Carregando...
JusBrasil - Jurisprudência
22 de dezembro de 2014

TJ-RJ - RECURSO INOMINADO RI 01867006720098190001 RJ 0186700-67.2009.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 11/03/2010

Ementa: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Segunda Turma Recursal VOTO RECURSO nº 0186700-67.2009.8.19.0001 - RECORRENTES: OSEAS ALVES DA SILVA e MARIA DE DEUS FARIAS DA SILVA / RECORRIDA: MIRIAN DAISY RODRIGUES SANTANA. Desistência autoral. Extinção do feito sem resolução do mérito. Pedido contraposto não apreciado. Sentença que se mantém. Com efeito, o pedido contraposto, diversamente da reconvenção, não tem natureza de ação autônoma e, assim, não pode subsistir à extinção do feito fulminado pelo pedido de desistência, sendo desnecessária a manifestação da parte ré quanto a tal pleito. Neste sentido temos: "TJDF - APELAÇÃO CÍVEL NO JUIZADO ESPECIAL : ACJ 69399 DF. Relator(a): ARNOLDO CAMANHO DE ASSIS. Julgamento: 15/02/2000. Órgão Julgador: Primeira Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do D.F. Publicação: DJU 05/04/2000 Pág. : 16. Ementa: PROCESSUAL CIVIL. SENTENÇA QUE EXTINGUE O PROCESSO ANTE O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELA AUTORA E NÃO APRECIA O PEDIDO CONTRAPOSTO DEDUZIDO EM CONTESTAÇÃO PELO RÉU. DIFERENÇA ENTRE "PEDIDO CONTRAPOSTO" E "RECONVENÇÃO". INAPLICABILIDADE, AO PEDIDO CONTRAPOSTO, DA REGRA CONSTANTE DO ART. 317, DO CPC. ACERTO DA SENTENÇA RECORRIDA, QUE, AO EXTINGUIR O PROCESSO PELA DESISTÊNCIA, NÃO PODIA MESMO APRECIAR O PEDIDO CONTRAPOSTO. 1. EM BOA VERDADE, "PEDIDO CONTRAPOSTO" E "RECONVENÇÃO" SÃO INSTITUTOS PROCESSUAIS DISTINTOS, NÃO SE PODENDO APLICAR A UM OS PRINCÍPIOS QUE INFORMAM A EXISTÊNCIA DO OUTRO E VICE-VERSA. 2. RECONVENÇÃO NÃO É RESPOSTA: É AÇÃO DO RÉU CONTRA O AUTOR, É ATAQUE DO RÉU CONTRA O AUTOR. E O OFERECIMENTO DE RECONVENÇÃO PELO RÉU FAZ INSTAURAR UMA RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DISTINTA E PARALELA À QUE SE FEZ INAUGURAR COM A PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR EM DESFAVOR DAQUELE RÉU. TANTO É UMA AÇÃO DISTINTA, QUE, NO CASO DE, POR ALGUM MOTIVO, SER EXTINTA A RELAÇÃO PROCESSUAL INAUGURADA COM O AJUIZAMENTO DA AÇÃO, PROSSEGUE O JUIZ NO JULGAMENTO DA RECONVENÇÃO. É REGRA EXPRESSA, CONSTANTE DO ART. 317...

TJ-DF - APELAÇÃO CÍVEL NO JUIZADO ESPECIAL ACJ 19990710054594 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 15/08/2001

