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Startup x Empresa

Artigos09/12/2019Daniela Meira
@dicasdireitodigital  Você sabe qual é a diferença entre startup e uma nova empresa?  Nem toda empresa jovem e inovadora é uma startup. Para ser uma startup, a empresa deve possuir um modelo de negócios repetível e escalável. A empresa deve ser capaz de aumentar consideravelmente os seus clientes sem precisar aumentar a sua estrutura de forma proporcional.  Além disso, a startup procura um modelo para crescer de forma acelerada e sustentável, enquanto a pequena empresa procura lucros mais orgânicos e estáveis. Gostaria de saber mais? Me envie uma mensagem ou comente aqui... Por Daniela Meira, advogada especialista em Direito Digital.

Legal Driver, novo podcast jurídico!

Notícias21/10/2020Verifact tecnologia
Iniciativa do advogado Bernardo de Azevejo e do magistrado e professor Alexandre de Morais Rosa, tem como proposta a experimentação de soluções tecnológicas do meio jurídico. No último episódio (número 4) do podcast eles analisaram a ferramenta da Verifact , plataforma que empresa técnicas periciais e outras tecnologias para coletar e preservar provas digitais. O podcast conta com o apoio da Futurídica, Emaiseditora, Spin online e Univale. Confira o episódio 4: https://open.spotify.com/episode/4FveH7pFSPnZgQlxdFRCVZ?si=LBI6bNGJRimBmXAZTWUdVQ

O segredo para blindar sua Startup dos próprios sócios

Artigos02/07/2021Giovanna Diniz Neves Julião Prego
Em um estudo realizado pela aceleradora Startup Farm , o principal motivo para que 74% das startups brasileiras fracassem com apenas 5 anos de funcionamento é o conflito entre sócios . Por esse motivo, a melhor solução para blindar uma startup de possíveis conflitos entre sócios é a celebração de um Memorando de Entendimentos , do inglês " Memorandum of Understanding ", ou simplesmente " MOU ". O MOU é um contrato preliminar, elaborado e celebrado pelos futuros sócios de uma startup antes da constituição formal da sociedade (elaboração do Contrato Social e registo na Junta Comercial) e inscrição no CNPJ. A sua principal função é delimitar os objetivos do negócio e atuação das partes envolvidas, definindo regras, direitos e obrigações, garantindo segurança jurídica e protegendo os interesses dos futuros sócios e do próprio negócio. Celebrado o MOU, caso haja algum conflito, os sócios poderão resolver da melhor forma possível, sem que os interesses e direitos das partes sejam lesados, protegendo, sobretudo, o projeto/negócio a ser desenvolvido, evitando assim que mais uma startup entre para as estatísticas apresentadas pela Startup Farm . O mesmo sócio que alavanca uma empresa, pode também levá-la ao buraco, por isso é necessário blindá-la antes mesmo da sua constituição .

O que é empreendedorismo jurídico?

Artigos05/12/2019Fabricio Almeida Carraro
Podcast: empreendedorismo para advogados O que é empreendedorismo jurídico? Como lidar com a gestão na advocacia? Quais habilidades são fundamentais? E as perspectivas para o futuro da advocacia? Neste podcast feito para a série Explicando Direito, da Advise, realizado em conjunto com a advogada e consultora em gestão na advocacia, dra. Alessandra Barbieri Pessoa, referência na área, falamos um pouco sobre ferramentas de gestão, inteligência emocional, liderança, gestão do tempo, tecnologia e um pouco mais. Invista vinte e poucos minutos de tempo em sua advocacia, vale a pena conferir, está no Spotify: https://open.spotify.com/episode/00e2y9Znh3KVNfsmXHrePW?si=kFnhHubaSAWxQoah_qR_Ng&utm_source=Facebook_SimpleMusicStories&utm_medium=sms

Pesquisa de mercado para escritórios de advocacia

Artigos05/06/2018Alexandre Branco Pereira
Formatei, recentemente, um pequeno modelo de pesquisa de mercado e encaixe para escritórios de advocacia. Através dele, espero atingir métodos quantitativos de avaliação para encaixe de novos escritórios e jovens advogados em nichos de mercado específicos. A pesquisa interessa e muito para a advocacia: o empreendedorismo não é apenas moda. É tendência que vai ditar o ritmo da sociedade e seu futuro, e fatalmente atingirá a advocacia. O objetivo é simples: ter a percepção do mercado em relação à advocacia no contexto das startups e MPEs. Compartilhe o link http://bit.ly/MPEseADVs em seu Facebook e LinkedIn! Me comprometo a divulgar os resultados aqui no Jusbrasil assim que atingirmos 100 respostas. Assim, contribuiremos juntos para uma melhor compreensão do mercado que está aí fora.

Lawtechs: como elas estão transformando o mercado jurídico?

