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Jusbrasil - Jurisprudência
30 de setembro de 2016

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TJ-RJ - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 00129517020138190000 RJ 0012951-70.2013.8.19.0000 (TJ-RJ)

Data de publicação: 24/10/2013

Ementa: Trata-se de agravo de instrumento interposto por ANA PAULA DA SILVA LIMA contra decisão do Juízo da 6ª Vara Cível de Madureira, nos autos de ação indenizatória, que indeferiu a penhora das contas dos sócios da primeira agravada (ELETRÔNICA GIRIMUM LTDA), porque não houve desconsideração da personalidade jurídica. A agravante alega que as empresas foram condenadas, solidariamente, por sentença transita em julgado, ao pagamento de indenização por danos morais e materiais. Diz que, iniciada a fase de cumprimento de sentença, houve três tentativas infrutíferas de penhorar a conta bancária da primeira agravada - Eletrônica Girimum Ltda. Afirma que há notícias do encerramento irregular da empresa. Acentua que por mais de uma vez formulou o requerimento de desconsideração da personalidade jurídica, pedido não apreciado pelo Juízo a quo. Quanto à segunda agravada, Gradiente eletrônica, acentua que a execução está suspensa, porque decretada a falência da empresa. Requer a penhora on line das contas bancárias dos sócios. É o relatório. Como se extrai do conteúdo da decisão agravada, o requerimento de desconsideração da personalidade jurídica foi indeferido. No mérito, estou convencido de que a decisão deve ser reformada. A relação entre as partes é de consumo. Desse modo, tem incidência o artigo 28 , § 5º do Código de Defesa do Consumidor , que consagra a denominada ¿Teoria Menor¿ e autoriza a desconsideração quando a personalidade jurídica for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento dos prejuízos causados aos consumidores. ¿Art. 28 . O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração. (.) § 5º Também poderá ser desconsiderada...

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20150020244693 (TJ-DF)

Data de publicação: 17/12/2015

Ementa: PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURIDICA. IMPOSSIBILIDADE. REQUISITOS LEGAIS NÃO PREENCHIDOS. DECISÃO MANTIDA. I - Não restaram comprovados indícios suficientes de fraude ou má-fé dos sócios ou administradores na condução das atividades da cooperativa, mormente no momento da realização do negócio jurídico do qual se originou o crédito da parte exequente. II- Em face da Teoria Menor da Desconsideração da Personalidade Jurídica, adotada pelo Direito Consumerista e mais favorável ao requerente, tenho que o abuso de direito, o excesso de poder, a infração da lei, a falência, o estado de insolvência, o encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração, e a violação dos estatutos e/ou contrato social da empresa, também não foram cabalmente demonstrados. II- Recurso conhecido, e não provido.

TJ-AL - Agravo de Instrumento AI 08036588020148020000 AL 0803658-80.2014.8.02.0000 (TJ-AL)

Data de publicação: 18/01/2016

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE EXECUÇÃO. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. EMPRESA QUE NÃO FAZIA PARTE DA AÇÃO DE COBRANÇA, NEM DA POSTERIOR AÇÃO EXECUTIVA. PENHORA DE VEÍCULOS DE PROPRIEDADE DESTA EMPRESA, PARA FINS DE SATISFAZER O DÉBITO OBJETO DA EXECUÇÃO QUE TEM COMO DEVEDORES AS PESSOAS FÍSICAS DOS AGRAVANTES. IMPOSSIBILIDADE. DECISÃO QUE MERECE REFORMA. 1-A desconsideração da personalidade jurídica, nos termos do art. 34 da Lei 12.529/2011, é medida que se impõe ante as irregularidades e abusos praticados pela própria pessoa jurídica, em face da ordem econômica ou "quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração". 2-Referido instituto permite, em situações excepcionais, que os bens dos sócios sejam atingidos em face das dívidas contraídas pela empresa. Mas, o direito brasileiro prevê, ainda, a sua forma inversa, em que, de modo contrário, a desconsideração da personalidade propriamente dita visa atingir o ente coletivo e seu patrimônio social, de maneira a responsabilizar a própria pessoa jurídica por obrigações do sócio controlador, o que não é o caso dos autos. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

TRT-1 - AGRAVO DE PETICAO AP 41901 RJ 00419-01 (TRT-1)

Data de publicação: 08/10/2001

Ementa: FALÊNCIA - DESPERSONALIZAÇÃO DO EMPREGADOR. TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DO EMPREGADOR. FALÊNCIA - NÃO PODE A QUEBRA SER �"BICE À APLICAÇÃO DA TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DO EMPREGADOR ANTE EXPRESSA PREVISÃO LEGAL DE INCIDÊNCIA QUANDO HOUVER FALÊNCIA, ESTADO DE INSOLVÊNCIA, ENCERRAMENTO OU INATIVIDADE DA PESSOA JURÍDICA PROVOCADOS POR MÁ ADMINISTRAÇÃO (ART. 28 DA LEI N. 8.078/90).

