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JusBrasil - Jurisprudência
26 de novembro de 2014

TJ-DF - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 780997 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 22/10/1997

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. EXCEÇÃO DECLINATÓRIA DE FORO APRESENTADA COMO PRELIMINAR DE CONTESTAÇÃO. ERRO CRASSO QUE, TODAVIA, NÃO DEVE IMPEDIR O CONHECIMENTO DA MATÉRIA EM HOMENAGEM AO PRINCÍPIO DA INSTRUMENTALIDADE DO PROCESSO. DOMICÍLIO PRIVILEGIADO DA MULHER. CONTROVÉRSIA SOBRE A SUA SUBSISTÊNCIA APÓS O ADVENTO DA CARTA CONSTITUCIONAL DE 1988. PREVALÊNCIA DO FORO COMUM DO DOMICÍLIO DO RÉU NOS CASOS DE DIVÓRCIO DIRETO. 1. O Código de Processo Civil é claro ao facultar às partes a oposição, por meio de exceção (artigo 304), da incompetência relativa do juízo (artigo 112), do impedimento (artigo 134) ou da suspeição (artigo 135), e disciplinou o procedimento do incidente nos artigos 307 a 311 . Todavia, embora a parte tenha desatendido a esta regra procedimental ao suscitar a questão em preliminar de contestação, deve a matéria ser conhecida se a parte contrária teve a oportunidade de se manifestar sobre ela em réplica e o MM. Juiz a acolheu em despacho sucessivo, atendendo-se, assim, ao princípio da instrumentalidade do processo. 2. Enquanto o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal , não se manifestar sobre a subsistência do artigo 100 , I , do CPC no ordenamento jurídico em vigor, deve-se prestigiar a corrente doutrinária que considera não-incidente o dispositivo legal referido nos casos de divórcio direto, fazendo prevalecer a regra geral do artigo 94 do CPC .

TJ-DF - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 780997 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 22/10/1997

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. EXCEÇÃO DECLINATÓRIA DE FORO APRESENTADA COMO PRELIMINAR DE CONTESTAÇÃO. ERRO CRASSO QUE, TODAVIA, NÃO DEVE IMPEDIR O CONHECIMENTO DA MATÉRIA EM HOMENAGEM AO PRINCÍPIO DA INSTRUMENTALIDADE DO PROCESSO. DOMICÍLIO PRIVILEGIADO DA MULHER. CONTROVÉRSIA SOBRE A SUA SUBSISTÊNCIA APÓS O ADVENTO DA CARTA CONSTITUCIONAL DE 1988. PREVALÊNCIA DO FORO COMUM DO DOMICÍLIO DO RÉU NOS CASOS DE DIVÓRCIO DIRETO. 1. O Código de Processo Civil é claro ao facultar às partes a oposição, por meio de exceção (artigo 304), da incompetência relativa do juízo (artigo 112), do impedimento (artigo 134) ou da suspeição (artigo 135), e disciplinou o procedimento do incidente nos artigos 307 a 311 . Todavia, embora a parte tenha desatendido a esta regra procedimental ao suscitar a questão em preliminar de contestação, deve a matéria ser conhecida se a parte contrária teve a oportunidade de se manifestar sobre ela em réplica e o MM. Juiz a acolheu em despacho sucessivo, atendendo-se, assim, ao princípio da instrumentalidade do processo. 2. Enquanto o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal , não se manifestar sobre a subsistência do artigo 100 , I , do CPC no ordenamento jurídico em vigor, deve-se prestigiar a corrente doutrinária que considera não-incidente o dispositivo legal referido nos casos de divórcio direto, fazendo prevalecer a regra geral do artigo 94 do CPC

TJ-SE - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 2010210138 SE (TJ-SE)

Data de publicação: 13/09/2010

Ementa: Processo civil - Agravo de instrumento - Decisão proferida em exceção de incompetência - Ação de reconhecimento e dissolução de união estável - Inaplicabilidade do art. 100 , I , do CPC - Foro privilegiado da mulher - Interpretação restritiva - Incidência somente nas hipóteses nele elencadas - Foro competente - Domicílio do réu - Art. 94 do CPC . I - Muito embora a norma de competência territorial prevista no art. 100 , I , do CPC , que consagra regramento especial de foro privilegiado da mulher para causas que envolvam controvérsia matrimonial, não viole o preceito constitucional da igualdade entre os cônjuges estampado no art. 226 , 5º , da CF/88 , aquela regra protetiva tem sua aplicabilidade restrita às ações nela referidas, que possuem como pressuposto o casamento, não sendo possível conferir-lhe interpretação extensiva às demandas que tratem de união estável. Precedentes do STJ; II - Possuindo a ação de reconhecimento e dissolução união estável natureza de direito pessoal, deverá ela ser processada e julgada de acordo com a regra geral de competência territorial do domicílio do réu, na forma do art. 94 , caput, do CPC ; III - Recurso conhecido e provido, reformando-se a decisão agravada para acolher a exceção de incompetência, declarando-se como competente o domicílio das excipientes/rés.

TJ-AC - Agravo de Instrumento AG 1706 AC 2003.001706-8 (TJ-AC)

Data de publicação: 26/10/2004

Ementa: EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA. AÇÃO DE DIVÓRCIO DIRETO. FORO PRIVILEGIADO. DOMICÍLIO DA MULHER.

