquirido o direito a uma licença-prêmio, tendo direito, portanto à percepção em pecúnia de licenças-prêmio não gozada, quando da passagem para a inatividade. 3. Recurso de apelação provido.

Encontrado em: direito, portanto à percepção em pecúnia de licenças-prêmio não gozada, quando da passagem para... NÃO GOZADA. APOSENTADORIA. PAGAMENTO EM PECÚNIA. MODIFICAÇÃO NA LEGISLAÇÃO ESTADUAL. DIREITO... RELATOR: Des. Francisco Bandeira de Mello. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. ADMINISTRATIVO. LICENÇA-PRÊMIO...

TJ-RS - Apelação Cível AC 70051138253 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 12/04/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO ATIVO. MUNICÍPIO DE DOM PEDRITO. CONVERSÃO DE LICENÇA-PRÊMIO NÃO-GOZADA EM PECÚNIA. INCLUSÃO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, ADICIONAL NOTURNO E HORAS EXTRAS NA BASE DE CÁLCULO DO PAGAMENTO DA LICENÇA-PRÊMIO EM PECÚNIA. EXISTÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL. LEI N. 1.716/2011. BASE DE CÁLCULO. REMUNERAÇÃO VIGORANTE NA DATA DO PAGAMENTO. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. PRECEDENTE. DERAM PROVIMENTO AO APELO. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70051138253, Quarta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Agathe Elsa Schmidt da Silva, Julgado em 03/04/2013)

1 2 3 4 5 999 1000 Próxima

ou

×

Fale agora com um Advogado

Oi, está procurando um advogado ou correspondente jurídico? Podemos te conectar com Advogados em qualquer cidade do Brasil.

Escolha uma cidade da lista
Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/busca