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JusBrasil - Jurisprudência
25 de julho de 2014

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TJ-SE - APELAÇÃO CÍVEL AC 2005209884 SE (TJ-SE)

Data de publicação: 23/10/2006

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - PENSÃO PARA MAIOR DE 18 ANOS - DIREITO LÍQUIDO E CERTO - LEI 3.309/93, ARTIGOS 29 E 36 - APELO CONHECIDO E IMPROVIDO - DECISÃO UNÂNIME. - À época da concessão do benefício, a apelada era menor sob a guarda do servidor. - Beneficiária comprovou nos autos estar freqüentando curso de nível superior e não ter economia própria, o que lhe assegura o direito de continuar recebendo pensão até 24

TRF-5 - AC Apelação Civel AC 200783000068350 (TRF-5)

Data de publicação: 19/12/2013

Ementa: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. FERROVIARIOS. GREAT WESTERN OF BRAZIL. ADMISSÃO DO INSTITUIDOR EM 1929 - ANTES DA ENCAMPAÇÃO PELO GOVERNO FEDERAL. REDE FERROVIÁRIA DO NORDESTE CONSTITUÍDA PELA LEI Nº 2.543/55 COM PERSONALIDADE PRÓPRIA E NATUREZA AUTÁRQUICA. PORTARIA Nº SPO 6832 DA RFN CLASSIFICANDO O INSTITUIDOR PARA A FUNÇÃO/CARGO DE FEITOR, REFERÊNCIA 18. FUNCIONÁRIO EFETIVO. PENSÃO POR MORTE. LEI 3.373/53. LEGISLAÇÃO DE REGÊNCIA. ÓBITO DO INSTITUIDOR. FILHA SOLTEIRA, MAIOR DE 21 ANOS E NÃO DETENTORA DE CARGO PÚBLICO. REVERSÃO DA COTA-PARTE DA MÃE. HONORÁRIOS. 1. Apelações interpostas pela parte autora e pela UNIÃO contra sentença que excluiu o INSS da lide e julgou procedente o pedido de restabelecimento de pensão por morte, que vinha sendo pago ininterruptamente pela UNIÃO, desde a data do óbito do instituidor (1962) até o ano de 2005, com a reversão da cota-parte de sua mãe, e o reajustamento do benefício de acordo com a legislação pertinente, com o consequente pagamento das parcelas vencidas, com observância da prescrição quinquenal. 2. A Rede Ferroviária do Nordeste foi constituída pela Lei nº 2.543, de 14 de Julho de 1955 com personalidade própria e natureza autárquica (art. 1º), com a finalidade de exploração de transportes ferroviários e rodoviários e o exercício de atividades industriais e comerciais conexas (art. 2º), com patrimônio constituído com todos os bens, inclusive os imóveis e as obrigações de terceiros, existentes na data da referida Lei (art. 3º), gozando de todas as regalias e vantagens outorgadas à União (art. 4º), com as obras e aquisições necessárias à expansão e melhoria do tráfego da Rede, custeadas mediante recursos concedidos pela União (art. 9º), cujo pessoal será constituído de funcionários efetivos, extranumerários, mensalistas e contratados (art. 13). 3. Analisando os documentos trazidos aos autos, observo que o instituidor do benefício possuía caixa de pensão nº V.4880 - 002123, e, ainda, que o mesmo foi classificado para...

Encontrado em: -FED LEI- 5869 ANO-1973 ART-543-C PAR-7 INC-2 LEG-FED LEI-2543 ANO-1955 ART-1 ART-2 ART-3 ART-4 ART-9 ART...-13 LEG-FED DEL-4682 ANO-1923 LEG-FED PRT-6832 (RFN) LEG-FED LEI-4259 ANO-1963 LEG-FED LEI- 3373 ANO

TJ-SC - Agravo de Instrumento AI 488514 SC 2008.048851-4 (TJ-SC)

