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JusBrasil - Jurisprudência
23 de agosto de 2014

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TJ-RS - Agravo de Instrumento AI 70055418719 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 15/07/2013

Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. RESPONSABILIDADE CIVIL EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. ACORDO FIRMADO ENTRE SEGURADORA E SEGURADO. A responsabilidade da seguradora perante o segurado é solidária. Com a instituição do litisconsórcio passivo unitário, a seguradora assume a condição de devedora de eventual obrigação de indenizar. Quanto mais no caso em que, com a procedência da ação de indenização e da lide secundária, a responsabilidade da seguradora se desvinculou do contrato e passou a ter respaldo no próprio título executivo. Em decorrência, a seguradora não pode impor, na execução, acordo entabulado com o segurado, do qual o credor não fez parte. AGRAVO A QUE SE NEGA SEGUIMENTO. (Agravo de Instrumento Nº 70055418719, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Aquino Flôres de Camargo, Julgado em 09/07/2013)

TJ-RS - Agravo AGV 70055672158 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 16/08/2013

Ementa: AGRAVO INTERNO. RESPONSABILIDADE CIVIL EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. ACORDO FIRMADO ENTRE SEGURADORA E SEGURADO. A responsabilidade da seguradora perante o segurado é solidária. Com a instituição do litisconsórcio passivo unitário, a seguradora assume a condição de devedora de eventual obrigação de indenizar. Ainda mais no caso em que, com a procedência da ação de indenização e da lide secundária, a responsabilidade da seguradora se desvinculou do contrato e passou a ter respaldo no próprio título executivo. Em decorrência, a seguradora não pode impor, na execução, acordo entabulado com o segurado, do qual o credor não fez parte. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO. (Agravo Nº 70055672158, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Aquino Flôres de Camargo, Julgado em 15/08/2013)

TJ-RS - Recurso Cível 71004243358 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 18/12/2013

Ementa: REPARAÇÃO DE DANOS. ACIDENTE DE TRÂNSITO. REVELIA DA SEGURADA E DO MOTORISTA DO VEÍCULO SEGURADO. TERCEIRO VEÍCULO ENVOLVIDO NO ACIDENTE. LEGITIMIDADE PASSIVA DA SEGURADORA. POSSIBILIDADE DA CONDENAÇÃO SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. RESPONSABILIDADE DA SEGURADORA DEMANDADA NOS LIMITES DA APÓLICE. SEGURADORA QUE INDENIZOU TERCEIRO ENVOLVIDO NO ACIDENTE, ESGOTANDO O LIMITE DA COBERTURA. PRELIMINARES AFASTADAS. A seguradora ré é legitimada passiva para a ação indenizatória, movida também contra seu segurado, havendo entre estes litisconsórcio passivo unitário. Assim, pode o terceiro envolvido em acidente mover a ação indenizatória contra o segurado causador do acidente e contra a seguradora, que responde solidariamente com seu segurado. Preliminares afastadas. No mérito, houve um terceiro veículo que foi abalroado pelo automóvel da segurada Michele, sendo que o proprietário desse terceiro veículo já foi indenizado pela seguradora na via administrativa com o pagamento de R$ 10.000,00 (fl. 76). Considerando que o valor da cobertura securitária por dano material era de R$ 10.000,00, esgotou-se referida cobertura com o pagamento feito ao terceiro. A responsabilidade da seguradora se limita ao valor contratado a título de cobertura, não podendo ser obrigada a pagar valor maior. Assim, afasta-se a condenação da seguradora a indenizar, pois a cobertura securitária já se esgotou, mantendo-se a condenação dos demais réus. RECURSO PROVIDO. (Recurso Cível Nº 71004243358, Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Lucas Maltez Kachny, Julgado em 17/12/2013)

TJ-RS - Recurso Cível 71004591608 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 28/10/2013

