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JusBrasil - Jurisprudência
20 de dezembro de 2014

TJ-SC - Apelação Cível AC 455161 SC 2009.045516-1 (TJ-SC)

Data de publicação: 06/10/2010

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. ACIDENTE DE TRABALHO. REVELIA. NOMEAÇÃO DE CURADOR ESPECIAL AO RÉU CITADO POR EDITAL. CONTESTAÇÃO QUE, MESMO INTEMPESTIVA, NÃO IMPLICA CONTUMÁCIA NEM APLICAÇÃO DE SEUS EFEITOS. PRAZO IMPRÓPRIO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA ACOLHIDA EM PRIMEIRO GRAU. MANTIDA A EXCLUSÃO DE UM DOS RÉUS DO POLO PASSIVO DA DEMANDA. REFORMA DA SENTENÇA APENAS PARA INCLUIR NA BASE DE CÁLCULO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS O VALOR DA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. O prazo para que o curador especial apresente defesa em nome do réu revel, citado por edital, é impróprio. Logo, ainda que sua contestação seja serôdia, não se pode aplicar ao réu a pena de revelia. Provada a absoluta falta de participação de um dos réus na produção do evento danoso, correta está a sentença extintiva do processo, relativamente a ele, por carência de ação, em face de sua ilegitimidade passiva. "Nas ações de indenização por danos decorrentes da morte em acidente de trânsito, a base de cálculo dos honorários advocatícios inclui as verbas fixas (danos emergentes e danos morais), mais as parcelas vencidas e doze das prestações mensais vincendas relativas ao pensionamento mensal" (Desembargador Eládio Torret Rocha).

TJ-MS - Agravo AGV 10240 MS 2005.010240-2 (TJ-MS)

Data de publicação: 21/11/2005

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXCLUSÃO DE UM DOS RÉUS DO PÓLO PASSIVO DA DEMANDA - ACOLHIMENTO DA PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA PELO MAGISTRADO - INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE - RÉ QUE NÃO DEU CAUSA À INSTAURAÇÃO DO PROCESSO CONTRA ELA - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DEVIDOS - FIXAÇÃO EXCESSIVA - AJUSTAMENTO CONSOANTE APRECIAÇÃO EQÜITATIVA - ART. 20 , §§ 3º E 4º , DO CPC - RECURSO PROVIDO. Não há falar em aplicação do princípio da causalidade e por conseqüência no não-cabimento da condenação em honorários advocatícios, quando pelos elementos contidos nos autos é possível aferir que a ré não deu causa à instauração do processo contra ela. O arbitramento excessivo fixado a título de honorários advocatícios deverá ser ajustado consoante apreciação eqüitativa, atendidos o grau de zelo do profissional, o lugar da prestação do serviço e a natureza e a importância da causa, o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu serviço, conforme disciplinam os parágrafos 3º e 4º do art. 20 do Código de Processo Civil .

TJ-SP - Agravo de Instrumento AI 990102280110 SP (TJ-SP)

Data de publicação: 08/09/2010

Ementa: Agravoinstrumento prestação de serviços - ação de rescisão contratual cumulada com restituição dos valores pagos fundada em contrato de empreitada - decisão que determina a exclusão de um dos réus do pólo passivo da demanda e indefere a tomada de depoimentos pessoais - inconformismo do autor - não há de permanecer demandado no pólo passivo da demanda, se o que quer o demandante é rescindir contrato de empreitada que aquele não firmou e sim sua firma individual, esta que inclusive se propusera a projetar a execução de uma loja que constituiu o

TJ-SP - Embargos de Declaração ED 990093183242 SP (TJ-SP)

Data de publicação: 07/04/2010

Ementa: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - Omissão - Reconhecimento- Questão da exclusão de um dos réus do pólo passivo da demanda não enfrentada - Atribuição do efeito modificativo -Cabimento neste caso - Condições da ação que devem ser analisadas à luz das afirmações esposadas na inicial -Possibilidade, em tese, de responsabilização daquele que foi excluído da lide - Permanência de ambos os réus no pólo passivo da demanda determinada - Embargos acolhidos para esse fim.

TJ-RJ - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 00112218720148190000 RJ 0011221-87.2014.8.19.0000 (TJ-RJ)