Data de publicação: 02/10/2009

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO - ISSBLU - PENSÃO POR MORTE DE SERVIDOR MUNICIPAL - PLEITO DE FILHO MAIOR DE 18 ANOS, ESTUDANTE, QUE RECEBIA PENSÃO ALIMENTÍCIA DO FALECIDO - LEGISLAÇÃO MUNICIPAL QUE LIMITA A PENSÃO POR MORTE A FILHO MENOR - IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA PARA DETERMINAR O PAGAMENTO DA PENSÃO - AUSÊNCIA DE "FUMUS BONI IURIS" - PERIGO DE IRREVERSIBILIDADE DO PROVIMENTO ANTECIPADO (ART. 273 , § 2º , DO CPC )- RECURSO PROVIDO. É incabível, por ausência do "fumus boni iuris" e perigo de irreversibilidade, a concessão de tutela antecipada para obrigar o instituto municipal de previdência a pagar pensão por morte do servidor público ao filho que já atingiu a maioridade, se a legislação do Município o exclui da percepção desse direito, inexistindo amparo legal à pretensão de recebimento da pensão por ser estudante.

TJ-SC - Agravo de Instrumento AG 488514 SC 2008.048851-4 (TJ-SC)

Data de publicação: 02/10/2009

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO - ISSBLU - PENSÃO POR MORTE DE SERVIDOR MUNICIPAL - PLEITO DE FILHO MAIOR DE 18 ANOS, ESTUDANTE, QUE RECEBIA PENSÃO ALIMENTÍCIA DO FALECIDO - LEGISLAÇÃO MUNICIPAL QUE LIMITA A PENSÃO POR MORTE A FILHO MENOR - IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA PARA DETERMINAR O PAGAMENTO DA PENSÃO - AUSÊNCIA DE "FUMUS BONI IURIS" - PERIGO DE IRREVERSIBILIDADE DO PROVIMENTO ANTECIPADO (ART. 273 , § 2º , DO CPC )- RECURSO PROVIDO. É incabível, por ausência do "fumus boni iuris" e perigo de irreversibilidade, a concessão de tutela antecipada para obrigar o instituto municipal de previdência a pagar pensão por morte do servidor público ao filho que já atingiu a maioridade, se a legislação do Município o exclui da percepção desse direito, inexistindo amparo legal à pretensão de recebimento da pensão por ser estudante.

TRF-5 - Apelação / Reexame Necessário APELREEX 8248 CE 0000085-67.2008.4.05.8103 (TRF-5)

Data de publicação: 17/12/2009

Ementa: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR MILITAR. PENSÃO POR MORTE. DEPENDENTE MAIOR DE 21 ANOS DE IDADE. ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO. MANUTENÇÃO DO BENEFÍCIO. ART. 205 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . ART. 7º DA LEI Nº. 3.765 /60 C/C ART. 50 , PARÁGRAFO 2º , IV , DA LEI Nº. 6.880 /80. 1. Apelação e remessa obrigatória contra sentença da lavra da MM. Juíza Federal Substituta da 18ª Vara da Seção Judiciária do Ceará que julgou procedente a pretensão autoral para condenar a União a manter o pagamento da pensão por morte auferida pelo autor, em virtude do falecimento de seu genitor, até o advento da idade de 24 (vinte e quatro) anos ou a cessação da condição de estudante universitário, o que ocorrer primeiro. 2. A interpretação isolada do art. 7º da Lei nº. 3.765 /60 conduziria a injustiça que o próprio legislador buscou afastar ao fixar a dependência dos filhos do militar que, menores de 24 anos, ainda não exerçam função remunerada e se dediquem aos estudos (art. 50 , parágrafo 2º , IV , da Lei nº. 6.880 /80). 3. Há que se ter em conta que essa também é a interpretação que mais se aproxima dos valores constitucionais salvaguardados pela Carta Maior de 1988, mormente aquele que dispõe expressamente que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (art. 205). 4. "ADMINISTRATIVO. MILITAR. PENSÃO POR MORTE. FILHO UNIVERSITÁRIO. DIREITO À PERCEPÇÃO ATÉ COMPLETAR 24 ANOS. PREVISÃO LEGAL. 1- A presente lide discute a possibilidade de aplicação da norma inserida no art. 7º, inciso I, letra 'd', da Lei nº 3.765 /60, com a nova redação dada pela MP nº 2.215-10, de 31.08.01, a benefício de pensão por morte de militar, ocorrida antes da sua vigência. 2 - A Lei nº 3.765 /60, em sua redação original, não previa expressamente o direito de filho maior de 21 anos receber pensão, mesmo se estudante universitário, até a idade de 24 anos. A Lei nº 6.880 /80, em seu art. 50 , parágrafo 2º , contudo, sempre considerou como dependente do militar o filho estudante, de até 24 anos, desde que não receba remuneração. 3 - A teor do art. 7º , I , d , da Lei nº 3.765 /60, com a redação determinada pela Medida Provisória nº 2.215-10/2001 c/c o art. 50 , parágrafo 2º , IV , da Lei nº 6880 /80, o filho de militar tem direito de permanecer recebendo os proventos inerentes à pensão por morte instituída pelo seu genitor, mesmo após completar 21 (vinte e um) anos de idade, mas somente até atingir 24 (vinte e quatro) anos e desde que seja estudante e não receba qualquer outra remuneração. Precedentes. 4 - Apelação provida." (TRF5, Segunda Turma, AC 452710, Relator Desembargador Federal Rubens de Mendonça Canuto, DJ - Data: 14/08/2009). Apelação e remessa obrigatória improvidas....

