Busca sem resultado
jusbrasil.com.br
27 de Fevereiro de 2024

ENTREVISTA: As Urnas Eletrônicas são ou não confiáveis? Especialista do TRE-PE sana as dúvidas do eleitor brasileiro

Se os Hackers invadem a NASA, o FBI, porque não invadem as Urnas Eletrônicas? O especialista responde: - Não invadem porque a urna não tem conexão! Simples assim!

Publicado por Fátima Burégio
há 5 anos

Se os Hackers invadem a NASA, o FBI, porque não invadem as Urnas Eletrônicas? O especialista responde: - Não invadem porque a urna não tem conexão! Simples assim!

Faço parte de um grupo formado por autoridades do cenário brasileiro dos mais variados segmentos: Informática, Poder Judiciário, Tribunais Regionais e Eleitorais, Professores, Empresários, etc. Naquele grupo fora levantado um interessante debate acerca do fato do eleitor brasileiro confiar, ou não, nos números, dados, eficácia e exatidão de dados constantes nas urnas eletrônicas.

Participei ativamente e tenho muita coisa para repassar para o leitor Jusbrasileiro, obviamente com a autorização do especialista na área.

Em meio ao altíssimo nível do debate, surge um representante da área de Tecnologia da Informação da Justiça Eleitoral, George Maciel, Secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação e Presidente da Comissão de Segurança da Informacao do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco - TRE-PE.

George Maciel, graduado em Engenharia Civil com Mestrado em Design, pesquisador nas áreas de inteligência artificial, Big Data, Business Inteligence, Segurança da Informação e Domótica, atua no TRE-PE desde 2001, está atualmente como Secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação daquele Tribunal Regional e, com o processo de votação eletrônica em Pernambuco sob a sua gestão, em conjunto com o Desembargador Dr. Luiz Carlos Figueirêdo, tem muito a nos ensinar; pois, de forma firme, convicta e com exímio conhecimento de causa, forneceu uma verdadeira aula aos participantes daquele grupo, onde, impactada com suas pertinentes colocações, pedi autorização para transformar as informações colhidas em entrevista e reproduzi-las aqui no Jusbrasil, pois o Brasil precisa ter ciência de tais informações:

147 milhões de eleitores brasileiros e uma insegurança medonha... É plausível esta preocupação, caro leitor/eleitor?

Com mais de 147 milhões de pessoas aptas a votar, é óbvio que preocupar-se com a segurança no voto, faz parte das precauções do eleitor brasileiro, e vamos procurar, na medida do possível, sanar todas as suas dúvidas, fazendo-o enxergar a segurança que gira em torno das Urnas Eletrônicas, modelo de votação brasileira, sendo tal modelo copiado por vários outros países.

Sobre segurança nas urnas eletrônicas, o professor George Maciel pontuou:

George Maciel: Esclareço que a urna eletrônica é programada para habilitar a votação apenas no dia da eleição e durante o período de votação, que vai das 8h às 17h. Encerrada a votação, a urna imediatamente faz a apuração (contagem) dos votos da seção e, em seguida, imprime várias vias do Boletim de Urna – BU com o resultado. A partir desse momento, o resultado torna-se público, podendo ser verificado por qualquer pessoa, sobretudo pelos fiscais de partido e eleitores. Cada BU contém um QRCODE bidimensional que pode ser lido por um aplicativo para smart phones. A Justiça Eleitoral disponibilizou um aplicativo chamado Boletim na Mão, para fazer a leitura desses BUs e armazenar os resultados no celular. Há também a possibilidade de aplicativos de terceiros fazerem a leitura desses BUs, uma vez que o algoritmo de leitura é público e foi disponibilizado pelo TSE na Internet. A mesma informação gerada no BU é armazenada, na forma de um arquivo, em uma mídia digital (pen drive). Esse arquivo é assinado com o certificado digital que cada urna possui e criptografado com um algoritmo de alta complexidade. Em seguida, essa mídia com o arquivo é levada a um ponto de transmissão da Justiça Eleitoral. Nesse local, os dados são lidos e transmitidos para TRE por meio de uma rede privativa (segura) própria. Além de a informação ser transmitida por uma rede privativa da própria Justiça Eleitoral, também é utilizado um software chamado JE-Connect que cria um canal seguro (criptografado) para a transmissão dos dados. Assim que o arquivo chega ao data center do TRE, inicia-se o processo inverso de remoção das camadas de segurança para acessar o resultado. Entre as várias etapas de segurança que são realizadas, destacam-se a verificação da tabela de correspondência e da assinatura eletrônica da urna, bem como a descriptografia do arquivo de resultado. Após a remoção das camadas de segurança, os dados são totalizados e disponibilizados na internet. Dessa maneira, o eleitor pode conferir o resultado ao comparar os dados do boletim de urna com os divulgados na internet. A título de conhecimento, a Justiça Eleitoral totaliza cerca de 20 mil votos por segundo e o resultado da eleição é divulgado cerca de 3,5 horas após o encerramento da votação. Para que se concretize a hipótese de se conseguir decifrar os dados e remover as barreiras de segurança, seria necessário um supercomputador trabalhando durante vários dias, algo totalmente inviável e falacioso. Portanto, é inviável se modificar os dados durante a transmissão.

O que são os chamados testes públicos de segurança eletrônica nas Urnas?

