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JusBrasil - Jurisprudência
24 de abril de 2014

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 00048009120095010070 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 23/01/2014

Ementa: HORAS EXTRAS. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. ÔNUS DA RECLAMADA. Tendo o reclamado juntado prova documental inválida, a ele incumbia provar a efetiva jornada de trabalho. Como não produziu nenhuma prova, prevalece a jornada declinada pela autora na inicial. EQUIPARAÇÃO SALARIAL. IDENTIDADE DE ATRIBUIÇÕES. PROVA PERICIAL. A prova pericial comprovou que reclamante e paradigma efetivamente exerceram as mesmas funções. O réu não logrou êxito em comprovar qualquer fato impeditivo ao direito autoral , pelo contrário deixou de apresentar a documentação solicitada pelo perito, o que só veio a corroborar a tese autoral. RECURSO DA RECLAMANTE DEVOLUÇÃO DE DESCONTOS. SEGURO DE VIDA. VÍCIO DE CONSENTIMENTO NÃO COMPROVADO. Tendo o autor anuído com o desconto e dele se aproveitado, não há ilegalidade no mesmo. Ademais, o autor não comprova o vício de consentimento alegado, ainda mais, porque manteve o benefício mesmo após ter sido contratado. DANOS MORAIS. COBRANÇA DE METAS. ABUSO DE PODER NÃO CONFIGURADO. A cobrança de metas é inerente ao meio bancário e quando feita adequadamente não dá ensejo à indenização por danos morais. No caso, a autora não comprovou qualquer exagero na cobrança. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. INDENIZAÇÃO. INDEVIDA. A contratação de advogado particular é uma opção do empregado, pois pode postular pessoalmente perante a Justiça do Trabalho, ou por meio de seu sindicato. Assim, não há como imputar aos reclamados a responsabilidade pelo pagamento dos honorários advocatícios, pois inexiste ato ilícito e dano.

TRT-2 - RECURSO ORDINÁRIO RO 25796620115020 SP 00025796620115020029 A28 (TRT-2)

Data de publicação: 25/11/2013

Ementa: CARTÕES DE PONTO "BRITÂNICOS". ÔNUS DA PROVA. Ab initio, a prova das horas extras incumbe ao autor, a teor do art. 333 , inciso I do CPC c/c art. 818 da CLT . Todavia, como para as empresas com mais de dez empregados a anotação do horário de trabalho constitui exigência expressa em norma de ordem pública (art. 74 parágrafo 2º da CLT ), verifica-se a juntada dos cartões de ponto pela reclamada, mas, contendo o chamado registro britânico, com ínfimas variações de horário (Docs. 36/50), o que lhes retira a validade como meio de prova e inverte o ônus da prova, que passa a ser do empregador (inciso III da Súmula 338 do C. TST), porque se trata de prova pré-constituída, militando em favor do empregado a presunção de veracidade do horário alegado.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 14661020125010049 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 22/07/2013

Ementa: ACÓRDÃO EM RECURSO ORDINÁRIO CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DA JORNADA DECLINADA NA INICIAL. SÚMULA 338 DO TST. Constatada a invariabilidade do horário de entrada e saída, os cartões de ponto perdem a validade como elemento de prova nos autos, presumindo-se verdadeira a jornada lançada na inicial.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 1581000720075010341 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 14/10/2013

Ementa: EMENTA: HORAS EXTRAS. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 338 DO TST. Não se desvencilhando a reclamada do ônus de provar a jornada apontada na defesa, ônus que lhe cabia, nos termos do art. 818 da CLT e da Súmula 338, I, do TST, impõe-se a manutenção da sentença que deferiu horas extras, com base no horário indicado na inicial e confirmado pela prova oral.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 5795620125010039 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 05/12/2012

Ementa: RECURSO ORDINÁRIO. HORAS EXTRAS. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. INVALIDADE. A apresentação de cartões de ponto com horários de entrada e saída uniformes enseja a inversão do ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir. (Inteligência da Súmula nº 338, III, do TST).

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 13819020115010491 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 31/01/2013

Ementa: CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. CONFISSÃO FICTA. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DA JORNADA INICIAL. INTELIGÊNCIA DA SÚMULA 338 DO TST. A princípio, o ônus de provar trabalho extraordinário é do empregado mas se os cartões de ponto revelam horários invariáveis, inverte-se o ônus da prova, deslocando-se para o empregador o dever de comprovar a carga horária cumprida pelo trabalhador e não se desincumbindo deste encargo, presume-se verdadeira a jornada declinada na inicial.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 5265920125010206 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 20/03/2013

Ementa: RECURSO ORDINÁRIO DA RECLAMADA. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. SÚMULA 338, III DO TST. Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir. Inteligência do item III da Súmula 338, do C. TST. Recurso ordinário interposto pela reclamada conhecido e não provido.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 8906920105010022 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 11/03/2013

Ementa: RECURSO ORDINÁRIO. HORAS EXTRAORDINÁRIAS. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. A teor do § 2º , do art. 74 , da CLT , o onus probandi da jornada de trabalho cabe, em regra, ao empregador, o que refoge à sistemática estabelecida pelos artigos 818 , da CLT e 333 , do CPC , salvo quando aquele demonstra empregar menos de dez trabalhadores. Apresentando o empregador prova documental inválida (in casu, os cartões de ponto com registros invariáveis na saída eo empregado), a ela incumbe comprovar a existência do fato impeditivo ao direito do autor - art. 818 , da CLT c/c art. 333 , inc. II , do CPC . Nesse sentido, é a Súmula no 338, do c. TST.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 205002520095010065 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 12/12/2011

Ementa: HORAS EXTRAS. ÔNUS DA PROVA. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. É regra geral de processo que o ordinário não depende de prova. Sendo o objeto litigioso as horas extras, o encargo probatório quanto ao labor suplementar é do autor ( CLT , art. 818 ). Todavia, o réu ao alegar fatos impeditivos do direito do autor, como no caso dos autos, onde afirma que a jornada de trabalho de todo o período trabalhado era devidamente consignada nos cartões de ponto, atraiu para si o ônus da prova, do qual não se desincumbiu satisfatoriamente, na medida em que trouxe aos autos documentos imprestáveis ante os termos da Súmula 338, III, do TST.

TRT-1 - Recurso Ordinário RO 10117720115010082 RJ (TRT-1)

Data de publicação: 14/09/2012

Ementa: RECURSO ORDINÁRIO. HORAS EXTRAORDINÁRIAS. ÔNUS DA PROVA. CARTÕES DE PONTO BRITÂNICOS. A teor do § 2º , do art. 74 , da CLT , o onus probandi da jornada de trabalho cabe, via de regra, ao empregador, o que refoge à sistemática estabelecida pelos artigos 818 , da Consolidação e 333 , do CPC , salvo quando aquele demonstra empregar menos de dez trabalhadores. Apresentando a reclamada prova documental inválida (in casu, os cartões de ponto com registros invariáveis), a ela incumbiria comprovar a existência do fato impeditivo ao direito da parte autora - art. 818 , da CLT c/c art. 333 , inc. II , do CPC . Nesse sentido, é a Súmula nº 338, do c. TST.

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