Encontrado em: UNÂNIME Primeira Turma Fonte: Diário da Justiça Eletrônico - Data: 17/12/2009 - Página: 79 - Ano...: 2009 - 17/12/2009 CF-88 Constituição Federal de 1988 ART- 205 LEG-FED LEI- 3765 ANO-1960 ART- 7 INC-1... LET- D INC-2 LEG-FED LEI- 6880 ANO-1980 ART- 50 PAR-2 INC-4 LEG-FED MPR-2215 ANO-2001 (10) LEG...

TJ-PR - Apelação Cível AC 5756765 PR 0575676-5 (TJ-PR)

Data de publicação: 25/03/2010

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS DECORRENTES DE ACIDENTE DE TRÂNSITO JULGADA PARCIALMENTE PROCEDENTE. AÇÃO PROPOSTA PELA ESPOSA E FILHA DA VÍTIMA FALECIDA. LIDE SECUNDÁRIA DECORRENTE DE DENUNCIAÇÃO DA LIDE À SEGURADORA JULGADA PROCEDENTE. DENUNCIAÇÃO DA RÉ BASEADA EM CONTRATO DE SEGURO. APELAÇÕES DE TODAS AS PARTES. APELAÇÃO 1 - DAS AUTORAS: DESPROVIDA. VALOR DA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS (R$ 25 MIL). COMPATÍVEL COM AS CIRCUNSTÂNCIAS DO CASO CONCRETO E COM AS CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE AMBAS AS PARTES. AUSÊNCIA DE CULPA GRAVE DA RÉ, CUJA CONDUTA LIMITOU-SE A POSSIBILITAR A DIREÇÃO DO VEÍCULO A OUTRA PESSOA, QUE CAUSOU O ACIDENTE. APLICAÇÃO DO ART. 944 DO CC PARA FIXAR INDENIZAÇÃO EM VALOR EQUITATIVO. VALOR DA PENSÃO MENSAL. AUSÊNCIA DE PROVA DOS RENDIMENTOS DO FALECIDO. FIXAÇÃO DA PENSÃO, POR ISSO, COM BASE NO VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO. TERMO INICIAL DA CORREÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA: (a) DOS DANOS MATERIAIS: DATA DO EFETIVO PREJUÍZO; (b) DO DANO MORAL: DATA DA SENTENÇA. APELAÇÃO 2 - DA RÉ LENI MACHADO: PARCIALMENTE PROVIDA. LEGITIMIDADE E RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO. ILEGITIMIDADE NÃO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE PRESUMIDA DO PROPRIETÁRIO DO