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JusBrasil - Jurisprudência
01 de novembro de 2014

TRF-3 - APELAÇÃO CIVEL 795795 AC 16612 SP 2002.03.99.016612-6 (TRF-3)

Data de publicação: 24/01/2007

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. EXTINÇÃO DO PROCESSO EM RELAÇÃO A UM DOS RÉUS. DECISÃO DE NATUREZA INTERLOCUTÓRIA. CABIMENTO DO RECURSO DE AGRAVO. APELAÇÃO QUE SE CONHECE NOS TERMOS DO ART. 515 , § 3º , DO CPC . ESTABELECIMENTO HOSPITALAR. COBRANÇA DE VALORES CORRESPONDENTES A INTERNAÇÕES HOSPITALARES PELO S.U.S. BLOQUEIO DE PARTE DOS VALORES PRETENDIDOS. ALEGAÇÃO DE EMISSÃO EXCESSIVA DE AIH'S. LEGITIMIDADE PASSIVA DA UNIÃO. CONDUTA LÍCITA. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. 1. Conforme doutrina e jurisprudência, é cabível recurso de agravo contra decisão que, à guisa de sentença, extingue a ação em relação a um dos réus, por ilegitimidade passiva, e determina o prosseguimento em relação ao outro, denotando clara natureza interlocutória. 2. Apelação que se conhece por aplicação do art. 515 , § 3º , do CPC , visto que a solução do mérito não depende de dilação probatória. 3. Bloqueio parcial de valores devidos a hospital por internações pelo SUS (Sistema Único de Saúde). 4. Legitimidade passiva da União, verificado que o bloqueio partiu dela. 5. Embora a União funcione como macro-gestora do SUS, tem autorização legal para determinar o bloqueio das verbas que destina a Estados e Municípios, diante da eventual inobservância dos parâmetros estabelecidos para a sua aplicação. 6. Apelação parcialmente procedente, para reconhecer a legitimidade passiva da União. 7. No mérito, pedido que se julga improcedente.

TRF-3 - APELAÇÃO CIVEL AC 16612 SP 2002.03.99.016612-6 (TRF-3)

Data de publicação: 06/12/2006

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. EXTINÇÃO DO PROCESSO EM RELAÇÃO A UM DOS RÉUS. DECISÃO DE NATUREZA INTERLOCUTÓRIA. CABIMENTO DO RECURSO DE AGRAVO. APELAÇÃO QUE SE CONHECE NOS TERMOS DO ART. 515 , § 3º , DO CPC . ESTABELECIMENTO HOSPITALAR. COBRANÇA DE VALORES CORRESPONDENTES A INTERNAÇÕES HOSPITALARES PELO S.U.S. BLOQUEIO DE PARTE DOS VALORES PRETENDIDOS. ALEGAÇÃO DE EMISSÃO EXCESSIVA DE AIH'S. LEGITIMIDADE PASSIVA DA UNIÃO. CONDUTA LÍCITA. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. 1. Conforme doutrina e jurisprudência, é cabível recurso de agravo contra decisão que, à guisa de sentença, extingue a ação em relação a um dos réus, por ilegitimidade passiva, e determina o prosseguimento em relação ao outro, denotando clara natureza interlocutória. 2. Apelação que se conhece por aplicação do art. 515 , § 3º , do CPC , visto que a solução do mérito não depende de dilação probatória. 3. Bloqueio parcial de valores devidos a hospital por internações pelo SUS (Sistema Único de Saúde). 4. Legitimidade passiva da União, verificado que o bloqueio partiu dela. 5. Embora a União funcione como macro-gestora do SUS, tem autorização legal para determinar o bloqueio das verbas que destina a Estados e Municípios, diante da eventual inobservância dos parâmetros estabelecidos para a sua aplicação. 6. Apelação parcialmente procedente, para reconhecer a legitimidade passiva da União. 7. No mérito, pedido que se julga improcedente.

