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JusBrasil - Jurisprudência
25 de julho de 2014

STF - HABEAS CORPUS HC 53512 RJ (STF)

Data de publicação: 19/09/1975

Ementa: HABEAS CORPUS-PROCESSO SUMARIO. INEPCIA DA PORTARIA NÃO ATACADA ANTES DA SENTENÇA. PRECLUSAO. NÃO PODE ARGUIR NULIDADE QUEM LHE DEU CAUSA. INDEFERIMENTO DA ORDEM.

STF - HABEAS CORPUS HC 53512 RJ (STF)

Data de publicação: 19/09/1975

Ementa: HABEAS CORPUS-PROCESSO SUMARIO. INEPCIA DA PORTARIA NÃO ATACADA ANTES DA SENTENÇA. PRECLUSAO. NÃO PODE ARGUIR NULIDADE QUEM LHE DEU CAUSA. INDEFERIMENTO DA ORDEM.

TJ-RS - Recurso Cível 71003126695 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 14/11/2011

Ementa: AÇÃO DE COBRANÇA. LEGITIMIDADE ATIVA DA DEMANDANTE ANTE A DOCUMENTAÇÃO ACOSTADA. CERCEAMENTO DE DEFESA. AUSENTE PREJUÍZO À PARTE PELA AUSÊNCIA DE ADVOGADO. EM TENDO O REQUERIDO OPTADO POR LITIGAR SEM O PATROCÍNIO DE ADVOGADO, NÃO PODE, EM RAZÃO DO RESULTADO QUE LHE FOI DESFAVORÁVEL, ARGUIR NULIDADE PARA QUAL DEU CAUSA E NÃO HOUVE PREJUÍZO. DÍVIDA INCONTROVERSA. COBRANÇA LASTREADA EM DOCUMENTO ESCRITO E FIRMADO PELAS PARTES. INADIMPLÊNCIA MANIFESTA. SENTENÇA CONFIRMADA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. RECURSO DESPROVIDO. (Recurso Cível Nº 71003126695, Terceira Turma Recursal Cível,...

TJ-BA - Apelação APL 00595995220008050001 BA 0059599-52.2000.8.05.0001 (TJ-BA)

Data de publicação: 17/11/2012

Ementa: ,; nulidade do processo a partir da citação e prescrição do crédito tributário. Em resposta, o Município do Salvador arguiu a inadequação da via eleita pelo excipiente; contestou a alegação de nulidade do título executivo; defendeu a correta individualização do executado, a presunção de legitimidade da CDA e da citação, rechaçando, por fim, a tese de prescrição. Às fls. 48/49, adveio a sentença, que declarou a prescrição, extinguindo o processo, com resolução do mérito, nos termos do art. 269 , IV do CPC . Irresignado, o exequente interpôs recurso de apelação, aduzindo ofensa ao art. 219 , § 2º , do CPC e à Súmula 106 do STJ; ofensa ao art. 262 do CPC , por falta de impulso oficial, e violação ao art. 151 , III , do CTN , por configuração de causa de suspensão da exigibilidade do crédito tributário, obstativa ao transcurso do prazo prescricional. Contrarrazões oferecidas às fls. 62/69. Remetidos os autos a este Tribunal e distribuídos a esta Terceira Câmara Cível, coube-me, por sorteio, o encargo de relatá-los. É o relatório. Julgado extinto o processo, com apreciação do mérito, em face do reconhecimento da prescrição, o Município do Salvador recorreu. Não lhe assiste razão. O instituto da prescrição objetiva delimitar o curso dos embates judiciais, sendo razoável compreender que as lides não podem se eternizar, sob pena de ofensa à segurança jurídica e à paz social. Mais que isto, não se concebe que um processo tivesse curso, por mais de dez anos, sem que sequer viesse aos autos a localização do devedor, para que a relação processual pudesse se integralizar. Portanto, a r. sentença a quo, que reconhece a prescrição sem a prévia intimação do exequente, nos termos do art. 219 , § 5º , do CPC , não merece reparos. Os dados colhidos da análise destes autos permitem concluir que a constituição definitiva do crédito tributário se deu em 12/04/1995. Como não houve causa interruptiva ou suspensiva do prazo prescricional no quinquênio imediato (ação ajuizada antes do advento...

