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Diplomacia

A diplomacia é a arte e a prática de conduzir as relações exteriores ou os negócios estrangeiros de um determinado Estado ou organização internacional.

China e a Diplomacia da Máscara

Artigos03/04/2020Marcelo Henrique Oliveira Silva
Refiro-me à expressão que já está sendo chamada pelos internacionalistas e analistas políticos de ''Diplomacia da Máscara'', uma referência ao uso da produção e exportação do produto, que está em falta.../chinas-mask-diplomacy-caught-inawrangle https://www.foreignaffairs.com/articles/china/2020-03-18/coronavirus-could-reshape-global-order https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/03/17/com-diplomacia-da-mascara-china-tenta-rec

Plínio Valério quer a diplomacia brasileira mediando a crise venezuelana

Notícias12/03/2019Senado
Ele lembrou que o Brasil e Venezuela sempre foram parceiros e é importante que a diplomacia tome a frente na busca da paz, do diálogo e do acerto. — O impasse na crise da Venezuela, no meu ponto de vista...Depois de relembrar o papel conciliador do Barão de Rio Branco, que definiu as fronteiras brasileiras com negociações bilaterais, o senador relembrou que a era do Patrono do Itamaraty inaugurou a moderna diplomacia...Plínio insistiu em sua posição em defesa do papel da diplomacia brasileira, que pode contribuir para o encaminhamento de um entendimento que equacione a crise venezuelana. ­— O Brasil sempre usou seu poder

Para Marcos Rogério, Amazônia requer 'mais ação e diplomacia e menos guerra'

Notícias27/08/2019Senado
. — Neste momento, a Amazônia e o Brasil precisam de mais ações e menos discurso, mais diplomacia e menos guerra. Guerra ideológica, guerra comercial, guerra política, de oportunismo. Não!

Poesia e Diplomacia - O Magistral discurso de Ernesto Araújo no Itamaraty

Artigos24/10/2020Paulo Antonio Papini
Artigo escrito por Cláudio Luiz Caivano . O Ministro Ernesto Araújo citou a poesia em seu discurso e, ao menos a mim, me pareceu uma defesa veemente da liberdade de expressão e principalmente de pensamento, no sentido de demonstrar o sentido da vida através da imortalidade da alma e um propósito de vida! O ministro justifica a síntese com maestria, pois, cita Platão, que foi precursor da metafísica, e defendeu como ninguém a ideia de transcendência do sentido da vida, no entanto, penso que ninguém sintetizou melhor a essência e importância da nossa identidade do que Sócrates, não deixou escritos, mas, deixou um pensamento, uma frase: Conhece-te a ti mesmo! Essa minha citação tem uma proposição não de discordância, ao contrário, eu não poderia concordar mais com o Ministro, principalmente quando ele afirma que o “isentão é escravo de algum marxista defunto.” Pra mim, o isentão é um permissivo que não se posiciona e distorce qualquer contexto geopolítico! O ministro cita ainda essa distorção do debate público que chama de “covidismo” o surgimento dessa nova ordem. Nos vemos em um aprisionamento vigiado de Foucault, onde a nossa identidade é retirada. Através da obrigatoriedade do uso de máscara, mitigaram a nossa crença, nossa fé e negaram aquilo que afirmaram defender, a ciência! Com toda certeza o ministro tem razão, pois todos são aspectos instrumentais do esquerdismo, marxista-leninista como ele mesmo cita, que coloca o indivíduo aprisionado pelo medo coletivamente, fazendo parte de uma massa de manobra, literalmente uma manada anencéfala. O velho discurso esquerdista de enfrentamento contra algo genericamente denominada de um mal maior, (um propósito pragmático), coloca os indivíduos em lados opostos como uma eterna luta entre o bem e o mal, onde a ideologia deles representa o bem! Essa luta foi modernizada e oportunamente utilizada pelo esquerdismo nesse ponto, representado diletamente pra eles, pelo comunismo chinês, onde o inimigo agora é invisível, ou seja, não tem rosto, não tem corpo, não é ideologizado. Isso é de extrema relevância porque é uma tentativa de unir a todos em um único lado. Sun Tzu – A Arte da Guerra, vencer sem lutar! A tentativa é clara de criação de uma nova ordem geopolítica, hegemônica e que seja, finalmente, legítima! Legitimação do covidismo! Eis aí, creio eu no mesmo tanto que o Ministro tentou poeticamente afirmar em seu discurso, este é o maior perigo! Quando você legitima uma força hegemônica através de um ideal identitário, você condena à obscuridade e sujeitos à punição da história todos aqueles que se opuserem! O risco, como eu disse ontem em outra Live, é muito maior e nós devemos aumentar o nosso trabalho da Direita em busca de maior ressonância nos nossos expectadores.

As embaixadas e a diplomacia de resultados.

Notícias10/10/2016Luiz Claudio Alvarenga
Cifras e números respaldam uma diplomacia de resultados. É sobre essa base que se constrói uma política externa de qualidade. No mundo globalizado, é fundamental diversificar parcerias....Respeitabilidade e influência nas relações internacionais nem sempre são mensuráveis, mas as perspectivas que uma diplomacia atuante abre para o desenvolvimento econômico e social são fáceis de identificar...A avaliação dos resultados da política de incremento da presença global da diplomacia brasileira aponta para uma maior capacidade de influência, mais comércio e brasileiros mais bem assistidos.

