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JusBrasil - Jurisprudência
29 de julho de 2015

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TRF-1 - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO AGA 468956320144010000 (TRF-1)

Data de publicação: 30/09/2014

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. SUPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS - FUNCEF. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DA CEF. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL. I - A orientação jurisprudencial firmada no âmbito do colendo Superior Tribunal de Justiça é no sentido de que, nas demandas propostas contra a Fundação dos Economiários Federais - FUNCEF, buscando a revisão do benefício de complementação de aposentadoria pelo plano de previdência privada por ela gerido, como no caso, a Caixa Econômica Federal não se encontra legitimada a figurar no pólo passivo da demanda, eis que "a relação existente entre o associado e a FUNCEF é de natureza civil, decorrente do contrato de previdência privada firmado entre as partes, o qual, a toda evidência, não guarda relação direta com a Caixa Econômica Federal, sua ex-empregadora, com quem teve seu contrato de trabalho extinto, não se justificando, portanto, a formação de litisconsórcio passivo necessário entre ambas" (AgRg no Ag 1.089.535/RS, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, DJe de 11/2/2009). II - Agravo regimental desprovido.

Encontrado em: AGA 468956320144010000 (TRF-1) DESEMBARGADOR FEDERAL SOUZA PRUDENTE

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 131751220084013300 (TRF-1)

Data de publicação: 15/08/2014

Ementa: CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL. INCLUSÃO DO NOME DO DEVEDOR EM ÓRGÃO DE RESTRIÇÃO AO CRÉDITO. PAGAMENTO DAS PARCELAS NO PRAZO AJUSTADO. FALHA DO SERVIÇO PRESTADO PELA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF). INDENIZAÇÃO DEVIDA. VALOR MANTIDO. 1. A inclusão do nome do autor em cadastros de inadimplentes, quando não havia razão para tal providência, legitima a cobrança de indenização por danos morais. 2. Valor da indenização (R$3.000,00) que se mantém, em observância às circunstâncias do caso concreto, assim como aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. 3. Considerando que a apelante não se insurgiu quanto aos juros e à correção monetária, ficam mantidos conforme fixados na sentença, ante a incidência do instituto da preclusão. 4. Sentença confirmada. 5. Apelação desprovida.

Encontrado em: CIVEL AC 131751220084013300 (TRF-1) DESEMBARGADOR FEDERAL DANIEL PAES RIBEIRO

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 00188381020064013300 (TRF-1)

Data de publicação: 13/03/2015

Ementa: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO (SFH). AÇÃO VISANDO A QUITAÇÃO DO CONTRATO MEDIANTE COBERTURA SECURITÁRIA. MORTE DO MUTUÁRIO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DA CAIXA ECONÕMICA FEDERAL (CEF) E DA CAIXA SEGURADORA S.A REJEITADA. DENUNICIAÇÃO À LIDE. NÃO CABIMENTO. PEDIDO DE DEVOLUÇÃO, EM DOBRO, DE VALORES E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS QUE NÃO SE ACOLHE. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. 1. Segundo já decidiu este Tribunal, "a Caixa Seguradora S/A e Caixa Econômica Federal possuem legitimidade"passiva"para ocupar o pólo passivo de ação que busca a"cobertura"securitária do financiamento de imóvel adquirido pelas normas do Sistema Financeiro da Habitação e que cumula pedido de ressarcimento de prestações pagas a partir do sinistro, bem como o pagamento em dobro" (AC 0032233-24.2006.4.01.3800/MG, Relator Desembargador Federal João Batista Moreira, Quinta Turma, e-DJF1 de 26.04.2013). 2. A "denunciação da lide só se torna obrigatória na hipótese de perda do direito de regresso, não se fazendo presente essa obrigatoriedade no caso do inciso III do artigo 70 do Código de Processo Civil " (AgRg no REsp 1.117.075/SP, Relator Ministro Sidnei Beneti, DJe de 12.05.2010). 3. Configurado o sinistro (morte de um dos mutuários), deve a Caixa providenciar quitação do saldo devedor apurado na proporção da renda comprometida para pagamento do encargo mensal quando da contratação (93,79%) e, uma vez não constando saldo remanescente, proceder à baixa na hipoteca que onera o imóvel. 4. Segundo já decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ), "a devolução em dobro dos valores pagos a maior só é cabível em caso de comprovada má-fé, o que não ficou demonstrado na hipótese dos autos" (AgRg no AREsp 551.275/RS, Relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 19.12.2014). 5. A condenação ao pagamento de honorários de advogado deve ser fixada com observância do disposto nos §§ 3º e 4º do art. 20 do CPC , levando em consideração as circunstâncias previstas nas alíneas a, b e c do § 3º do mesmo artigo, não ficando adstrita ao valor da causa ou aos limites percentuais estabelecidos no citado § 3º. 6. No caso, considerando as circunstâncias previstas nas alíneas a, b e c do § 3º do art. 20 do CPC , o valor arbitrado pela sentença (R$ 1.000,00) não se mostra adequado a remunerar o trabalho dos advogados da parte autora, razão pela qual, a citada verba deve ser majorada para R$ 2.500,00. 7. Sentença parcialmente reformada, no ponto relativo aos honorários advocatícios. 8. Apelações da CEF e da Caixa Seguradora S.A não providas. 9. Apelação dos autores provida, em parte....

