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História

Ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado.Como termo também pode verificar toda a informação do passado que pode ter sido requerida ou arquivada em todas as línguas por todo o mundo, isto como intermédio de registos. Por metonímia, o conjunto destes processos e eventos. História tem sua origem nas investigações de Heródoto, cujo termo em grego antigo é Ἱστορίαι (Historíai)

Nossa História

Artigos23/03/2021Dra Franciane Andrade
Nesse artigo você vai conhecer um pouco da história de Drª Franciane Andrade. Drª Franciane Andrade, sócia fundadora do Escritório "FRANCIANE ANDRADE | ADVOCACIA & CONSULTORIA JURÍDICA".

Uma História

Notícias19/05/2020Jenifer Giacomini
Vou te contar a história por trás desse perfil que vos fala, ok? ⁣ Antes, responda-me. Você tem MEDO de correr riscos pelos SEUS sonhos?⁣...Então, em outubro do ano passado, aqui estava eu, em fase de transição e, como sempre foi minha vida, em meio a muito estudo, iniciando um Novo Capítulo da minha história....Recentemente tinha deixado o meu Estado, o meu SUL ❤️, um dos capítulos da minha história ficou lá, ainda que esteja para sempre comigo; ⁣ para⁣ aqui, em Goiás seguir esta nova fase com a pessoa que escolhi

História do Direito

Artigos14/09/2020Allan Montez Cardozo de Araujo
Assim, a História do Direito é o ramo da história social que se ocupa da análise, da crítica e da desmistificação dos institutos, normas, pensamentos e saberes jurídicos do passado .

Minha História de Vida

Artigos04/02/2021Henrique Silva
Minha História de Vida Eu mi chamo Henrique Hélvio Cavalcanti da Silva portador do RG:7.73869 - 1 do CPF:072.209.434 - 58 afirmo que a população do Estado de Pernambuco apostarão sem o meu concedimento...Com aposta de meu próprio corpo Outros continente si sensibilizaram e vieram mi ajudar através de minha historia de vida juntamento com outros países....OBS: (Tenho muito a pronunciar ha falar ou comunicar tem muita historia ainda).

As encarceradas: Histórias do Cárcere.

Artigos26/03/2021Silvimar Charlles
Uma história com um final inesperado... E aí pessoal! Tudo certinho?...Da história Que bom uma história com um final feliz né? Entretanto, não é a regra....O que acharam da história? COMENTEM O tema é interessante? COMENTEM A artigo é útil?

A História do Direito Medieval

Artigos12/11/2020Thaís Estevam
Diante do conhecimento prévio da história medieval, chamava-se tal período de obscuro, a considerada “Idade das trevas”, isso porque este foi um período de declínio econômico e cultural devido à queda...História do Direito Material: heranças jurídico-políticas para a construção da modernidade....Disponível em: https://www1 . tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judiciario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1677-065x/v8n15n16/Historia_do_ direito_medieval.pdf

Habeas Corpus- história

Artigos09/12/2020Letícia Stephany Silva Ribeiro
História, conceito, características, espécies, processo e modelo Olá! Que bom te ver por aqui! É sempre ótimo compartilharmos conhecimento!...HABEAS CORPUS História O habeas corpus se originou no Direito Romano no qual o cidadão tinha o direito de reclamar a exibição de um homem livre que fosse detido ilegalmente por intermédio de uma ação privilegiada

Esta não é mais uma história de um Refugiado

Artigos20/06/2020Luiz Eduardo Filizzola D'urso
Aproveitando a ocasião, é importante apresentar a história de Ioane Teitiota, natural de Kiribati. Este país é um arquipélago de 33 ilhas, localizado no Oceano Pacífico e um dos menores do mundo....Por fim, como se observa, esta não é mais uma história de um Refugiado, mas é a história de Ioane Teitiota, o primeiro Refugiado Climático, um divisor de águas na própria história da humanidade.

História do Paraguai

Artigos31/07/2020Benigno Núñez Novo
Na história da América Latina, não houve nenhum conflito armado em que lutaram e morreram tantos homens como na Guerra do Paraguai....Reseña de historia del Paraguay. Asunción: Editorial Histórica, 1993. CARDOZO, E. Paraguay independiente. Asunción: Carlos Schauman Editor, 1987. _________. Breve historia del Paraguay. 4. Ed....Historia del Paraguay . 5. Ed. Asunción: Servilibro, 2014. SCHAFER, Jairo Gilberto. As garantias dos Direitos Fundamentais, inclusive os judiciais, nos países do Mercosul.

