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JusBrasil - Jurisprudência
01 de maio de 2016

TJ-MG - Ap Cível/Reex Necessário AC 10518100018895001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 16/03/2016

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - INDENIZAÇÃO - BURACO EM CALÇADA PÚBLICA - DEVER DE FISCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO - FALTA DO SERVIÇO - PROBLEMAS ORTOPÉDICOS DE QUE PADECE A AUTORA - NEXO DE CAUSALIDADE INEXISTENTE - RESPONSABILIDADE CIVIL DO MUNICÍPIO - NÃO CARACTERIZAÇÃO. Ainda que se apliquem as condições de responsabilidade objetivas contidas no art. 37, § 6º da Constituição da República, as condições probatórias dos autos deixam patente a inexistência de qualquer nexo de causalidade entre os problemas ortopédicos de que padece a parte autora e o acidente por ela sofrido em razão da existência de buraco em calçada pública, cuja manutenção é de responsabilidade do ente público municipal. Reformada a sentença, no reexame necessário, prejudicado o recurso voluntário.

TJ-MG - Apelação Cível AC 10525120195983001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 04/12/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO - DANOS MORAIS E MATERIAIS - ACIDENTE - BURACO NA CALÇADA - NEXO DE CAUSALIDADE AUSENTE - RESPONSABILIDADE - AUSÊNCIA DE DEVER DE INDENIZAR. - A responsabilidade civil, consubstanciada no dever de indenizar o dano sofrido por outrem, provém do ato ilícito, caracterizando-se pela violação da ordem jurídica com ofensa ao direito alheio e lesão ao respectivo titular, conforme a regra expressa dos artigos 186 e 927 do Código Civil . - Não havendo nos autos prova do nexo de causalidade entre o dano sofrido pela vítima com ato comissivo ou omissivo da Administração Pública, não há que se falar em dever de indenizar.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70058923905 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 30/07/2014

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. MUNICÍPIO. QUEDA DE TRANSEUNTE EM BURACO NA CALÇADA. OMISSÃO DO PODER PÚBLICO. RESPONSABILIDADE SUBJETIVA. CULPA COMPROVADA. DEVER DE INDENIZAR. Em se tratando de omissão da Administração Pública, exige-se a prova da culpa (negligência, imprudência ou imperícia), ou seja, aplica-se a teoria da responsabilidade subjetiva. Evidente a conduta omissiva do Município, pois é o responsável em manter, conservar e fiscalizar as ruas, calçadas, estradas e obras, com o objetivo de proporcionar condições de segurança e preservação da integridade física da população. Diante da falta de adoção de medidas de conservação e fiscalização do passeio público, presente está o dever de indenizar. DANO MATERIAL. COMPROVAÇÃO. Tendo a demandante comprovado os danos materiais alegados decorrentes do evento danoso, viável o reconhecimento do pedido de indenização por dano patrimonial. DANO MORAL. QUANTUM DA INDENIZAÇÃO. Manutenção do montante indenizatório considerando o grave equívoco da ré, o aborrecimento e o transtorno sofridos pela demandante, além do caráter punitivo-compensatório da reparação. Indenização mantida em R$ 3.000,00 (três mil reais), consoante os parâmetros utilizados por esta Câmara Cível em situações análogas. APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70058923905, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Túlio de Oliveira Martins, Julgado em 17/07/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70064830730 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 06/10/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. ESTRAGOS NO VEÍCULO DA PARTE AUTORA. QUEDA EM BURACO NA CALÇADA. CULPA DA AUTARQUIA DEMANDADA VERIFICADA. DANOS MATERIAIS COMPROVADOS. DANOS MORAIS. INOCORRÊNCIA. 1. A Administração Pública tem responsabilidade de ordem objetiva pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, no termos do § 6º , do art. 37 da CF , o que dispensaria a parte prejudicada de provar a culpa do Poder Público para que ocorra a reparação, bastando à relação de causalidade entre a ação ou omissão administrativa e o dano sofrido. 2. Hipótese que não se verifica no caso dos autos, porquanto o evento danoso aqui analisado não foi causado por nenhum agente do ente estatal, sendo inaplicável a norma constitucional relativa à responsabilidade civil objetiva do Estado à espécie. O presente feito versa sobre responsabilização subjetiva, restando verificar, então, a ocorrência de omissão pelo ente público para aferir o dever de indenizar por parte deste. 3. A responsabilidade subjetiva da autarquia ré só pode ser reconhecida quando provada a conduta culposa por seus agentes, contrária aos ditames legais e ao ordenamento jurídico vigente. Imprescindível, neste caso, a comprovação da culpa. 4. Nas fotografias trazidas ao feito com a inicial, vê-se perfeitamente os danos causados no veículo do autor em razão da queda da roda traseira no buraco aberto na calçada em função da erosão ocasionada pelo... vazamento não consertado pelo Poder Público. 5. O demandado deve ressarcir os danos materiais causados, na forma do art. 186 do CC , cuja incidência decorre da prática de conduta ilícita, a qual se configurou no caso em tela diante da negligência do réu ao não realizar obras necessárias para resolver o vazamento de água, em tempo hábil. 6. A parte autora não comprovou a ocorrência de dano de ordem moral, ônus que lhe cabia e do qual não se desincumbiu, a teor do que estabelece o art. 333 , inc. I...