TRF-4 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 45115 RS 2003.04.01.045115-9 (TRF-4)

Data de publicação: 24/03/2004

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. SAÚDE PÚBLICA. INTERNAÇÃO HOSPITALAR PELO SUS. PAGAMENTO DA "DIFERENÇA DE CLASSE." ANTECIPAÇÃO DE TUTELA.REQUISITOS. - Ainda que existam precedentes do STF em sentido favorável à tese sustentada pela Agravante (vide AI nº 423402/RS, STF, Rel. Min.Nelson Jobim), admitindo a internação pelo SUS com pagamento da diferença de classe, não se pode ignorar que no caso em apreço revela-se questionável a utilização da ação civil pública interposta pela agravante na condição de substituta processual dos titulares de direitos individuais homogêneos (legitimação extraordinária), eventualmente rotulados como hipossuficientes.Evidentemente que tais argumentos não inviabilizam a tramitação na origem, muito menos induzem a qualquer prejulgamento da demanda, apenas retiram a possibilidade de deferimento do pedido na forma como postulado nas razões recursais, com o que entendo ausentes os requisitos do art. 273 do CPC .

Encontrado em: , AUTORIZAÇÃO, PAGAMENTO, DIFERENÇA, CLASSE, INTERNAÇÃO, HOSPITAL, SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS). AGRAVO

TJ-RS - Apelação Cível AC 70046675104 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 15/04/2013

Ementa: SUS. AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR. AIH. HOSPITAL CONVENIADO. GESTÃO DUPLA: ESTADUAL E MUNICIPAL. PAGAMENTO. INTERNAÇÃO HOSPITALAR. LEGITIMIDADE E OBRIGAÇÃO DO ESTADO E DO MUNICÍPIO. IRRELEVÂNCIA DO FATO DE NÃO TER EMITIDO A AIH (AUTORIZAÇÃO PARA INTERNAÇÃO HOSPITALAR). PROVA DOS AUTOS QUE DEMONSTRA A OCORRÊNCIA DA INTERNAÇÃO, DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS E DO VALOR. NEGARAM PROVIMENTO ÀS APELAÇÕES. (Apelação Cível Nº 70046675104, Segunda Câmara Cível - Serviço de Apoio Jurisdição, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Heleno Tregnago Saraiva, Julgado em 10/04/2013)

TJ-MG - Apelação Cível AC 10686130007673001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 22/09/2014

Ementa: AÇÃO CIVIL PÚBLICA. DIREITO À SAÚDE. SUS. INTERNAÇÃO HOSPITALAR. CIRURGIA. LISTA DE ESPERA. INTERFERÊNCIA INDEVIDA DO PODER JUDICIÁRIO. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. - Afora as emergências, de atendimento imediato, o SUS organiza o atendimento cirúrgico dos pacientes mediante lista de espera elaborada pela Central de Regulação do Estado, segundo a gravidade e a urgência do caso individual. - A falta de demonstração, de plano, da precedência da situação do paciente sobre a dos demais inscritos na lista de espera para atendimento, impede a antecipação dos efeitos da tutela pretendida, por ausência de prova inequívoca do alegado ( CPC , art. 273 ). - A simples desconsideração da lista de espera representa ingerência indevida do Poder Judiciário nos serviços específicos da Administração Pública. - Sentença reformada.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70046396370 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 03/04/2012

Ementa: SUS. AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR. AIH. HOSPITAL CONVENIADO. GESTÃO DUPLA: ESTADUAL E MUNICIPAL. PAGAMENTO. 1. Não é de se conhecer do agravo retido se não há pedido expresso para seu julgamento no recurso de apelação. 2. Em caso de hospital conveniado submetido à gestão dupla do serviço de saúde - estadual e municipal - o Estado do Rio Grande do Sul e o Município têm legitimidade para figurar no pólo passivo da ação de cobrança pelos serviços prestados. 3. De regra, o pagamento pelo Poder Público pelas internações hospitalares, no âmbito do SUS, depende da...

TRF-5 - ACR Apelação Criminal APR 200984010003740 (TRF-5)