Ementa: ACIDENTE DE TRÃNSITO. LEGITIMIDADE DA SEGURADORA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA SEGURADORA EM RELAÇÃO A CONDENAÇÃO IMPOSTA AO SEGURADO POR ACIDENTE CAUSADO POR ESTE. A REVELIA DO RÉU, QUE ADMITE CULPA PELO SINISTRO, NÃO EXCLUI A OBRIGAÇÃO CONTRATUAL DA SEGURADORA DE GARANTIR PELOS PREJUÍZOS CAUSADOS A TERCEIRO. RECURSO PROVIDO. (Recurso Cível Nº 71004591608, Terceira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Carlos Eduardo Richinitti, Julgado em 24/10/2013)

TJ-RS - Recurso Cível 71004854329 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 04/06/2014

Ementa: RECURSO INOMINADO. LUCROS CESSANTES. ACIDENTE DE TRÂNSITO. TÁXI. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA SEGURADORA NÃO OBSTANTE QUITAÇÃO. VALORES FIXADOS DE ACORDO COM DECLARAÇÃO DO SINDICATO DOS TAXISTAS, DESCONTADAS DESPESAS E PERCENTUAL DE 25%. CORRETA NO PONTO A SENTENÇA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO APENAS PARA O RECONHECIMENTO DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. (Recurso Cível Nº 71004854329, Quarta Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Gisele Anne Vieira de Azambuja, Julgado em 30/05/2014)

TJ-RS - Recurso Cível 71004736468 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 12/05/2014

Ementa: RECURSO INOMINADO. AÇÃO INDENIZATÓRIA. ACIDENTE DE TRÂNSITO. CULPA RECONHECIDA PELO CONDUTOR DA EMPRESA RÉ. DEVER DE INDENIZAR OS DANOS MATERIAIS DECORRENTES DO EVENTO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA ENTRE O CAUSADOR DO ACIDENTE E A SEGURADORA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. O autor logrou comprovar os fatos constitutivos de seu direito, já que o condutor do veículo da empresa ré Gêmeas Tur Ltda, reconheceu sua culpa pelo evento, ao prestar seu depoimento nos autos, pois referiu ter providenciado toda a documentação para que os réus efetuassem o pagamento do sinistro, não sabendo informar a razão pela qual não houve pagamento do conserto do veículo ao autor, já que haveria cobertura dos danos pela ré Confiança Seguros. A sentença condenou as rés, de forma solidária, a pagar o valor equivalente ao conserto do automóvel. Note-se que somente a seguradora ré recorreu, insurgindo-se apenas, em suas razões recursais, quanto ao fato de não ter tido ciência acerca da ocorrência do sinistro na esfera administrativa, alegando que a segurada, ora corré, teria agido em desconformidade com as cláusulas do contrato de seguro entabulado entre elas, razão pela qual deveria ser afastada sua responsabilidade pelo evento. Tal alegação não merece ser acolhida, pois, frente ao autor, ambas as rés são responsáveis de forma solidária pelos danos causados pelos segurados, conforme entendimento pacificado na jurisprudência e na doutrina, sendo indiferente perante a vítima do sinistro se houve descumprimento contratual entre o segurado e a seguradora. O fato de que a segurada teria descumprido cláusula contratual ao não comunicar a seguradora acerca da ocorrência do sinistro não é justificativa para afastar a condenação solidária neste feito, já que tal questão deve ser discutida em outra demanda, se do interesse da recorrente. Ademais, sendo constatada a culpa da segurada pela ocorrência dos danos no veículo do autor, analisar se houve ou não comunicação à seguradora acerca do sinistro na esfera administrativa, seja pelo autor ou pela corré, é irrelevante, já que a indenização é devida independente da ciência ou não da recorrente, e mesmo o suposto desconhecimento sofre o fato não seria capaz de afastar sua responsabilidade pelo evento. RECURSO DESPROVIDO. (Recurso Cível Nº 71004736468, Terceira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Silvia Muradas Fiori, Julgado em 08/05/2014)...

