Cotidiano em Todos os Documentos

Mais de 10.000 resultados
Ordenar Por

Cotidiano

De todos os dias; diário; que sucede ou se pratica habitualmente; aquilo que se faz ou ocorre todos os dias;

Cotidiano

Notícias04/12/2020Ninj Ff Br
'Desumano', diz mãe de morador de rua ignorado em padaria antes de morrer. O morador de rua Carlos Eduardo Pires de Magalhães, 40, que morreu na última sexta-feira (27) em uma padaria de Ipanema, bairro da zona sul do Rio, após ser ignorado enquanto pedia socorro, teve os cabelos cortados e a barba feita para o próprio enterro. Foi um pedido da mãe dele, a dona de casa Marlene Alves Flauzina, que queria ver o rosto do filho pela última vez. O UOL acompanhou o sepultamento ontem à tarde no cemitério Olinda, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Para a família dele, a despedida também era um apelo por visibilidade e dignidade. O corpo de Carlos Eduardo foi coberto por um pedaço de plástico preto, enquanto a padaria funcionava normalmente. "O que fizeram com...

A tributação no cotidiano corporativo

Notícias22/02/2021IbiJus - Instituto Brasileiro de Direito
O cotidiano de qualquer empresa envolve uma série de tributos e exige um certo cuidado para que o empresário não pague mais do que deveria e nem recolha tributos de forma equivocada....Dia 04/03/2021, às 10h (horário de Brasília) A tributação no cotidiano corporativo - evento GRATUITO, AO VIVO e 100% ONLINE Inscreva-se AQUI . Esse evento é para mim?

Informática para o cotidiano

Notícias29/09/2020Bachareis em Direito
Com a pandemia, uma realidade se escancarou: a tecnologia é essencial para o cotidiano dos cidadãos....Informática para o cotidiano. Disponível em: https://carlamsjc.blogspot.com/2020/09/informatica-paraocotidiano.html >. Acessado em: 28/09/2020.

Cotidiano da nossa Controladoria Jurídica.

Artigos11/02/2021Alexandre Scherer
Trago para você um pouco do nosso dia a dia! Prazos a serem lançados, distribuições de publicações, organização de plataformas, agendamentos de audiências, acompanhamento e distribuição de processos, sem falar nos atendimentos remotos, inovação implementada no escritório em 2020.🤯🤯 Aqui em @alexandreschereradvogadosassociados TOODA essa função é realizada pela nossa Controladoria Jurídica, formada por uma Controller Jurídica 👩🏻‍💻 @MerciBrito e assistente @fernanda que vos fala, 😅 método esse que proporciona a excelência e agilidade na gestão e na execução dos serviços jurídicos. Como o próprio nome sugere, nosso setor 📌basicamente se resume na assessoria dos Advogados👨🏻‍🎓👩🏻‍🎓 que compunham a Equipe #alexandreschereradvogados, com o intuito de reduzir a quantidade de demandas que seriam destinadas a eles, para que estes tenham o maior tempo de produção de peças processuais, 💻📑 realizações de audiências e também atendimentos presenciais.

Produto Racial e Diálogo Racial: Cotidiano e Crueldade

Artigos21/11/2020Clayton Zocarato
De Assis, aplaudidos internacionalmente, nacionalmente gozaram de certo ostracismo De certa maneira comportamental o racismo brasileiro, é um “modus vivendi” , que norteia uma formação de pensamento cotidiano...Ku Kux Klan, como algo sendo normal, e que na administração Trump foi tratada como motivo de distúrbios da ordem técnico- burocrata estabelecida, contendo um tratamento como a um fator de irrupção do cotidiano

Sociologia; seus fundadores e a sua presença em nosso cotidiano

Artigos30/10/2020Taline Cristina Andreis Augusto
A imaginação sociológica [2] é um dos modos pelo qual a Sociologia se faz presente em nossas vidas, traduzida, em outras palavras, pela forma como pensamos fora das rotinas cotidianas, a fim de observarmos...Outro exemplo da presença da Sociologia em nosso cotidiano, pode ser representado pelo uso da "imaginação sociológica" durante a leitura de um breve artigo científico.