George Maciel: Somos o único país do mundo que realiza testes públicos de segurança desde de 2009. Esses testes têm por objetivo fortalecer a confiabilidade, a transparência e a segurança da captação e da apuração dos votos, além de propiciar melhorias no processo eleitoral. Nesse sentido, o TSE editou, em 2015, a Resolução nº 23.444, que dispõe que os testes públicos de segurança constituem parte integrante do processo eleitoral brasileiro e serão realizados antes de cada eleição ordinária, preferencialmente no segundo semestre dos anos que antecedem os pleitos eleitorais. Ao abrir os sistemas para inspeção dos códigos-fonte e para exercícios diversos, a Justiça Eleitoral busca encontrar oportunidades de aprimoramento dos mecanismos de segurança do software, contando com a visão e com a experiência de outros órgãos públicos, de estudiosos e de qualquer cidadão interessado. Os testes públicos de segurança são utilizados pelo TSE como instrumento auxiliar para a melhoria contínua dos sistemas eleitorais, não havendo interesse da Justiça Eleitoral em promover qualquer tipo de competição ou promoção individual dos participantes. Nesse sentido, o TSE abre os seus sistemas e passa conhecimento de todos os códigos, de forma controlada, para que os investigadores possam realizar seus planos de ataque. Em alguns casos, várias barreiras de segurança são desativadas para que os investigadores possam ter produtividade e executar seus planos.

E se encontrar alguma falha? O que se faz?

George Maciel: É importante ressaltar que, caso seja encontrada alguma falha, as equipes de desenvolvimento da STI (Sistema de Tecnologia da Informação) realizam as correções e, posteriormente, convidam os investigadores para executarem um novo teste e assim verificar se a vulnerabilidade foi corrigida. Até o momento, todas as vulnerabilidades encontradas foram corrigidas antes das eleições.

O sistema brasileiro de votação eletrônica mostra-se tão seguro que outros países chegam a copiar o formato. Como isto pôde acontecer? Como conseguimos avançar tanto a ponto de sermos imitados por outras nações?

George Maciel: Buscamos de forma incessante esclarecer a população e aperfeiçoar cada vez mais o nosso sistema de votação eletrônica. Fico feliz em contribuir para atingir este objetivo. Somos reconhecidos mundialmente como referência em processo de votação eletrônica e muitos brasileiros ainda não sabem disso. De acordo com os registros oficiais do TSE, é possível verificar que o Tribunal já recebeu mais de 70 delegações de países que queriam conhecer a solução informatizada e o processo eleitoral brasileiro. Pelo menos 8 (oito) países assinaram acordos de cooperação para transferência de conhecimento sobre os sistemas de votação eletrônica brasileiros: República Dominicana, Costa Rica, Equador, Paraguai, México, Argentina, Guiné Bissau e Haiti. Há também uma pesquisa eleitoral, realizada pela Harvard University e University Of Sydney, que observou mais de 150 países ao redor do mundo no aspecto a integridade do processo eleitoral. Essa pesquisa identificou que o Brasil tem alto nível de integridade eleitoral, a frente de países como o Japão e Estados Unidos da América.

E se, mesmo com toda esta segurança efetivamente implantada, ainda houver um ataque de hackers nas urnas eletrônicas?

George Maciel: Com relação a possibilidade de ataques, esclareço que a urna eletrônica foi concebida, desde o início, para ser um equipamento sem nenhuma ligação ou conectividade com dispositivo de rede, seja ele convencional ou sem fio. A urna é um equipamento stand alone, portanto, um hacker não teria como invadi-la.

É possível alterar resultados nas votações em urnas eletrônicas?

George Maciel: Esclareço que o maior interesse em jogo é entregar o resultado da eleição representando fielmente a vontade do eleitor, por isso construímos um processo tão seguro e totalmente auditável, posso afirmar com absoluta certeza que não é possível alterar resultados, e se isso acontecesse seria facilmente rastreável, lembro também que a primeira totalização de votos acontece em cada urna através da impressão do BU e gravação da mídia de resultado.

Fale um pouco mais sobre os BUs (Boletins de Urnas)

George Maciel: As cópias dos BUs são entregues aos fiscais de partido e afixado na seção eleitoral, de modo que a transmissão dos resultados para o TRE é apenas para efetuar o somatório destes BUs, e qualquer manipulação de resultados nesta etapa significaria uma divergência no BU já impresso e entregue aos partidos, e isso nunca aconteceu em 22 anos.

Como funcionam as auditorias nas Urnas de Votação?

George Maciel: Com relação à possibilidade de auditorias temos a Resolução TSE nº 23.574/2018) que garante aos partidos políticos, OAB, MP, Congresso Nacional, STF, CGU, Policia Federal, CFEng, CFAgro e departamentos de TI das universidades federais o acesso antecipado aos programas desenvolvidos pelo TSE para as eleições visando à fiscalização e à auditoria. Esse acesso se dá 180 dias antes da eleição. Para garantir que os códigos não foram alterados, estão íntegros e foram gerados pelo TSE, cerca de 30 dias antes da eleição é realizada uma cerimônia de lacração de sistemas na qual os arquivos (códigos) são assinados digitalmente. Para cada arquivo de código-fonte, é gerado um hash (espécie de dígito verificador) e, ao final, esse pacote de arquivos é assinado digitalmente por uma série de autoridades, entre elas o presidente do TSE, representantes de partidos políticos, presidente da OAB e o procurador-geral da República. Uma cópia dos códigos assinados é guardada na sala-cofre do TSE, para verificação posterior, caso necessário, e outras são distribuídas para os tribunais regionais eleitorais para uso nos sistemas eleitorais e urnas eletrônicas. São distribuídas para os tribunais regionais eleitorais para uso nos sistemas eleitorais e urnas eletrônicas.

