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JusBrasil - Jurisprudência
28 de novembro de 2014

TJ-RS - Apelação Cível AC 70048680599 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 15/09/2014

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. DECISÃO MONOCRÁTICA. DIREITO TRIBUTÁRIO. IMPOSTO DE RENDA SOBRE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA, INCLUSIVE SOBRE JUROS MORATÓRIOS. CELEBRAÇÃO DE ACORDO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. TRANSAÇÃO JUDICIAL HOMOLOGADA. REDISCUSSÃO SOBRE OS CRITÉRIOS DE RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA. IMPOSSIBILIDADE. MATÉRIA PRECLUSA. Considerando que a parte autora anuiu com a proposta de transação judicial, esgotada a possibilidade de reapreciação da forma como foi procedida a retenção do imposto de renda, uma vez que caracterizada a preclusão consumativa. RECURSO DE APELAÇÃO DO MUNICÍPIO PROVIDO. PREJUDICADO O RECURSO DA AUTORA EM DECISÃO MONOCRÁTICA. (Apelação Cível Nº 70048680599, Vigésima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Adriana da Silva Ribeiro, Julgado em 26/08/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70048677975 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 15/09/2014

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. DECISÃO MONOCRÁTICA. DIREITO TRIBUTÁRIO. IMPOSTO DE RENDA SOBRE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA, INCLUSIVE SOBRE JUROS MORATÓRIOS. CELEBRAÇÃO DE ACORDO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. TRANSAÇÃO JUDICIAL HOMOLOGADA. REDISCUSSÃO SOBRE OS CRITÉRIOS DE RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA. IMPOSSIBILIDADE. MATÉRIA PRECLUSA. Considerando que a parte autora anuiu com a proposta de transação judicial, esgotada a possibilidade de reapreciação da forma como foi procedida a retenção do imposto de renda, uma vez que caracterizada a preclusão consumativa. RECURSO DE APELAÇÃO DO MUNICÍPIO PROVIDO. PREJUDICADO O RECURSO DA AUTORA EM DECISÃO MONOCRÁTICA. (Apelação Cível Nº 70048677975, Vigésima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Adriana da Silva Ribeiro, Julgado em 26/08/2014)

TRF-2 - APELRE APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO REEX 201151010086403 (TRF-2)

Data de publicação: 10/06/2013

Ementa: TRIBUTÁRIO. INCIDÊNCIA DE IMPOSTO DE RENDA SOBRE AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO E JUROS MORATÓRIOS DECORRENTES DE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. NATUREZA DAS VERBAS. ENTENDIMENTO DO E.STJ: REGRA PARA A INCIDÊNCIA E EXCEÇÕES. 1. Remessa Necessária e Apelação interposta pela Fazenda Nacional contra sentença de procedência que reconheceu a inexistência de relação jurídica a amparar a cobrança de imposto de renda sobre as verbas pagas em ação trabalhista a título de juros de mora. 2. A Primeira Seção da Corte Superior, ao apreciar Recurso Especial versando sobre juros moratórios e respectiva natureza (REsp 1.089.720, Rel. Min. MAURO CAMPBELL MARQUES, DJe 28.11.2012), decidiu que a regra geral é a incidência do IRPF sobre juros de mora, a teor do art. 16 , parágrafo único , da Lei nº 4.506 /1964, inclusive quando reconhecidos em reclamatórias trabalhistas, apesar de sua natureza indenizatória, comportando a hipótese, entretanto, duas exceções: quando pagos no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho, em reclamatórias trabalhistas ou não, e no caso de juros de mora incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR, ainda que pagos fora do contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho, obedecendo a regra de que o acessório segue o principal. 3. No voto do Min. Relator assentou-se a evolução legislativa que alcança a controvérsia, salientando-se que a Lei nº 7.713 /1988 manteve a incidência do IR sobre os juros de mora, reforçando conceitos já desenvolvidos de que juros de mora são verbas indenizatórias classificadas na condição de lucros cessantes, indicando o art. 6º , V , entretanto, “regra especial ao estabelecer a isenção do IR sobre as verbas indenizatórias pagas por ocasião de despedida ou rescisão do contrato de trabalho (perda de emprego)”. 4. No caso, trata-se de valores reconhecidos ao Demandante por efeito de rescisão de contrato de trabalho, razão pela qual, a teor da regra estabelecida no julgamento do REsp 1.089.720 supracitado, não se afigura legítima a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios aqui tratados. 5. Remessa Necessária e Apelação da União não providas....

TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC 3049 PR 2006.70.03.003049-7 (TRF-4)

Data de publicação: 09/02/2010

Ementa: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. TRIBUTÁRIO. IMPOSTO DE RENDA. VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. ACORDO COLETIVO. ADVOGADOS DA CEF. HORAS EXTRAS. NATUREZA REMUNERATÓRIA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. CRITÉRIOS DE ARBITRAMENTO. OMISSÃO. PREQUESTIONAMENTO. Realmente, restou omisso o acórdão no que diz com a exposição de critérios de arbitramento dos honorários advocatícios, merecendo, portanto, reparo neste ponto.Embargos de declaração acolhidos, inclusive para fins de prequestionamento.

TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC 3049 PR 2006.70.03.003049-7 (TRF-4)

Data de publicação: 15/12/2009

Ementa: TRIBUTÁRIO. IMPOSTO DE RENDA. VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. ACORDO COLETIVO. ADVOGADOS DA CEF. HORAS EXTRAS. NATUREZA REMUNERATÓRIA. 1. O pagamento de horas extras, estabelecido por acordo judicial ou extrajudicial, configura retribuição pelo trabalho prestado, tendo, portanto, natureza remuneratória e subsumindo-se na hipótese de incidência do imposto de renda. 2. Ainda que o valor estabelecido no acordo para a liquidação das horas-extras já prestadas pelos advogados da CEF tenha sido o mesmo para todos, sem considerar o trabalho extraordinário individualmente prestado, não há como afastar a tributação, já que a situação ou configura, quitação pelo empregado ou liberalidade do empregador. De uma forma ou de outra, ocorre o acréscimo patrimonial. 3. A natureza jurídica da verba é dada pela conjugação das circunstâncias nas quais é paga, que indicam a ocorrência do fato gerador do imposto, não sendo importante o nomen juris que lhe tenha sido atribuído. 4. Negado provimento a ambos os recursos.

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 848 AM 2004.32.00.000848-6 (TRF-1)

Data de publicação: 03/12/2009

Ementa: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. RESTITUIÇÃO DE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. MEDIDA CAUTELAR. AUSÊNCIA DE AJUIZAMENTO DA AÇÃO PRINCIPAL NO PRAZO LEGAL. ARTS. 806 E 808 DO CPC . REMESSA OFICIAL TIDA POR INTERPOSTA PROVIDA. 1. O processo cautelar possui a finalidade de assegurar o resultado útil de eventual decisão favorável ao requerente a ser proferida na ação principal, a fim de viabilizar a sua execução. 2. Deixando o autor de ajuizar a ação principal no prazo a que se refere o art. 806 do CPC , é de se reconhecer a ineficácia da cautelar proposta, nos termos do art. 808 do mesmo diploma legal. 3. Remessa oficial, tida por interposta, a que se dá provimento, para julgar extinto o processo, sem julgamento do mérito. Prejudicada a apelação da União.

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 7954 AM 2005.32.00.007954-6 (TRF-1)

Data de publicação: 17/02/2009

Ementa: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. RESTITUIÇÃO DE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. SENTENÇA RESCINDIDA. NATUREZA ALIMENTÍCIA. BOA-FÉ. INEXIGIBILIDADE DE RESTITUIÇÃO AO ERÁRIO. APELAÇÃO NÃO PROVIDA. 1. Não são passíveis de restituição ao erário as verbas de natureza alimentícia recebidas de boa-fé com fundamento em sentença trabalhista desconstituída por meio de ação rescisória. 2. Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal, "indevida a devolução de vencimentos de servidor público não só quando percebidos por força de mandado de segurança como em decorrência de execução em ação ordinária", uma vez que "vencimentos e salários têm privilégio de verba destinada a alimentos, não devendo impor-se a sua restituição". (RESXs 88.110-DF e 80.913-RS). 3. Indevida a restituição dos valores recebidos de boa-fé, na forma de precedentes deste Tribunal. 4. Apelação e remessa oficial a que se nega provimento.

