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JusBrasil - Jurisprudência
29 de julho de 2015

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TJ-DF - Apelação Cível APC 20130111714138 DF 0009579-92.2013.8.07.0018 (TJ-DF)

Data de publicação: 08/04/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. APRESENTAÇÃO INTEMPESTIVA DE EXAMES MÉDICOS. VINCULAÇÃO EDITALÍCIA. APELAÇÃO NÃO PROVIDA. SENTENÇA MANTIDA. 1. O edital é lei do concurso. Não pode o candidato imiscuir-se da responsabilidade de apresentar os exames completos imputando culpa a terceiros. Forçosa a conclusão pela legalidade da eliminação do candidato. 2. Permitir que candidato apresentasse documentos em data posterior à definida no edital viola o princípio da isonomia. 3. Recurso conhecido e não provido.

TRF-2 - APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA AMS 55566 RJ 2003.51.02.002545-1 (TRF-2)

Data de publicação: 01/09/2005

Ementa: ADMINISTRATIVO – EXAME VESTIBULAR – APROVAÇÃO MEDIANTE RECLASSIFICAÇÃO – EXCLUSÃO DA CANDIDATA - AUSÊNCIA DE MANIFESTAÇÃO NO TEMPO PREVISTO NO EDITAL – PRETERIÇÃO E INOBSERVÂNCIA DA ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO – NÃO CONFIGURADOS. - É legal o ato administrativo que considera desclassificada a candidata reclassificada em concurso vestibular, mas que, a despeito da comunicação correspondente à existência de vaga ociosa a ser preenchida pela vestibulanda, não comparece, nos termos do Edital, ao local previamente estabelecido, para declarar seu interesse, mediante manifestação expressa; - Não restou configurada a sustentada violação à ordem de classificação, tão pouco ficou demonstrada a alegada preterição em relação à impetrante, eis que o Edital é lei do concurso, de cujas regras a impetrante tomou, ou deveria ter tomado, ciência, quando da inscrição no exame vestibular, constituindo-se a convocação individual pretendida pela recorrente autêntico privilégio sem precedentes, bem como se caracteriza a sua inércia, no respeitante ao acompanhamento do resultado do concurso em tela, inequívoca displicência, cuja responsabilidade, agora, não pode pretender imputar à autoridade impetrada.

TJ-RJ - APELAÇÃO APL 01742355020148190001 RJ 0174235-50.2014.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 12/06/2015

Ementa: APELAÇÃO. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO. POLÍCIA MILITAR. CANDIDATO APROVADO E CONSIDERADO INAPTO NA ETAPA DO EXAME SOCIAL. O autor foi aprovado em concurso público para o cargo de Soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e, posteriormente, foi eliminado na fase do exame social em razão de ter sido apurada a existência de dois processos imputando ao mesmo a autoria de fato tipificado como crime (lesão corporal e ameaça). O edital é lei do concurso, sendo vedado à Administração Pública alterá-lo, bem como estabelecer outros critérios de aprovação ou eliminação de candidato. As regras para eliminação no exame social estavam devidamente definidas no edital. Assim, correta a eliminação do candidato. SENTENÇA MANTIDA.

TJ-DF - Apelacao Civel APC 20130110641193 DF 0003522-58.2013.8.07.0018 (TJ-DF)

Data de publicação: 21/01/2015

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. PSICOTÉCNICO. PREVISÃO LEGAL. POSSIBILIDADE. APRESENTAÇÃO INTEMPESTIVA DE EXAMES MÉDICOS. VINCULAÇÃO EDITALÍCIA. PERDA DO OBJETO. PRELIMINAR REJEITADA. APELAÇÃO NÃO PROVIDA. SENTENÇA MANTIDA. 1. ASúmula 20 do TJDFT prevê que “a validade do exame psicotécnico está condicionada à previsão legal, à exigência de critérios objetivos e à garantia de recurso administrativo”. 2. ALei nº 7.479/86, que aprova o Estatuto dos Bombeiros-Militares determina a necessidade de verificação de aptidão física e psicológica. Assim, considerando a previsão editalícia da realização do exame psicotécnico e a exigência de que o resultado atenda ao perfil profissiográfico do cargo. Conclui-se pela legalidade do exame. 3. O edital é lei do concurso. Não pode o candidato imiscuir-se da responsabilidade de apresentar os exames completos imputando culpa a terceiros. Forçosa a conclusão pela legalidade da eliminação do candidato. 4. Recurso conhecido e não provido.