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20150020249883 (TJ-DF)

Data de publicação: 29/03/2016

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. RELAÇÃO CONSUMERISTA. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS LEGAIS. INDEFERIMENTO. 1. Embora o § 5º do art. 28 do Código de Defesa do Consumidor disponha sobre a possibilidade de aplicação da disregard doctrin à empresa “sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores”, e ainda que se considere como consumerista a relação travada entre as partes, diante da inexistência de provas de “abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social (...) falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração”, requisitos previstos no caput do art. 28 , incabível a pleiteada desconsideração da personalidade jurídica. 2. Ainexistência de bens passíveis de penhora não serve como fundamento para o deferimento da medida extrema que é a desconsideração da personalidade jurídica, a fim de atingir os bens particulares dos seus sócios. 3. Recurso não provido.

TJ-DF - Agravo de Instrumento AGI 20130020124479 DF 0013282-85.2013.8.07.0000 (TJ-DF)

Data de publicação: 30/07/2013

Ementa: EXECUÇÃO. CONSUMIDOR. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. CONSOANTE ART. 28 , § 5º , DO CDC , O JUIZ PODERÁ DESCONSIDERAR A PERSONALIDADE JURÍDICA DA SOCIEDADE QUANDO, EM DETRIMENTO DO CONSUMIDOR, HOUVER ABUSO DE DIREITO, EXCESSO DE PODER, INFRAÇÃO DA LEI, FATO OU ATO ILÍCITO OU VIOLAÇÃO DOS ESTATUTOS OU CONTRATO SOCIAL. A DESCONSIDERAÇÃO TAMBÉM SERÁ EFETIVADA QUANDO HOUVER FALÊNCIA, ESTADO DE INSOLVÊNCIA, ENCERRAMENTO OU INATIVIDADE DA PESSOA JURÍDICA PROVOCADOS POR MÁ ADMINISTRAÇÃO. POR FIM, TAMBÉM PODERÁ SER DESCONSIDERADA A PESSOA JURÍDICA SEMPRE QUE SUA PERSONALIDADE FOR, DE ALGUMA FORMA, OBSTÁCULO AO RESSARCIMENTO DE PREJUÍZOS CAUSADOS AOS CONSUMIDORES. AGRAVO NÃO PROVIDO.

TRT-5 - ACAOPENAL AP 433009219955050011 BA 0043300-92.1995.5.05.0011 (TRT-5)

Data de publicação: 10/06/2011

Ementa: DESPERSONALIZAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA - EX-SÓCIO - "O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração". Artigo 28 da Lei nº 8.078 /90.

TRT-2 - AGRAVO DE PETICAO AP 00003934020135020372 SP 00003934020135020372 A28 (TRT-2)

Data de publicação: 06/02/2015

Ementa: FALÊNCIA DO DEVEDOR PRINCIPAL. DIRECIONAMENTO DO EXECUTIVO TRABALHISTA CONTRA O DEVEDOR SUBSIDIÁRIO SEM A NECESSIDADE DE SE ESTABELECER ORDEM DE PREFERÊNCIA. POSSIBILIDADE. 1. Consoante sentença de mérito transitada em julgado, a agravante se beneficiou diretamente da força de trabalho do reclamante, atraindo a aplicação da Súmula 331, IV, do TST, que preconiza a responsabilidade subsidiária da empresa tomadora de serviços pelos créditos trabalhistas. O responsável subsidiário tem o dever de arcar com o pagamento de todas as parcelas devidas ao obreiro. 2. Aliás, na esteira deste raciocínio, preconiza o Código Consumerista, em seu art. 28, de aplicação subsidiária ao processo do trabalho (art. 769 da CLT), constando-se que o devedor principal não apresenta força financeira capaz de suportar a execução, equiparando-se a tal situação, por presunção legal, o caso de falência (conforme hipótese dos autos), estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração, autoriza-se o redirecionamento da execução em face do responsável subsidiário. 3. Nesse contexto, mostra-se inconcebível a tese recursal de condicionar o redirecionamento do executivo trabalhista ao prévio exaurimento da via executiva contra o reus debendi principal, quando evidenciada na casuística a falência deste. Tal medida atentaria contra os princípios da celeridade, da máxima efetividade da execução trabalhista, de crucial importância na seara trabalhista, e contra o direito do credor trabalhista ao recebimento do crédito integral, cuja natureza é eminentemente alimentar. 4. De tudo isso aflora inequívoco que, restando frustrada a execução pela falência do reus debendi principal, reputa-se plenamente cabível seu redirecionamento contra o devedor subsidiário, sem a necessidade de se estabelecer ordem de preferência, à luz dos princípios e legislação aplicáveis à espécie, e com supedâneo na jurisprudência trabalhista. 5. Agravo de petição improvido, mantendo...