Data de publicação: 03/04/2014

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE COBRANÇA. SEGURO DPVAT . DEMANDA AJUIZADA EM VARA DE FAZENDA PÚBLICA, TENDO COMO RÉUS SEGURADORA E ESTADO DO RIO DE JANEIRO. ALEGAÇÃO DE QUE SE MOSTRA DEVIDA A INCLUSÃO DO ENTE ESTADUAL EM RAZÃO DE O LAUDO ELABORADO PELO IML ESTAR INCOMPLETO, O QUE GERARIA O SEU INSUCESSO NA DEMANDA. DECISÃO AGRAVADA QUE DETERMINOU A EXCLUSÃO DO ERJ DO POLO PASSIVO E DECLINOU PARA VARA CÍVEL COMPETENTE. MANUTENÇÃO DO DECISUM. 1. Apesar de ter sido administrativamente negado o pagamento do seguro DPVAT ao autor, esta resposta, seja por qual justificativa for, não tem o condão de afastar o seu direito de ação em requerer a verba indenizatória. 2. Desta forma, ainda que o fundamento da negativa fosse o fato de o laudo elaborado pelo IML estar supostamente incompleto, em nada influenciará no julgamento do feito. Até porque, conforme muito bem ressaltado pelo magistrado de 1º grau, com a judicialização da questão, não caberá ao IML a elaboração de novo laudo. Um perito nomeado pelo Juízo analisará a incapacidade do demandante e, a partir desses elementos, poderá o magistrado julgar a lide e deferir ou não o pedido inicial. 3. A questão, portanto, deverá ser resolvida entre o autor e a seguradora, independentemente de qualquer laudo elaborado por servidor público do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual merece ser mantida a decisão agravada. RECURSO A QUE SE NEGA SEGUIMENTO, NA FORMA DO ART. 557 , CAPUT, DO CPC .

TJ-RJ - RECURSO INOMINADO RI 00472706120138190001 RJ 0047270-61.2013.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 31/10/2013

Ementa: Negativação do nome da autora pelo Banco Itaucard. Demanda proposta em face de Banco Itaú. Sentença que julgou improcedente os pedidos em razão desse fato. Recurso do autor para reforma total do julgado. Necessidade de reforma. Provimento do recurso. Afirma o autor/recorrente que seu nome foi negativado pela instituição financeira ré por dívida que desconhece. Requer antecipação de tutela para exclusão de seu nome junto aos cadastros restritivos de crédito; declaração de inexistência de dívida e compensação por danos morais. O réu Banco Itaú tem legitimidade para figurar no pólo passivo, porque, faz parte do mesmo conglomerado econômico que o Banco Itaucard. De qualquer modo, o próprio réu sustenta, na contestação, que o autor firmou com ele contrato de financiamento. Logo, reconhece sua legitimidade para figurar nesta demanda. Quanto à restrição do nome do autor, é indevida, uma vez que, inexiste nos autos qualquer comprovação por parte do réu acerca da origem do débito. Diante do exposto, voto no sentido de conhecer e dar provimento ao recurso para reformar a sentença e JULGAR PROCEDENTES OS PEDIDOS para: 1) declarar a inexistência da dívida objeto da negativação; 2)condenar o réu/recorrido a pagar ao autor a quantia de R$ 7.000,00 (sete mil reais) a título de danos morais, com correção monetária e juros de mora de 1% ao mês desta data até o efetivo pagamento. Determino ainda que seja oficiado ao SERASA para exclusão do nome do autor pelo débito questionado. Condeno o recorrido nas custas e honorários de advogado de 20% sobre o valor da condenação.

TJ-SP - Apelação APL 991080631616 SP (TJ-SP)

Data de publicação: 29/12/2009

Ementa: APELAÇÃO - AÇÃO DE CANCELAMENTO DE PROTESTO CUMULADO COM INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS -EXCLUSÃO DA LIDE DO BANCO MANDATÁRIO-ENDOSSATÁRIO DO TÍTULO QUITADO, INDEVIDAMENTE PROTESTADO -CONDENAÇÃO EXCLUSIVAMENTE DA CO-RÉ SACADORA DA DUPLICATA - PRETENSÃO DA CO-RÉ SUCUMBENTE À REFORMA DA SENTENÇA EXCLUSIVAMENTE PARA QUE O BANCO CO-RÉU SEJA REINCLUÍDO NO POLO PASSIVO DA DEMANDA, E CONDENADO SOLIDARIAMENTE - AUSÊNCIA DE INTERESSE RECURSAL CARACTERIZADO - O co-réu condenado ao pagamento de dano moral em ação indenizatória não tem legitimidade e interesse recursal para discutir a responsabilização do litisconsorte passivo facultativo excluído da lide na sentença - Inteligência do art. 499 do Código de Processo Civil . Recurso não conhecido.

TJ-SC - Apelação Cível AC 585265 SC 2011.058526-5 (TJ-SC)