Veja o passo a passo acerca de segurança para que uma urna eletrônica funcione a contento

George Maciel: O primeiro passo que a urna eletrônica executa é ler e conferir as assinaturas eletrônicas dos programas. Qualquer problema nesse sentido impedirá a urna de funcionar. Dessa maneira, o TSE garante a originalidade e a integridade dos códigos dos sistemas e da urna eletrônica.

O que é o Registro Digital do Voto (RDV)?

George Maciel: O Registro Digital do Voto (RDV) é o arquivo no qual os votos dos eleitores são registrados na urna. É a partir desse arquivo que a zerésima – relatório que indica que a urna não possui votos registrados – é emitida. Também é sobre o RDV que o boletim de urna – relatório com a apuração dos votos da seção – é gerado. O arquivo de RDV possui duas características importantes: O voto é registrado exatamente como digitado pelo eleitor: o RDV armazena exatamente aquilo que foi digitado pelo eleitor na urna, e somente isso, sem qualquer processamento ou informação adicional (não há como vincular um voto no RDV a um eleitor). O RDV é utilizado somente no encerramento da votação para gerar o boletim de urna e, assim, realizar o somatório dos votos de cada candidato ou legenda, bem como o cômputo de votos nulos e brancos. Como o RDV preserva exatamente aquilo que o eleitor digitou, esse arquivo é um instrumento importante de auditoria e verificação da correta apuração de uma seção; e o registro do voto garante o seu sigilo: assim como numa urna de lona tradicional, na qual as cédulas de papel ficam embaralhadas impossibilitando a vinculação de cada cédula a um eleitor, no RDV, cada voto é gravado numa posição aleatória do arquivo. Em particular, o voto, em cada cargo, é armazenado numa posição diferente, não permitindo qualquer tipo de associação entre votos, tampouco a associação desses votos com a sequência de comparecimento dos eleitores.

Será que existe, porventura, na sua ótica, algum direito tolhido, no quesito, Urnas Eletrônicas?

George Maciel: Não existe direito tolhido, pois foi suspenso pelo STF o trecho da minirreforma eleitoral, aprovada pelo Congresso Nacional em 2015, que determinava a instalação do mecanismo de impressão de votos em todas as urnas eletrônicas. Para a maioria da Corte, a impressão deixa margem para a violação do sigilo e da liberdade de voto dos eleitores. Embora tenhamos desenvolvido tecnologia para imprimir os votos. Esclareço que a nossa Urna Eletrônica possui dispositivo criado a partir da eleição de 2004 para permitir auditoria da votação com a recontagem dos votos do Registro Digital do Voto (cédula digital).

Recomendo ainda que assistam a entrevista do Dr. George Maciel que palestra a partir dos 6:40:00 do vídeo Youtube

  • Sobre o autorVice Presidente Comissão Bancários OAB-PE, Espec.Contratos, Resp.Civil e CPC
  • Publicações301
  • Seguidores1674
Detalhes da publicação
  • Tipo do documentoArtigo
  • Visualizações22498
De onde vêm as informações do Jusbrasil?
Este conteúdo foi produzido e/ou disponibilizado por pessoas da Comunidade, que são responsáveis pelas respectivas opiniões. O Jusbrasil realiza a moderação do conteúdo de nossa Comunidade. Mesmo assim, caso entenda que o conteúdo deste artigo viole as Regras de Publicação, clique na opção "reportar" que o nosso time irá avaliar o relato e tomar as medidas cabíveis, se necessário. Conheça nossos Termos de uso e Regras de Publicação.
Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/entrevista-as-urnas-eletronicas-sao-ou-nao-confiaveis-especialista-do-tre-pe-sana-as-duvidas-do-eleitor-brasileiro/628946706

Informações relacionadas

Costa Assunção, Advogado
Artigoshá 2 anos

Vulnerabilidade das urnas eletrônicas

Ricarderson Araujo, Estudante de Direito
Artigoshá 7 anos

Eleições 2016 e a urna eletrônica como instrumento de exercício (in)constitucional

Marcos Avelino dos Santos, Advogado
Artigoshá 5 anos

Pesquisa eleitoral e sua influência em parte significativa do eleitorado brasileiro

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios TJ-DF: XXXXX-06.2021.8.07.0001 DF XXXXX-06.2021.8.07.0001

Alessandra Strazzi, Advogado
Artigoshá 7 anos

Tudo sobre CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) – dicas, o que é e como obter

266 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

As coisas não são nem remotamente simples assim.

A um, as urnas não têm conexão com a internet durante a votação. Mas a experiência já provou ser isso completamente desnecessário. Bastante adulterar uma configuração. As urnas não têm um sistema de backup dos votos. Não são auditáveis ou verificáveis. O programa que lê os registros é extremamente vulnerável - e altamente passível de fraude, o que já se verificou em outros países que adotaram o nosso modelo, o DRE. A própria lei que se dispõe a resolver esse problema - a impressão de votos - foi atropelada por ninguém menos que 8 ministros do STF, num atentado sem precedentes à democracia.

Os sucessivos testes de segurança revelam problemas TODOS OS ANOS. E ao invés de resolver os problemas, o TSE em regra substitui quem os realiza. As vulnerabilidades se repetem.

Digamos, hipoteticamente, que uma simples chave de código que altere os valores de registro seja inserida no programa durante a configuração (ex.: o eleitor registra "39" e a urna lê "42"). É quase impossível aferir a existência da fraude, mesmo que ela esteja ali. Em 2017, no estado norte-americano da Virgínia, verificou-se a ocorrência de fraude em urnas DRE por incompatibilidade entre os votos registrados e efetuados.