TJ-RS - Embargos de Declaração ED 71004715140 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 29/11/2013

Ementa: EMBARGOS DECLARATÓRIOS. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. RESPONSABILIDADE CIVIL. ACIDENTE DE TRÂNSITO. CONDENAÇÃO SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. NECESSIDADE DE OBSERVÂNCIA DO LIMITE CONTRATUAL DE COBERTURA. OMISSÃO RECONHECIDA E CORRIGIDA, ACRESCENTANDO-SE AO ACÓRDÃO A LIMITAÇÃO DA RESPONSABILIDADE DA SEGURADORA AO TETO DE COBERTURA CONTRATADA. EMBARGOS ACOLHIDOS. (Embargos de Declaração Nº 71004715140, Segunda Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Roberto José Ludwig, Julgado em 27/11/2013)

TJ-RS - Recurso Cível 71003471562 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 02/07/2012

Ementa: ACIDENTE DE TRÂNSITO. REVELIA. LEGITIMIDADE PASSIVA DA SEGURADORA DO CAUSADOR DO EVENTO DANOSO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. SENTENÇA MANTIDA PELOS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. Consoante entendimento pacificado na jurisprudência mostra-se legitimada para figurar no pólo passivo da demanda a empresa Seguradora, tendo em conta a função social do contrato, prevista no art. 421 , do Código Civil , que tem sua inspiração no princípio constitucional da solidariedade, contemplado no art. 3º , I , da Constituição Federal , não podendo assim a Seguradora demandada afirmar que não possui qualquer...

TJ-RS - Apelação Cível AC 70056111164 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 17/06/2014

Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. RESPONSABILIDADE CIVIL EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS. AGRAVO RETIDO. IRB. CARÊNCIA DE AÇÃO. CULPA CONCORRENTE. CONDENAÇÃO SOLIDÁRIA DA SEGURADORA. FRANQUIA. Agravo retido improvido. Denunciação da lide ao IRB. Eventual direito de regresso deve ser buscado em ação autônoma. Preliminar de carência de ação por falta de interesse de agir rejeitada. Culpa concorrente do autor e da demandada caracterizada. É possível a condenação solidária da seguradora. Tratando-se de contrato de seguro, o segurador só poderá se exonerar de sua obrigação se ficar comprovado o dolo ou a má-fé do segurado, ou o agravamento do risco. Não há falar em franquia para o conserto de veículo de terceiro. PRELIMINAR REJEITADA. AGRAVO RETIDO IMPROVIDO. PRIMEIRA APELAÇÃO IMPROVIDA. SEGUNDA APELAÇÃO IMPROVIDA. TERCEIRA APELAÇÃO IMPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70056111164, Décima Primeira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Bayard Ney de Freitas Barcellos, Julgado em 11/06/2014)

TJ-RS - Apelação Cível AC 70043882232 RS (TJ-RS)

Data de publicação: 14/10/2013

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. DANOS MATERIAIS E MORAIS. COLISÃO TRASEIRA. CULPA. PRESUNÇÃO. LESÕES CORPORAIS. SEGURADORA. CONDENAÇÃO DIRETA E SOLIDÁRIA. SEGURO. DANOS MORAIS, PESSOAIS E CORPORAIS. 1. Dinâmica do acidente: a prova dos autos indica que o caminhão da ré colheu por trás a motocicleta na qual estavam os autores. Presunção de culpa do proprietário do veículo que colide por trás, a qual não restou elidida pela prova dos autos. Ausência de prova relativa à mácula na condução da motocicleta. Falta de habilitação do motociclista que não se mostrou relevante para que ocorresse o sinistro. 2. Danos morais "in re ipsa": a violação da integridade física configura hipótese de dano moral "in re ipsa". Caso em que os autores sofreram lesões múltiplas, inclusive fraturas, com necessidade de internação hospitalar, restando com seqüelas, conforme prova pericial. Reparações por danos morais mantidas em R$ 15.000,00, conforme fixadas na sentença. 3. Danos materiais: deve ser afastado do montante indenizatório, apenas, o valor relativo à aquisição de medicamento que não guarda conexão com o caso dos autos. No mais, vai mantida a sentença, no ponto. 4. Condenação direta e solidária da seguradora: a seguradora aderiu à tese defensiva, diante do que se autoriza a sua condenação direta e solidária. 5. Seguro. Danos morais: não havendo, na apólice, cláusula expressa de exclusão da cobertura para danos morais, presume-se este risco coberto pela rubrica danos pessoais ou corporais. Apelos parcialmente providos. (Apelação Cível Nº 70043882232, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Umberto Guaspari Sudbrack, Julgado em 10/10/2013)

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