Ementa: PROCESSO CIVIL. PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO POR PESSOA JURÍDICA. SENTENÇA QUE NÃO CONHECE DO PEDIDO CONTRAPOSTO AO ENTENDIMENTO DE QUE AS PESSOAS JURÍDICAS NÃO PODEM PROPOR AÇÃO NOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS. DIFERENÇA ENTRE "PEDIDO CONTRAPOSTO" E "RECONVENÇÃO". SENTENÇA CASSADA. 1. O PEDIDO CONTRAPOSTO REGULADO NO ART. 31 DA LEI DOS JUIZADOS ESPECIAIS É COISA BEM DIFERENTE DE RECONVENÇÃO. NÃO SE PODE CONFUNDIR RECONVENÇÃO COM PEDIDO CONTRAPOSTO. COM O SIMPLES PEDIDO CONTRAPOSTO, NÃO SE TEM RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DIFERENTE DAQUELA QUE SE ESTABELECE A PARTIR DA PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR. O QUE SE TEM É A MESMA E ÚNICA RELAÇÃO PROCESSUAL EM QUE O JUIZ TEM DOIS PEDIDOS A APRECIAR: UM FORMULADO PELO AUTOR EM FACE DO RÉU E OUTRO DEDUZIDO PELO RÉU EM DESFAVOR DO AUTOR. A CONCLUSÃO, A PARTIR DO PRESSUPOSTO DE QUE A PESSOA JURÍDICA NÃO PODE FORMULAR PEDIDO CONTRAPOSTO EM SEU FAVOR POR CAUSA DO ÓBICE DO ART. 8.º, SERIA INTERPRETAR O PEDIDO CONTRAPOSTO COMO RECONVENÇÃO E, COMO SE VÊ, DE RECONVENÇÃO NÃO SE TRATA. TRATA-SE DE SIMPLES RESISTÊNCIA, ACRESCIDA DE PRETENSÃO FORMULADA NA PRÓPRIA CONTESTAÇÃO, E ISSO NÃO SE CONFUNDE COM RECONVENÇÃO. 2. SE A RESPEITÁVEL SENTENÇA A QUO NÃO CONHECEU DO PEDIDO CONTRAPOSTO POR ENTENDER INCABÍVEL FOSSE O MESMO FORMULADO POR PESSOA JURÍDICA, DEVE SER CASSADA A SENTENÇA, DEVOLVENDO OS AUTOS AO JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU PARA QUE, EM NOVO PRONUNCIAMENTO JUDICIAL, SEJA APRECIADO O PEDIDO CONTRAPOSTO. 3. RECURSO PROVIDO. SENTENÇA CASSADA

TJ-DF - APELAÇÃO CÍVEL NO JUIZADO ESPECIAL ACJ 69399 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 05/04/2000

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. SENTENÇA QUE EXTINGUE O PROCESSO ANTE O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELA AUTORA E NÃO APRECIA O PEDIDO CONTRAPOSTO DEDUZIDO EM CONTESTAÇÃO PELO RÉU. DIFERENÇA ENTRE "PEDIDO CONTRAPOSTO" E "RECONVENÇÃO". INAPLICABILIDADE, AO PEDIDO CONTRAPOSTO, DA REGRA CONSTANTE DO ART. 317 , DO CPC . ACERTO DA SENTENÇA RECORRIDA, QUE, AO EXTINGUIR O PROCESSO PELA DESISTÊNCIA, NÃO PODIA MESMO APRECIAR O PEDIDO CONTRAPOSTO. 1. EM BOA VERDADE, "PEDIDO CONTRAPOSTO" E "RECONVENÇÃO" SÃO INSTITUTOS PROCESSUAIS DISTINTOS, NÃO SE PODENDO APLICAR A UM OS PRINCÍPIOS QUE INFORMAM A EXISTÊNCIA DO OUTRO E VICE-VERSA. 2. RECONVENÇÃO NÃO É RESPOSTA: É AÇÃO DO RÉU CONTRA O AUTOR, É ATAQUE DO RÉU CONTRA O AUTOR. E O OFERECIMENTO DE RECONVENÇÃO PELO RÉU FAZ INSTAURAR UMA RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DISTINTA E PARALELA À QUE SE FEZ INAUGURAR COM A PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR EM DESFAVOR DAQUELE RÉU. TANTO É UMA AÇÃO DISTINTA, QUE, NO CASO DE, POR ALGUM MOTIVO, SER EXTINTA A RELAÇÃO PROCESSUAL INAUGURADA COM O AJUIZAMENTO DA AÇÃO, PROSSEGUE O JUIZ NO JULGAMENTO DA RECONVENÇÃO. É REGRA EXPRESSA, CONSTANTE DO ART. 317 , DO CPC . 3. O QUE SE TEM NO PEDIDO CONTRAPOSTO É COISA MUITO DIFERENTE DE RECONVENÇÃO. COM O SIMPLES PEDIDO CONTRAPOSTO, NÃO SE CRIA RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DIFERENTE DAQUELA QUE SE INSTAUROU A PARTIR DA PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR. O QUE SE TEM É A MESMA E ÚNICA RELAÇÃO PROCESSUAL. TANTO ISSO É VERDADEIRO, COMO É CERTO QUE A DESISTÊNCIA DA AÇÃO REQUERIDA PELO SEU AUTOR - E AINDA QUE NOS AUTOS HAJA PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO PELO RÉU - IMPEDE O JUIZ DE SE PRONUNCIAR SOBRE O PEDIDO CONTRAPOSTO. O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELO AUTOR EXTINGUE O PROCESSO, FICANDO IMPEDIDO, O JULGADOR DE PRIMEIRA INSTÂNCIA, DE PROMOVER O JULGAMENTO DO PEDIDO CONTRAPOSTO, JÁ QUE ESTE NÃO É AÇÃO RECONVENCIONAL: É SIMPLES PEDIDO DE NATUREZA RECONVENCIONAL - O QUE NÃO O TRANSFORMA EM RECONVENÇÃO -, FORMULADO PELO RÉU NO PRÓPRIO BOJO DA CONTESTAÇÃO. 4. RECURSO CONHECIDO, MAS IMPROVIDO....

