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JusBrasil - Jurisprudência
23 de abril de 2014

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Legislação direta

Artigo 155 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel:
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.
§ 1º - A pena aumenta-se de um terço, se o crime é praticado durante o repouso noturno.
§ 2º - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor a coisa furtada, o juiz pode substituir a pena de reclusão pela de detenção, diminuí-la de um a dois terços, ou aplicar somente a pena de multa.
§ 3º - Equipara-se à coisa móvel a energia elétrica ou qualquer outra que tenha valor econômico.
Furto qualificado
§ 4º - A pena é de reclusão de dois a oito anos, e multa, se o crime é cometido:
I - com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa;
II - com abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza;
III - com emprego de chave falsa;
IV - mediante concurso de duas ou mais pessoas.
§ 5º - A pena é de reclusão de 3 (três) a 8 (oito) anos, se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro Estado ou para o exterior. (Incluído pela Lei nº 9.426, de 1996)
Furto de coisa comum
Artigo 180 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art 180. Adquirir, receber ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro de boa fé a adquira, receba ou oculte:
Art. 180. Adquirir, receber ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa fé, a adquira, receba ou oculte: (Redação dada pela Lei nº 2.505, de 1955)
§ 1º Adquirir ou receber coisa que por sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço, ou pela condição de quem a oferece, deve presumi-se obtida por meio criminoso:
§ 2º A receptação é punível, ainda que desconhecido ou isento de pena o autor do crime de que proveio a coisa.
§ 3º No caso do § 1º, se o criminoso é primário, o juiz pode, tendo em consideração as circunstancias, deixar de aplicar a pena. 3º No caso do § 1º, se o criminoso é primário pode o juiz, tendo em consideração circunstâncias, deixar de aplicar a pena. No caso de receptação dolosa, cabe o disposto no § 2º do art. 155 (Redação dada pela Lei nº 2.505, de 1955)
§ 4º No caso dos bens e instalações do patrimônio da União, Estado, Município, emprêsa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista adquiridos dolosamente: (Incluído pela Lei nº 5.346, de 3.11.1967)
Art. 180 - Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
Receptação qualificada(Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 1º - Adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime: (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
Pena - reclusão, de três a oito anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 2º - Equipara-se à atividade comercial, para efeito do parágrafo anterior, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino, inclusive o exercício em residência. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 3º - Adquirir ou receber coisa que, por sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço, ou pela condição de quem a oferece, deve presumir-se obtida por meio criminoso: (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa, ou ambas as penas. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 4º - A receptação é punível, ainda que desconhecido ou isento de pena o autor do crime de que proveio a coisa. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 5º - Na hipótese do § 3º, se o criminoso é primário, pode o juiz, tendo em consideração as circunstâncias, deixar de aplicar a pena. Na receptação dolosa aplica-se o disposto no § 2º do art. 155. (Incluído pela Lei nº 9.426, de 1996)
§ 6º - Tratando-se de bens e instalações do patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista, a pena prevista no caput deste artigo aplica-se em dobro. (Incluído pela Lei nº 9.426, de 1996)

TRF-3 - HABEAS CORPUS HC 11751 SP 0011751-08.2013.4.03.0000 (TRF-3)

Data de publicação: 06/08/2013

Ementa: HABEAS CORPUS. DELITOS DOS ARTIGOS 155 , § 4º , I , 180 , 273 , § 1º-B, INCISOS I, II, III, V E VI, E 334 , "CAPUT", TODOS DO CÓDIGO PENAL . PRISÃO PREVENTIVA. - Impossibilita-se nova impetração suscitando-se mesmas questões outrora aventadas em outro habeas corpus. Impetração conhecida apenas no tocante a pleito de ilegalidade das prisões por incompetência da autoridade impetrada. - Feito distribuído à Justiça Estadual, seguindo-se declinação de competência e remessa dos autos à Justiça Federal, requerimento de desmembramento do feito formulado pelo procurador da república inicialmente designado para atuar no feito e indeferimento do pedido ministerial pela autoridade impetrada. - Hipótese de conexão probatória que não se afasta. - Impetração conhecida em parte e, na parte conhecida, denegada a ordem.