Encontrado em: A Turma, por unanimidade, negou provimento às apelações da CEF e da Caixa Seguradora S.A e deu... 00188381020064013300 (TRF-1) JUÍZA FEDERAL DANIELE MARANHÃO COSTA (CONV.)

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 200838140017042 MG 2008.38.14.001704-2 (TRF-1)

Data de publicação: 30/09/2013

Ementa: CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. FGTS. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO MOVIDA CONTA A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. MULTA DE 40% SOBRE O SALDO DO FGTS. LEGITIMIDADE DA CEF. CPC , ART. 515 , § 3º. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. 1. Tratando-se de pedido de indenização com base no art. 186 do CC/2002 - o que não se confunde com a responsabilidade direta pelo pagamento da multa a que se refere o art. 18 , § 1º , da Lei 8.036 /90 -, é de se reconhecer a legitimidade passiva ad causam da CEF para figurar na presente demanda, não se tratando de causa da competência da Justiça do Trabalho. 2. Aplicação do art. 515 , § 3º , do CPC . 3. "A jurisprudência do STJ tem se posicionado no sentido da não responsabilidade civil da CEF para pagamento da diferença da multa indenizatória de 40% relativa à incidência dos expurgos inflacionários sobre os saldos das contas vinculadas do FGTS não computados quando da despedida sem justa causa." (REsp 836.499/DF, Rel. Ministra Eliana Calmon, Segunda Turma, julgado em 13/05/2008, DJe 26/05/2008). 4. Apelação dos autores a que se dá parcial provimento para declarar a legitimidade passiva ad causam da Caixa Econômica Federal e, com arrimo no § 3º do art. 515 do CPC , julgar improcedente o pedido de indenização relativamente à informação da CEF sobre o saldo da conta vinculada ao FGTS para fins de pagamento de multa rescisória.

Encontrado em: /09/2013 - 30/9/2013 APELAÇÃO CIVEL AC 200838140017042 MG 2008.38.14.001704-2 (TRF-1) DESEMBARGADOR FEDERAL KASSIO NUNES MARQUES

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 32336 MG 0032336-87.2003.4.01.0000 (TRF-1)

Data de publicação: 17/01/2013

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. SFH. AÇÃO PROPOSTA CONTRA A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E A VENDEDORA/CONSTRUTORA. PEDIDO DE ABATIMENTO PROPORCIONAL NO PREÇO E DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS DECORRENTES DE VÍCIOS CONSTRUTIVOS. CUMULAÇÃO DE PEDIDOS CONTRA RÉUS DIVERSOS. IMPOSSIBILIDADE. ILEGITIMIDADE DA CEF. RECURSO DESPROVIDO. 1. A Caixa Econômica Federal, na condição de agente financeiro, não pode ser responsabilizada por eventuais vícios na construção de imóveis por ela financiados, pois tal questão refere-se aos contratos de compra e venda pactuados entre os compradores e a vendedora/construtora, e não aos contratos de mútuo firmados. 2. As questões afetas a defeitos construtivos dizem respeito exclusivamente à vendedora/construtora, não tendo a Justiça Federal competência para sua apreciação (art. 109 , I , da CF/88 ). Descabida a cumulação de pedidos contra réus diversos e, por conseguinte, o exame quanto ao mérito da pretensão reparatória (art. 292 do CPC ). 3. Precedentes deste Tribunal: (AC 0023293-86.2004.4.01.3300 / BA, Rel. Desembargador Federal JOÃO BATISTA MOREIRA, Quinta Turma, e-DJF1 p.31 de 21/03/2011; AC 0020494-75.2001.4.01.3300 / BA, Rel. Juiz Federal RODRIGO NAVARRO DE OLIVEIRA, 4ª Turma Suplementar, e-DJF1 p.468 de 13/09/2012; e AC 0019727- 94.1998.4.01.3800 / MG, Rel. Juiz Federal GRIGÓRIO CARLOS DOS SANTOS, 4ª Turma Suplementar, e-DJF1 p.157 de 17/08/2011).