É incorreto dizer que o nosso modelo é exemplar. Nenhum país do mundo emprega urnas DRE em escala nacional. E mesmo em escala local, a tendência é a substituição quase imediata, pois as fraudes se mostram extremamente plausíveis.

In fine, recomendo a leitura do Prof. Walter del Picchia: https://jornal.usp.br/artigos/as-urnas-brasileiras-são-vulneraveis/ continuar lendo

É extremamente fácil inserir um código no programa a fim de computar tipo: sempre que há um voto no nº 13, computar 5x esse voto, em detrimento dos demais, Não precisa de internet pra isso. É realmente um absurdo e prova de conluio desses ministros do STF com a Fraude, a negativa em permitir a impressão dos votos das urnas, a fim de que sejam auditáveis. Ora, se não há fraude, então que se permita a auditoria. Se o STF não permite é porque está conivente com a fraude. O investimento em recursos para imprimir o voto é ínfimo. Não se justifica votar contra a auditabilidade das urnas, só por má fé mesmo. As pessoas tem a idéia errõenea de que é necessário que o sistema acesse a internet para poder ser fraudado. Esse é o maior engodo que essa ditadura esquerdista poderia impor aos cidadãos brasileiros. É completmente possível alterar o programa na fonte, sem precisar de internet para isso, para que seja emitido um Bu não íntegro e será impossível dizer que ele é fraudulento senão compararmos com os votos impressos.

Só para finalizar, quem usa essa artimanha de urna eletrônica é só o Brasil e a infâme Venezuela. nenhum País, dito civilizado, aceitou o seu uso. Por quê será? Abra o olho Eleitor! continuar lendo

Marcelo sua resposta foi fenomenal. continuar lendo

Primeiro de tudo, sou formado em Ciência da Computação e não tenho qualquer relação com partidos, universidades ou governo. Porém tenho certo conhecimento da urna e das etapas do processo.

"Não são auditáveis ou verificáveis."

A urna é AUDITÁVEL SIM, inclusive por representantes dos próprios partidos políticos, na última auditoria as urnas são lacrados imediatamente com múltiplas assinaturas digitais, inclusive de representantes de TODOS os partidos políticos! O próprio entrevistado confirma isso! Sugiro reler! Se não acreditar no que o entrevistado diz, vá até os diretórios de partidos políticos, perguntar isso.

E se você acha que uma assinatura digital pode ser burlada, não não pode. Esqueça Hollywood quebrando criptografia. Simplesmente é matematicamente impossível quebrar/burlar as chaves de assinaturas digitais com nossos recursos atuais. Só para ter uma noção, por tentativa e erro seriam necessários MILHARES DE ANOS, se você tivesse mais sorte que ganhar na mega-sena de acertar logo nas primeiras tentativas.

"Digamos, hipoteticamente, que uma simples chave de código que altere os valores de registro seja inserida no programa durante a configuração (ex.: o eleitor registra" 39 "e a urna lê" 42 ")."

O que é chave de código aqui? Isso não existe. Se você está falando de trecho de código, assim como no caso das configurações, não há como inserir porque a urna NÃO tem acesso fisico wireless, não tem o chip na sua placa eletrônica. É fisicamente impossível por wireless. Teria que ser acessada cada urna individualmente. Se por ventura, alguém conseguir adulterar o código da urna por outro meio, sabe o que acontece? A assinatura digital citada lá atrás não bate mais!

"Em 2017, no estado norte-americano da Virgínia, verificou-se a ocorrência de fraude em urnas DRE por incompatibilidade entre os votos registrados e efetuados."

FALSO! O que ocorreu é que em uma conferência de segurança (de "hackers"), conseguiram hackear ALGUNS TIPOS de urnas eletrônicas, e que diga-se de passagem sem alterar o resultado dos votos. Algumas urnas que eram do mesmo tipo foram substituídas em Virginia.

"Os sucessivos testes de segurança revelam problemas TODOS OS ANOS. E ao invés de resolver os problemas, o TSE em regra substitui quem os realiza. As vulnerabilidades se repetem."

Assim como nas urnas americanas, nenhuma das vulnerabilidades encontradas nos testes públicos do TSE nas nossas urnas permitiu a alteração dos votos. As vunerabilidades encontradas foram de diferentes tipos, mas só permitiam VISUALIZAÇÃO dos votos. Algumas outras foram alterações de variáveis dentro do sistema (o que não seria possível no mundo real) que não puderam alterar o voto.

"A própria lei que se dispõe a resolver esse problema - a impressão de votos - foi atropelada por ninguém menos que 8 ministros do STF, num atentado sem precedentes à democracia."

O TSE, o STF, todo mundo é favorável à ideia de adoção do registro impresso. E até já foram feitas tentativas de impressão de voto, sabe o que houve na prática? Problemas, muitos problemas. Problemas mecânicos nas impressoras alongaram a votação em seções eleitorais bem além do horário previsto, com eleitores tendo que voltar a votar em cédulas de papel.

Além disso, se a preocupação é do eleitor confirmar na hora o seu voto, esse ato isolado não representaria "certeza absoluta da ausência fraude". Porque um código malicioso poderia
burlar mandar a impressora imprimir o número que o usuário entrou, e alterar o voto dele em outro trecho.

Enfim, peço a que o pessoal que esteja comentando. Que seja um pouco mais racional, que apresente dados e bons argumentos para o debate. E que não perpertuem fake news, não caiam em falácias, principalmente de Argumentum ad Personam, como mera opiniões de "sabidos" que se usam de suas posições de Professores como se fossem especialista de segurança. continuar lendo

Eu apoio o voto impresso mas discordo da falácia do computar 5x o voto!