Racismo no cotidiano dos tribunais

Artigos27/03/2019Rocha de Medeiros Advocacia Criminal
O que tentei demonstrar por meio desse pequeno texto, é que o racismo está presente no cotidiano dos tribunais....E pior do que o caso de Campinas, muitos racismos do cotidiano desaparecem sem deixar provas, apenas cicatrizes naqueles que sofrem às suas consequências diretamente....Fonte: https://rochademedeiros.adv.br/artigos/racismo-no-cotidiano-dos-tribunais.html

A Cotidiana “Guerra” Feminina

Artigos14/02/2021Bianca Monteiro Miorando
Artigo foi inspirado pelo livro A Guerra não tem rosto de mulher - Svetlana Alexiévich INTRODUÇÃO Sob influência do Direito Romano, a mulher devia ao homem obediência e se submetia as suas decisões. O estudo aponta que existe uma base formal que traz a isonomia como princípio constitucional, esta isonomia apenas existe quando por um estado de necessidade é preciso que as mulheres assumam o posicionamento que em regra é ocupado por homens. Faltam políticas públicas que assegurem que a sociedade pare de marginalizar a mulher, que a reeduque para ver a mulher como alguém que é igual ao homem. 1. História da participação das mulheres na Segunda Guerra Historicamente, sabemos que o exército da Alemanha era forte e veloz, e em um curto período havia conseguido derrotar o exercito de vários países, inclusive, do exército soviético, comandado por Stalin. De acordo com a narração da Svetlana Alexiévich no livro A Guerra não tem rosto de mulher, os homens Russos já haviam sido recrutados, muito morreram ou feriram-se gravemente durante as batalhas. Stalin, já sem outra escolha, resolve recrutar as mulheres, assim elas poderiam assumir as funções dos enfermeiros, comunicadores, operadores de rádio, de telégrafo e agentes de correio postal, e os homens que trabalhavam nessas funções poderiam ir para o front. Quando tais mulheres foram convocadas para servir na chamada “Grande Guerra Patriótica” pelos russos, em sua grande maioria, elas queriam ir ao front. Sendo assim, a primeira Guerra enfrentada pelas mulheres russas, foi a guerra contra o machismo militar. Os comandantes, para mostrar o quando eram pesados os treinamentos militares, e provar, que nenhuma mulher aguentaria nem mesmo o treinamento, muito menos os combates, as deixam treinar. Foi então a primeira guerra vencida pelas mulheres russas, pois elas mostram não só que aguentavam o treino, mais que obtiveram a aprovação como qualquer homem, assim aptas para se juntar a eles no front. Dessas, algumas se destacam, como Lyudmila Pavlichenko foi a mais bem-sucedida atiradora de elite da história, Lyudmila foi responsável pela morte de 309 inimigos, incluindo 36 atiradores de elite. [1] Nina Alexeyevna Lobkovskaya, responsável por comandar uma unidade de atiradores de elite que participou da batalha decisiva de Berlim. [2] Rosa Shanina, conhecida como “Terror Invisível” foi a primeira atiradora a receber a condecoração de Ordem da Glória. Participou de ofensiva de Vilnius e foi a primeira mulher a servir na frente da batalha da Bielorrússia. [3] 2. História da participação das mulheres no militarismo brasileiro No Brasil, o primeiro registro que se tem de uma mulher dentro do sistema militar é de 1823, da Baiana Maria Quitéria, que colocou vestimenta de homem, e se apresentou como Medeiros ao exército de D. Pedro, onde lutou contra a resistência ao Império Português (EXÉRCITO BRASILEIRO. 200?. P. 1).. [4] Em 1839, durante a Guerra dos Farrapos , Giuseppe Garibaldi, a serviço da República Rio-Grandense, tomou a cidade portuária de Laguna, transformando-a na primeira capital da República Juliana. Ali, conheceu Anita - e desde então permaneceram juntos. Entusiasmada com os ideais democráticos e liberais de Garibaldi, ela aprende a lutar com espadas e usar armas de fogo, convertendo-se na guerreira que o acompanharia em todos os combates. [5] Em 1964, surgiu um interesse interno dos próprios militares no contexto da redemocratização com o fim da ditatura. A visão de que a entrada de contingentes femininos, por si só, poderia melhorar uma imagem manchada pelos excessos cometidos durante o regime constituído uma evidência das representações de gênero dominantes, em que a mulher é vista através de uma imagem estereotipada, em que predominam características consideradas naturalmente femininas, que amenizariam a imagem de brutalidade deixada pelos sequestros, assassinatos e torturas dos opositores do regime. [6] Portanto, em momentos de extrema necessidade, se concretiza a plena igualdade entre gêneros, e em períodos de paz, volta a mulher ser marginalizada. 