TJ-RS - Agravo de Instrumento AI 592139141 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 17/02/1993

Ementa: COMPETENCIA. FORO PRIVILEGIADO. DOMICILIO DA MULHER. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 NAO REVOGOU A REGRA DO ART- 100 , I , DO CPC , QUE FIXA A COMPETENCIA DO FORO DO DOMICILIO DA MULHER PARA AS ACOES DE SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO. (RESUMO) (Agravo de Instrumento Nº 592139141, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Guido Waldemar Welter, Julgado em 17/02/1993)

Encontrado em: MULHER. 4. COMPETENCIA. FORO ESPECIAL OU PRIVILEGIADO. DISPOSICOES LEGAIS E CONSTITUCIONAIS. Agravo de Instrumento AI 592139141 RS (TJ-RS) Guido Waldemar Welter... JUDICIAL. FORO COMPETENTE. 3. EXCECAO DE INCOMPETENCIA. DIVÓRCIO. FORO DO DOMICILIO DO CONJUGE

TJ-RS - Agravo de Instrumento AG 592139141 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 17/02/1993

Ementa: COMPETENCIA. FORO PRIVILEGIADO. DOMICILIO DA MULHER. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 NAO REVOGOU A REGRA DO ART- 100 , I , DO CPC , QUE FIXA A COMPETENCIA DO FORO DO DOMICILIO DA MULHER PARA AS ACOES DE SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO. (RESUMO) (Agravo de Instrumento Nº 592139141, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Guido Waldemar Welter, Julgado em 17/02/1993)

Encontrado em: MULHER. 4. COMPETENCIA. FORO ESPECIAL OU PRIVILEGIADO. DISPOSICOES LEGAIS E CONSTITUCIONAIS. Agravo de Instrumento AG 592139141 RS (TJ-RS) Guido Waldemar Welter... JUDICIAL. FORO COMPETENTE. 3. EXCECAO DE INCOMPETENCIA. DIVÓRCIO. FORO DO DOMICILIO DO CONJUGE

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20130020078333 DF 0008655-38.2013.8.07.0000 (TJ-DF)

Data de publicação: 08/07/2013

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA. ANULAÇÃO DE CASAMENTO. DECLINAÇÃO. FORO PRIVILEGIADO DA MULHER. 1. NOS TERMOS DO QUE DISPÕE O ART. 100 , INC. I , DO CPC , CORRE NO DOMICÍLIO DA MULHER A AÇÃO DE ANULAÇÃO DE CASAMENTO. O QUE IMPORTA PARA INCIDÊNCIA DESTA REGRA É AFERIR A CIDADE ATUAL DE RESIDÊNCIA DA CÔNJUGE VIRAGO. 2. AGRAVO DE INSTRUMENTO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

TJ-PA - APELACAO CIVEL AC 199330000913 PA 1993300-00913 (TJ-PA)

Data de publicação: 24/11/2004

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE CONVERSÃO DE SEPARAÇÃO JUDICIAL EM DIVÓRCIO - PRELIMINAR DE INTEMPESTIVIDADE - INACOLHIDA FORO PRIVILEGIADO DA MULHER - ARTIGO 100 , I , DO CPC - IMPROCEDENTE - APLICAÇÃO DO ARTIGO 97 CPC - IMPROCEDENTE - CORRETA A APLICAÇÃO DO ARTIGO 94 , § 2º DO CPC - FACULTADO AO AUTOR AJUIZAR AÇÃO EM SEU DOMICÍLIO. 1 - INÍCIO DA CONTAGEM DO PRAZO DEU-SE EM 16.12.92, EM RAZÃO DE RECESSO FORENSE, TAL PRAZO FOI INTERROMPIDO, PASSANDO A CORRER A PARTIR DE 05.01.94, E O APELANTE INT...

TJ-MG - Agravo de Instrumento Cv AI 10134130035568001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 24/07/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA - AÇÃO DE DIVÓRCIO - FORO PRIVILEGIADO - INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 100 , INCISO I , DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL . - De acordo com o artigo 100 , inciso I , do Código de Processo Civil , a competência para conhecer, processar e julgar a ação de separação dos cônjuges e a conversão desta em divórcio, e para a anulação de casamento é do foro do domicílio da esposa. - Não viola a Constituição de 1988 a atribuição de competência ao foro da residência da mulher para a ação de divórcio, pois, na verdade, apesar da nova ordem constitucional haver realçado a isonomia entre os sexos, não trouxe para o sistema jurídico processual inovação substancial.

TJ-RJ - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 217065420118190000 RJ 0021706-54.2011.8.19.0000 (TJ-RJ)

Data de publicação: 17/05/2011

Ementa: DECISÃO MONOCRÁTICA. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. DIREITO DE FAMÍLIA. DIVÓRCIO CONSENSUAL. COMPETÊNCIA. FORO PRIVILEGIADO DA MULHER. FACULDADE. Mesmo considerando vigente a regra do art. 100 , I , do CPC , o privilégio concedido à mulher é uma faculdade, que não necessita ser obrigatoriamente exercida, desde que respeite o princípio do juiz natural. Partes anuíram que seria mais útil ajuizar a demanda de divórcio consensual no domicílio do cônjuge varão, também competente para apreciar a demanda, não sendo correto, assim, o declínio em razão da competência funcional regional do foro do domicílio da ex-esposa, que abriu mão do privilégio ao ingressar com no juízo do domicílio do varão. Precedentes do TJ/RJ. Decisão cassada. Provimento do recurso, na forma do art. 557 , § 1º-A , do CPC .

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