Data de publicação: 06/10/2011

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CAUTELAR INOMINADA. INDEFERIMENTO DA EXORDIAL. AUTORES QUE FORMULARAM PEDIDOS DE CONSTRIÇÃO DE BENS E VALORES CONTRA TERCEIROS (ESTRANHOS À LIDE), E NÃO CONTRA OS PRETENSOS RÉUS. LIMINAR EQUIVOCADAMENTE DEFERIDA. EXISTÊNCIA DE DESPACHO ANTERIOR À SENTENÇA , REVOGANDO A LIMINAR E OPORTUNIZANDO A EMENDA À INICIAL, PARA QUE OS AUTORES REGULARIZASSEM OS PEDIDOS E AS PARTES, DE ACORDO COM OS FATOS NARRADOS NA PEÇA VESTIBULAR. MANIFESTAÇÃO DA PARTE AUTORA QUE SE LIMITOU AO PLEITO DE INCLUSÃO DE UMA EMPRESA, CONTRA A QUAL FOI FORMULADO PEDIDO DE CONSTRIÇÃO, NO POLO PASSIVO DA DEMANDA. AUSÊNCIA, TODAVIA, DE PEDIDO DE SUBSTITUIÇÃO DAS PARTES, DE INCLUSÃO DA OUTRA EMPRESA MENCIONADA NA EXORDIAL E DE EXCLUSÃO DOS RÉUS INDEVIDOS. VÍCIO PARCIALMENTE SANADO. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO A TEMPO E MODO OPORTUNOS. INAPLICABILIDADE DO ARTIGO 264 DO CÓDIGO CIVIL , ANTE A AUSÊNCIA DE CITAÇÃO DOS LITIGANTES. EXISTÊNCIA DE INTIMAÇÃO APENAS DA EMPRESA CONTRA A QUAL A LIMINAR DE CONSTRIÇÃO FOI DESTINADA, QUE NÃO ERA PARTE INTEGRANTE DA DEMANDA, E QUE POSTERIORMENTE FOI FORMULADO PEDIDO DE INCLUSÃO PELA PARTE AUTORA. PRECLUSÃO RECONHECIDA. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. "A preclusão indica perda da faculdade processual, pelo seu não uso dentro do prazo peremptório previsto pela lei (preclusão temporal), ou, pelo fato de já havê-la exercido (preclusão consumativa), ou, ainda, pela prática de ato incompatível com aquele que se pretende exercitar no processo (preclusão lógica)" (Nelson Nery Junior e Rosa Maria Andrade Nery).

STJ - Ag 1303939 (STJ)

Data de publicação: 08/09/2010

Decisão: contra CROWLEY AMERICAN TRANSPORT INC E OUTROS, determinou a exclusão de alguns dos réus do pólo...-se a excluir do pólo passivo da re (fls. 244/244v) lação processual, por carência, as rés Cranford... de decisão que determina a exclusão de alguns dos indicados no pólo passivo. Inadmissibilidade...

TJ-RJ - RECURSO INOMINADO RI 00099281520138190066 RJ 0009928-15.2013.8.19.0066 (TJ-RJ)

Data de publicação: 29/07/2014

Ementa: VOTO Cobrança de cheques sustados, com inclusão do nome do consumidor em cadastros restritivos de crédito. Ausência de prevalência da autonomia do título de crédito no caso vertente vez que o próprio contrato de fls. 11/13 indica que haverá financiamento do contrato por intermédio da instituição financeira ré. Ré que não pode, destarte, alegar desvinculação com o negócio jurídico originário, eis que trabalhava em sistema de parceria comercial com a prestadora do serviço. Solidariedade. Descumprimento do contrato originário que inibe o direito da ré em efetuar a cobrança dos títulos. Ato de cobrança que, praticado pela ré, a torna parte legítima para figurar no pólo passivo da demanda. Ação corretamente direcionada. Parte ré legítima para figurar no pólo passivo. Preliminar superada. Aplicação do artigo 515, §3º, do Código de Processo Civil. Julgamento imediato do mérito. Envolvimento da ré no negócio jurídico originário que impede a cobrança ante o descumprimento do contrato e sustação dos cheques. Exclusão do nome do autor dos cadastros restritivos de crédito devida. Danos morais presentes, decorrentes da indevida restrição gerada para o consumidor em razão da flagrante falha do fornecedor, o que gera inequívoco aborrecimento e abalo emocional. Indenização a ser fixada com base nos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade em R$ 10.000,00 (dez mil reais), com o que atinge os objetivos reparatório, punitivo e pedagógico visados pela verba. Sentença que se reforma para julgar procedente em parte o pedido. Vistos, etc. Pelas razões expendidas na ementa supra, VOTO no sentido de ser conhecido o recurso para, no mérito, dar-lhe provimento e reformar a sentença, para ( a ) condenar a(o) ré(u) a pagar ao(à) autor(a) R$ 10.000,00 (dez mil reais), importância esta a ser corrigida monetariamente e acrescida de juros legais, a contar da intimação desta sentença via DOE, e ( b ) determinar que a(o) ré(u), em dez dias, a contar da intimação desta sentença, exclua o nome ao(à) autor(a) dos cadastros de inadimplentes, em especial do SPC e SERASA, sob pena de multa diária de R$ 100,00 (cem reais), comprovando a exclusão nos autos. A multa ora fixada incidirá pelo prazo máximo de 100 (cem) dias, após o que os autos serão sujeitos a nova decisão para fixação de nova multa ou conversão da obrigação de fazer em perdas e danos. Sem condenação em custas ou honorários eis que acolhido o recurso. Rio de Janeiro, 11 de março de 2014 PAULO MELLO FEIJÓ Juiz de Direito - Relator PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1ª TURMA RECURSAL CÍVEL Processo nº 0009928-15.2013.8.19.0066 Recorrente: Caarlos Roberto Egídio Recorrido: Aymoré Crédito, Fin. e Inv. S.A. Fls. 1 / 2...

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