TJ-RJ - APELACAO APL 00110790420108190007 RJ 0011079-04.2010.8.19.0007 (TJ-RJ)

Data de publicação: 18/07/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL DA MUNICIPALIDADE. QUEDA DE TRANSEUNTE EM BURACO NA CALÇADA. FALTA DE COMPROVAÇÃO DO NEXO CAUSAL. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. Queda sofrida por transeunte em buraco na calçada. Falta de comprovação do nexo de causalidade a configurar omissão específica da Municipalidade, que teria se descuidado de manter a calçada em condições apropriadas ao tráfego de pedestres, não providenciando a sua manutenção, encargo que lhe competia, colocando em risco a integridade física das pessoas que nela circulam. Embora seja objetiva a responsabilidade do ente municipal, a teor do que dispõe o art. 37 , § 6º da Constituição Federal , deve haver a comprovação do dano e do nexo de causalidade para que haja a configuração do dever de indenizar. Prova testemunhal inconclusiva. Sentença de Improcedência que se mantém. RECURSO AO QUAL SE NEGA SEGUIMENTO, NA FORMA DO ART. 557 , CAPUT DO CPC .

TJ-RJ - APELACAO APL 00926213320088190001 RJ 0092621-33.2008.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 25/11/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. CONSUMIDOR. QUEDA EM FRENTE A SUPERMERCADO. BURACO NA CALÇADA. MÁ PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. OBRIGAÇÃO DE CONSERVAÇÃO DECORRENTE DO DEVER DE SEGURANÇA PARA COM OS CONSUMIDORES. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. DEMONSTRAÇÃO DO NEXO DE CAUSALIDADE. FORTUITO INTERNO. DEVER DE INDENIZAR. DANO MORAL. CARACTERIZADO. O Código de Defesa do Consumidor estabelece a responsabilidade objetiva do prestador de serviço pelos defeitos relativos à sua realização. Desta forma, não há espaço para discussão de culpa para os casos em que o dano ao consumidor decorre de situação em que houve o incremento do risco na prestação do serviço, posto que a incidência de buraco na calçada em frente ao estabelecimento, que tem circulação de pessoas em grande quantidade, faz crescer a possibilidade de acidente, configurando fortuito interno, que não rompe o nexo de causalidade. Danos morais configurados. Necessidade de observação dos princípios da razoabilidade-proporcionalidade a fim de se evitar enriquecimento sem causa de uma parte e a inexpressividade para a outra, razão pela qual, há de ser considerada a extensão do dano. Majoração que se impõe. Conhecimento dos recursos para negar provimento ao principal e dar parcial provimento ao recurso adesivo.

TJ-SP - Apelação APL 994060738095 SP (TJ-SP)

Data de publicação: 20/07/2010

Ementa: REPARAÇÃO DE DANOS RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO - INDENIZAÇÃO - BURACO NA CALÇADA - ACIDENTE DE BICICLETA - DANOS MATERIAIS E MORAIS - Comprovado o evento danoso e o prejuízo suportado pelo particular, é dever da Administração arcar com o pagamento da indenização - Nega-se provimento ao recurso.

