Carregando...
JusBrasil - Jurisprudência
30 de maio de 2015

Página 1 de 494.918 resultados

TJ-RS - Recurso Cível 71000671156 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 18/07/2005

Ementa: INDENIZATÓRIA. DANO MORAL INEXISTENTE. COBRANÇA DE CONTAS INDEVIDAS. 1. O instituto do dano moral se constitui em importante conquista que acabou por ser construída ao largo de considerável período de tempo e possui relevante função nas relações sociais. A sua caracterização, entretanto, de molde a evitar reste banalizado, deve se dar com base em critérios objetivos, de modo que este somente se faz presente quando efetivamente violados direitos de personalidade. 2. Assim, não se abre brecha para que os fatos da vida, as meras frustrações a que todos são submetidos, mas sem efetiva repercussão na esfera íntima, conduzam ao reconhecimento do dano moral. É que o mero aborrecimento ou incômodo decorrente da má prestação de serviço não tem o condão de conduzir à caracterização do dano moral, notadamente porque não representa ofensa a qualquer direito de personalidade. 3. Não se desconhece a frustração de quem é cobrado por débitos a que não deu origem. Daí, entretanto, nada se extrai que possa ter afetado qualquer direito de personalidade da demandante.SENTENÇA REFORMADA. RECURSO PROVIDO. (Recurso Cível Nº 71000671156, Segunda Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Luiz Antônio Alves Capra, Julgado em 06/07/2005)

TJ-PE - Apelação APL 3147846 PE (TJ-PE)

Data de publicação: 01/11/2013

Ementa: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. CONTRATO DE TELEFONIA. DESCUMPRIMENTO POR PARTE DA EMPRESA APELANTE. ENVIO DE CHIP DE TELEFONE MÓVEL PARA O AUTOR SEM SUA AUTORIZAÇÃO. COBRANÇA DE CONTAS INDEVIDAS. SUSPENSÃO DA LINHA FIXA E DA INTERNET. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CABIMENTO. MANUTENÇÃO DO QUANTUM INDENIZATÓRIO (R$ 7.000,00). PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONABILIDADE. SENTENÇA REFORMADA PARA INCIDIR OS JUROS DE MORA A PARTIR DA CITAÇÃO INICIAL. INTELIGÊNCIA DO ART. 405 DO CC. RECURSO PROVIDO EM PARTE.

Encontrado em: DE CONTAS INDEVIDAS. SUSPENSÃO DA LINHA FIXA E DA INTERNET. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CABIMENTO... POR PARTE DA EMPRESA APELANTE. ENVIO DE CHIP DE TELEFONE MÓVEL PARA O AUTOR SEM SUA AUTORIZAÇÃO. COBRANÇA

TJ-RS - Apelação Cível AC 70063513881 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 20/04/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. COBRANÇA DE VALORES INDEVIDOS EM CONTA TELEFÔNICA. COBRANÇA INDEVIDA DE VALORES NAS FATURAS TELEFÔNICAS. A demandada não comprovou a contratação de serviço incluído na fatura telefônica do consumidor, mostrando-se ilícita a cobrança de valores sobre essa rubrica. REPETIÇÃO EM DOBRO. No caso em tela, houve cobrança indevida à parte autora, sem que a parte ré tenha apresentado qualquer justificativa que autorize o afastamento da sanção prevista no artigo 42, parágrafo único, do CDC. DANOS MORAIS. A simples existência de cobrança de valores indevidos nas faturas, sem maiores coloridos, não tem o condão de abalar sensivelmente o consumidor. Para a caracterização do dano moral, impõe-se seja a vítima do ilícito abalroada por uma situação tal que a impinja verdadeira dor e sofrimento, sentimentos esses capazes de incutir-lhe transtorno psicológico de grau relevante ou, no mínimo, abalo que exceda a normalidade. O vexame, humilhação ou frustração devem interferir de forma intensa no âmago do indivíduo, causando-lhe aflições, angústia e desequilíbrio em seu bem-estar, desequilíbrio esse não verificado quando da ocorrência de mero dissabor da vida. Inexiste prova nos autos de que tenha a conduta da demandada gerado à parte autora abalo capaz de incutir lesão à esfera moral passível de reparação pecuniária. DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO DE APELAÇÃO. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70063513881, Décima Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator:... Paulo Sérgio Scarparo, Julgado em 16/04/2015).