3. Declaração de proteção dos direitos da mulher No primeiro ano da ONU, o Conselho Econômico e Social (ECOSOC) estabeleceu sua Comissão sobre o Status da Mulher, como o principal órgão de decisão política dedicado exclusivamente à igualdade de gêneros e ao avanço das mulheres. Uma de suas primeiras realizações foi assegurar a neutralidade de gênero no projeto de Declaração Universal dos Direitos Humanos . [7] A Declaração marco, adotada pela Assembleia Geral em 10 de dezembro de 1948, reafirma que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos” e que “todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, religião… ou qualquer outra condição.” [8] De acordo com Carla Bertucci Barbieri, em seu artigo A Situação da Mulher na Família – Aspectos Jurídicos, publicado na Revista de Direito Privado, os movimentos pela igualde de gênero pela ONU criou uma Comissão com os seguintes instrumentos internacionais especializados na proteção aos direitos da mulher: Convenção sobre os Direitos Políticos da Mulher (1952), com a finalidade de assegurar à mulher o direito de votar e o de ser votada, bem como o exercício de cargo ou função pública em igualdade de condições com o homem; Convenção sobre a Nacionalidade da Mulher Casada (1957); Convenção sobre o Consentimento para o Casamento, a Idade Mínima para o Casamento e o Registro de Casamentos (1962), Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (1979), entre outras convenções que surgiram no decorrer dos anos. A Conferência Mundial de Direitos Humanos realizada em Viena em 1993 recomendou a realização de estudos para a elaboração de um protocolo adicional à Convenção estudada, nos mesmos moldes do existente ao Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, para que petições individuais possam ser examinadas pelo Comitê sobre a Eliminação de todas as formas e Discriminação contra a Mulher, o que não foi concretizado até o presente momento. [9] A Convenção, em análise, pode ser dividida em seis partes: Parte I (arts. 1.º ao 6.º) – disposições gerais; Parte II (arts. 7.º ao 9.º) – direitos civis e políticos da mulher, com ênfase em sua vida política e pública; Parte III (arts. 10 ao 14) – direitos sociais, econômicos e culturais; Parte IV (arts. 15 e 16) – direitos civis, agora com ênfase no direito de família; Parte V (arts. 17 ao 22) – órgãos e mecanismos de implementação; Parte VI (arts. 23 ao 30) – disposições regulamentares. [10] 4. Principio da Isonomia Historicamente, a mulher devia ao homem obediência e se submetia as suas decisões, chamado de sistema patriarcal e autoritário, observamos a condição da mulher ainda como a única dos genitores com capacidade de cuidar dos filhos. Porém com a evolução da sociedade, homens e mulheres assumiram responsabilidades com a vida profissional, necessitando de ambos para zelar e educar os filhos. O enunciado do art. 5º da Constituição assegura a igualdade: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição Podemos concluir que o princípio constitucional da igualdade, descrito no artigo 5º , da Constituição Federal , representa uma garantia, ou seja, cumprimento independe de qualquer norma regulamentadora, assegurando a todos a igualdade material ou substancial. A Constituição Federal trás como fundamento em seu artigo 1º , a dignidade da pessoa humana, e no artigo 3º , oferece dos bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Consequentemente assume o compromisso com a igualdade material, de fato, entre homens e mulheres, para completar o entendimento: Devendo a igualdade ser interpretada não a partir da sua restrita e irreal acepção oriunda do liberalismo, que apenas considerava a igualdade no sentido formal – no texto da forma – mas devendo ser interpretada