Data de publicação: 02/05/2013

Ementa: PENAL. PROCESSUAL PENAL. ART. 171 , PARÁGRAFO 3º DO CP . ESTELIONATO CONTRA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. INDUÇÃO DO SUS A ERRO PELA EMISSÃO DE GUIAS DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR IDEOLOGICAMENTE FALSAS. PAGAMENTO, PELO SUS, DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES INEXISTENTES. AUTORIA E MATERIALIDADE DELITIVAS COMPROVADAS. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. INAPLICABILIDADE. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS FAVORÁVEIS. REDUÇÃO DA PENA-BASE. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. PRESCRIÇÃO RETROATIVA. 1. Apelação contra sentença que condenou o acusado à pena de 4 anos, 5 Meses e 10 dias de reclusão, além de 42 dias-multa, pela prática do delito tipificado no art. 171 , parágrafo 3º (estelionato qualificado), c/c o art. 71 (8 vezes), ambos do Código Penal . 2. A conduta do denunciado, médico de unidade hospitalar conveniada do SUS, consistiu em, no mês de janeiro de 2000, preencher Guias de Internamento Hospitalar com conteúdo ideologicamente falso, com a finalidade de auferir vantagem indevida, consistente no pagamento pelo SUS dos valores das internações hospitalares por ele falseadas. 3. A materialidade do estelionato restou devidamente comprovada pelos diversos documentos carreados aos autos, especialmente pelos documentos que instruíram as AIHs e pelo Relatório de Auditoria realizado pelo SUS, no qual foram constatadas diversas irregularidades, dentre as quais inexistência de internações, apesar de existirem os prontuários relativos aos mesmos (fls. 05/96 do Apenso I), corroborada pela harmônica prova testemunhal. 4. A autoria também é inconteste, uma vez que o acusado, na condição de médico plantonista, subscreveu os documentos ideologicamente falsos, pois os prontuários médicos com as indicações dos pacientes supostamente atendidos no nosocômio estavam assinados e com o carimbo do acusado. 5. Inaplicabilidade do princípio da insignificância ao caso, eis que o bem jurídico violado (o patrimônio público) repercute em desfavor da sociedade globalmente considerada, sendo irrelevante o valor do dano causado...

STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL AgRg no REsp 953820 RN 2007/0113223-5 (STJ)

Data de publicação: 26/02/2009

Ementa: ADMINISTRATIVO – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS – SISTEMA ESTADUAL DA SAÚDE PÚBLICA – PROGRAMA DE GESTÃO PLENA – AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR – AIH – REPASSE DE VERBA. 1. É inviável o agravo que deixa de atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada. Incidência, por analogia, da Súmula 182 do STJ. 2. Remanesce inatacado o fundamento de que o acórdão recorrido interpretou os dispositivos tidos por afrontados a partir da análise de situações fáticas. 3. O acórdão recorrido abriga fundamentos de índole constitucional e infraconstitucional. O agravante não cuidou de interpor o devido recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, de modo a incidir a jurisprudência sedimentada por meio da Súmula 126 deste Tribunal. Agravo regimental improvido

TJ-RS - Apelação Cível AC 70060079258 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 12/09/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PÙBLICO NÃO ESPECIFICADO. DIREITO À SAÚDE. INTERNAÇÃO HOSPITALAR DE URGÊNCIA. RESSARCIMENTO DE DESPESAS MÉDICAS E HOSPITALARES PARTICULARES EM RAZÃO DE NEGATIVA DE ATENDIMENTO PELA REDE PÚBLICA DO SUS. PROCESSUAL CIVIL. INDEFERIMENTO DA INICIAL POR ILEGITIMIDADE ATIVA. DESCABIMENTO. LEGITIMIDADE ATIVA RECONHECIDA. TEORIA DA ASSERÇÃO. SENTENÇA DESCONSTITUÍDA. 1. A análise das condições da ação, inclusive a legitimidade das partes, deve-se dar sob o prisma da teoria da asserção, segundo a qual abstratamente se verifica, conforme o alegado pela parte autora na petição inicial, sem adentrar no mérito da causa, a presença de tais condições. 2. Diante disso, ao menos em tese, a parte autora claramente expôs a situação fática e documentalmente demonstrou que participou de uma parcela dos pagamentos das despesas hospitalares de sua genitora, havendo legitimidade ativa e interesse processual para postular o ressarcimento de despesas médicas e hospitalares particulares de sua genitora, em razão de negativa de atendimento pela rede pública do SUS, por falta de disponibilidade. APELO PROVIDO. SENTENÇA DESCONSTITUÍDA. (Apelação Cível Nº 70060079258, Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Ricardo Torres Hermann, Julgado em 03/09/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70050545219 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 10/10/2012

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. SAÚDE PÚBLICA. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIÇOS DE INTERNAÇÃO PRESTADOS POR HOSPITAL CONVENIADO COM O SUS. AUTORIZAÇÕES DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR EXCEDENTES NÃO PAGAS PELO ESTADO. DESCABIMENTO. RESPONSABILIDADE DO ENTE PÚBLICO. I - O Estado resiste ao pagamento dos serviços prestados, por entender que as internações promovidas pela apelante apresentam irregularidades que impedem a concessão das AIHs. Contudo, deve o Estado ser condenado a pagar à Santa Casa os valores que indevidamente deixou de repassar apenas com relação aos casos em que a internação era...

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