Encontrado em: PSICOTÉCNICO, AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA, CONCURSO PÚBLICO, BOMBEIRO MILITAR, DISTRITO FEDERAL , DIREITO, PARTICIPAÇÃO, FASE, CONCURSO. Apelacao Civel APC 20130110641193 DF 0003522-58.2013.8.07.0018 (TJ-DF) ROMULO DE ARAUJO MENDES

STF - MANDADO DE SEGURANÇA MS 30894 DF (STF)

Data de publicação: 21/09/2012

Ementa: Ementa: DIREITO ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. PRINCÍPIOS DA LEGALIDADE E DA VINCULAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA AO EDITAL. DESCONFORMIDADE ENTRE QUESTÕES DE PROVA E O PROGRAMA DO CERTAME. IMPROCEDÊNCIA DA ALEGAÇÃO. ORDEM DENEGADA. I – Ambas as Turmas desta Corte já se manifestaram pela admissibilidade do controle jurisdicional da legalidade do concurso público quando verificado o descompasso entre as questões de prova e o programa descrito no edital, que é a lei do certame. Precedentes. II – Inexistência de direito líquido e certo a ser protegido quando constatado que os temas abordados nas questões impugnadas da prova escrita objetiva aplicada aos candidatos estão rigorosamente circunscritos às matérias descritas no programa definido para o certame. III – Mandado de segurança parcialmente conhecido e, nessa parte, denegado, cassada a liminar anteriormente deferida.

TRF-2 - APELAÇÃO CIVEL AC 200751060005286 RJ 2007.51.06.000528-6 (TRF-2)

Data de publicação: 21/06/2010

Ementa: ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR. EXIGÊNCIA NÃO PREVISTA NA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO. IMPROVIMENTO. 1. No item 2.1 , do edital litigioso, consta que o certame seria fracionado em duas fases, a saber, uma eliminatória e outra classificatória. A etapa eliminatória seria composta de uma prova dissertativa e exame do pré-projeto. Por sua vez, a fase classificatória compreenderia três provas, a saber, compreensão de língua inglesa, prática de informática e exame curricular. 2. Se o edital em relevo não prevê a hipótese de reprovação de candidato, na segunda etapa do processo seletivo, afigura-se ilegal falar-se em reprovação da apelada, em razão da entrevista, porquanto esta integra a fase classificatória. 3. O edital é lei do concurso, sendo vedado à Administração Pública alterá-lo, bem como estabelecer outros critérios de aprovação ou eliminação de candidato. 4. Apelação e remessa necessária improvidas.

TRF-2 - AC APELAÇÃO CIVEL AC 200751060005286 (TRF-2)

Data de publicação: 21/06/2010

Ementa: ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR. EXIGÊNCIA NÃO PREVISTA NA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO. IMPROVIMENTO. 1. No item 2.1, do edital litigioso, consta que o certame seria fracionado em duas fases, a saber, uma eliminatória e outra classificatória. A etapa eliminatória seria composta de uma prova dissertativa e exame do pré-projeto. Por sua vez, a fase classificatória compreenderia três provas, a saber, compreensão de língua inglesa, prática de informática e exame curricular. 2. Se o edital em relevo não prevê a hipótese de reprovação de candidato, na segunda etapa do processo seletivo, afigura-se ilegal falar-se em reprovação da apelada, em razão da entrevista, porquanto esta integra a fase classificatória. 3. O edital é lei do concurso, sendo vedado à Administração Pública alterá-lo, bem como estabelecer outros critérios de aprovação ou eliminação de candidato. 4. Apelação e remessa necessária improvidas.