Demonstra-se aqui um total desconhecimento do que está discutindo!

Primeiro o código fonte é assinado pelos partidos e outras autoridades que se for alterado não terá mais essa assinatura! manter essa assinatura e alterar o código fonte não é uma coisa tão fácil assim!

Segundo, se computar mais de uma vez o voto não bate o boletim de urna com o caderno físico que você mesmo assina na hora que voto

terceiro e mais importante, pra que isso tenha efeito em uma eleição para presidente você precisa alterar muitas urnas, quanto mais urnas alterar, maior a chance de uma urna alterada cair na votação paralela e até hoje não vi um caso sequer em todos os estados de uma urna que tenha tido diferença na votação paralela.

Caso você não saiba o que é votação paralela, é feito um sorteio com acompanhamento dos partidos, ministério público e outras autoridades de uma urna qualquer do estado, esta urna é retirada do local que está montada (só não lembro se é no sábado ou no domingo) substituída e levada para o TRE e então é feita uma votação gravada, ou seja, todos os votos colocados naquela urna são inseridos publicamente por um servidor e depois no final da votação o total tem que bater com o boletim de urna. E pelo que sei do projeto da urna ela não tem GPS ou qualquer outro sistema de localização para ela saber que está no TRE e não no seu local original.

A fraude na urna eletrônica do Brasil demanda do aceite de uma teoria da conspiração que envolve os juizes eleitorais, ministério público, servidores da justiça eleitoral e o mais impressionante o conluio de todos os partidos políticos. O processo eleitoral no Brasil não é só a Urna eletrônica! continuar lendo

O link está truncado. O link correto: https://jornal.usp.br/artigos/as-urnas-brasileiras-sao-vulneraveis/
Agradeço por ter a coragem de comentar com clareza. É preciso um levante contra essas urnas eletrônicas fraudulentas. continuar lendo

Brasileiro tem uma mente fértil mesmo. MDS
Vai lá 'especialista' e prova que é inviolável. O que ninguém conseguiu até o momento.

Sou analista de sistemas, trabalho e já trabalhei várias etapas do sistema de votação. Desde o transporte e votação até a apuração. Só há um jeito de fraudar as eleições. Corromper todos os juízes eleitorais e funcionários de todos os TRE de todos os estados brasileiros. Sem contar os fiscais e colaboradores, etc. Ou seja praticamente impossível. continuar lendo

Talvez eu deva rever meus conceitos que aprendi no meu curso de Ciência da Computação.

Falar que assinatura digital NÃO pode ser burlada, é um pouco pesado. Alguém de nós deve ter faltado algumas aulas do curso. continuar lendo

EXATAMENTE MEU CARO,

O voto impresso, (art. da lei 13.165/2015) daria mais credibilidade, publicidade e possibilidade de questionamentos de eventuais discordâncias ou dúvidas. Não é por nada que a maioria ou boa parte da população desconhece e teme esse processo "100%" digital. Há sim vários indícios de fraude, sou mesário desde 8 eleições passadas, e já presenciei situações adversas e também de ordem técnica, e sem desmerecer ou enaltecer, as teorias de conspiração, mas de fato, a impressão do voto eletrônico é medida de segurança com a clareza da lei e do lícito. continuar lendo

Nos últimos 20 anos, particularmente em relação às majoritárias, é muitíssimo provável que tenhamos sido representados/governados por uma série de pessoas que chegaram ao poder por fraude. Um Procurador de Estado (o vídeo pode ser visto no youtube em: https://www.youtube.com/watch?v=s_I8giFUaG0), que, se me lembro, é de Mato Grosso do Sul, também com apoio de especialistas no assunto, demonstrou que o tal "BU é a própria prova da fraude", uma vez que só computa o resultado total da "apuração", sendo impossível a auditagem voto a voto. Qualquer neófito nessa matéria, como eu, sabe que uma auditagem se faz em regra pela unidade e não pelo total. Segundo o referido Procurador, fazer a conferência da lisura da apuração pelo Boletim de Urna - BU (louvado "no altar do santo bit", disse ele) seria o mesmo que, numa eleição para síndico, a pessoa pegasse a urna e levasse para dentro de seu apartamento, voltando algum tempo depois dizendo: venci! kkkk Alguém, em sã consciência, aceitaria uma eleição como essa? É claro que NÃO!

A nós, os possíveis enganados, resta insistente intuição de que a coisa não está nada certa, e dizem os entendidos que intuição também é forma de sabedoria e conhecimento , daí que não precisamos aceitar tudo da forma como os "especialistas" tentam nos fazer engolir. Temos o direito de questionar e reclamar seja possível a recontagem dos votos quando houver dúvidas a respeito da apuração.

Aliás, foi muito sintomático o fato de o STF ter julgado inconstitucional a lei que visava das transparência às eleições, possibilitando a recontagem dos votos. Dentre outras falácias, disseram que o voto impresso era caro, pois custaria em torno de 2 (dois) bilhões de reais. Esqueceram que uma horda de ladrões, sempre protegidos, assaltou os cofres públicos em centenas de bilhões, quiçá perto de 2 trilhões (li esse dado em algum lugar), tornando esse gasto EM FAVOR DA DEMOCRACIA e da SEGURANÇA das eleições, verdadeira gorjeta. continuar lendo

Há um livro de um ex-Comandante das FFAA da Venezuela explicando sobre as fraudes. Pode ser visto um resumo aqui :

https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/148920472/general-penaloza-denuncia-como-agencia-cubana-manipulou-urnas-eletronicaseeleicoes-na-venezuela?print=true continuar lendo

João Mota, vai lá, você sempre pode correr atrás das aulas que tu faltou ou não prestou atenção. Se você tem suas teorias da conspiração forneça argumentos, e não sofismas e falácias ad hominem.