TJ-SC - Habeas Corpus HC 20120582987 SC 2012.058298-7 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 27/08/2012

Ementa: HABEAS CORPUS. IMPUTAÇÃO DE PRÁTICA DE CRIME DE FURTO QUALIFICADO TENTADO PELA DESTRUIÇÃO OU ROMPIMENTO DE OBSTÁCULOS EM CONCURSO DE PESSOAS, RECEPTAÇÃO E ADULTERAÇÃO DE SINAL IDENTIFICADOR DE VEÍCULO AUTOMOTOR (ART. 155, § 4º, I E IV, C/C ART. 14, II, C/C ART. 180, CAPUT (POR DUAS VEZES), C/C ART. 311, CAPUT, TODOS DO CP). REVOGAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA INDEFERIDA. REQUISITOS DO ARTIGO 312 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL CONFIGURADOS. INDÍCIOS SUFICIENTES PARA SUSTENTAR A ACUSAÇÃO FEITA AO PACIENTE. NECESSIDADE DA SEGREGAÇÃO PARA GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA E ACAUTELAMENTO DO MEIO SOCIAL. PREDICADOS PESSOAIS QUE NÃO OBSTAM A MANUTENÇÃO DA PRISÃO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. ORDEM DENEGADA. 1. Sempre que presentes materialidade e indícios de autoria, o Magistrado está autorizado a manter o réu segregado para, dentre outras finalidades, assegurar a garantia da ordem pública (art. 312 do Código de Processo Penal ). 2. A manutenção da custódia cautelar do paciente não fere o princípio constitucional da presunção de inocência (art. 5º , LXI , CF/88 ), pois devidamente contemplados, no caso em tela, os pressupostos do art. 312 do Código de Processo Penal . 3. Os predicados do paciente não constituem óbice à manutenção da sua segregação cautelar, desde que presentes os requisitos da prisão preventiva.

TJ-SC - Habeas Corpus HC 745957 SC 2011.074595-7 (TJ-SC)

Data de publicação: 18/11/2011

Ementa: AÇÃO PENAL. FURTO. RECEPTAÇÃO. FORMAÇÃO DE QUADRILHA. CONTINUIDADE DELITIVA. ARTIGOS 155 , 180 E 288 , NA FORMA DO ARTIGO 71 , CAPUT, DO CÓDIGO PENAL . PRISÃO PREVENTIVA. REQUISITOS E FUNDAMENTOS. ARTIGO 312 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . SEGREGAÇÃO PARA GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. DADOS CONCRETOS. UTILIZAÇÃO COMO RAZÕES DE DECIDIR. CONSIDERAÇÃO DO MODUS OPERANDI. PONDERAÇÕES SOBRE O PASSADO CRIMINAL DO PACIENTE. ILEGALIDADE. INEXISTÊNCIA. EXCESSO DE PRAZO. PLURALIDADE DE DELITOS E DE RÉUS. CRIMES SUPOSTAMENTE PRATICADOS EM DIVERSAS COMARCAS DO ESTADO. CONTAGEM DOS PRAZOS PROCESSUAIS. RAZOABILIDADE. CONSTRANGIMENTO ILEGAL. AUSÊNCIA. ORDEM DENEGADA. Não há falar em constrangimento ilegal quando persiste pelo menos um dos fundamentos previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal de acordo com as peculiaridades do caso concreto. Em casos como o dos autos, nos quais há uma pluralidade de réus e de crimes, a contagem dos prazos processuais deve ser feita com razoabilidade. Assim, entende-se estar o feito tramitando normalmente, o que inviabiliza o reconhecimento da ocorrência do excesso de prazo.

TJ-PR - 7351995 PR 735199-5 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 16/02/2012

Ementa: APELAÇÃO CRIME ­ FURTO QUALIFICADO E RECEPTAÇÃO QUALIFICADA ­ ARTIGOS 155 , § 4º , INCISO I E IV , C/C ARTIGO 71 , CAPUT, AMBOS DO CÓDIGO PENAL (DOZE VEZES) E ARTIGO 180 , § 1º , C/C ARTIGO 71 , CAPUT, AMBOS DO CÓDIGO PENAL (DUAS VEZES) ­ APELANTE 1 ­ FURTO QUALIFICADO - PLEITO PELA ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS ­ IMPOSSIBILIDADE ­ CONJUNTO PROBATÓRIO ROBUSTO ­ CONFISSÃO EXTRAJUDICIAL CORROBORADA PELAS PALAVRAS DOS POLICIAIS E CORRÉUS ­ APELAÇÃO RÉU 2 ­ RECEPTAÇÃO QUALIFICADA ­ ABSOLVIÇÃO ­ INSUFICIÊNCIA DE PROVAS - IMPOSSIBILIDADE ­ CONJUNTO PROBATÓRIO ROBUSTO ­ DESCLASSIFICAÇÃO PARA RECEPTAÇÃO CULPOSA ­ IMPOSSIBILIDADE ­ DOLO DO AGENTE SATISFATORIAMENTE DEMONSTRADO ­ REDUÇÃO QUANTUM DA PENA ­ IMPOSSIBILIDADE ­ PENA CORRETAMENTE DOSADA ­ SENTENÇA MANTIDA ­ RECURSOS CONHECIDOS E DESPROVIDOS. A confissão extrajudicial, ainda que presente a retratação em juízo, é apta sustentar condenação quando devidamente corroborada por outros elementos probatórios coligidos nos autos, como as palavras dos policiais que participaram da operação, e ainda os depoimentos dos corréus.

