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JusBrasil - Jurisprudência
28 de novembro de 2014

TJ-MG - Apelação Cível AC 10145110541821001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 15/04/2013

Ementa: AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. RESCISÃO CONTRATO. CLÁUSULA PREVENDO NECESSIDADE DE NOTIFICACAO PRÉVIA. PROVA QUANTO À CIENTIFICAÇÃO DO CONSUMIDOR. INEXISTÊNCIA. RESTITUIÇAO DEVIDA. FORMA SIMPLES. I- A ação repetição de indébito visa a devolução de quantia paga indevidamente. Trata-se de uma modalidade de enriquecimento sem causa, fundamentada na inexistência da dívida e em um pagamento indevido por um objeto lícito. II- Não havendo comprovação de que a autora tenha sido devidamente informada acerca da exigência de notificação prévia para rescisão do contrato firmado, a cobrança da mensalidade mostrou-se indevida, cabendo a sua restituição. III- Não há que se falar em devolução em dobro quando a cobrança se baseia em encargos previstos contratualmente.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70051893022 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 16/07/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PROMESSA DE COMPRA E VENDA. AÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO. AUSÊNCIA DE NOTIFICAÇÃO PRÉVIA DO DEVEDOR PARA CONSTITUIÇÃO EM MORA. DESNECESSIDADE. AÇÃO CONEXA DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. INCABÍVEL A RESCISÃO DO CONTRATO. DEMANDA JULGADA IMPROCEDENTE. 1. Não há falar na extinção do feito pela ausência de notificação prévia para constituição em mora do devedor, pois tratando-se o contrato de promessa de compra e venda como verdadeira obrigação de fazer, com valores e data certa para cumprimento, a falta de pagamento gera, automaticamente, a mora do devedor (mora ex re), sem a necessidade de qualquer notificação por parte do credor. 2. Dado o longo período que se passou entre a data da assinatura do contrato (09/03/2004) e o ajuizamento da demanda (29/06/2011), entendo que descabe a rescisão do contrato, devendo o autor receber o valor depositado na ação de consignação de pagamento (090/1.11.0000723-0). APELO PARCIALMENTE PROVIDO. (Apelação Cível Nº 70051893022, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Gelson Rolim Stocker, Julgado em 04/07/2013)

TJ-MG - Agravo de Instrumento Cv AI 10024122267040001 MG (TJ-MG)

Data de publicação: 15/03/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO - MEDIDA CAUTELAR INOMINADA -LIMINAR - REQUISITOS - CONTRATO DE CONCESSÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE PEÇAS - APLICAÇÃO DA LEI 6.729 /79 (LEI FERRARI)- NOTIFICAÇÃO PARA RESCISÃO DO CONTRATO SEM APLICAÇÃO PRÉVIA DE PENALIDADES GRADATIVAS. - Para a concessão do pedido liminar, basta a ocorrência do "fumus boni iuris" e do "periculum in mora".

TJ-AL - Apelação APL 00269884420118020001 AL 0026988-44.2011.8.02.0001 (TJ-AL)

Data de publicação: 05/06/2013

Ementa: DIREITO CIVIL. CONTRATO DE LOCAÇÃO. CONTRATO POR TEMPO DETERMINADO. POSSIBILIDADE DE RESOLUÇÃO COM ENVIO DE NOTIFICAÇÃO PRÉVIA. ENVIO DA NOTIFICAÇÃO PARA RESCISÃO. INEXISTÊNCIA DE PROVA. CONTRATO NÃO RESCINDIDO. TERMO INICIAL DE JUROS DE MORA. OBRIGAÇÃO POSITIVA E LÍQUIDA. 1. O contrato entre as partes previa que, para a rescisão antes do termo pré-definido, seria necessário o envio de notificação prévia, com antecedência de 72 horas, providência não adotada pela demandante. 2. Tratando-se de obrigação positiva e líquida, o termo inicial dos juros de mora é o vencimento de cada obrigação, a teor do que diz o art. 397 do Código Civil. 3. Recurso conhecido e não provido.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70048315592 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 24/04/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PROMESSA DE COMPRA E VENDA. RESCISÃO DE CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL CUMULADA COM REINTEGRAÇÃO DE POSSE. MANUTENÇÃO DA RESCISÃO DO PACTO. EVENTUAL AUSÊNCIA DE NOTIFICAÇÃO PRÉVIA PARA CONSTITUIÇÃO EM MORA DOS DEVEDORES NÃO TEM O CONDÃO DE AFASTAR O ACOLHIMENTO DA RESCISÃO ANTE O INADIMPLEMENTO. AQUISIÇÃO DE MORADIA POPULAR. CONCESSÃO DE AJG EM FAVOR DA PARTE DEMANDADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. (Apelação Cível Nº 70048315592, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luiz Renato Alves da Silva, Julgado em 17/04/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70055134977 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/07/2014