VEÍCULO. PRESUNÇÃO NÃO ILIDIDA. CULPA IN ELIGENDO E/OU IN VIGILANDO. FATO DE TERCEIRO E CASO FORTUITO OU DE FORÇA MAIOR NÃO CONFIGURADOS. VALOR DOS DANOS MORAIS. ASSUNTO JÁ ANALISADO NO RECURSO DAS AUTORAS. AUSÊNCIA DE RAZÕES PARA REDUZIR O VALOR FIXADO NA SENTENÇA. DEPENDÊNCIA ECONÔMICA DA ESPOSA EM RELAÇÃO A SEU MARIDO FALECIDO. PRESUMIDA, EM RAZÃO DO DEVER DE ASSISTÊNCIA MÚTUA. TERMO FINAL DA PENSÃO PARA A VIÚVA. IDADE EM QUE O SEU MARIDO COMPLETARIA 72,3 ANOS (VENCIDO O RELATOR). TERMO FINAL DA PENSÃO À FILHA. MAIORIDADE CIVIL (18 ANOS), OU 24, SE CONTINUAR DEPENDENTE, OU O CASAMENTO, SE OCORRER ANTES DOS 24 ANOS, CONFORME DISPOSTO NA SENTENÇA. DIREITO DE ACRESCER. EXISTENTE (STJ - RESP 625161/RJ e RESP 753634/RJ) . DEDUÇÃO DO VALOR DO DPVAT . POSSIBILIDADE (SÚMULA 246 DO STJ). APELAÇÃO 3 - DA SEGURADORA LITISDENUNCIADA: PARCIALMENTE PROVIDA. DIREITO DE ACRESCER. INDEPENDE DE PEDIDO (STJ - AgRg no Ag 430115/SP) . TERMO FINAL DA PENSÃO À MENOR E DEDUÇÃO DO VALOR DO SEGURO DPVAT . ASSUNTOS JÁ APRECIADOS E DECIDIDOS NO RECURSO DA RÉ. RESPONSABILIZAÇÃO DIRETA DA SEGURADORA. POSSIBILIDADE. JUROS DE MORA SOBRE O VALOR PAGO ANTECIPADAMENTE EM ACORDO EXTRAJUDICIAL. CÁLCULO DE LIQUIDAÇÃO A SER ELABORADO ATÉ O MOMENTO DO PAGAMENTO COM DEDUÇÃO AÍ DO VALOR PAGO, PROSSEGUINDO-SE COM OS ACRÉSCIMOS LEGAIS SOBRE O SALDO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SOBRE O VALOR DOS DANOS MORAIS. NÃO INCIDÊNCIA. SUCUMBÊNCIA READEQUADA. APELAÇÃO 1, DA AUTORA, NÃO PROVIDA. APELAÇÕES 2 E 3, DA RÉ E DA LITISDENUNCIADA, PROVIDAS EM PARTE....

Encontrado em: da pensão à viúva (item 2.2.3, no recurso da ré Leni e item 2, a, do dispositivo do acórdão). 10

TRF-2 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 164004 RJ 2008.02.01.004134-0 (TRF-2)