Aproveita e nos informa aí como alterar o programa e manter a mesma assinatura digital. Os hackers do mundo inteiro tão querendo ir na mesma aula de graduação que tu foi pra não precisarem fazer toda a mão de invadir um autoridade certificadora. continuar lendo

Concordo com o Dr Eduardo Sefer. Podem citar que sou "caipira", "quadrado", e até de "burro e ignorante", mas continuo sempre com "um pé atras" sobre essas "arapucas", principalmente depois que não "concordaram" com a impressão dos votos. Foi citado que vários outros países "adotaram" nossas "arapucas"; quais? Como já citei antes, como free-lance escrevendo matérias para jornais, fui um dos primeiros no Brasil a escrever sobre elas, isso depois de conhecê-la bem de perto e, quando ela deu "chabu" na frente do juiz eleitoral , em uso pela primeira vez, isso em Jundiai,sp. continuar lendo

Eu não entendo toda essa preocupação com as possíveis fraudes das urnas eletrônicas. Porra, a eleição em si, pelos seus modelos estabelecidos, já é a maior fraude que se pode realizar. Você votou em fulano, mas esse voto se tornou excedente da necessidade do seu candidato para ser eleito e então, o seu "estimado" e "precioso" voto irá eleger quem você jamais escolheria. Isso sim, é fraude das grandes. E é tão grande que dos 511 deputados do Congresso, apenas 36 (trinta e seis) foram eleito por voto próprio. Ou seja, 475 (quatrocentos e setenta e cinco) foram empossados pela "fraude", sem correspondência com a vontade popular.
Enquanto isso, um monte de "especialistas" fica-se debatendo com a segurança das urnas eletrônicas e sequer percebe que se hipoteticamente elas permitirem algum tipo de fraude, esta poderá até ser considerada insignificantemente desprezível se comparada aos números acima.
Porque necessário se faz perceber que num regime democrático de fato, importa bem mais a qualidade de um congresso do que a de um "presidente fantoche". continuar lendo

Teoria da Conspiração.

Suas ideias não correspondem aos fatos.

Os arautos do retrocesso precisam entender que, democraticamente, perderão sempre, por uma razão muito simples, a maioria do Povo Brasileiro, pobre, aprendeu a escolher de acordo com seus interesses.

A disseminação massiva de informações via internet, blogs e redes sociais desfez a lavagem cerebral a que o Povão estava sujeito praticada pela mídia elitista e opressora, sendo o melhor exemplo disso a falência da execrável Revista Veja.

Doravante, enquanto perdurar a Democracia, e espero que dure "in saecula saeculorum", vencerá a eleição o grupo político que melhor representar a luta pela redução do abismo de desigualdade social que fere de morte a sociedade brasileira.

Aceitem que dói menos.

Reclamar das regras do jogo e do juiz é coisa de que não sabe jogar! E tenho dito! continuar lendo

É assustadora a falta de informação das pessoas que escreveram os comentários nos textos abaixo. Quem afirma algo deveria entender sobre o que fala, informar-se antes de fazer afirmações absurdas. A maioria não sabe que inúmeros países, inclusive adiantados, utilizam a urna eletrônica com voto impresso em paralelo (para conferência estatística dos resultados); grande parte aqui fala em 'voto impresso' pensando que é o antigo voto em papel - na realidade, a lei do voto impresso, já aprovada várias vezes (inclusive, em uma ocasião, sancionada pelo Lula) e sempre sabotada pelo TSE, prevê voto eletrônico e voto em papel simultaneamente, um conferindo o outro. Outros falam que a urna é auditável, sem saber que auditoria significa possibilidade de conferir os resultados por outro meio, e não várias entidades assinarem os programas (em geral sem verificar coisa alguma...). Quanto à entrevista, que esperar de uma pessoa ligada ao TSE, queriam que confirmasse os deficiências de nossa urna? O grande perigo é a fraude interna, qualquer partido pode sofrê-la e as eleições podem, até, serem honestas.
Em particular, duas correções ao Marcelo de Melo Passos: 1) as fraquezas de nossa urna eletrônica não tem absolutamente nada a ver com esquerdismo ou direitismo. Isto é desviar o foco do problema e desculpar o verdadeiro responsável por nosso atraso, o TSE - no Fórum do voto-e (www.votoseguro.org) militam pessoas de todas as tendências. Depois, chamar o governo Temer de 'ditadura esquerdista' parece doidice!!! 2) A afirmação de que só o Brasil e Venezuela usam a urna-e é falsa. Ao menos uma dezena de países a usam, entre eles EUA (a maioria dos estados), Russia, India (só que usam urnas-e com comprovante impresso, de segunda geração). A da Venezuela é mais adiantada que a nossa, pois tem voto impresso. A da Argentina já é de terceira geração, com um chip em cada voto - Vide o site do Fórum do voto-e.
Obs.: Em minha opinião, agora não é hora de reclamar da urna. Quem se inscreveu aceitou a regra do jogo, e respeite o resultado. 'Se eu perder foi fraude, se eu ganhar a urna é honesta' parece choro de perdedor. Walter Del Picchia - Poli/USP continuar lendo

Esclarecedora a explicação muito lógica de André Figueiredo. Porém os argumentos que ele combate com tanta lógica e razão, mas que se alastra nesses últimos tempos, de fake news em fake news, vão ser o pano de fundo para depor qualquer candidato eleito que seja enquadrado como elemento do conjunto da "ditadura esquerdista". continuar lendo