TJ-RN - Apelação Criminal ACR 121666 RN 2010.012166-6 (TJ-RN)

Data de publicação: 02/09/2011

Ementa: PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO. FURTO E RECEPTAÇÃO (ART. 155 , CAPUT E 180 § 2º , DO CP ). RECURSO DE MARCOS PAULO BEZERRA DA SILVA. PRELIMINAR DE INTEMPESTIVIDADE SUSCITADO PELO PARQUET. ACOLHIMENTO. APELO DE ELIAS GALDLINO DA SILVA JÚNIOR. DESCLASSIFICAÇÃO DO CRIME DE RECEPTAÇÃO QUALIFICADA PARA SIMPLES. IMPOSSIBILIDADE. CONFISSÃO EXTRAJUDICIAL E EM JUÍZO. CARACTERIZADO CORMECIAL IRREGULAR. SUBSTITUIÇÃO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE POR RESTRITIVA DE DIREITOS. INADMISSIBILIDADE. NÃO PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS PREVISTOS NO ARTIGO 44 DO CÓDIGO PENAL . RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. 1. Não se conhece do recurso de apelação criminal se interposto após o prazo legal de 5 (cinco) dias previsto no art. 593 , caput, do Código de Processo Penal . 2. A possibilidade de substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos reclama o preenchimento dos requisitos do art. 44 , do CP , o que não ocorre no caso concreto, pois além de subsistirem circunstâncias judiciais desfavoráveis, consta à fl. 22 certidão de maus antecedentes.

TJ-RN - Apelação Criminal ACR 87326 RN 2010.008732-6 (TJ-RN)

Data de publicação: 09/12/2010

Ementa: PENAL E PROCESSUAL PENAL. CONDENAÇÃO DOS APELANTES, O PRIMEIRO PELO ARTIGO 155 , § 4º , INCISOS III E IV , E OS ÚLTIMOS PELO CRIME TIPIFICADO NO ARTIGO 180 , CAPUT, DO CÓDIGO PENAL . APELAÇÃO. PRELIMINAR DE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EM FAVOR DESTES ÚLTIMOS, DADA A PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA, SUSCITADA PELO RELATOR. ACOLHIMENTO. PREJUDICIALIDADE DO RECURSO DE AMBOS, BEM ASSIM DA PRELIMINAR DE NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO DE UM DELES, POR FALTA DE INTERESSE DE AGIR, SUSCITADA PELO PARQUET, NESSA INSTÂNCIA. MÉRITO DO RECURSO INTERPOSTO PELO REMANESCENTE. OBJETIVO: I - ABSOLVIÇÃO POR INEXISTÊNCIA DE PROVAS SUFICIENTES À CONDENAÇÃO. FUNDAMENTOS: ALEGADA CONTRADIÇÃO NO DEPOIMENTO DOS POLICIAIS, ALIADO AO FATO DE QUE AS DECLARAÇÕES DA VÍTIMA DEVEM SER AVALIADAS COM RESERVA. IMPROCEDÊNCIA DOS ARGUMENTOS. CONFISSÃO NAS FASES INQUISITÓRIA E JUDICIAL CORROBORADA POR TESTEMUNHAL HARMÔNICA. II - DESCLASSIFICAÇÃO PARA FURTO SIMPLES. INVIABILIDADE. CONCURSO DE PESSOAS EVIDENCIADO. UTILIZAÇÃO DE CHAVE MIXA. OBJETO QUE CARACTERIZA A QUALIFICADORA DESCRITA NO ARTIGO 155 , § 4º , INCISO III , DO CÓDIGO PENAL . PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. III - REDUÇÃO DA PENA. ABRANDAMENTO QUE SE IMPÕE. ANÁLISE EQUIVOCADA DE VÁRIAS CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

TJ-RN - Apelação Criminal ACR 110065 RN 2010.011006-5 (TJ-RN)