Encontrado em: de 17/01/2013 - 17/1/2013 APELAÇÃO CIVEL AC 32336 MG 0032336-87.2003.4.01.0000 (TRF-1) JUIZ FEDERAL JOSÉ ALEXANDRE FRANCO

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 32336 MG 0032336-87.2003.4.01.0000 (TRF-1)

Data de publicação: 01/01/2013

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. SFH. AÇÃO PROPOSTA CONTRA A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E A VENDEDORA/CONSTRUTORA. PEDIDO DE ABATIMENTO PROPORCIONAL NO PREÇO E DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS DECORRENTES DE VÍCIOS CONSTRUTIVOS. CUMULAÇÃO DE PEDIDOS CONTRA RÉUS DIVERSOS. IMPOSSIBILIDADE. ILEGITIMIDADE DA CEF. RECURSO DESPROVIDO. 1. A Caixa Econômica Federal, na condição de agente financeiro, não pode ser responsabilizada por eventuais vícios na construção de imóveis por ela financiados, pois tal questão refere-se aos contratos de compra e venda pactuados entre os compradores e a vendedora/construtora, e não aos contratos de mútuo firmados. 2. As questões afetas a defeitos construtivos dizem respeito exclusivamente à vendedora/construtora, não tendo a Justiça Federal competência para sua apreciação (art. 109 , I , da CF/88 ). Descabida a cumulação de pedidos contra réus diversos e, por conseguinte, o exame quanto ao mérito da pretensão reparatória (art. 292 do CPC ). 3. Precedentes deste Tribunal: (AC 0023293-86.2004.4.01.3300 / BA, Rel. Desembargador Federal JOÃO BATISTA MOREIRA, Quinta Turma, e-DJF1 p.31 de 21/03/2011; AC 0020494-75.2001.4.01.3300 / BA, Rel. Juiz Federal RODRIGO NAVARRO DE OLIVEIRA, 4ª Turma Suplementar, e-DJF1 p.468 de 13/09/2012; e AC 0019727- 94.1998.4.01.3800 / MG, Rel. Juiz Federal GRIGÓRIO CARLOS DOS SANTOS, 4ª Turma Suplementar, e-DJF1 p.157 de 17/08/2011).

Encontrado em: de 17/01/2013 - 1/1/2013 APELAÇÃO CIVEL AC 32336 MG 0032336-87.2003.4.01.0000 (TRF-1) JUIZ FEDERAL JOSÉ ALEXANDRE FRANCO

TJ-SC - Apelação Cível AC 20140539195 SC 2014.053919-5 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 03/11/2014

