jusbrasil.com.br
18 de Outubro de 2019
Comentário feito no documento:

Doutor e Excelência estão (mesmo) com os dias contados? Mas, e o meu EGO, como ficará se o PLS 332/2017 for aprovado?

Rene Montano, Estudante
há 2 anos
Convenhamos acho que o foco está errado..... não colega, o foco não está errado, a exigência absurda do pronome de tratamento só mantém a casta que dele se utiliza como parâmetro de separação. Segundo aprendi na faculdade não existe relação de hierarquia ou subordinação entre juízes advogados e promotores, porém a maioria desses funcionários, empregados nossos diga-se de passagem, insistem em ser tratados como deuses. Comigo a coisa não funciona assim, sei bem colocar um juiz e um promotor em seu devido lugar quando me confundem com a maioria, isso mesmo, a maioria, infelizmente, de colegas que se fazem lacaios desses cidadãos. Então acho ótimo acabar com isso, pois o que D. Pedro e a monarquia instituíram, para mim só tem quem faz doutorado. Senhor, senhora é cortês e educado, está de muito bom tamanho. Quem é dos meandros continuarão a se tratar de modo polido, ao povo em geral, humilde na sua essência, analfabeto na maioria ainda que funcional, sairá um peso das costas, aliás, da língua já que a maioria sequer sabe pronunciar doutor, quiçá excelência. Manter tal exigência é apenas acariciar o ego obeso dessas autoridades, que na verdade só as tem em razão do cargo, mas insistem em se achar quando fora da função. Aleluia.
Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/comentarios/542920032#comment_542920032

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