TJ-DF - HABEAS CORPUS HC 20030020006439 DF (TJ-DF)

Data de publicação: 23/04/2003

Ementa: HABEAS CORPUS. PACIENTE PRESA EM FLAGRANTE POR INFRAÇÃO AO ART. 171 DO CP (ESTELIONATO). IDENTIFICAÇÃO PERANTE A POLÍCIA E A JUSTIÇA COM NOME FALSO. INFORMAÇÕES QUANTO AO PROCESSO. 1. NÃO PODE ARGÜIR NULIDADE QUEM LHE DEU CAUSA (ART. 565 DO CPP ). NÃO CONSTITUI CONSTRANGIMENTO ILEGAL A SER REPARADO POR HABEAS CORPUS A DIFICULDADE DE A PACIENTE OBTER INFORMAÇÕES SOBRE O ANDAMENTO DO PROCESSO QUANDO É A ÚNICA RESPONSÁVEL POR ESTE FATO, JÁ QUE SE IDENTIFICOU COM OUTRO NOME PERANTE A AUTORIDADE POLICIAL, AO SER PRESA, FAZENDO COM QUE OS ATOS PROCESSUAIS QUE SE SEGUIRAM FOSSEM REGISTRADOS COM NOME FALSO. 2. OFERECIDA A DENÚNCIA NO QÜINQÜÍDIO LEGAL, INTERROGADA A PACIENTE E SE ENCONTRANDO O PROCESSO PENAL EM FASE ADIANTADA, COM POSSIBILIDADE DE ENCERRAMENTO ANTES DOS 81 DIAS, NÃO HÁ QUE SE FALAR EM EXCESSO DE PRAZO POR DEMORA NO OFERECIMENTO DA DENÚNCIA

TSE - Mandado de Segurança MS 4272 SC (TSE)

Data de publicação: 09/12/2009

Ementa: ¿[...] condenar os requeridos às penas de cassação do diploma e multa no valor de R$(dez mil reais) para cada um, por violação ao disposto no art. 41-A da Lei no 9.504 /97"(fl. 444). Quanto aos demais atos imputados aos representados, o juiz eleitoral concluiu pela ausência de potencialidade para influenciar o pleito no que concerne à distribuição de jornais e pela ausência de provas suficientes quanto aos itens ce d. E concluiu não haver vedação legal à contratação de estagiários no período imediatamente anterior às eleições. A coligação autora da ação opôs embargos de declaração (fl. 461), acolhidos para: a) declarar a nulidade dos votos dos cassados; b) comunicar a decisão ao Tribunal Regional e c) determinar ao Presidente da Câmara Municipal queassumisse o cargo de prefeito, em substituição, até a realização de nova eleição (fl. 465). 3. Antônio Carlos de Oliveira e Aníbal Brambila interpuseram recurso (fl. 466) e ação cautelar para emprestar efeito suspensivo a esse recurso, o que lhes foi concedido (fls. 502-503). 4. A coligação" Unidos por um Maracajá melhor "também interpôs recurso (fl. 508). 5. O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina manteve a sentença, em acórdão cuja ementa é a seguinte (fl. 648):"Recurso. Ação de investigação Judicial Eleitoral. Captação ilícita de sufrágio. Prova. Gravações ambientais realizadas sem o conhecimento de um dos interlocutores. Licitude. Gravações amparadas em prova testemunhal. Compra de votosconfigurada. Desnecessidade de potencialidade da conduta influenciar no resultado do pleito. Cassação de diploma. Efeitos imediatos. Recurso desprovido. Não constitui prova ilícita a gravação de conversa ambiental sem o conhecimento de um dos interlocutores. Comprovada por meio de gravações e depoimentos a compra de votos, devem ser cassados os diplomas do prefeito e do vice-prefeito que praticaram a conduta, independentemente da demonstração da potencialidade da conduta para influenciaro resultado do pleito. Recurso. Investigação...