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO REGRESSIVA AJUIZADA POR EMPRESA SEGURADORA EM FACE DE ENGENHEIRO RESPONSÁVEL PELA EDIFICAÇÃO IRREGULAR DE IMÓVEL. PRETENDIDO O INGRESSO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NO FEITO E A CONSEQUENTE REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL. IMPOSSIBILIDADE. INVIABILIDADE DE LITISCONSÓRCIO ATIVO NECESSÁRIO NO PROCESSO CIVIL BRASILEIRO. FALTA DE PROVAS, ADEMAIS, ACERCA DO ALEGADO PREJUÍZO CAUSADO À CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. ANTERIOR PEDIDO DE INGRESSO DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA INDEFERIDO PELO JUÍZO A QUO. PRECLUSÃO VERIFICADA. ANTERIOR MANIFESTAÇÃO DA APELANTE, AINDA, CONTRÁRIA À VINDA DA CEF AO FEITO. VEDAÇÃO DE COMPORTAMENTO CONTRADITÓRIO (VENIRE CONTRA FACTUM PROPRIUM). PRELIMINAR AFASTADA. IMÓVEL EDIFICADO EM DESACORDO COM AS EXIGÊNCIAS ESTRUTURAIS NECESSÁRIAS A SUA SUSTENTAÇÃO. VÍCIOS DE CONSTRUÇÃO DEVIDAMENTE COMPROVADOS EM AÇÃO ANTERIOR. PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO AO MUTUÁRIO. PRETENDIDA A RESPONSABILIZAÇÃO PESSOAL DO PROFISSIONAL LIBERAL. CONJUNTO PROBATÓRIO INSUFICIENTE A COMPROVAR A CULPA DO ENGENHEIRO PELOS DEFEITOS DA OBRA. ATO ILÍCITO NÃO COMPROVADO. DEVER DE INDENIZAR INEXISTENTE. ÔNUS DA PROVA QUE COMPETIA À PARTE AUTORA. EXEGESE DO ART. 333 , I , DO CPC . SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. É da dicção do art. 333 , I , do Código de Processo Civil que incumbe ao autor o ônus da prova acerca dos fatos constitutivos de seu direito, sob pena de inacolhimento de sua pretensão.

Encontrado em: Terceira Câmara de Direito Civil Julgado Apelante: Caixa Seguradora SA. Advogados:  Milton Luiz

TJ-PE - Agravo Regimental AGR 3679007 PE (TJ-PE)

Data de publicação: 11/05/2015

Ementa: RECURSO DE AGRAVO E AGRAVO REGIMENTAL NA APELAÇÃO CÍVEL. RECEBIMENTO DO AGRAVO INTERPOSTO PELA CEF COMO LEGAL - FUNGIBILIDADE. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO ORIUNDA DO SEGURO DO SFH. A CONVERSÃO DA MP Nº 633/2013 NA LEI Nº 13.000/2014 NÃO TEM O CONDÃO DE AFASTAR A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL PARA JULGAR O FEITO. AUSÊNCIA DE INTERESSE DA CEF - PRECEDENTES DO STJ. LEGITIMIDADE DA SUL AMÉRICA. LEGITIMIDADE ATIVA DOS AUTORES COM CONTRATO DE GAVETA. VERIFICADO O INTERESSE PROCESSUAL APÓS A QUITAÇÃO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO. RECONHECIDA A AUSÊNCIA DE INTERESSE RECURSAL DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. MÉRITO: APLICABILIDADE DO CDC. COBERTURA SECURITÁRIA DEVIDA. EXIGIBILIDADE DA MULTA DECENDIAL. HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA JÁ REDUZIDOS PARA 15% (QUINZE POR CENTO) SOBRE O TOTAL DA CONDENAÇÃO. "Com relação à Lei nº 12.409, de 2011, observa-se que a alteração introduzida pela Lei nº 13.000/2014, tem por objetivo autorizar a Caixa Econômica Federal a representar judicial e extrajudicialmente os interesses do FCVS, sendo que a CEF intervirá, em face do interesse jurídico, nas ações judiciais que representem risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS ou às suas subcontas, na forma definida pelo Conselho Curador do FCVS. Se, no caso dos autos, conforme ressaltado, não há prova de risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS, a inovação legislativa não traz nenhuma repercussão prática." (AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.449.454 - MG (2014/0093306-4); RELATOR: MINISTRO SIDNEI BENETI; data do julgamento: 05 de agosto de 2014). "aplica-se o CDC aos contratos do Sistema Financeiro de Habitação" (Agravo 176781-7/01; Relator: Francisco Eduardo Goncalves Sertorio Canto; Órgão Julgador: 3ª Câmara Cível; Data de Julgamento:27/11/2008; Publicação 228). A existência de vício de construção não afasta a cobertura securitária decorrente de contrato de seguro habitacional." (Súmula 058 do TJPE). É válida a multa decendial prevista no contrato de seguro habitacional para o atraso do pagamento da indenização, limitada ao valor da obrigação principal." (Súmula 101 do TJPE)....