Data de publicação: 21/07/2011

Ementa: DIREITO PENAL. APELAÇÃO. RECEPTAÇÃO (ART. 180 , CAPUT, DO CÓDIGO PENAL ). PRELIMINAR DE EXTINÇÃO DE PUNIBILIDADE DEVIDO À PRESCRIÇÃO NA MODALIDADE RETROATIVA. INOCORRÊNCIA. LAPSO TEMPORAL INFERIOR AO EXIGIDO. MÉRITO. PEDIDO DE CONDENAÇÃO PELAS PRÁTICAS PREVISTAS NOS ARTIGOS 155 , § 4º , III , ART. 298 E ART. 311 , TODOS DO CÓDIGO PENAL . IMPOSSIBILIDADE. PROVA DA AUTORIA QUE SÓ PODE SER ENCONTRADA NO INQUÉRITO POLICIAL. AUSÊNCIA DE AMPARO NAS PROVAS PRODUZIDAS DURANTE A INSTRUÇÃO CRIMINAL. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1. Tendo decorrido lapso temporal inferior ao exigido de 8 (oito) anos entre a data dos fatos e o recebimento da denúncia, conclui-se que não pode ser decretada a extinção da pretensão punitiva. 2. Rejeição da preliminar em consonância com o parecer do Ministério Público. 3. Segundo a jurisprudência pacificada do Supremo Tribunal Federal, a condenação não pode partir exclusivamente de provas produzidas no inquérito policial, que não foram confirmadas em juízo, longe do manto dos princípios do contraditório e ampla defesa. 4. Recurso conhecido e desprovido, em dissonância com o parecer ministerial.

TJ-RJ - APELACAO APL 00248705820108190001 RJ 0024870-58.2010.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 23/07/2012

Ementa: APELAÇÃO CRIMINAL. CONDENAÇÃO PELOS CRIMES DESCRITOS NOS ARTIGOS 155 , § 4º , INCISO IV , ARTIGO 180 , CAPUT, E ARTIGO 304 C/C 297, NA FORMA DO ARTIGO 69 , TODOS DO CÓDIGO PENAL . APELO DEFENSIVO BUSCANDO, PRELIMINARMENTE, A NULIDADE DO PROCESSO, DESDE A EXORDIAL ACUSATÓRIA, POR INÉPCIA DA DENÚNCIA QUANTO AO DELITO DE RECEPTAÇÃO, E ABSOLVIÇÃO DOS RÉUS, NA FORMA DO ARTIGO 386 , II , DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL , JÁ QUE A OPINIO DELICTI FOI BASEADA EM PROVA ILÍCITA. NO MÉRITO, PUGNA PELA ABSOLVIÇÃO DOS ACUSADOS, NO QUE SE REFERE AO DELITO DE RECEPTAÇÃO, POR AUSÊNCIA DE PROVAS. ALTERNATIVAMENTE, REQUER A DESCLASSIFICAÇÃO DO DELITO PARA O CRIME DE RECEPTAÇÃO CULPOSA, COM A CONSEQÜENTE ABSOLVIÇÃO, ANTE A IMPOSSIBILIDADE DE SE PROCEDER A MUTATIO LIBELLI EM SEDE DE RECURSO. QUANTO AO CRIME DE USO DE DOCUMENTO FALSO IMPUTADO AO ACUSADO EDMILSON, PRETENDE A ABSOLVIÇÃO, POR ATIPICIDADE DA CONDUTA. NO QUE SE REFERE AO DELITO DE FURTO, PUGNA, PRINCIPALMENTE, PELA ABSOLVIÇÃO DOS RÉUS, POR ATIPICIDADE DA CONDUTA, ANTE A INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. SUBSIDIARIAMENTE, REQUER A ABSOLVIÇÃO DO ACUSADO EDMILSON, POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS, O RECONHECIMENTO DO CRIME DE FURTO NA FORMA PRIVILEGIADA, EM RELAÇÃO AO ACUSADO CRISTIANO, O RECONHECIMENTO DO CRIME PATRIMONIAL NA FORMA TENTADA, COM A APLICAÇÃO DA FRAÇÃO DE REDUÇÃO NO PATAMAR MÁXIMO. QUANTO À DOSIMETRIA DA PENA, BUSCA A DEFESA A APLICAÇÃO DA PENA AQUÉM DO MÍNIMO LEGAL, EM RELAÇÃO AO ACUSADO CRISTIANO, ANTE A PRESENTIFICAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES DA CONFISSÃO E DA MENORIDADE, E A REDUÇÃO DO PATAMAR DE AUMENTO REFERENTE À AGRAVANTE DA REINCIDÊNCIA. Preliminar de inépcia da denúncia quanto ao crime de receptação que se acolhe. Exordial acusatória que não contém circunstâncias elementares relevantes do tipo de receptação. Segunda preliminar que se rejeita, diante da inexistência de irregularidade no reconhecimento realizado em sede policial. Pleitos absolutórios e de desclassificação referentes ao crime...