Encontrado em: eleições não pode reduzir os prazos previstos na Lei Complementar no 64 /1990. Liminar deferida apenas.... Cassação dos diplomas do prefeito e do vice-prefeito eleitos em 2008. Não se vislumbram a liquidez

TJ-PR - Exceção de Suspeição EXSUSP 945328301 PR 945328-3/01 (Acórdão) (TJ-PR)

Data de publicação: 18/07/2013

Ementa: os limites da lide, na medida em que declarou nula a cláusula contratual, sem que houvesse pedido autoral nesse sentido.Contudo, tal tese não se sustenta. É que tal quadro não induz, de modo inexorável, nulidade da sentença.Em que pese a adstrição entre o julgado e o pedido pela nulidade de cláusula contratual não ter sido aventada, sendo que a causa de pedir compreende a obrigação de cobertura contratual para quimioterapia, tendo como fundamento não a nulidade dos dispositivos, mas a não-tipificação da situação de fato como hipótese da cláusula contratual que exclui o tratamento experimental, tem-se que a situação não configura tal desiderato.Isso porque o vício não invalida o ato, eis que a questão foi enfrentada de ofício, pois as normas contidas no CDC são de ordem pública conforme previsão do art. 1º , verbis: "o presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5º , inciso XXXII , J. S. FAGUNDES CUNHA DESEMBARGADOR 170 , inciso V , da Constituição Federal e art. 48 de suas Disposições Transitórias." Releve-se, por oportuno, que o próprio STJ já se pronunciou no sentido de que é válida a decretação de oficio de questões de ordem pública, pois transcendem o interesse e se sobrepõem até a vontade das partes:PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR , POSSIBILIDADE DE REVISÃO DO CONTRATO E DECLARAÇÃO "EX OFFICIO" DA NULIDADE DE CLÁUSULA NITIDAMENTE ABUSIVA. RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO.1. O Código de Defesa do Consumidor é norma de ordem pública, que autoriza a revisão contratual e a declaração de nulidade de pleno direito de cláusulas contratuais abusivas, o que pode ser feito até mesmo de ofício pelo Poder Judiciário.Precedente. (REsp.1.061.530/RS, afetado à Segunda Seção).2. Agravo regimental a que se nega provimento.(AgRg no REsp 334.991/RS, Rel. Ministro HONILDO AMARAL DE MELLO CASTRO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO J. S...

TRF-2 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 149464 RJ 2006.02.01.010596-5 (TRF-2)

Data de publicação: 12/03/2007

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INTRUMENTO. FGTS. ACORDO EXTRAJUDICIAL. ARGUIÇÃO DE NULIDADE. NOVA AÇÃO. LIMITES DA DECISÃO AGRAVADA. - Havendo celebração de acordo extrajudicial, onde se pressupõe tenha havido concordância das partes com suas cláusulas, o juiz da causa deve lhe dar homologação, para que produza seus efeitos jurídicos, encerrando a relação processual, sendo vedado a uma das partes, unilateralmente, argüir, nos próprios autos, descumprimento, ou arrependimento, ou mesmo lesão a seus interesses. É certo que pode haver nova lide em torno da transação, porém sua apreciação somente pode ocorrer em outra ação. - Mesmo na hipótese de adesão por meio eletrônico, não há falar em impossibilidade de homologação do acordo, vez que tal modalidade é admitida pelos Decretos nos 3.913 /2001 e 4.777 /2003, que regulamentaram a Lei Complementar nº 110 /2001, sendo certo que, havendo nos autos documentos que demonstram que foram efetuados saques das parcelas creditadas em na conta de FGTS, com base na referida Lei Complementar, reforça-se a presunção que foi efetivada a adesão ao acordo nela previsto. - Agravo improvido.

Encontrado em: (FGTS) ,ACORDO EXTRAJUDICIAL ,ARGÜIÇÃO DE NULIDADE ,LEI COMPLEMENTAR . AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 149464

TRF-2 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 145493 RJ 2006.02.01.003224-0 (TRF-2)