@fatimaburegio ontem mesmo navegando no youtube eu vi um programador dizer que o único jeito de o povo brasileiro ter certeza de que o programa é ou não é confiável seria com um contraditório. Nem de longe somente a equipe do próprio TSE poderia, unilateralmente, afirmar isso. Nas palavras dele, e eu não entendo nada disso, mas ele sim, o código fonte tinha que ser liberado pra que outros técnicos pudessem sim, auditar e dizer se o programa é ou não é seguro. E ele até questionou porque, em nome de Deus, a máquina não solta um comprovante? Outra coisa que na visão dele parece ter sido planejada para impossibilitar mesmo que a população pudesse ter meios de conferir os votos. Eu já participei de apuração de votos em minha adolescência. Num projeto da escola fui voluntária. Era muito seguro. As urnas lacradas iam chegando em caminões forte, e o sujeito ia deslacrando na presença de diversas autoridades, policiais e pessoas do povo (eu, por exemplo) e ia tirando voto por voto e mostrando pra todo mundo, onde alguém anotava e mostrava pra todo mundo que anotou certo, depois era tudo assinado, rubricado, carimbado, autenticado e o escambáu. E a coisa ia sendo em tempo real passada pelas rádios locais. Quando terminava a apuração de um lote, os radialistas já começavam a enviar as prévias pra rádio. Moça, era difícil demais de fraudar um trem daquele. Hoje a gente fica refém do que os outros disseram. Acho errado e sou contra urna eletrônica. continuar lendo

Achei lamentável o comentário de um aí que disse que reclamar de regras e de juiz é coisa de quem não sabe jogar. Credo. E o cara nem é da área de informática. Como pode ser teoria da conspiração uma ideia quase que unânime entre os profissionais da classe que realmente entendem do que estamos falando? Não somos arautos do retrocesso. Somos eleitores preocupados com a lisura do processo democrático do país mais corrupto do universo. E tenho dito.

@andredemessias continuar lendo

Prezada Christina Morais,

Efetivamente, é teoria da conspiração.

As urnas não possuem qualquer forma de acesso remoto. São plenamente auditáveis por qualquer candidato ou partido político.

Dizer que há fraude é a saída estratégica de quem não sabe perder no jogo político. Poucas coisas se podem afirmar com tanta certeza quanto isto.

Para que houvesse uma fraude seria preciso que um gigantesco número de pessoas, autoridades e servidores da Justiça Eleitoral estivessem envolvidos... e mesmo assim isso logo seria denunciado e provado, porque não é possível conceber que todas essas autoridades e servidores sejam corruptos...

Cogitar de fraude nas urnas é coisa da extrema direita delirante deste país, a mesma que criou coisas como a URSAL e outras maluquices do gênero.

Perdoe a sinceridade, mas é que absurdos como esse de possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas chega a ser uma triste demonstração do nível de desespero que acomete a Direita "voadora" Brasileira.

Cordiais Saudações @christinam continuar lendo

É verdade esse "bilete". continuar lendo

"Reclamar das regras do jogo e do juiz é coisa de que não sabe jogar! E tenho dito!" (autor desconhecido).

O cara se diz advogado e dá uma resposta dessas. Quando o cliente dele questionar algum direito, ou alguma regra, ou alguma sentença de juiz, diga essa frase pra ele.

Chega de JusBrasil por hoje. continuar lendo

Sou analista de sistemas, se eu fosse burlar a urna eu faria o seguinte:

- Injeção de código malicioso no sistema operacional na urna:

Possivelmente o sistema operacional é exclusivo do fabricante da urna, com milhões de linhas no código fonte, ou seja, é impossível de ser inspecionado por um ser humano. Eu preciso de apenas algumas linhas de código para esconder um trecho capaz de alterar a opção inserida no teclado. Os número dos partidos são conhecidos, desta forma é só substituir o número antes de realizar a gravação na urna.

Desta forma o Boletim de Urna e outros mecanismos de controle permanecem inalterados.

- A solução:
Sistema de votação com código fonte aberto, que possa ser inspecionado por quem quiser, e impressão do voto, com um painel acrílico que permita visualizar os dados impressos por quem está votando, depois este comprovante "cai" no malote e ninguém mais pode ver.

Alguém pode dizer que isso não é possível e que envolveria muita gente e corrupção sistêmica para que isso acontecesse, quando na verdade não, você só precisa de um contrato e uma empresa prestadora de serviços que aceite participar do esquema. (A mesma história de sempre, só mudam os atores). continuar lendo

Uma solução inicial e muito fácil seria ao abrir/liberar a urna fazer um BU-Zero que é a impressão de tudo que está ou não está registrado dentro da urna eletrônica! Com o BU-Zero e o BU-Final poderíamos fazer uma apuração e registro melhor! O que você acha? Mesmo assim sei que isso não descarta a viabilidade de fraude porquê na programação é fácil burlar até um relatório "zero". Correto? continuar lendo

A urna tem auditoria pública, inclusive sendo auditada por representantes de todos os patidos políticos. Ela tem o código aberto para inpeção. A cerimônia de lacração serve para assegurar futuras alterações a partir da data. continuar lendo

Eu gosto muito de divulgar o processo de "votação paralela".

Qualquer alteração no código fonte original com o objetivo de alterar o registro de votos se for feito é com certeza pego neste procedimento.