com uma igualdade material – igualdade no texto e na aplicação na norma – impondo tratar os iguais como iguais (LOPES, 2006. P 11). A Constituição Federal de 1988 observa o princípio da isonomia em vários dispositivos: artigo 5º , caput, incisos I, VIII, XXXVII, XLII e artigo 7º , XXX, XXXI e XXXIV e a CLT : artigos 3º, 5º e 8º. Destarte, esse artigo irá discorrer desde a conceituação do princípio até o alcance deste na aplicação do Direito do Trabalho. Em que pese, exista embasamento formal que prega a isonomia entre os gêneros, podemos perceber que a mulher ainda é considerada parte hipossuficiente. O próprio STF, a quem se atribui a função de guarda os princípios elencados na constituição , que é de 1988, mais se prega a isonomia muito antes de se fazer presente no texto constitucional , apenas no ano 2000 foi realizada a primeira nomeação de uma mulher para o cargo de Ministra. Principalmente na esfera do trabalho, podemos observar a inferioridade de cargos e salários, em uma pesquisa realizada pelo IBGE e publicado no site de noticias O Globo, podemos observar que existe um avanço da mulher no mercado de trabalho, elas respondem atualmente por 43,8% de todos os trabalhadores brasileiros. Mas a participação vai caindo conforme aumenta o nível hierárquico. Elas representam 37% dos cargos de direção e gerência e 21,7 em cargos públicos. No topo, nos comitês executivos de grandes empresas, elas são apenas 10% no Brasil (ALMEIDA; 2017. P.1). O sistema patriarcal esta “inoculado” na sociedade, mesmo com uma política voltada para a isonomia entre homens e mulheres, essa realidade ainda está muito distante, tanto no direito civil, como no direito do trabalho, podemos observar que na grande maioria dos casos, a mulher ainda ocupa o lugar inferiorizado na coletividade. 5. Alistamento e alistamento obrigatório Nos dias atuais, o alistamento para servir o Exército, a Marinha ou a Aeronáutica no Brasil é opcional para as mulheres, enquanto é obrigatória para os homens, conforme artigo 2º da lei 4.375 de 1964. Art 2º Todos os brasileiros são obrigados ao Serviço Militar, na forma da presente Lei e sua regulamentação. § 1º A obrigatoriedade do Serviço Militar dos brasileiros naturalizados ou por opção será definida na regulamentação da presente Lei. § 2º As mulheres ficam isentas do Serviço Militar em tempo de paz e, de acordo com suas aptidões, sujeitas aos encargos do interesse da mobilização. Art 3º O Serviço Militar inicial será prestado por classes constituídas de brasileiros nascidos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro, no ano em que completarem 19 (dezenove) anos de idade. A Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) está com um projeto ( PLS 213/2015 ), que altera a Lei do Servico Militar ( Lei 4.375/1964 ). [11] A proposta tem parecer favorável da relatora, Lídice da Mata (PSB-BA), que incluiu uma emenda sobre o impacto orçamentário da medida. A emenda determina que as despesas serão custeadas com recursos específicos. Além disso, a senadora acolheu manifestação do Ministério da Defesa, que informou sobre a necessidade de adaptações dos órgãos de recrutamento para a admissão das mulheres, como a construção de alojamentos e vestiários apropriados e design de vestimenta específica. [12] Também pela adequação orçamentária, a relatora sugeriu que haja um prazo de dois anos (730 dias) a partir de uma futura sanção da lei para que as mulheres possam, efetivamente, alistar-se. [13] 6. Oportunidade de a mulher seguir carreira militar Por mais que já existam mulheres que ocupem cargos dentro do serviço militar brasileiro, são admitidas apenas por meio de concurso público para oficial, sargento ou profissional de diferentes áreas (como médica, engenheira, bibliotecária, advogada ou assessora de imprensa, por exemplo) [14] . A conquista por uma vaga na Escola Preparatória de Cadetes do Exército é única porta de entrada da linha bélica. [15] No Exército, as mulheres são admitidas como militares de carreira desde 1992, quando a então Escola de Administração do Exército, atual Escola de Formação Complementar do Exército, com sede em Salvador, matriculou a primeira turma de 49 mulheres