Data de publicação: 15/08/2008

Ementa: DIREITO PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO – AGRAVO DE INSTRUMENTO – RECEBIMENTO DE PENSÃO POR MORTE – FILHO MAIOR DE 21 ANOS NÃO INVÁLIDO – UNIVERSITÁRIO – IMPOSSIBILIDADE. - O art. 77 , parágrafo 2º , inc. II , da Lei nº 8.213 /91, não prevê a possibilidade de maior de 21 anos, plenamente capaz, receber pensão por morte, ainda que esteja cursando universidade. Precedente do STJ. - Assim, não há de se falar em extensão da pensão por morte até os 24 anos, sob o argumento de ser o beneficiário estudante universitário, tendo em vista que a legislação em questão foi clara ao tratar do assunto, apenas permitindo tal dilação em caso de filho inválido. - A extensão do benefício seria inconstitucional, pois violaria o art. 195 , § 5o , da CRFB/88 , que prevê a impossibilidade de ser criado, majorado ou estendido benefício da seguridade sem a correspondente previsão de fonte de custeio, em sistema de previdência baseado em equilíbrio financeiro e atuarial. - Por outro lado, a extensão contrariaria a tendência de se reconhecer ao indivíduo cada vez mais jovem sua independência, motivação que norteia a diminuição da idade da maioridade de 21 para 18 anos a partir da entrada em vigor do Novo Código Civil . - No regime previdenciário anterior, o filho era considerado dependente até os dezoito anos, nos termos do art. 11 , I , da Lei no. 3.807 /60, quando o Código Civil previa a maioridade aos 21 anos. Para haver similaridade de tratamento, a Lei no. 8.213 /91 aumentou a proteção para o filho até 21 anos. Em seguida o Código Civil diminuiu a idade da maioridade para 18 anos e a legislação previdenciária manteve a dependência até 21 anos. - Há espaço interpretativo para se continuar a relacionar como dependente o jovem de até 21 anos, tendo em vista que a legislação previdenciária constitui-se norma especial de seguro social em detrimento da aplicação da norma geral civil de maioridade. É o entendimento mais adotado na jurisprudência. Mas não para, por critério de hermenêutica, estender ainda mais a proteção, sem previsão legal. - Da mesma forma, não se compreende porque a extensão, requerida até 24 anos, não poderia sê-lo até 23, 26, 29 ou 30 anos, demonstrando que a fixação da idade limite de cobertura do seguro é um ato decorrente de vontade política fixada pelo legislador, de forma razoável, no exercício de sua atividade típica. Não havendo inconstitucionalidade na fixação da regra legal, a fixação de parâmetro diferente se configuraria em desrespeito ao princípio da separação entre os poderes, cláusula pétrea prevista no art. 60 , § 4o , da Constituição . - Impossibilidade de utilização de analogia, vez que tal instituto jurídico de integração exige uma lacuna no Direito Positivo inexistente no caso, em que a lei é expressa na fixação do critério. - Agravo de instrumento a que se nega provimento. Agravo interno prejudicado....

TRF-2 - APELAÇÃO CIVEL AC 337190 RJ 2002.51.01.514394-1 (TRF-2)

Data de publicação: 08/08/2008

Ementa: PREVIDENCIARIO - RECEBIMENTO DE PENSÃO POR MORTE – FILHO MAIOR DE 21 ANOS NÃO INVÁLIDO – UNIVERSITÁRIO – IMPOSSIBILIDADE. - A extensão do benefício seria inconstitucional, pois violaria o art. 195 , § 5o , da CRFB/88 , que prevê a impossibilidade de ser criado, majorado ou estendido benefício da seguridade sem a correspondente previsão de fonte de custeio, em sistema de previdência baseado em equilíbrio financeiro e atuarial. - Por outro lado, a extensão contrariaria a tendência de se reconhecer ao indivíduo cada vez mais jovem sua independência, motivação que norteia a diminuição da idade da maioridade de 21 para 18 anos a partir da entrada em vigor do Novo Código Civil . - No regime previdenciário anterior, o filho era considerado dependente até os dezoito anos, nos termos do art. 11 , I , da Lei no. 3.807 /60, quando o Código Civil previa a maioridade aos 21 anos. Para haver similaridade de tratamento, a Lei no. 8.213 /91 aumentou a proteção para o filho até 21 anos. Em seguida o Código Civil diminuiu a idade da maioridade para 18 anos e a legislação previdenciária manteve a dependência até 21 anos. - Há espaço interpretativo para se continuar a relacionar como dependente o jovem de até 21 anos, tendo em vista que a legislação previdenciária constitui-se norma especial de seguro social em detrimento da aplicação da norma geral civil de maioridade. É o entendimento mais adotado na jurisprudência. Mas não para, por critério de hermenêutica, estender ainda mais a proteção, sem previsão legal. - Da mesma forma, não se compreende porque a extensão, requerida até 24 anos, não poderia sê-lo até 23, 26, 29 ou 30 anos, demonstrando que a fixação da idade limite de cobertura do seguro é um ato decorrente de vontade política fixada pelo legislador, de forma razoável, no exercício de sua atividade típica. Não havendo inconstitucionalidade na fixação da regra legal, a fixação de parâmetro diferente se configuraria em desrespeito ao princípio da separação entre os poderes, cláusula pétrea prevista no art. 60 , § 4o , da Constituição . - Impossibilidade de utilização de analogia, vez que tal instituto jurídico de integração exige uma lacuna no Direito Positivo inexistente no caso, em que a lei é expressa na fixação do critério. - Agravo Interno a que se nega provimento....