TJ-RS - Apelação Cível AC 70063836902 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 22/04/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. COBRANÇA DE VALORES INDEVIDOS EM CONTA TELEFÔNICA. Não tendo a demandada comprovado a contratação de serviços incluídos nas faturas telefônicas do consumidor, o consumidor tem direito de ver-se ressarcido, em dobro, dos valores pagos indevidamente. A repetição do indébito, se verificada, deve-se dar no tocante às cobranças indevidas realizadas em todo o período imprescrito, não se limitando apenas às faturas acostadas pela parte autora, tudo a ser apurado em liquidação de sentença. A simples existência de cobrança de valores indevidos nas faturas, sem maiores coloridos, não tem o condão de abalar sensivelmente o consumidor. Para a caracterização do dano moral, impõe-se seja a vítima do ilícito abalroada por uma situação tal que a impinja verdadeira dor e sofrimento, sentimentos esses capazes de incutir-lhe transtorno psicológico de grau relevante ou, no mínimo, abalo que exceda a normalidade. O vexame, humilhação ou frustração devem interferir de forma intensa no âmago do indivíduo, causando-lhe aflições, angústia e desequilíbrio em seu bem-estar, desequilíbrio esse não verificado quando da ocorrência de mero dissabor da vida. Inexiste prova nos autos de que tenha a conduta da demandada gerado à parte autora abalo capaz de incutir lesão à esfera moral passível de reparação pecuniária. DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO DE APELAÇÃO. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70063836902, Décima Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Sérgio... Scarparo, Julgado em 16/04/2015).

TJ-RS - Apelação Cível AC 70055361349 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 21/07/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. AÇÃO INDENIZATÓRIA POR COBRANÇA INDEVIDA. COBRANÇA INDEVIDA DE VALORES NA CONTA TELEFÔNICA DO CONSUMIDOR. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. Verificada a falha na prestação dos serviços, consistente na cobrança indevida de serviços não contratados, mostra-se adequada a condenação da ré à repetição em dobro da quantia paga, na forma do art. 42 , parágrafo único , do CDC . DANO MORAL. No caso concreto, a ré efetuou cobrança de serviço não solicitado pela demandante, agindo em desacordo com os ditames legais. Logo, há dano moral, o qual prescinde de comprovação acerca dos contratempos ou transtornos enfrentados pelo lesado. Quantum a título de danos morais mantido, pois em conformidade com a capacidade econômica das partes litigantes. APELO DESPROVIDO. (Apelação Cível Nº 70055361349, Vigésima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Glênio José Wasserstein Hekman, Julgado em 16/07/2014)

TJ-RS - Recurso Cível 71005041611 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 27/08/2014

Ementa: RECURSO INOMINADO. INDENIZATÓRIA. COBRANÇA INDEVIDA. DESCONTO EM CONTA CORRENTE. ILEGITIMIDADE PASSIVA. CARTÃO DE CRÉDITO. Pretendendo a parte a repetição do desconto indevido em sua conta corrente, deve demandar contra o banco onde mantém a conta corrente, ou contra a instituição de previdência responsável pelo desconto. Recorrido que, embora pertença ao mesmo conglomerado econômico, não se confunde com a instituição financeira em que mantida a conta. Sentença mantida. NEGADO SEGUIMENTO AO RECURSO. (Recurso Cível Nº 71005041611, Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Pedro Luiz Pozza, Julgado em 25/08/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70060826013 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 24/11/2014

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. COBRANÇA DE VALORES INDEVIDOS EM CONTA TELEFÔNICA. Cuidando-se de pedido de repetição de valores de importâncias cobradas indevidamente pela concessionária de serviço público, o prazo prescricional em demandas dessa espécie é de dez anos, porquanto incide o disposto no art. 205 do Código Civil. No caso concreto, todavia, resta mantida a sentença de origem, que aplicou o prazo prescricional qüinqüenal à espécie, sob pena de reformatio in pejus. Hipótese em que a parte ré não apresentou qualquer justificativa para a cobrança indevida de valores, restando mantida sanção prevista no parágrafo único do art. 42 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Os valores devidos deverão ser apurados em liquidação de sentença, não se limitando apenas às faturas acostadas nos autos, abrangendo todas as cobranças indevidas do período imprescrito. A simples existência de cobrança de valores indevidos nas faturas, sem maiores coloridos, não tem o condão de abalar sensivelmente o consumidor. Indeferido o pedido de indenização por danos morais Majoração dos honorários sucumbenciais. DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO APELO DA PARTE AUTORA, NEGANDO-O AO DA PARTE RÉ. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70060826013, Décima Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Sérgio Scarparo, Julgado em 20/11/2014).