TRT-2 - AGRAVO DE PETICAO AP 00010031320115020005 SP 00010031320115020005 A28 (TRT-2)

Data de publicação: 22/01/2015

Ementa: FALÊNCIA DO DEVEDOR PRINCIPAL. DIRECIONAMENTO DO EXECUTIVO TRABALHISTA CONTRA O DEVEDOR SUBSIDIÁRIO SEM A NECESSIDADE DE SE ESTABELECER ORDEM DE PREFERÊNCIA. POSSIBILIDADE. 1. Consoante sentença de mérito transitada em julgado, a agravante se beneficiou diretamente da força de trabalho do reclamante, atraindo a aplicação da Súmula 331, IV, do TST, que preconiza a responsabilidade subsidiária da empresa tomadora de serviços pelos créditos trabalhistas. O responsável subsidiário tem o dever de arcar com o pagamento de todas as parcelas devidas ao obreiro. 2. Aliás, na esteira deste raciocínio, preconiza o Código Consumerista, em seu art. 28, de aplicação subsidiária ao processo do trabalho (art. 769 da CLT), constando-se que o devedor principal não apresenta força financeira capaz de suportar a execução, equiparando-se a tal situação, por presunção legal, o caso de falência (conforme hipótese dos autos), estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração, autoriza-se o redirecionamento da execução em face do responsável subsidiário. 3. Nesse contexto, mostra-se inconcebível a tese recursal de condicionar o redirecionamento do executivo trabalhista ao prévio exaurimento da via executiva contra o reus debendi principal, quando evidenciada na casuística a falência deste. Tal medida atentaria contra os princípios da celeridade, da máxima efetividade da execução trabalhista, de crucial importância na seara trabalhista, e contra o direito do credor trabalhista ao recebimento do crédito integral, cuja natureza é eminentemente alimentar. 4. De tudo isso aflora inequívoco que, restando frustrada a execução pela falência do reus debendi principal, reputa-se plenamente cabível seu redirecionamento contra o devedor subsidiário, sem a necessidade de se estabelecer ordem de preferência, à luz dos princípios e legislação aplicáveis à espécie, e com supedâneo na jurisprudência trabalhista. 5. Agravo de petição improvido, mantendo...

TRT-2 - AGRAVO DE PETIÇÃO EM RITO SUMARÍSSIMO AP 00509003420095020052 SP 00509003420095020052 A20 (TRT-2)

Data de publicação: 14/03/2014

Ementa: DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. EXECUÇÃO DIRIGIDA EM FACE DO SÓCIO. Nesta Justiça Especializada prevalece a teoria da desconsideração da personalidade jurídica da empresa, isso porque os sócios são os responsáveis pela sua atuação e gerenciamento, não podendo limitar-se apenas a auferir as vantagens provenientes desta administração e, em caso de débitos trabalhista da empresa-empregadora se escudar no manto da personalidade jurídica própria da reclamada. O artigo 50 do Código Civil e o art. 28 da Lei 8078 /90 prevêem, expressamente, tal possibilidade. Portanto, no caso de dificuldades econômicas da empresa-reclamada, de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica respondem os sócios e até ex-sócios, com seu patrimônio pessoal. Tratando-se de responsabilidade patrimonial, desnecessário que o sócio componha o pólo passivo na fase de conhecimento. Durante a execução, foi dada plena oportunidade ao agravante de exercer o contraditório e a ampla defesa, inexistindo qualquer ofensa ao art. 5o ., incisos LIV e LV da CF/88 e demais dispositivos por ele invocados. Recurso ao qual se nega provimento.

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