Encontrado em: turma suplementar para julgamento do referido recurso. PRIMEIRA TURMA ESPECIALIZADA DJU - Data::08

TRF-5 - Apelação em Mandado de Segurança AMS 91992 PE 2005.83.00.011581-0 (TRF-5)

Data de publicação: 25/01/2006

Ementa: ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. MILITAR. PENSÃO POR MORTE. FILHO MAIOR DE 21 ANOS. INTERRUPÇÃO. DECADÊNCIA DO DIREITO DE IMPETRAR MANDADO DE SEGURANÇA. - Mandado de Segurança impetrado contra a interrupção da pensão por morte percebida por filho de militar que completou 21 (vinte e um) anos de idade. - O impetrante requereu a continuidade do pagamento do benefício em 02/10/2003, obtendo a negativa da administração em 15/10/2003, mas o presente mandado somente foi impetrado em 25/07/2005. - "O prazo para buscar o restabelecimento de vantagem inicia-se quando do primeiro pagamento em que houve a sua supressão, porquanto é quando dela toma ciência o interessado, não se renovando nos meses subseqüentes. Isso porque a supressão da rubrica constitui ato único de efeitos permanentes, sendo a sua não-inclusão nas folhas de pagamentos subseqüentes apenas reflexo de sua edição." (STJ, Quinta Turma, REsp nº 571.654/BA, rel. Min. FÉLIX FISCHER, julg. em 08/06/2004, publ. DJU de 02/08/2004, pág. 515). No mesmo sentido: STJ, Corte Especial, MS nº 6945/DF, rel. Ministro CÉSAR ASFOR ROCHA, julg. em 03/09/2003, publ. DJU de 15/12/2003, pág. 172. - Evidenciada a decadência de requerer a Segurança, na forma do art. 18 da Lei nº 1.533 /51, mantém-se a sentença terminativa apelada. - Apelação improvida.

Encontrado em: Primeira Turma Fonte: Diário da Justiça - Data: 25/01/2006 - Página: 486 - Nº: 18 - Ano: 2006 - 25.../1/2006 LEG-FED LEI- 1533 ANO-1951 ART- 18 LEG-FED LEI- 9421 ANO-1996 RESP 571654/BA (STJ) MS 6945/DF

TRF-2 - APELAÇÃO CIVEL AC 120990 96.02.33578-5 (TRF-2)

Data de publicação: 28/01/2004

Ementa: PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE – REVERSÃO PARA FILHO MAIOR DE 18 ANOS – DECRETO Nº 89.312 /84 E LEI Nº 8.213 /91. 1 - O cerne da vexata quaestio reside na aferição do termo ad quem, do pensionamento auferido pelo autor. Entende este ter direito ao recebimento do mesmo até alcançar a idade-limite de 21 anos, de acordo com a Lei nº 8.213 /91; no que é obliterado pela autarquia, sob o fundamento de encontrar-se o beneficiário regido pelas disposições do Decreto nº 89.312 /84, vigente à época do óbito do instituidor da pensão, em que se previa idade-limite de 18 anos (art. 10, inc. I). 2 - No que tange à situação subjetiva, submete-se esta à legislação vigente na época da concessão do benefício, à exceção de regramento posterior, mais benéfico e que, expressamente, declare a retroação de seus efeitos, sob pena de vulneração de ato jurídico perfeito ou direito adquirido. 3 - Falecendo o segurado em fevereiro de 1985, impõe-se observar as disposições do Decreto nº 89.312 /84, para efeito de concessão e mesmo reversão da pensão por morte; não sendo caso de se utilizar o art. 77 , § 2º , inc. II , da Lei nº 8.213 /91, que prevê idade-limite de 21 anos, para extinção do pensionamento, posto que vigente apenas na época do falecimento da uma das beneficiárias, in casu, da genitora do autor. 4 – Apelação provida

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