TRF-1 - APELAÇÃO CIVEL AC 5410 PI 2001.40.00.005410-0 (TRF-1)

Data de publicação: 22/04/2009

Ementa: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. RESTITUIÇÃO DE VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. SENTENÇA RESCINDIDA. NATUREZA ALIMENTÍCIA. BOA-FÉ. INEXIGIBILIDADE DE RESTITUIÇÃO AO ERÁRIO. APELAÇÃO E REMESSA OFICIAL NÃO PROVIDAS. 1. Não são passíveis de restituição ao erário as verbas de natureza alimentícia recebidas de boa-fé com fundamento em sentença trabalhista desconstituída por meio de ação rescisória. 2. Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal, "indevida a devolução de vencimentos de servidor público não só quando percebidos por força de mandado de segurança como em decorrência de execução em ação ordinária", uma vez que "vencimentos e salários têm privilégio de verba destinada a alimentos, não devendo impor-se a sua restituição". (RESXs 88.110-DF e 80.913-RS). 3. Não sendo devida a restituição dos valores recebidos de boa-fé, revelam-se abusivos e ilegais os atos administrativos que determinaram a inscrição do seu montante em dívida ativa e a inclusão dos supostos devedores no CADIN. 4. Apelação e remessa oficial a que se nega provimento.

TRF-2 - EMBARGOS INFRINGENTES NA APELAÇÃO CIVEL EIAC 346202 RJ 2003.51.01.026484-9 (TRF-2)

Data de publicação: 29/07/2009

Ementa: ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. ACÓRDÃO TRANSITADO EM JULGADO. COISA JULGADA MATERIAL. AÇÃO RESCISÓRIA. INDENIZAÇÃO AO ERÁRIO. VERBAS DE NATUREZA ALIMENTAR. SEGURANÇA JURÍDICA. PRESUNÇÃO DE BOA-FÉ. - A jurisprudência evoluiu no sentido de considerar imprópria a exigência de restituição de verbas de natureza alimentar recebidas de boa-fé por servidor público, em virtude de pronunciamento judicial transitado em julgado, posteriormente desconstituído por força de ação rescisória, considerando que as vantagens obtidas pelo mesmo não resultaram de decisão judicial de natureza provisória e precária, mas sim definitiva, acobertada pela autoridade da coisa julgada material ( CPC , art. 467 ). - Recurso não provido. E M E N T A - A jurisprudência evoluiu no sentido de considerar imprópria a exigência de restituição de verbas de natureza alimentar recebidas de boa-fé por servidor público, em virtude de pronunciamento judicial transitado em julgado, posteriormente desconstituído por força de ação rescisória, considerando que as vantagens obtidas pelo mesmo não resultaram de decisão judicial de natureza provisória e precária, mas sim definitiva, acobertada pela autoridade da coisa julgada material ( CPC , art. 467 ). - Recurso não provido.

TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC 7039 PR 2006.70.03.007039-2 (TRF-4)

Data de publicação: 25/03/2008

Ementa: IMPOSTO DE RENDA. VALORES RECEBIDOS EM AÇÃO TRABALHISTA. ACORDO COLETIVO. ADVOGADOS DA CEF. HORAS EXTRAS. NATUREZA REMUNERATÓRIA. O pagamento de horas extras, estabelecido por acordo judicial ou extrajudicial, configura retribuição pelo trabalho prestado, tendo, portanto, natureza remuneratória e subsumindo-se na hipótese de incidência do imposto de renda.Ainda que o valor estabelecido no acordo para a liquidação das horas-extras já prestadas pelos advogados da CEF tenha sido o mesmo para todos, sem considerar o trabalho extraordinário individualmente prestado, não há como afastar a tributação, já que a situação ou configura, quitação pelo empregado ou liberalidade do empregador. De uma forma ou de outra, ocorre o acréscimo patrimonial.A natureza jurídica da verba é dada pela conjugação das circunstâncias nas quais é paga, que indicam a ocorrência do fato gerador do imposto, não sendo importante o nomen juris que lhe tenha sido atribuído.

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