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PROMESSA DE COMPRA E VENDA. AÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO COM PEDIDO DE REINTEGRAÇÃO NA POSSE. NOTIFICAÇÃO PRÉVIA PARA CONSTITUIÇÃO EM MORA. DESNECESSIDADE. MORA EX RE. ADIMPLEMENTO SUBSTANCIAL. NÃO OCORRÊNCIA. INDENIZAÇÃO PELAS BENFEITORIAS REALIZADAS. AUSÊNCIA DE PROVA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA MANTIDA. I. Caracterizada a mora ex re - porquanto a obrigação assumida pela adquirente do bem era positiva, líquida e com termo certo -, desnecessária a constituição em mora da compradora para propositura de demanda com pretensão de rescisão do contrato por inadimplemento. II. Possível reconhecer, com base nos princípios da boa-fé e da função social do contrato, o adimplemento substancial, com o fim de preservar o vínculo contratual, nos casos em que haja cumprimento de parte essencial da obrigação. Ausente cumprimento de parte essencial do contrato, é mantida a sentença que afastou a tese de adimplemento substancial. III. Ausente comprovação quanto à realização de benfeitorias, improcede a pretensão indenizatória. APELO DESPROVIDO. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70055134977, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liege Puricelli Pires, Julgado em 26/06/2014)

TJ-BA - Agravo de Instrumento AI 00079059020138050000 BA 0007905-90.2013.8.05.0000 (TJ-BA)

Data de publicação: 24/10/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA. INADIMPLÊNCIA. QUESTIONAMENTOS QUE DEMANDAM DILAÇÃO PROBATÓRIA. LIMITES DA VIA RECURSAL. CONTRATO QUE ESTABELECE PRÉVIA NOTIFICAÇÃO EM CASO DE INADIMPLÊNCIA. REGRA NÃO OBSERVADA. RESCISÃO CONTRATUAL UNILATERAL. IMPOSSIBILIDADE. RATIFICAÇÃO DO EFEITO ATIVO PARA VEDAR ATOS DE DISPOSIÇÃO DA UNIDADE IMOBILIÁRIA NO CURSO DA DEMANDA. AGRAVO PROVIDO. A parte contratada não é obrigada a manter o imóvel à disposição do contratante inadimplente. In casu, diante da controvérsia em relação à pretensa dilação do prazo de vencimento, a inadimplência demanda dilação probatória para sua configuração. A despeito de tal constatação, contudo, o próprio contrato celebrado entre as partes reza, em sua cláusula 20, que o não pagamento das faturas implicará notificação judicial ou extrajudicial da contratante. Ao não observar o dispositivo contratual e agir automaticamente sem qualquer aviso, a Agravada tornou abusiva a rescisão unilateral perpetrada, independentemente do suposto inadimplemento a ser esclarecido por meio da instrução do feito. Juridicidade do provimento que concedeu efeito ativo ao recurso para vedar atos de disposição da unidade imobiliária no curso da demanda. Agravo Provido.

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 4357 PA 0004357-22.2005.4.01.3900 (TRF-1)

Data de publicação: 13/06/2013

Ementa: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CONTRATO DE LOCAÇÃO. PAGAMENTOS ATRASADOS OU INSUFICIENTES. DESCONTOS DE IMPOSTO DE RENDA NÃO COMPROVADOS. PERMANÊNCIA NA POSSE DO IMÓVEL APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DA NOTIFICAÇÃO PRÉVIA PARA RESCISÃO. ALUGUERES DEVIDOS ATÉ A EFETIVA ENTREGA DO IMÓVEL. INDENIZAÇÃO POR MAU USO DO IMÓVEL. DESCABIMENTO. I - São devidas as diferenças e as penalidades relativas aos alugueres pagos em valores insuficientes, uma vez que não restaram comprovados os descontos de Imposto de Renda na fonte, conforme sustentado pela executada. II - Afigura-se legítima a cobrança de valores referentes a período em que a locatária, apesar de ter concedido o aviso prévio ao embargado, não entregou o imóvel após o respectivo prazo, permanecendo em sua posse. Assim, são devidos os alugueres até a efetiva entrega do bem. III - Não há que se falar em indenização por mau uso do imóvel se os prejuízos em sua conservação foram reparados por meio da reforma empreendida pela locatária, conforme requerido pelo locador, a qual precedeu a efetiva entrega daquele. IV - Apelação da ECT desprovida. Apelação do embargado parcialmente provida.