TRF-2 - APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO APELREEX 200851010072557 RJ 2008.51.01.007255-7 (TRF-2)

Data de publicação: 28/06/2010

Ementa: ADMiNISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS EM CURSO DE MESTRADO. RESPEITO ÀS NORMAS DO EDITAL. IMPROVIMENTO. 1. No item 2.1 , do edital litigioso, consta que o processo seletivo, visando o preenchimento de vagas para o curso de mestrado em Neurologia da UNIRIO, ora apelante, seria fracionado em duas fases, a saber, uma eliminatória e outra classificatória. A etapa eliminatória seria composta de uma prova dissertativa e exame do pré-projeto. Por sua vez, a fase classificatória compreenderia três provas, a saber, compreensão de língua inglesa, prática de informática e exame curricular. 2. Se o edital em relevo não prevê a hipótese de reprovação de candidato, na segunda etapa do processo seletivo, afigura-se ilegal falar-se em reprovação da apelada, em razão da entrevista, porquanto esta integra a fase classificatória. 3. O princípio da legalidade, no Estado Democrático de Direito, se impõe como norma fundamental, a exigir que todo e qualquer ato administrativo seja, sem exceções, praticado com observância do referido postulado. 4. O edital é lei do concurso, sendo vedado à Administração Pública alterá-lo, bem como estabelecer outros critérios de aprovação ou eliminação de candidato. 5. Agravo interno prejudicado. 6. Apelação e remessa necessária improvidas.

TRF-2 - APELRE APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO REEX 200851010072557 (TRF-2)

Data de publicação: 28/06/2010

Ementa: ADMiNISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS EM CURSO DE MESTRADO. RESPEITO ÀS NORMAS DO EDITAL. IMPROVIMENTO. 1. No item 2.1, do edital litigioso, consta que o processo seletivo, visando o preenchimento de vagas para o curso de mestrado em Neurologia da UNIRIO, ora apelante, seria fracionado em duas fases, a saber, uma eliminatória e outra classificatória. A etapa eliminatória seria composta de uma prova dissertativa e exame do pré-projeto. Por sua vez, a fase classificatória compreenderia três provas, a saber, compreensão de língua inglesa, prática de informática e exame curricular. 2. Se o edital em relevo não prevê a hipótese de reprovação de candidato, na segunda etapa do processo seletivo, afigura-se ilegal falar-se em reprovação da apelada, em razão da entrevista, porquanto esta integra a fase classificatória. 3. O princípio da legalidade, no Estado Democrático de Direito, se impõe como norma fundamental, a exigir que todo e qualquer ato administrativo seja, sem exceções, praticado com observância do referido postulado. 4. O edital é lei do concurso, sendo vedado à Administração Pública alterá-lo, bem como estabelecer outros critérios de aprovação ou eliminação de candidato. 5. Agravo interno prejudicado. 6. Apelação e remessa necessária improvidas.

TRF-2 - APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA AMS 200651020029421 RJ 2006.51.02.002942-1 (TRF-2)

Data de publicação: 21/09/2009

Ementa: ADMINISTRATIVO – EXAME VESTIBULAR – APROVAÇÃO MEDIANTE RECLASSIFICAÇÃO – EXCLUSÃO DO CANDIDATO – AUSÊNCIA DE MANIFESTAÇÃO NO TEMPO PREVISTO NO EDITAL . 1. É legal o ato administrativo que considera desclassificado a candidato reclassificado em concurso vestibular, mas que, a despeito da comunicação correspondente à existência de vaga ociosa a ser preenchida pelo vestibulando, não comparece, nos termos do Edital, ao local previamente estabelecido, para declarar seu interesse, mediante manifestação expressa; 2. Não restou configurada a violação à ordem de classificação, tão pouco ficou demonstrada a preterição em relação ao impetrante, eis que o Edital é lei do concurso, de cujas regras a impetrante tomou, ou deveria ter tomado, ciência, quando da inscrição no exame vestibular. 3. O princípio do acesso à educação deve ser respeitado por todos e ser exercido dentro dos limites administrativos que visam ao bom funcionamento e a ordem no serviço público. Facilitar o acesso à educação não significa deixar que os educandos façam suas próprias regras, ao seu bel-prazer. 4. Apelação improvida. Sentença confirmada.

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