TJ-DF - APELAÇÃO CÍVEL NO JUIZADO ESPECIAL ACJ 19990710087667 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 28/03/2001

Ementa: RECURSO ADESIVO. NÃO CONHECIMENTO. PRECEDENTES DA TURMA RECURSAL. PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO EM CONTESTAÇÃO OFERTADA POR PESSOA JURÍDICA. CABIMENTO. DIFERENÇA ENTRE RECONVENÇÃO E PEDIDO CONTRAPOSTO. 1. NÃO SE RECONHECE DE RECURSO ADESIVO EM SEDE DE JUIZADOS ESPECIAIS, NÃO SÓ PORQUE INEXISTE PREVISÃO DE LEI DE REGÊNCIA, COMO PORQUE NÃO HÁ COMPATIBILIDADE ENTRE O SEU PROCESSAMENTO E O RITO ESPECIAL E CÉLERE PRECONIZADO PELO DIPLOMA LEGAL ESPECÍFICO. 2. RECONVENÇÃO NÃO É RESPOSTA: É AÇÃO DO RÉU CONTRA O AUTOR. É ATAQUE DO RÉU CONTRA O AUTOR. POR ISSO MESMO, O OFERECIMENTO DE RECONVENÇÃO PELO RÉU FAZ INSTAURAR UMA RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DISTINTA E PARALELA À QUE SE FEZ INAUGURAR COM A PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR EM DESFAVOR DAQUELE RÉU. E TANTO SE TRATA DE AÇÃO DISTINTA, QUE, NO CASO DE, POR ALGUM MOTIVO, SER EXTINTA A RELAÇÃO PROCESSUAL INAUGURADA COM O AJUIZAMENTO DA AÇÃO, PROSSEGUE O JUIZ NO JULGAMENTO DA RECONVENÇÃO (ART. 317 , DO CPC ). 3. NÃO SE PODE CONFUNDIR RECONVENÇÃO COM PEDIDO CONTRAPOSTO. COM O SIMPLES PEDIDO CONTRAPOSTO, NÃO SE TEM RELAÇÃO PROCESSUAL NOVA, DIFERENTE DAQUELA QUE SE INSTAUROU A PARTIR DA PROPOSITURA DA AÇÃO PELO AUTOR. O QUE SE TEM É A MESMA E ÚNICA RELAÇÃO PROCESSUAL EM QUE O JUIZ TEM DOIS PEDIDOS A APRECIAR: UM FORMULADO PELO AUTOR EM FACE DO RÉU E OUTRO DEDUZIDO PELO RÉU EM DESFAVOR DO AUTOR. TANTO ISSO É VERDADEIRO, COMO É CERTO QUE A DESISTÊNCIA DA AÇÃO REQUERIDA PELO SEU AUTOR - E AINDA QUE NOS AUTOS HAJA PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO PELO RÉU - IMPEDE O JUIZ DE SE PRONUNCIAR SOBRE O PEDIDO CONTRAPOSTO. O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELO AUTOR EXTINGUE O PROCESSO. E AÍ, POR CERTO, O JUIZ HAVERÁ DE FICAR IMPEDIDO DE PROMOVER O JULGAMENTO DO PEDIDO CONTRAPOSTO, JÁ QUE ESTE NÃO É AÇÃO RECONVENCIONAL, É SIMPLES PEDIDO DE NATUREZA RECONVENCIONAL, FORMULADO PELO RÉU, NO PRÓPRIO BOJO DA CONTESTAÇÃO. 