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 43572220054013900 PA 0004357-22.2005.4.01.3900 (TRF-1)

Data de publicação: 13/06/2013

Ementa: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CONTRATO DE LOCAÇÃO. PAGAMENTOS ATRASADOS OU INSUFICIENTES. DESCONTOS DE IMPOSTO DE RENDA NÃO COMPROVADOS. PERMANÊNCIA NA POSSE DO IMÓVEL APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DA NOTIFICAÇÃO PRÉVIA PARA RESCISÃO. ALUGUERES DEVIDOS ATÉ A EFETIVA ENTREGA DO IMÓVEL. INDENIZAÇÃO POR MAU USO DO IMÓVEL. DESCABIMENTO. I - São devidas as diferenças e as penalidades relativas aos alugueres pagos em valores insuficientes, uma vez que não restaram comprovados os descontos de Imposto de Renda na fonte, conforme sustentado pela executada. II - Afigura-se legítima a cobrança de valores referentes a período em que a locatária, apesar de ter concedido o aviso prévio ao embargado, não entregou o imóvel após o respectivo prazo, permanecendo em sua posse. Assim, são devidos os alugueres até a efetiva entrega do bem. III - Não há que se falar em indenização por mau uso do imóvel se os prejuízos em sua conservação foram reparados por meio da reforma empreendida pela locatária, conforme requerido pelo locador, a qual precedeu a efetiva entrega daquele. IV - Apelação da ECT desprovida. Apelação do embargado parcialmente provida.

TJ-SC - Apelação Cível AC 20070571359 SC 2007.057135-9 (Acórdão) (TJ-SC)

Data de publicação: 02/07/2014

Ementa: AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE E RESCISÃO DE CONTRATO JULGADAS CONJUNTAMENTE. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA DA PRIMEIRA E PARCIAL PROCEDÊNCIA DA SEGUNDA, RESOLVENDO O CONTRATO DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE BEM IMÓVEL. AÇÃO REINTEGRATÓRIA. INSURGÊNCIA DA PROMITENTE COMPRADORA. ALEGADO ESBULHO EM DECORRÊNCIA DA VENDA DO IMÓVEL PARA TERCEIRA PESSOA APÓS AQUISIÇÃO DA AUTORA. AUSÊNCIA DE PRÉVIA NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL DA DEVEDORA. DESNECESSIDADE. ESTIPULAÇÃO DE PRAZO CERTO PARA O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO. AUSÊNCIA DE ANTERIOR DECLARAÇÃO JUDICIAL DE RESOLUÇÃO CONTRATUAL PARA VIABILIZAR A REINTEGRAÇÃO NA POSSE EM FAVOR DO ALIENANTE E POSTERIOR VENDA A TERCEIRO. ALEGAÇÃO DE INADIMPLEMENTO SUBSTANCIAL PELOS COMPRADORES. HIPÓTESE EXCEPCIONAL QUE VIABILIZA A MEDIDA UTILIZADA. DEVEDORA QUE NÃO DEMONSTRA NENHUM INTERESSE NO PAGAMENTO DA DÍVIDA, MESMO APÓS CITADA NA AÇÃO RESOLUTÓRIA. PROCEDIMENTO UTILIZADO A FIM DE EVITAR MAIORES PREJUÍZOS AO VENDEDOR. DESFAZIMENTO DO NEGÓCIO E RETORNO DAS PARTES AO STATUS A QUO COM RETENÇÃO DO ARRAS. Em sede de ação de rescisão de contrato de compra e venda com pedido de reintegração de posse, de regra, não se mostra possível, mesmo após regular notificação, a retomada do imóvel antes da rescisão. Todavia, há casos excepcionais em que tal possibilidade se mostra de todo viável, como soe acontecer no negócio jurídico em que o promitente comprador ingressou na posse do bem e não pagou nenhuma das prestações convencionadas. Nesse caso, porque a inadimplência é absoluta (ou substancial), a permanência do adquirente inadimplente na posse do bem apenas fomentará maior prejuízo ao vendedor, que não terá como ser ressarcido pelo uso prolongado da Coisa [...] (Ag. Inst. n. 2012.090563-5, rel. Des. Jorge Luis Costa Beber, j. 23.5.2013). RECURSO ADESIVO DO PROMITENTE-VENDEDOR. DANOS MORAIS CONFIGURADOS. INSURGÊNCIA QUANTO A DEVOLUÇÃO DOS UTENSÍLIOS CONSTANTES NO IMÓVEL. FATOS NÃO CONTESTADOS DURANTE A INSTRUÇÃO PROCESSUAL. INSUBSISTÊNCIA VERIFICADA. ALE [...]...

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