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01 de novembro de 2014
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Má Fama

Má fama

Opinião ou conceito público negativo das qualidades morais de certa pessoa.

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Má fama

Opinião ou conceito público negativo das qualidades morais de certa pessoa.

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Opinião ou conceito público negativo das qualidades morais de certa pessoa.

Definição • Jb • 16/04/2009

TJ-SC - Apelação Cível AC 178982 SC 2005.017898-2 (TJ-SC)

Data de publicação: 31/08/2009

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL. MAU FUNCIONAMENTO DE ELEVADOR COM APRISIONAMENTO DE HÓSPEDES EM SEU INTERIOR. ALEGAÇÃO DE PREJUÍZO DECORRENTE DO DESCRÉDITO E FAMA EXPERIMENTADOS PELO ESTABELECIMENTO HOTELEIRO. FATO NÃO DEMONSTRADO. IMPOSSIBILIDADE DE PRESUNÇÃO DO DANO. MERO DISSABOR. RECURSO DESPROVIDO. A falta de comprovação do efetivo prejuízo experimentado pelo hotel em razão do mau funcionamento de elevador adquirido da demandada, e, especialmente, da carência probatória acerca da suposta mácula à sua honra, imagem e reputação decorrentes desse episódio, impedem o reconhecimento de dano moral e, de conseguinte, do dever de indenizar.

TJ-SC - Apelação Cível AC 283399 SC 2007.028339-9 (TJ-SC)

Data de publicação: 03/08/2010

Ementa: RESPONSABILIDADE CIVIL. DANO MORAL. FALSA DECLARAÇÃO PROFERIDA, COMO RECLAMANTE, EM AÇÃO TRABALHISTA MOVIDA CONTRA COOPERATIVA. ALEGAÇÃO DE DESCRÉDITO E FAMA DA PESSOA JURÍDICA ADVINDA DESSE ATO. CONDUTA INAPROPRIADA QUE, TODAVIA, NÃO DETÉM O CONDÃO DE ENSEJAR ABALO MORAL. AUSÊNCIA, ADEMAIS, DE EFETIVA PROVA ACERCA DO DANO SOFRIDO PELA PESSOA JURÍDICA. MERO DISSABOR QUE NÃO ENSEJA REPARAÇÃO PECUNIÁRIA. APELO IMPROVIDO. Ausente, no processo, qualquer elemento probante a indicar que a prática indevida da demandada - falsa afirmação proferida no transcurso de lide trabalhista da qual foi reclamante - abalou a imagem da pessoa jurídica ou a fez passar por situação vexatória ou constrangedora perante terceiros, inexiste o dano moral reparável.

fama de políticos reduz número de candidatos a postos públicos

      A imagem muito ruim dos políticos na atualidade pode ser a principal causa da redução considerável e progressiva no número de candidatos a postos públicos, pelo que constata o sociólogo, ex-deputado e ex-governador do Estado, Wellington Moreira ...

Notícia Política • Correio do Estado • 21/09/2008

Jonas busca gols contra o Aurora para apagar a fama pelas chances perdidas

Diogo Olivier | diogo.olivier@zerohora.com.br A conversa seguia em tom morno no saguão do hotel Los Tajibos. Os efeitos da altitude. Quem é o desconhecido Aurora, adversário desta noite, em Cochabamba? Réver, zagueiro ou volante? De repente, Jonas deixa ...

Notícia Política • Zero Hora • 25/03/2009

TRT-9 - 11252005670900 PR 1125-2005-670-9-0-0 (TRT-9)