4. SE O PEDIDO CONTRAPOSTO FOSSE RECONVENÇÃO, ENTÃO É CERTO QUE NÃO SE PODERIA MESMO ADMITIR PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO POR RÉ PESSOA JURÍDICA, JÁ QUE AS PESSOAS JURÍDICAS NÃO PODEM SER AUTORAS NAS AÇÕES AJUIZADAS PERANTE OS JUIZADOS ESPECIAIS. COMO, ENTRETANTO, PEDIDO CONTRAPOSTO NÃO SE CONFUNDE COM RECONVENÇÃO, NÃO HÁ QUE SE TER A RÉ PESSOA JURÍDICA COMO AUTORA DE UMA AÇÃO NOVA AO FORMULAR PEDIDO CONTRAPOSTO. POR ISSO, A ÚNICA RESPOSTA JURIDICAMENTE CORRETA E TECNICAMENTE VIÁVEL PARECE SER A QUE PERMITE, SIM, QUE A PESSOA JURÍDICA, RÉ NOS PROCESSOS INSTAURADOS PERANTE OS JUIZADOS ESPECIAIS, POSSA DEDUZIR PEDIDO CONTRAPOSTO NÃO SE TEM NOVA AÇÃO PROMOVIDA PELO RÉU, NADA OBSTA A QUE SE VEJA PROCESSAR O PEDIDO CONTRAPOSTO E NADA IMPEDE QUE O JUIZ O APRECIE QUANDO FORMULADO PELO RÉU, PESSOA JURÍDICA. 5. RECURSO PROVIDO. SENTENÇA CASSADA PARA DETERMINAR O RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO A QUO, A FIM DE QUE SEJA APRECIADO E DECIDIDO O PEDIDO CONTRAPOSTO FORMULADO PELA RÉ PESSOA JURÍDICA....

TJ-SP - Apelação APL 00054809120088260126 SP 0005480-91.2008.8.26.0126 (TJ-SP)

Data de publicação: 08/06/2014

Ementa: REINTEGRAÇÃO DE POSSE Hipótese de reconvenção visando à preservação da posse, ao levantamento de cerca e à indenização por benfeitorias Descabimento Matérias abrangidas pelo caráter dúplice da demanda principal, onde a defesa deduziu pedido contraposto Art. 922 do CPC Diferença entre a reconvenção e o pedido contraposto que é meramente formal Extinção mantida Recurso desprovido.

TJ-SP - Apelação APL 1800974920108260000 SP 0180097-49.2010.8.26.0000 (TJ-SP)

Data de publicação: 22/11/2011

Ementa: ARRENDAMENTO MERCANTIL RESCISÃO CONTRATUAL DEVOLUÇÃO DE VRG POSSÍVEL PEDIDO CONTRAPOSTO RECURSO IMPROVIDO. Sendo a diferença entre o pedido contraposto e a reconvenção meramente formal, possível que seja feito pedido de devolução de VRG em ação possessória, observando-se os princípios da instrumentalidade das formas, da ampla defesa e do contraditório.