Data de publicação: 26/01/2007

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INTRUMENTO. FGTS. AUSÊNCIA DE PROCURAÇÃO DE UM DOS AGRAVADOS. INSUFICIÊNCIA DE INSTRUÇÃO NÃO CONFIGURADA. ACORDO EXTRAJUDICIAL. RECONHECIMENTO DE NULIDADE. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE NOVA AÇÃO. - É certo que, sendo vários os agravados, cumpre à parte agravante, na forma do disposto no artigo 525 , I , do CPC , juntar aos autos, na formação do instrumento, as procurações outorgadas aos respectivos causídicos, sob pena de não conhecimento do agravo. Entretanto, tendo sido juntado instrumento de mandato referente a um dos agravados, cujos procuradores são os mesmos que representam os demais litisconsortes, e sendo verificado que, apesar da falha, a intimação dos agravados foi aperfeiçoada, gerando tempestiva resposta, tem aplicação do princípio da instrumentalidade das formas, previsto no artigo 244 do CPC , rejeitando-se a preliminar de não conhecimento do recurso, ante a ausência de prejuízo. - Havendo celebração de acordo extrajudicial, onde se pressupõe tenha havido concordância das partes com suas cláusulas, o juiz da causa deve lhe dar homologação, para que produza seus efeitos jurídicos, encerrando a relação processual, sendo vedado a uma das partes, unilateralmente, argüir, nos próprios autos, descumprimento, ou arrependimento, ou mesmo lesão a seus interesses. É certo que pode haver nova lide em torno da transação, porém sua apreciação somente pode ocorrer em outra ação. - Preliminar de não conhecimento do recurso rejeitada. - Agravo de instrumento provido.

Encontrado em: , rejeitar a preliminar de não conhecimento do recurso e, no mérito, dar provimento ao recurso, nos termos

TJ-SC - Apelacao Criminal (Reu Preso) APR 60958 SC 1998.006095-8 (TJ-SC)

Data de publicação: 28/09/2000

Ementa: PROCESSO CRIME - INSTRUÇÃO - TESTEMUNHAS DE DEFESA - INDEFERIMENTO - INFRUTÍFERAS TENTATIVAS DE LOCALIZÁ- LAS - ENDEREÇOS NÃO CONSTANTES NOS CADASTROS DO MUNICÍPIO - NULIDADE POR CERCEAMENTO DE DEFESA INOCORRENTE - INTELIGÊNCIA DO ART. 565 DO CPP . Nãonulidade por cerceamento de defesa em razão do indeferimento de requerimento para ouvida de testemunhas arroladas, cujo endereço é incorreto ou inexistente, valendo lembrar que não pode argüir nulidade quem lhe deu causa. PROCESSO CRIME - TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES - FLAGRANTE PREPARADO - INOCORRÊNCIA - GUARDA E POSSE DE SUBSTÂNCIA ENTORPECENTES ANTERIOR A OPERAÇÃO POLICIAL - CONSUMAÇÃO DO DELITO QUE PREEXISTIU AO FLAGRANTE - HIPÓTESE QUE NÃO SE AMOLDA À SÚMULA 145 DO STF. Não configura situação de flagrante preparado o contexto em que os policiais, tendo conhecimento prévio de que o agente praticava tráfico ilícito de entorpecentes, vêm a surpreendê-lo na posse de certa quantidade da droga; nesta hipótese o crime já está consumado com a guarda da substância com a finalidade de comercializá-la. CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA - TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES - PRETENDIDA DESCLASSIFICAÇÃO PARA O CRIME PREVISTO NO ART. 16 DA LEI 6.368 /76 - AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS - DEPENDÊNCIA TOXICOLÓGICA EM GRAU LEVE - IMPOSSIBILIDADE. Comprovada a materialidade com as substâncias apreendidas (maconha e cocaína), cuja potencialidade entorpecente foi afirmada, conjugada a prova da autoria, principalmente nos depoimentos de co-réus, indicando a venda pelo apelante, que também possuía balança de precisão, impossível a desclassificação para o crime previsto no art. 16. A condição de traficante prepondera sobre a de viciado, isto porque sua autodeterminação está diminuída apenas e exclusivamente em relação ao uso de substâncias tóxicas, mantendo-se perfeitamente íntegra quanto ao entendimento do caráter ilícito do crime denominado de tráfico. CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA - TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES - CONDENAÇÃO - REGIME "INTEGRALMENTE FECHADO" - MODIFICAÇÃO PARA REGIME "INICIALMENTE FECHADO" - INADMISSIBILIDADE - VEDAÇÃO LEGAL EXPRESSA NO ART. 2º , § 1º , DA LEI N. 8.072 /90 - RECURSO NÃOPROVIDO. É assente na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e das Câmaras Criminais Reunidas deste Tribunal de Justiça, o entendimento no sentido da constitucionalidade do § 1º , do art. 2º , da Lei dos Crimes Hediondos , que impõe o resgate integral da reprimenda em regime fechado, pois o princípio da individualização da pena não é ofendido com a impossibilidade de ser progressivo o regime de seu cumprimento, não se aplicando as disposições da Lei 9.455 /97, específicas para o crime de tortura...

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