TJ-RJ - APELACAO APL 00248406520078190021 RJ 0024840-65.2007.8.19.0021 (TJ-RJ)

Data de publicação: 19/09/2012

Ementa: APELAÇÃO CRIMINAL. CONDENAÇÃO PELOS CRIMES DESCRITOS NOS ARTIGOS 155 , § 4º , INCISO IV , ARTIGO 180 , CAPUT, E ARTIGO 304 C/C 297, NA FORMA DO ARTIGO 69 , TODOS DO CÓDIGO PENAL . APELO DEFENSIVO BUSCANDO, PRELIMINARMENTE, A NULIDADE DO PROCESSO, DESDE A EXORDIAL ACUSATÓRIA, POR INÉPCIA DA DENÚNCIA QUANTO AO DELITO DE RECEPTAÇÃO, E ABSOLVIÇÃO DOS RÉUS, NA FORMA DO ARTIGO 386 , II , DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL , JÁ QUE A OPINIO DELICTI FOI BASEADA EM PROVA ILÍCITA. NO MÉRITO, PUGNA PELA ABSOLVIÇÃO DOS ACUSADOS, NO QUE SE REFERE AO DELITO DE RECEPTAÇÃO, POR AUSÊNCIA DE PROVAS. ALTERNATIVAMENTE, REQUER A DESCLASSIFICAÇÃO DO DELITO PARA O CRIME DE RECEPTAÇÃO CULPOSA, COM A CONSEQÜENTE ABSOLVIÇÃO, ANTE A IMPOSSIBILIDADE DE SE PROCEDER A MUTATIO LIBELLI EM SEDE DE RECURSO. QUANTO AO CRIME DE USO DE DOCUMENTO FALSO IMPUTADO AO ACUSADO EDMILSON, PRETENDE A ABSOLVIÇÃO, POR ATIPICIDADE DA CONDUTA. NO QUE SE REFERE AO DELITO DE FURTO, PUGNA, PRINCIPALMENTE, PELA ABSOLVIÇÃO DOS RÉUS, POR ATIPICIDADE DA CONDUTA, ANTE A INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. SUBSIDIARIAMENTE, REQUER A ABSOLVIÇÃO DO ACUSADO EDMILSON, POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS, O RECONHECIMENTO DO CRIME DE FURTO NA FORMA PRIVILEGIADA, EM RELAÇÃO AO ACUSADO CRISTIANO, O RECONHECIMENTO DO CRIME PATRIMONIAL NA FORMA TENTADA, COM A APLICAÇÃO DA FRAÇÃO DE REDUÇÃO NO PATAMAR MÁXIMO. QUANTO À DOSIMETRIA DA PENA, BUSCA A DEFESA A APLICAÇÃO DA PENA AQUÉM DO MÍNIMO LEGAL, EM RELAÇÃO AO ACUSADO CRISTIANO, ANTE A PRESENTIFICAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES DA CONFISSÃO E DA MENORIDADE, E A REDUÇÃO DO PATAMAR DE AUMENTO REFERENTE À AGRAVANTE DA REINCIDÊNCIA. Preliminar de inépcia da denúncia quanto ao crime de receptação que se acolhe. Exordial acusatória que não contém circunstâncias elementares relevantes do tipo de receptação. Segunda preliminar que se rejeita, diante da inexistência de irregularidade no reconhecimento realizado em sede policial. Pleitos absolutórios e de desclassificação referentes ao crime...

TJ-ES - Apelacao Criminal APR 65030012424 ES 65030012424 (TJ-ES)

Data de publicação: 19/09/2008

Ementa: APELAÇAO CRIMINAL. APELANTE WELTON JOVENCIO DA VITORIA ARTIGO 155, 4º, INCISOS I E IV DO CPB. O APELANTE DEGENILSON DOS REIS: ARTIGO 180 , CAPUT, DO CÓDIGO PENAL . PLEITO DE ABSOLVIÇAO. ALEGAÇAO DE INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. INOCORRÊNCIA. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. RECURSOS CONHECIDOS E IMPROVIDOS. 1. O manejo do conjunto fáticoprobatório elencado nos autos demonstra robustamente a existência dos elementos da autoria e da materialidade do crime de furto, majorado pelo rompimento de obstáculo e pelo concurso de agentes cometido pelo apelante Welton Jovencio da Vitória (art. 155, 4º, incisos I e IV do CPB); e receptação simples cometido pelo recorrente Degenilson dos Reis (art. 180, caput, do CPB), não havendo, desta feita, que se falar em fragilidade de provas e tampouco em absolvição. 2. Recursos conhecidos e improvidos.

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