Data de publicação: 30/10/2007

Ementa: TRT-PR-30-10-2007 SUBMISSÃO À COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA - NÃO OBRIGATORIEDADE - EXTINÇÃO DO PROCESSO - CONTRA-SENSO - DESPERDÍCIO DE RECURSOS PÚBLICOS - FAMA DE MOROSA ATRIBUÍDA À JUSTIÇA DO TRABALHO - Ainda que se conceba a existência de Comissão de Conciliação Prévia da categoria, vale destacar que o entendimento deste Colegiado é no sentido de que a submissão da demanda trabalhista à Comissão de Conciliação Prévia é facultativa (artigo 625-D da CLT ). Não obstante o entendimento do TST, ouso discordar daquela Corte, já que a Lei n.º 9.958 de 12/01/2000 não teve o condão de criar novo pressuposto processual. A referida lei não prevê sanção alguma. Como se observa, o objetivo precípuo do legislador ao instituir as comissões de conciliação prévia foi o de instrumentalizar as partes, privilegiando a adoção de soluções autônomas dos conflitos trabalhistas. Ademais, não se pode olvidar da regra do artigo 5º , XXXV , da Constituição Federal . Exigir do autor, agora, em sede de recurso ordinário (ou, no futuro, em sede de recurso de revista), a busca de conciliação prévia perante a comissão instituída para este fim, para somente depois permitir que ela demande perante esta Justiça Especializada, além de afronta ao referido dispositivo constitucional, implicaria em violação aos princípios da simplicidade, economia processual e instrumentalidade, principalmente porque sequer haveria perspectiva de obter o intento desejado (conciliação), pois já restaram infrutíferas todas as tentativas conciliatórias entre as partes nesta esfera judicial, conforme bem demonstram os termos de audiências. A presente ação foi aJuizada há mais de um ano. Determinar a extinção do processo sem julgamento do mérito neste ponto, por este motivo, representa um total contra-senso, um desperdício de dinheiro público e de trabalho de juizes e servidores, que apenas contribui para dar a fama de morosa a esta Justiça Especializada. Se eventualmente a extinção do processo sem julgamento...

DJGO 21/06/2011 - Pág. 349 - Seção III - Diário de Justiça do Estado de Goiás

AIS DE FAMA; 7ª RESIDIR NO ENDEREçO A SER DECLARADO, RELACIONA NDO-SE BEM COM SEUS FAMILIARES

Diário • Diário de Justiça do Estado de Goiás

TJ-SP - Apelação APL 194051420108260053 SP 0019405-14.2010.8.26.0053 (TJ-SP)

Data de publicação: 13/08/2012

Ementa: APELAÇÃO. Concurso público. Policial Militar. Reprovação na fase de investigação social. Apuração da prática de lesão corporal dolosa pelo impetrante a seu genitor, que se encontrava alcoolizado, bem como de fama social e no trabalho.Conduta social incompatível com o desempenho da função de policial militar. Requisito de conduta social irrepreensível previsto no edital do concurso. Presunção de veracidade e legalidade dos atos administrativos.Ilegalidade não comprovada por prova pré-constituida. Ausente direito liquido e certo. Sentença mantida.Recurso não provido.

TRT-9 - 34259201041900 PR 34259-2010-41-9-0-0 (TRT-9)

Data de publicação: 20/01/2012

Ementa: TRT-PR-20-01-2012 PROVA TESTEMUNHAL. VALORAÇÃO. LIVRE ATRIBUIÇÃO DO JUÍZO - Na análise da prova testemunhal, o juiz faz uso do poder discricionário dentro do processo, isto é, faz a devida valoração da prova (art. 131 do CPC ), valendo-se, para tanto, da verossimilhança, da improbabilidade do relato, da honorabilidade ou da fama da testemunha, da coerência entre os vários depoimentos etc. A testemunha presencial, isto é, aquela que presenciou os fatos é, sem dúvida, uma testemunha importante, e seu depoimento não pode ser desprezado se guarda coerência com os outros relatos colhidos e, sobretudo, quando não constam elementos nos autos que o possa macular. Recurso do réu desprovido, neste aspecto.

TJ-SP - Apelação APL 141896520098260196 SP 0014189-65.2009.8.26.0196 (TJ-SP)

Data de publicação: 16/05/2012

Ementa: Responsabilidade civil Dano moral Discussão havida entre autor e réu, em razão de dívida contraída pelo primeiro junto a supermercado mantido pelo segundo Réu teria proferido palavras ofensivas contra o autor em rua próxima à sua residência, perante conhecidos Autor aduz haver sofrido danos morais, por ter sido tachado de mau pagador e 'vagabundo' pelo réu Prova oral Episódio que não gerou maiores repercussões, nem trouxe fama ao autor perante a comunidade em que vive Meros dissabores e aborrecimentos, que não ensejam o dever de indenizar ? Contrariedades do cotidiano da vida em sociedade que não podem ser alçadas à condição de dano moral, sob pena de banalização do instituto, de todo reprovável Pedido julgado improcedente, com a inversão do ônus da sucumbência Recurso provido.

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