TJ-PR - PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO Recursos Recurso Inominado RI 000936955201481600180 PR 0009369-55.2014.8.16.0018/0 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 17/08/2015

Ementa: RECURSO INOMINADO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. SANEPAR. SURGIMENTO DE BURACO NA CALÇADA. QUEDA. DANO MORAL E MATERIAL CONFIGURADO. DEVER DE INDENIZAR OS DANOS SUPORTADOS. QUANTUM INDENIZATÓRIO MANTIDO. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. Diante do exposto, decidem os Juízes Integrantes da 1ª Turma Recursal Juizados Especiais do Estado do Paraná, por unanimidade, conhecer do recurso e negar-lhe provimento, nos exatos termos do vot (TJPR - 1ª Turma Recursal - 0009369-55.2014.8.16.0018/0 - Maringá - Rel.: Fernanda Bernert Michelin - - J. 12.08.2015)

Encontrado em: . SANEPAR. SURGIMENTO DE BURACO NA CALÇADA. QUEDA. DANO MORAL E MATERIAL CONFIGURADO. DEVER..., varrendo a calçada, quando no local em que se encontrava abriu um buraco no chão. A autora alegou... da arvore pode ter ocasionado o buraco. Que o conserto da calçada foi feito 04 (quatro) dias após...

TJ-RJ - APELACAO APL 01325250720018190001 RJ 0132525-07.2001.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 28/06/2013

Ementa: AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL DA MUNICIPALIDADE. DESEQUILÍBRIO DE TRANSEUNTE EM BURACO NA CALÇADA DANO MORAL CONFIGURADO. INDENIZAÇÃO. QUANTIFICAÇÃO. PENSIONAMENTO. DESCABIMENTO. Agravo interno das partes contra decisão monocrática proferida com base no artigo 557 , caput do CPC . Queda sofrida por transeunte em buraco na calçada. Rechaça a ilegitimidade passiva ad causam suscitada pelo Município. Omissão específica da Municipalidade, que se descuidou de manter a calçada em condições apropriadas ao tráfego de pedestres, não providenciando a sua manutenção, encargo que lhe competia, colocando em risco a integridade física das pessoas que nela circulam. Autora que sofreu entorse no tornozelo, ficando afastada de suas atividades laborativas por cerca de um mês. Dano moral que deve ser compensado. Verba indenizatória fixada em R$ 5.000,00 (cinco mil reais) que se mostra adequada aos princípios da razoabilidade, da proporcionalidade e da vedação do enriquecimento sem causa da litigante. Em que pese tenha a autora, no decorrer do feito, aduzido inúmeras moléstias do acidente, alegando, inclusive, estar atualmente incapacitada para qualquer atividade laborativa, não logrou comprovar, inequivocamente, que a alegada incapacidade adveio da queda sofrida na calçada e, realizada a perícia nesses autos, o i. Expert foi claro ao afirmar que os desdobramentos do acidente se limitaram a acarretar a sua incapacidade laborativa no período, apenas, de 30.08.2000 até 30.10.2000, atestando, ainda, inexistir elementos de que o procedimento cirúrgico a que se submeteu a autora tenha sido causado pelo mesmo incidente. Ainda que conste da fundamentação da exordial pedido de pagamento de pensão vitalícia, equivalente aos rendimentos que percebia à época do acidente, tal pretensão, de todo modo, encontra-se fadada ao insucesso. Descabimento do ressarcimento das despesas médicas havidas. Recibos adunados pela autora que se referem, em sua maioria, à época...

TJ-SP - Apelação Com Revisão CR 4168395500 SP (TJ-SP)

Data de publicação: 18/02/2009

Ementa: BURACO EM CALÇADA. Pedestre que sofre fratura numa das pernas Cabimento de indenização por dano moral, fixada em trinta salános mínimos, pela dor física conseqüente, pelas limitações e transtornos durante o período de imobilização da perna, posteriores sessões de fisioterapia e atendimentos médicos diversos que se fizeram necessânos. Igualmente correto contemplar despesas médicas futuras, a apurar em liquidação, até a plena recuperação, que ainda não tinha se verificado quando do ajuizamento da ação. Recurso não provido .

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