em áreas como magistério, administração e jornalismo. [16] Em 1997, o Instituto Militar de Engenharia, com sede no Rio de Janeiro, matriculou a primeira turma de dez alunas no Quadro de Engenheiros Militares. Em 2001, a Escola de Saúde do Exército, também do Rio de Janeiro, permitiu a inscrição de mulheres para participar de concurso público, realizado naquele ano. A partir de 2017, mulheres ingressaram na EsPCEx sediada em Campinas (SP), para seguirem carreira de oficiais combatentes e, na Escola de Sargentos de Logística, para se formarem sargentos combatentes, na área técnico-logística. [17] Para o consultor do Senado Joanisval Gonçalves, embora seja um avanço haver mulheres atuando em áreas historicamente masculinas, como pilotos de caças aéreos, a participação feminina como combatente ainda é um processo que passa por mudanças no Brasil. Segundo ele, o fato de as Forças Armadas evitarem colocar mulheres na linha de frente de combate não deve ser encarado como machismo. Gonçalves afirma que esta postura é justificável porque a psicologia do soldado muda, quando há presença de mulheres em áreas de conflito. [18] Com esse depoimento, fica mais do que claro o entendimento ainda machista em relação às mulheres ocuparem cargos dentro do sistema militar brasileiro, que nos faz voltar ao ponto do reconhecimento da mulher apenas em estado de necessidade. CONCLUSÃO O estudo aponta, que existem politicas voltadas para a isonomia entre homens e mulheres, a primeira instituição a promover esse ponto foi a ONU. Porém, podemos perceber que apesar dos décadas terem passado, a população feminina ainda sofre injustiças e descriminações pelo gênero. Em relação ao militarismo, como foi descrito no livro A guerra não tem rosto de mulher , as mulheres enfrentaram a primeira batalha para poder defender o seu pais, até conquistarem a oportunidade de se alistarem, a segunda batalha enfrentada foi a de poder ir ao front, a terceira o reconhecimento, durante e após a guerra. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao alistamento como forma de limpar a imagem dos militares após a ditadura, e vejamos, que desde então, as mulheres alistadas, dificilmente chagam a se tornarem Comandantes, Tenentes, ou qualquer outra posição que as coloquem como superiores dentro da base militar. Contudo, mesmo com toda política criada para alcançar a isonomia entre homens e mulheres, ainda não é suficiente, necessitando de métodos mais incisivos, com abordarem também na educação de crianças e adolescentes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Cássia. Mulheres estão em apenas 37% dos cargos de chefia nas empresas . O Globo, Rio de Janeiro, 06/03/2017. Disponível em https://oglobo.globo.com/economia/mulheres-estao-em-apenas-37-dos-cargos-de-chefia-nas-empresas-21013908 > Acesso em: 13/09/2017. BARBIERI, Carla Bertucci. A situação da mulher na família – Aspectos jurídicos. Revista dos Tribunais online. 2000. CARREIRAS, Helena. Mulheres nas forças armadas portuguesas . Lisboa: Edições Cosmos, 1997. CARVALHO, Jean. A mulher na guerra patriótica , 2014. Disponível em: http://omhso.blogspot.com.br/2014/07/a-mulher-na-guerra-patriotica.html > Acesso em: 13/09/2017. FERREIRA, Verônica A. da Mortta Cezar. Parecer: A implantação da Ideologia de gênero no ensino fundamental a pedido da associação de direito de família e das sucessões. Revista dos tribunais online. 2016 GUEDES, Aline. Mulheres podem ter direito a escolher o alistamento militar . Disponível em: http://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/mulheres-podem-ter-direitoaescolheroalistamento-militar > Acesso em: 13/09/2017. GOMES, Ana Virgínia Moreira. "A proteção internacional contra a discriminação da mulher no trabalho e o Direito do Trabalho brasileiro" . Curitiba: Gênesis, 2004. LINDGREEN ALVES, José Augusto. A arquitetura internacional dos direitos humanos . São Paulo, 1997. LOPES, Ana Maria D’Ávila. Gênero, discriminação e tráfico internacional de mulheres. Estudos sobre a efetivação do direito na atualidade: a cidadania em debate. Organizadora: Lília Maia de Morais Sales. Fortaleza: Universidade de Fortaleza, 2006. MAIA, Débora Moreira e FERREIRA, Pedro Paulo da Cunha. As voltas com a política criminal latino-americana de prevenção da violência de gênero: um estudo a proposito da experiência brasileira e a recente criminalização do feminicídio . Revista dos Tribunais. 