TJ-PR - Ação Civil de Improbidade Administrativa 11530497 PR 1153049-7 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 06/07/2014

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA HABITACIONAL. DECISÃO REMETENDO OS AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL. REFORMA QUE SE IMPÕE. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NÃO CONSEGUIU COMPROVAR A VINCULAÇÃO DO CONTRATO DE SETE AUTORES AO RAMO PÚBLICO. MANIFESTAÇÃO DE QUE OS OUTROS AUTORES ESTÃO VINCULADOS À APÓLICE PÚBLICA. INEXISTÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DOCUMENTAL PELA CEF DO COMPROMETIMENTO DO FCVS, COM RISCO EFETIVO DE EXAURIMENTO DA RESERVA TÉCNICA DO FESA. NÃO PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS EXIGIDOS PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM INCIDENTE DE PROCESSO REPETITIVO. ART. 543-C DO CPC . COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL PARA APRECIAR E JULGAR A CAUSA - RECURSO PROVIDO. POR UNANIMIDADE. 1. "O ingresso da CEF na lide somente será possível a partir do momento em que a instituição financeira provar documentalmente o seu interesse jurídico, mediante demonstração não apenas da existência de apólice pública, mas também do comprometimento do FCVS, com risco efetivo de exaurimento da reserva técnica do Fundo de Equalização de Sinistralidade da Apólice - FESA, colhendo o processo no estado em que este se encontrar no instante em que houver a efetiva comprovação desse interesse, sem anulação de nenhum ato anterior. (EDcl nos EDcl no REsp 1091363/SC, Rel. p/ Acórdão Ministra NANCY ANDRIGHI, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 10/10/2012)."

Encontrado em: Cível DJ: 1365 06/07/2014 - 6/7/2014 Ação Civil de Improbidade Administrativa 11530497 PR 1153049-7 (Acórdão) (TJ-PR) José Laurindo de Souza Netto

TJ-PE - Agravo AGV 3572910 PE (TJ-PE)

Data de publicação: 21/01/2015

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL, LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE SEGURO HABITACIONAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA POR DANOS FÍSICOS EM IMÓVEIS ADQUIRIDOS ATRAVÉS DO SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO - SFH. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA QUE FIXOU OS HONORÁRIOS DO PERITO EM CINCO MIL REAIS, E IMPÔS O CUSTEIO DA PROVA À SEGURADORA DEMANDADA. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM QUE SE ATRIBUI O ÔNUS DA PROVA PERICIAL AO AUTOR, COM FUNDAMENTO NA INAPLICABILIDADE DO CDC AO CASO CONCRETO. INTIMIÇÃO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF PARA MANIFESTAR INTERESSE NA CAUSA, EM CUMPRIMENTO AO DISPOSTO ART. 1º-A , § 6º DA LEI Nº 12.409 /2011, COM A REDAÇÃO INTRODUZIDA PELA LEI Nº 13.000 /2014. PETIÇÃO DA CEF MANIFESTANDO INTERESSE NO FEITO E PUGNANDO PELA REMESSA DOS AUTO À JUSTIÇA FEDERAL. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA ACOLHENDO A PRETENSÃO DA EMPRESA PÚBLICA DA UNIÃO (CEF), E DETERMINANDO A REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL, COM BASE NO ART. 109 , I , DA CF/88 E NA SÚMULA Nº 150 DO STJ. RECURSO DE AGRAVO EM QUE SE REPUTA INDEVIDA A REMESSA, AO ARGUMENTO DE CONSTITUIR SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA, REFORMATIO IN PEJUS E JULGAMENTO EXTRA PETITA. MÉRITO. DECISÃO QUE NÃO CONFIGURA DECLÍNIO DE COMPETÊNCIA, MAS APENAS RECONHECIMENTO DE ATRIBUIÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL PARA DECIDIR ACERCA DA EFETIVA EXISTÊNCIA DE INTERESSE QUE JUSTIFIQUE O INGRESSO DA CEF NO FEITO, COM AMPARO NAS SÚMULAS 150, 224 E 254 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RECURSO DESPROVIDO. DECISÃO UNÂNIME. DECISÃO: À unanimidade de votos negou-se provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.

Encontrado em: NA INAPLICABILIDADE DO CDC AO CASO CONCRETO. INTIMIÇÃO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF PARA MANIFESTAR... CIVIL, LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE SEGURO HABITACIONAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA POR DANOS... DA UNIÃO (CEF), E DETERMINANDO A REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL, COM BASE NO ART. 109 , I...

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