A história do Brasil, passada e recente, é a história do assassinato da história.

Artigos06/09/2018Marcio Bamberg
Recebi pelo WhatsApp o texto a seguir, que creio ser muito adequado à nossa realidade atual e resolvi compartilhar com todos. "A ideia não é minha, mas pode ser encontrada, repetida à exaustão, nos ensaios e livros dos nossos melhores intelectuais. Carlos de Laet, que escreveu durante meio século — e sofreu censura e perseguições por defender a monarquia —, mostra, numa de suas crônicas, a materialização da sanha adesista que tomou grande parte da classe política após o golpe de 1889: até das talhas de barro em que se armazenava água mandou-se arrancar os símbolos imperiais. E Laet descreve, então, o funcionário que, utilizando um canivete, tenta raspar o barro, mas sempre, ao final, criando um rombo na talha. “A coroa sai, mas a talha fica furada”, diz Laet para concluir: “Desconfio que nunca mais se consertou a talha republicana”. A ironia de Laet tem qualidade profética, desgraçadamente. Com a república, criamos essa compulsão pelo assassinato, pois acreditamos que o progresso, o Brasil do futuro, só nascerá se matarmos o passado. Essa prática repetitiva explica, por exemplo, as sucessivas reformas ortográficas — principalmente a inutilidade absoluta da mais recente —, as palavras de ordem debochadas da Semana de 22 e que muitos vomitam até hoje, o desprezo pelo patrimônio histórico e por tudo que não espelhe, de forma servil, a ideologia que domina o momento. Basta relembrar o que foi a construção da Avenida Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, quando, em nome do progresso, derrubaram-se as igrejas de São Domingos, Bom Jesus do Calvário e São Pedro — esta última, segundo Gastão Cruls, “joia da nossa arquitetura sacra”. Procure-se o depoimento de Rodrigo Franco de Melo Andrade na aula que proferiu, em 1961, no Instituto Guarujá-Bertioga, se é que a cópia datilografada, existente no arquivo do SPHAN/Pró-Memória, ainda não foi corroída pelas traças ou picotada por algum funcionário repleto de boas intenções. Lembro-me, em Jundiaí, na biblioteca em que estudei muitos anos, a devoção com que o velho funcionário, imbuído de profundo zelo, substituía as primeiras edições por exemplares mais recentes, a obra original pela tradução, o livro antigo pelo novo. E recordo seu olhar de espanto e incompreensão quando tentei lhe explicar o crime que praticava. Leia-se o brilhante livro de Franklin de Oliveira, “Morte da Memória Nacional”, publicado em 1967 e reeditado em 1993, mas jamais lido, jamais levado a sério, servindo apenas como consolo às consciências que, neste país, ainda se dão ao luxo de se indignar. Mas basta. Não preciso ir adiante. Seria cansativo e inútil. Vá o pesquisador que deseja conhecer a verdade à Biblioteca Nacional e penetre no acervo abandonado. Vá a Ouro Preto e veja caminhões, carros e ônibus cruzando as ruas como se os alicerces do barroco pudessem resistir à trepidação e aos poluentes. Vá aos arquivos das mais antigas Câmaras Municipais e descobrirá tudo que foi queimado ou dissolvido por goteiras, chuvas, inundações. Vá conhecer os arquivos históricos do país — não as vitrines que são apresentadas nos folders impressos em papel cuchê, mas a zona de sombra, umidade, bolor e esquecimento, jamais alcançada por aquilo que até hoje procuramos inutilmente: a consciência nacional. Sairá desses lugares convencido de que a república continua a fazer água. De que o incêndio de ontem é só a forma espetacular do que se repete neste país, em silêncio, desde sempre. Somos um campo de guerra. Qualquer inutilidade ideológica é mais importante do que tudo que já perdemos e continuaremos a perder. Para onde quer que você desvie o olhar, verá apenas uma coisa: ruínas, ignorância, abandono, devastação." Rodrigo Gurgel (Autoria)
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