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20130020072340 (TJ-DF)

Data de publicação: 05/08/2013

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO REVISIONAL. SUCUMBÊNCIA PARCIAL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PLEITEADO PELO RÉU PARA O PAGAMENTO DAS PARCELAS EM ATRASO DO CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL PELA PARTE AUTORA. IMPOSSIBILIDADE. DECISÃO MANTIDA. 1 - A AÇÃO REVISIONAL TEM POR OBJETIVO O EXAME DAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS A FIM DE SE VERIFICAR A OCORRÊNCIA DAS ILEGALIDADES E ABUSIVIDADES APONTADAS E, JULGADOS PROCEDENTES OS PEDIDOS, A ADEQUAÇÃO DO CONTRATO AO DECRETO SENTENCIAL E O PAGAMENTO DE EVENTUAIS DIFERENÇAS APURADAS. 2 - A AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO SUBMETE-SE, EM REGRA, AO RITO ORDINÁRIO, O QUAL NÃO COMPORTA PEDIDO CONTRAPOSTO DA PARTE RÉ QUE, CASO PRETENDA FORMULAR ALGUMA PRETENSÃO EM FACE DO AUTOR, CONEXA COM A DA AÇÃO PRINCIPAL, MAS A ELA OPOSTA, DEVERÁ VALER-SE DA RECONVENÇÃO. 3 - NÃO POSSUINDO A AÇÃO DE CONHECIMENTO, SOB O RITO ORDINÁRIO, CARÁTER DÚPLICE, TAMPOUCO NÃO TENDO O RÉU APRESENTADO RECONVENÇÃO, AINDA QUE JULGADOS, NA MAIOR PARTE, IMPROCEDENTES OS PEDIDOS AUTORAIS, NÃO PODE A PARTE REQUERIDA VALER-SE DA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PARA BUSCAR A SATISFAÇÃO DO SEU DIREITO MATERIAL DE CRÉDITO. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO.

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20130020237655 DF 0024690-73.2013.8.07.0000 (TJ-DF)

Data de publicação: 24/01/2014

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO REVISIONAL. SUCUMBÊNCIA PARCIAL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PLEITEADO PELO RÉU. COBRANÇA DE PARCELAS EM ATRASO. IMPOSSIBILIDADE. DECISÃO MANTIDA. 1 - A AÇÃO REVISIONAL TEM POR OBJETIVO O EXAME DAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS A FIM DE SE VERIFICAR A OCORRÊNCIA DAS ILEGALIDADES E ABUSIVIDADES APONTADAS E, JULGADOS PROCEDENTES OS PEDIDOS, A ADEQUAÇÃO DO CONTRATO AO DECRETO SENTENCIAL E O PAGAMENTO DE EVENTUAIS DIFERENÇAS APURADAS. 2 - A AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO SUBMETE-SE, EM REGRA, AO RITO ORDINÁRIO, O QUAL NÃO COMPORTA PEDIDO CONTRAPOSTO DA PARTE RÉ QUE, CASO PRETENDA FORMULAR ALGUMA PRETENSÃO EM FACE DO AUTOR, CONEXA COM A DA AÇÃO PRINCIPAL, MAS A ELA OPOSTA, DEVERÁ VALER-SE DA RECONVENÇÃO. 3 - NÃO POSSUINDO A AÇÃO DE CONHECIMENTO, SOB O RITO ORDINÁRIO, CARÁTER DÚPLICE, TAMPOUCO NÃO TENDO O RÉU APRESENTADO RECONVENÇÃO, AINDA QUE JULGADOS, NA MAIOR PARTE, IMPROCEDENTES OS PEDIDOS AUTORAIS, NÃO PODE A PARTE REQUERIDA VALER-SE DA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PARA BUSCAR A SATISFAÇÃO DO SEU DIREITO MATERIAL DE CRÉDITO. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO.