2016. MINISTÉRIO DA DEFESA; EXERCITO BRASILEIRO; Maria Quitéria . Disponível em: http://www.eb.mil.br/maria-quiteria-quadro-complementar-de-oficiais?inheritRedirect=true > Acesso em: 13/09/2017. MIRANDA, Franciso. Mulheres na Segunda Guerra – O fim do sexo frágil . 2011. https://chicomiranda.wordpress.com/2011/11/12/mulheres-na-seguda-guerraofim-do-sexo-fragil-parte-i/ > Acesso em: 21/11/2017 NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL; A ONU e as mulheres . Disponível em: https://nacoesunidas.org/ação/mulheres/ > Acesso em: 22/11/2017. ROMITA, Ario Sayão. O principio de igualdade e a Reestruturação Produtiva . Revista dos Tribunais. 2005 SANTANA, Miriam Ilza. Anita Garibaldi . Disponível em: http://www.infoescola.com/biografias/anita-garibaldi/ > Acesso em: 13/09/2017. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Ministra Ellen Gracie Nortgfleet . Disponível em: http://www.stf.jus.br/portal/ministro/verMinistro.asp?id=35&periodo=stf > Acesso em 15.09.2017. TARDIN, Elaine Borges e LIMA, Lana Lage da Gama. A mulher militar brasileira no século XXI: antigos paradigmas, novos desafios. Revista Agora. Vitória. 2015 VARGAS, Michele da Silva. A ascensão feminina nos meios militares: a ruptura do paradigma da predominância masculina no militarismo . 2015. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/37884/a-ascensao-feminina-nos-meios-militaresaruptura-do-paradigma-da-predominancia-masculina-no-militarismo > Acesso em: 13/09/2017. [1] CARVALHO, Jean. A mulher na guerra patriótica , 2014. Disponível em: http://omhso.blogspot.com.br/2014/07/a-mulher-na-guerra-patriotica.html > Acesso em: 13/09/2017. [2] Idem. [3] Idem. [4] MINISTÉRIO DA DEFESA; EXERCITO BRASILEIRO; Maria Quitéria . Disponível em: http://www.eb.mil.br/maria-quiteria-quadro-complementar-de-oficiais?inheritRedirect=true > Acesso em: 13/09/2017. [5] SANTANA, Miriam Ilza. Anita Garibaldi . Disponível em: http://www.infoescola.com/biografias/anita-garibaldi/ > Acesso em: 13/09/2017. [6] TARDIN, Elaine Borges e LIMA, Lana Lage da Gama. A mulher militar brasileira no século XXI: antigos paradigmas, novos desafios . Revista Agora. Vitória. Vol. 22. P. 70-82. 2015. [7] NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL; A ONU e as mulheres . Disponível em: https://nacoesunidas.org/ação/mulheres/ > Acesso em: 22/11/2017. [8] Idem. [9] José Augusto Lindgreen Alves, op. cit., p. 116 - 117. [10] BARBIERI, Carla Bertucci. A situação da mulher na família – Aspectos jurídicos. Revista dos Tribunais online. 2000. P 4 [11] MIRANDA, Francisco. Mulheres na Segunda Guerra – O fim do sexo frágil. 2011. https://chicomiranda.wordpress.com/2011/11/12/mulheres-na-seguda-guerraofim-do-sexo-fragil-parte-i/ > Acesso em: 21/11/2017. [12] Idem. [13] Idem. [14] Idem. [15] GUEDES, Aline. Mulheres podem ter direito a escolher o alistamento militar. 2017. http://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/mulheres-podem-ter-direitoaescolheroalistamento-militar > Acesso em: 22/11/2017. [16] Idem. [17] Idem. [18] Idem.

Dilemas do cotidiano

Artigos06/02/2019Léo Rosa
Na vida cotidiana, o sujeito já meio gordo tem prazer e culpa enquanto come; ficamos horas satisfeitas e culpadas nas redes sociais; mulheres trabalham e se acusam (ainda, muitas) em dívida com os afazeres

Racismo no cotidiano dos tribunais

Artigos06/03/2019Canal Ciências Criminais
Por Felipe Rocha de Medeiros Na semana passada, uma sentença proferida pela juíza Lissandra Reis Ceccon, da 5ª Vara Criminal de Campinas, escancarou o racismo que permeia o cotidiano dos tribunais....O que tentei demonstrar por meio desse pequeno texto, é que o racismo está presente no cotidiano dos tribunais....E pior do que o caso de Campinas, muitos racismos do cotidiano desaparecem sem deixar provas, apenas cicatrizes naqueles que sofrem às suas consequências diretamente.
Conteúdo exclusivo para assinantes

Acesse www.jusbrasil.com.br/pro e assine agora mesmo