Caso você não saiba o que é votação paralela, é feito um sorteio com acompanhamento dos partidos, ministério público e outras autoridades de uma urna qualquer do estado, esta urna é retirada do local que está montada (só não lembro se é no sábado ou no domingo) substituída e levada para o TRE e então é feita uma votação gravada, ou seja, todos os votos colocados naquela urna são inseridos publicamente por um servidor e depois no final da votação o total tem que bater com o boletim de urna. E pelo que sei do projeto da urna ela não tem GPS ou qualquer outro sistema de localização para ela saber que está no TRE e não no seu local original. continuar lendo

Só pra constar o código não é do fabricante da urna! é do TSE! e o código é aberto para auditoria pelos partidos! Todos os Partidos! continuar lendo

https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/148920472/general-penaloza-denuncia-como-agencia-cubana-manipulou-urnas-eletronicaseeleicoes-na-venezuela?print=true continuar lendo

João Belem Jr. se você que é um "Dr" no assunto cita isso, quem sou eu pra contestar. continuar lendo

Qualquer coisa que tem pessoas envolvidas tem probabilidade de fraude.

São pessoas que programam o microprocessador, microcontroladores das interfaces (teclados, rs232 ou usb, ...), o sistema operacional, e o software tanto das maquininhas quanto do sistema central de apuração.

Fato é que é muito mais fácil fraudar um sistema eletronico que um manual devido a escalabilidade que podera alcançar.

Numa apuração manual nada impede de subornar uma mesa de apuração mas ficara limitada a alguns lotes de contagem causando um dano bem menor.

Independente disso tudo, a democracia é a vontade do povo, deveria ser pelo menos, não é?

Isso posto, existindo uma maioria que prefere o voto em papel por não se sentir confortável com a tecnologia a pergunta que fica é: por que não?

O voto em papel no caso seriam cédulas como as da loteria, votar eletronicamente e imprimir para mim é uma incoerência descomunal, deveria entrar no guiness como a ideia mais imbecil da história da humanidade.

E la na frente quando e se a humanidade evoluir como animais egoístas que somos quem sabe nenhum sistema de segurança será necessário. continuar lendo

Perciliano, Quem sabe com todo seu conhecimento, vc poderia ajudar fazendo um programa inviolável, afinal de contas pelo seu argumento é muito simples inserir o que bem quiser nas urnas, mas pq tanta gente capacidade neste meio ainda não conseguiu argumentos para provar a facilidade de "corromper"as urnas? continuar lendo

oxi. Acabei de soltar um comentário desses. Vou colar aqui, vê se confere:

"ontem mesmo navegando no youtube eu vi um programador dizer que o único jeito de o povo brasileiro ter certeza de que o programa é ou não é confiável seria com um contraditório. Nem de longe somente a equipe do próprio TSE poderia, unilateralmente, afirmar isso. Nas palavras dele, e eu não entendo nada disso, mas ele sim, o código fonte tinha que ser liberado pra que outros técnicos pudessem sim, auditar e dizer se o programa é ou não é seguro. E ele até questionou porque, em nome de Deus, a máquina não solta um comprovante? Outra coisa que na visão dele parece ter sido planejada para impossibilitar mesmo que a população pudesse ter meios de conferir os votos. Eu já participei de apuração de votos em minha adolescência. Num projeto da escola fui voluntária. Era muito seguro. As urnas lacradas iam chegando em caminões forte, e o sujeito ia deslacrando na presença de diversas autoridades, policiais e pessoas do povo (eu, por exemplo) e ia tirando voto por voto e mostrando pra todo mundo, onde alguém anotava e mostrava pra todo mundo que anotou certo, depois era tudo assinado, rubricado, carimbado, autenticado e o escambáu. E a coisa ia sendo em tempo real passada pelas rádios locais. Quando terminava a apuração de um lote, os radialistas já começavam a enviar as prévias pra rádio. Moça, era difícil demais de fraudar um trem daquele. Hoje a gente fica refém do que os outros disseram. Acho errado e sou contra urna eletrônica."

@joaobelemjr continuar lendo

É uma vergonha essa matéria estar sendo veiculada neste site. As urnas são FRAUDÁVEIS sim ! continuar lendo

Tá bom! As urnas podem até ser FRAUDÁVEIS mas o processo todo é um pouco mais complicado do que você pensa.

Mesmo assim fraudar uma urna sem isto ser pego é um pouquinho mais complicado.

Se tirarmos Ministério Público, Polícia Federal, Servidores da Justiça Eleitoral, Mesário e principalmente todos os partidos do processo principalmente de fiscalização talvez, TALVEZ, as urnas sejam fraudáveis! continuar lendo

Pelo menos 8 (oito) países assinaram acordos de cooperação para transferência de conhecimento sobre os sistemas de votação eletrônica brasileiros: República Dominicana, Costa Rica, Equador, Paraguai, México, Argentina, Guiné Bissau e Haiti... Só países de "primeiro mundo"... Por que será ??? continuar lendo

Veja que nenhum deles a usam.... kkkk é uma piada esse pais nosso! continuar lendo

Sabemos que quem vai operar essas urnas para a captar a totalização dos votos são os técnicos da Smartmatic, empresa venezuelana. Então eu pergunto, se todas as empresas que existiam na Venezuela, passaram a ser propriedades do governo da Venezuela (governo comunista), como pode agora esses técnicos, que representam a Venezuela, fazendo a apuração de nossas urnas, ou seja, a Venezuela fará a apuração de nossas urnas. E a nossa soberania? continuar lendo

Dr Helio Dager, e sabes citar qual desses "adotou" nossa "arapuca"? continuar lendo

exatamente meu caro, só países do baixo clero!!! continuar lendo

Vários destes desistiram, pois acharam muito fraca a segurança. E sem condições de auditoria. continuar lendo