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20130020072340 DF 0008051-77.2013.8.07.0000 (TJ-DF)

Data de publicação: 05/08/2013

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO REVISIONAL. SUCUMBÊNCIA PARCIAL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PLEITEADO PELO RÉU PARA O PAGAMENTO DAS PARCELAS EM ATRASO DO CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL PELA PARTE AUTORA. IMPOSSIBILIDADE. DECISÃO MANTIDA. 1 - A AÇÃO REVISIONAL TEM POR OBJETIVO O EXAME DAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS A FIM DE SE VERIFICAR A OCORRÊNCIA DAS ILEGALIDADES E ABUSIVIDADES APONTADAS E, JULGADOS PROCEDENTES OS PEDIDOS, A ADEQUAÇÃO DO CONTRATO AO DECRETO SENTENCIAL E O PAGAMENTO DE EVENTUAIS DIFERENÇAS APURADAS. 2 - A AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO SUBMETE-SE, EM REGRA, AO RITO ORDINÁRIO, O QUAL NÃO COMPORTA PEDIDO CONTRAPOSTO DA PARTE RÉ QUE, CASO PRETENDA FORMULAR ALGUMA PRETENSÃO EM FACE DO AUTOR, CONEXA COM A DA AÇÃO PRINCIPAL, MAS A ELA OPOSTA, DEVERÁ VALER-SE DA RECONVENÇÃO. 3 - NÃO POSSUINDO A AÇÃO DE CONHECIMENTO, SOB O RITO ORDINÁRIO, CARÁTER DÚPLICE, TAMPOUCO NÃO TENDO O RÉU APRESENTADO RECONVENÇÃO, AINDA QUE JULGADOS, NA MAIOR PARTE, IMPROCEDENTES OS PEDIDOS AUTORAIS, NÃO PODE A PARTE REQUERIDA VALER-SE DA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA PARA BUSCAR A SATISFAÇÃO DO SEU DIREITO MATERIAL DE CRÉDITO. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO.

TJ-MG - Apelação Cível AC 10043110032711001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 21/05/2013

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. NULIDADE DE ATO JURÍDICO C/C DANOS MORAIS. ASSINATURA DE CONTRATO DE EMPRÉSTIMO. FRAUDE. INDUÇÃO A ERRO. CAPITAÇÃO DE PESSOAS. DEMONSTRAÇÃO. CONTRATO NULO. DECLARAÇÃO. RETORNO DAS PARTES AO STATU QUO ANTE. NECESSIDADE. AUSÊNCIA DE PEDITO CONTRAPOSTO OU RECONVENÇÃO. PRESCINDIBILIDADE. A declaração de nulidade de ato jurídico, por erro, deve estar arrimar em prova robusta. No caso, se a prova testemunhal, não derruída, demonstrou que o primeiro apelante induzira o autor a acreditar que estaria requerendo uma diferença de aposentadoria quando, na verdade, a documentação fornecida por este acabou sendo utilizada para a realização de um empréstimo bancário, com o segundo apelante, não há falar em ilegitimidade passiva do primeiro apelante, e, no mérito, deve ser mantida a sentença que declarou nulo o referido contrato, nos termos da lei. No tocante ao pedido da segunda ré, de devolução do valor que foi concedido ao autor, em razão do contrato anulado, não há falar que ela, apelante deveria ter requerido, em reconvenção ou pedido contraposto, a devolução desse valor, no caso de ser acolhido o pedido de anulação do contrato de empréstimo, porque a sentença que declara a anulação do negócio já estabelece, por si só, como consectário imperativo, que cada parte retorne ao estado que se encontrava antes do negócio, vale dizer, tem como efeito retornar as partes ao seu statu quo ante. Assim, a sentença deve ser reformada em parte, para o acolhimento do pedido da segunda ré.

1 2 3 4 5 71 72 Próxima
Buscar em:
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais
  • Selecionar tribunais Todos os tribunais

ou

×

Fale agora com um Advogado

Oi. O JusBrasil pode te conectar com Advogados em qualquer cidade caso precise de alguma orientação ou correspondência jurídica.

Escolha uma cidade da lista
Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/busca