Kajuru pede diplomacia a Bolsonaro na condução da política ambiental

Notícias26/08/2019Senado
O senador Jorge Kajuru (Patriota-GO) sugeriu, nesta segunda-feira (26), em Plenário, que o presidente Jair Bolsonaro tenha humildade e adote outra postura em relação à política ambiental, reconhecendo erros cometidos em sua condução. Para o senador, Bolsonaro, num primeiro momento, questionou o aumento do número de queimadas. Em seguida, diante dos dados que comprovavam o fato, buscou apontar supostos responsáveis pelos incêndios, sem a devida comprovação, com foco especial nas organizações não governamentais. Além disso, segundo o senador, ele diz ser desnecessária a confrontação do governo brasileiro com o presidente francês Emanuel Macron, o que, de acordo com Kajuru, piorou o cenário que só se normalizou com o anúncio de ajuda de países do G-7 no combate aos incêndios. — Se, por um lado, temos de analisar bem como aceitar a ajuda de países ricos, sem comprometer a nossa soberania, por outro lado, tudo o que está acontecendo pode significar também a grande oportunidade para uma mais atenta reflexão sobre uma política ampla, geral e duradoura para a região amazônica, que contemple o desenvolvimento econômico local e a preservação do meio ambiente — defendeu. Kajuru destacou ainda o fato de a Amazônia ser valiosa para o mundo. Daí justificar-se a preocupação de países do G-7 e a ideia de levar à Organização das Nações Unidas a discussão da possibilidade de um apoio para a proteção da floresta. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Secretário de Defesa dos Estados Unidos defende diplomacia com Coreia do Norte

Notícias26/09/2017Agência Brasil
A Coreia do Sul também afirmou acreditar que ainda há espaço para a diplomacia no conflito....Alerta sul-coreano Com a tensão, até a Coreia do Sul, aliada militar dos Estados Unidos e inimiga de Kim Jong-Un, disse que ainda há espaço para a diplomacia.

Programa de proteção dos pandas usa diplomacia para aumentar conscientização

Notícias23/07/2017Agência Brasil
Sob proteção especial do Estado chinês, desempenham papel importante na construção da imagem internacional do país asiático com a chamada diplomacia do panda, que consiste no envio de ursos a outras nações...Diplomacia do panda A primeira aparição pública de Meng Meng, uma panda de 4 anos, e de Jiao Qing, um panda de 7 anos, os dois novos moradores do zoológico de Berlim, foi na presença da chanceler alemã

¿Diplomacia o mantequilla?

Notícias06/10/2016Luiz Claudio Alvarenga
Hoy les voy a presentar a un parásito al que bautizaré con el nombre de "democracia banal". Después de descartar -eso sí- el calificativo "venal" porque, con tanto corrupto de por medio, no quiero contribuir al engorde frívolo de otra burbuja fétida hasta que pinche y tengamos que vivir definitivamente con una pinza en la nariz. Pero en esta época de déficit excesivos, pobreza de la Hacienda Pública y ajustes de cinturón a los ciudadanos, la escasez de recursos de la economía española debería prohibir al Gobierno gastar el dinero de todos en "banalidades". Hay que elegir bien: más despensa y escuela, y menos pirotecnia. Tenemos una extraña academia en Barcelona llamada hasta ahora Instituto Internacional de la Universidad de las Naciones Unidas para la Alianza de las Civilizaciones. Pero fue todo uno mencionar la bicha de la alianza civilizadora y surgir la pesadilla del Estado Islámico y su contrapunto occidental menos bárbaro que hoy protagonizan las diversas partidas de caza indiscriminada al musulmán que vive y trabaja en Europa. Quizás por eso los padres fundadores de ese centro barcelonés han decidido cambiar su nombre por el de Instituto de la Universidad de las Naciones Unidas para la Globalización, la Cultura y la Movilidad. Sus objetivos no pueden ser más específicos y razonables, según el acuerdo firmado por el Reino de España y la ONU el 22 de julio de 2016: «contribuir, a través de la investigación, los servicios de asesoría estratégica, la educación, el desarrollo de capacidades y la difusión del conocimiento, a la resolución de los problemas globales [sic] relativos a la globalización, la cultura y la movilidad». Ahí es nada, un poquito de patatín mezclado con un crujiente de gobernanza en una cazuela llena hasta arriba de patatán. ¿Quién paga la fiesta? Lo hacen, con sus aportaciones anuales, el Ministério de Asuntos Exteriores (225.000 euros), el Ministério de Educación (125.000), la Generalitat catalana y el Ayuntamiento de Barcelona (200.000 euros cada uno). O lo que es lo mismo: el contribuyente español, al que también incumbe la "cobertura de los costes de mantenimiento y conservación de los locales y los costes derivados del uso de las instalaciones [cedidas gratuitamente] del recinto histórico del Hospital de la Santa Creu i Sant Pau por el Instituto". Paga el Estado, pero con las manos atadas después de pagar. El Estado no puede controlar y revisar el destino de las contribuciones efectuadas a favor del Instituto, como tampoco fiscalizar sus actividades. Se trata de competencias reservadas al magnífico rector de la Universidad de la ONU, que tiene su sede principal en Tokyo. ¿Son o no son unos «boludos» quienes nos gobiernan? Fonte: El Mundo

Chefe da diplomacia da UE se reunirá com secretário de Estado dos EUA

Notícias08/02/2017Agência Brasil
De acordo com comunicado divulgado hoje (8) pela UE, além da reunião com Tillerson, a chefe-da diplomacia do bloco terá agendas com conselheiros de Segurança Nacional e senadores americanos, entre eles
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