TJ-RS - Apelação Cível AC 70062265640 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 22/04/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. COBRANÇA INDEVIDA DE VALORES NA CONTA TELEFÔNICA DO CONSUMIDOR. DECADÊNCIA. A ação não versa acerca de vícios aparentes ou de fácil constatação, mas sobre a cobrança indevida de serviços telefônicos. Inaplicabilidade do art. 26 , II , do CDC . PRESCRIÇÃO. Aplicável ao caso o prazo prescricional trienal previsto no art. 206 , § 3º , IV , do CC , uma vez que a demanda trata da restituição dos valores cobrados indevidamente. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. Verificada a falha na prestação dos serviços, consistente na cobrança indevida de serviços não contratados, mostra-se adequada a condenação da ré à repetição em dobro da quantia paga, na forma do art. 42 , parágrafo único , do CDC . Os valores a repetir devem sofrer a incidência de correção monetária desde a data de cada pagamento indevido; e de juros de mora desde a citação. Pertinência do pedido de exibição das faturas pela ré, tendo em vista a relação de consumo entabulada entre as partes, a qual, no entanto, deverá ser efetuada, caso necessário, durante a fase de liquidação da sentença. DANO MORAL. No caso concreto, a ré efetuou cobrança de serviço não solicitado pela demandante, agindo em desacordo com os ditames legais. Logo, há dano moral, o qual prescinde de comprovação acerca dos contratempos ou transtornos enfrentados pelo lesado. Quantum a título de danos morais fixado conforme o parâmetro da Câmara e da capacidade econômica das partes litigantes. Ônus sucumbenciais.... Redimensionamento. APELOS PARCIALMENTE PROVIDOS. (Apelação Cível Nº 70062265640, Vigésima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Glênio José Wasserstein Hekman, Julgado em 15/04/2015).

TJ-RS - Apelação Cível AC 70060642436 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 05/08/2014

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. COBRANÇA DE VALORES INDEVIDOS EM CONTA TELEFÔNICA. REPETIÇÃO. POSSIBILIDADE. PRESCRIÇÃO. Não tendo a demandada comprovado a contratação de serviços incluídos nas faturas telefônicas do consumidor, mostra-se ilícita a cobrança de valores sobre essa rubrica. Dessa forma, o consumidor tem direito de ver-se ressarcido dos valores pagos a esses títulos. Cuidando-se de pedido de repetição de valores de importâncias cobradas indevidamente pela concessionária de serviço público, o prazo prescricional em demandas dessa espécie é de dez anos, porquanto incide o disposto no art. 205 do Código Civil. Hipótese em que a parte ré não apresentou qualquer justificativa para a cobrança indevida de valores, restando mantida sanção prevista no parágrafo único do art. 42 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor. NEGARAM PROVIMENTO AO APELO. (Apelação Cível Nº 70060642436, Décima Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Sérgio Scarparo, Julgado em 31/07/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70063235006 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 22/04/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. COBRANÇA INDEVIDA DE VALORES NA CONTA TELEFÔNICA DO CONSUMIDOR. PRESCRIÇÃO. Aplicável ao caso o prazo prescricional trienal previsto no art. 206, §3º, IV, do CC, uma vez que a demanda trata da restituição dos valores cobrados indevidamente. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. Verificada a falha na prestação dos serviços, consistente na cobrança indevida de serviços não contratados, mostra-se adequada a condenação da ré à repetição em dobro da quantia paga, na forma do art. 42, parágrafo único, do CDC. DANO MORAL. No caso concreto, a ré efetuou cobrança de serviço não solicitado pela parte demandante, agindo em desacordo com os ditames legais. Logo, há dano moral, o qual prescinde de comprovação acerca dos contratempos ou transtornos enfrentados pelo lesado. Quantum a título de danos morais mantido, pois em conformidade com a capacidade econômica das partes litigantes. Verba honorária. Majoração. APELO DA PARTE AUTORA PARCIALMENTE PROVIDO. APELO DA RÉ DESPROVIDO. (Apelação Cível Nº 70063235006, Vigésima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Glênio José Wasserstein Hekman, Julgado em 15/04/2015).

1 2 3 4 5 999 1000 Próxima
Buscar em:
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais

ou

×

Fale agora com um Advogado

Oi, está procurando um advogado ou correspondente jurídico? Podemos te conectar com Advogados em qualquer cidade do Brasil.

Escolha uma cidade da lista
Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/busca