Notícias29/09/2020Peticionerede Lawtech
As lawtechs, ou legaltechs, têm se expandido cada vez mais no mercado jurídico brasileiro, principalmente na área privada....Esse crescimento é tanto que, segundo um levantamento da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), realizado em setembro deste ano, já há mais de 100 startups oferecendo soluções para esse...Leia a matéria completa: https://www.peticionerede.com.br/lawtechs-como-elas-estao-transformandoomercado-jurídico/

Assista ao Seminário Análise de Big Data e Políticas de Acordo, Online.

Artigos18/09/2017Idp São Paulo
Como a Jurimetria e os modelos preditivos vão revolucionar a estratégia de acordos judiciais e extrajudiciais. Acompanhe AO VIVO às discussões do Seminário Análise de Big Data e Políticas de Acordo. A programação será transmitida no dia 19 de Setembro, das 9h00 às 12h00, pelo horário de Brasília. PROGRAMAÇÃO: Mediação: Alexandre Zavaglia Coelho, coordenador do Curso de Ciência de Dados aplicada ao Direito do IDP | São Paulo. PRIMEIRO PAINEL: Renato Opice Blum (Insper) Graziela Galli (Oracle) Marcelo Guedes Nunes (ABJ) SEGUNDO PAINEL: Bruno Feigelson (AB2L e Sem Processo) Christiano Xavier (LocalizaHertz) Flávio Franco (Netshoes) Realização IDP | São Paulo, Insper, ABJ e Ab2l, com apoio do CESA, IASP, JOTA, e das Comissões Estaduais da OAB/SP de Direito Digital e Compliance e de Apoio a Departamentos Jurídicos.

Lawtechs ou legaltechs: o que são e por que contratar essas startups?

Artigos24/10/2018Mediação Online
No seu trabalho, as pessoas já estão falando mais sobre lawtechs ou legaltechs ?...Law e legal, como você deve imaginar, fazem referência à lei ou ao direito. Uma ou outra aparece em uma mesma palavra com “tech” de “technology” ou “tecnologia”....De acordo com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs) , existem mais de 50 startups jurídicas no Brasil.

A responsabilidade objetiva das empresas nas relações com clientes

Artigos23/01/2018NDM Advogados
O Código de Defesa do Consumidor ( CDC ) reconhece o cliente como a parte mais vulnerável das relações comerciais e, por isso, estabeleceu mecanismos para protegê-lo. Uma das formas encontradas foi estabelecer a responsabilidade civil objetiva dos fornecedores pelos danos advindos de suas atividades, disposta nos artigos 12 , 13 e 14 do CDC . Quais os efeitos da responsabilidade objetiva na prática? Na prática, a responsabilidade objetiva significa que o fornecedor responde por qualquer dano ( moral ou material) ou prejuízo causado ao consumidor durante a relação de consumo , ainda que a empresa não tenha culpa. Com isso, não é necessário que o cliente prove a existência de má-fé, dolo, negligência, imperícia ou imprudência por parte da empresa. Basta apenas que seja possível identificar 03 requisitos caracterizadores da responsabilidade civil objetiva: 1) a existência de uma ação ou omissão por parte do fornecedor; 2) o dano causado ao consumidor; 3) o nexo de causalidade entre a ação/omissão do fornecedor e o dano sofrido pelo cliente. Dentre as possibilidades de ação/omissão por parte das empresas, podemos elencar: existência de falhas na prestação de serviço, defeitos em projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de produtos, prestação de informações insuficientes ou inadequadas, entre outros. Como consequências, podemos ter, por exemplo: a condenação do fornecedor ao pagamento de indenizações, reembolsos por perdas e danos, restituição de valores em dobro , dever de executar novamente os serviços, devolução de produtos ou, até mesmo, cancelamento do contrato. Existe exceção a essa regra? Ressalta-se que o fornecedor de produtos só não será responsabilizado quando provar que não colocou o produto no mercado; que, embora o tenha colocado no mercado, o defeito não existe; ou que a culpa do dano é exclusiva do consumidor ou de terceiro. Por sua vez, o prestador de serviços não responderá somente quando provar que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste; ou, novamente, que a culpa pelo prejuízo é exclusiva do consumidor ou de terceiro. Conclusão O objetivo da norma é colocar os consumidores em posição de igualdade com as empresas, já que dificilmente eles teriam condições de produzir todas as provas que necessitam em uma eventual disputa judicial. Outrossim, entende-se que ter que responder de forma objetiva por suas ações é um dos riscos assumidos pelos empreendedores ao explorarem uma atividade econômica e obterem lucros. Assim, é essencial que as empresas se certifiquem que estão prestando um serviço eficiente no mercado, distribuindo produtos adequados e respeitando a todas as normas de ofertas e publicidade do Código de Defesa do Consumidor . Além disso, é importante que tenham sempre em mãos todos os registros e provas possíveis para afastar a sua responsabilidade e se defenderem em uma eventual acusação. Caso tenha dúvidas na gestão de problemas consumeristas, procure um especialista, evite condenações desnecessárias e mantenha um bom relacionamento com seus clientes. Fonte: https://ndmadvogados.com.br/a-responsabilidade-objetiva-das-empresas-nas-relacoes-com-clientes/
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