Página 233 da Empresarial do Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOSP) de 31 de Março de 2021

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panhia realizou teste de avaliação do valor recuperável do ativo intangível.

Esse tema foi novamente considerado como uma área crítica e, portanto,

de risco em nossa abordagem de auditoria, tendo em vista que envolve julgamentos subjetivos que podem trazer impactos significativos na elaboração das demonstrações contábeis. Além disso, na determinação das premissas utilizadas pela administração da Companhia, estão inseridas determinadas projeções nos fluxos de caixa que apresentam um alto grau de

incerteza, que são afetadas por condições futuras estimadas para crescimento da economia e do mercado como um todo. Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações contábeis: Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, revisamos a metodologia adotada para elaboração do estudo e avaliamos se os dados considerados no

estudo eram as melhores informações disponíveis e se foram consideradas

sobre as práticas de mercado observáveis. Também revisamos as principais premissas utilizadas considerando o ambiente econômico geral, o planejamento da Companhia, incluindo as expectativas dos analistas, as premissas utilizadas no estudo anterior e seu desempenho quando comparadas com o resultado efetivamente obtido, as informações históricas utilizadas e também avaliamos o risco associado com o fluxo de caixa e seu efeito relacionado à taxa de desconto. Analisamos a razoabilidade da taxa de

desconto aplicada sobre os fluxos de caixa da Companhia, levando em conta seu cálculo matemático e a utilização de melhores premissas para cálculo da taxa. Também como parte de um dos procedimentos aplicados, elaboramos um estudo independente considerando um cenário mais conservador e comparamos o valor recuperável obtido com o estudo elaborado pela

Administração da Companhia, com o objetivo de avaliarmos a recuperabilidade do ativo em um ambiente mais conservador. Com base nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências de auditoria obtidas que

suportam os nossos testes, consideramos que a avaliação de valor recuperável, elaborada pela administração da Companhia, é aceitável no contexto

das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Realização do imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos: Motivo pelo

qual o assunto foi considerado um principal assunto de auditoria:

o

Conforme descrito na Nota Explicativa n 5 – “Impostos, taxas e contribuições”, item (b), a Companhia possui na rubrica de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos o montante de R$ 369.154 mil, provenientes

de prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social, que foram

considerados pela Companhia como recuperáveis com base em estudos

realizados de projeção de geração de lucros tributáveis futuros. Esse tema

foi considerado como uma área crítica e, portanto, de risco em nossa abordagem de auditoria do exercício de 31 de dezembro de 2020, devido à subjetividade e julgamento envolvidos na elaboração da estimativa de lucro tributável futuro, que considera projeções de resultados futuros elaboradas e

fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros.

Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações contábeis: Com o auxílio de nossos especialistas em avaliação econômico-financeira, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas para

suportar a suficiência da projeção de lucros tributáveis futuros contra os

quais os prejuízos fiscais e bases negativas não utilizados poderiam ser utilizados, incluindo as projeções operacionais, financeiras, dados macroeconômicos, do setor e de participantes de mercado, e efetuamos análise de

sensibilidade das premissas mais significativas utilizadas. Envolvemos também os nossos especialistas em tributos nas análises sobre o cálculo dos

impostos diferidos ativos, na análise da base de cálculo dos prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social e avaliação quanto aos aspectos

qualitativos e quantitativos das diferenças temporárias. Com base nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências de auditoria obtidas

que suportam os nossos testes, consideramos aceitáveis os critérios e pre -J.H.L.F.C. Empreendimentos e Participações S.A. Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis missas utilizados pela Companhia na avaliação dos saldos do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações contábeis tomadas como em conjunto. Outros assuntos: Demonstração do valor adicionado: A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2020, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 – Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa Norma e é consistente em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor: A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada, de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis , independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais; • obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia; • avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração; • concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional; • avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.

Rio de Janeiro, 29 de março de 2021.

Ana Cristina Linhares Areosa

CT CRC RJ-081.409/O-3

Grant Thornton Auditores Independentes

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CNPJ 13.800.663/0001-32 - NIRE 35300511492

Sumário da Ata de Assembleia Geral Extraordinária nos termos do Artigo 130, § 1º, da Lei 6.404/76

Data/Hora/Local : 22/01/2020, às 10:00 horas, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.811, 11º andar, conjunto

1.108, São Paulo/SP. Convocação/Presença : Dispensadas, tendo em vista a presença da totalidade dos acionistas. Mesa : Presidente: José Hermílio Curado Filho; Secretário: Caio Augusto Ferreira Curado. Ordem do Dia/

Deliberação : “Aprovadas, por unanimidade”: (i) A alteração do endereço da sede da Companhia para Rua Campos Bicudo, 98, conjunto 52, São Paulo/SP; (ii) A alteração do Artigo 3º do Estatuto Social da Companhia, o qual,

em decorrência da alteração de endereço deliberada conforme (i), acima, passa a vigorar com a seguinte e nova

redação: “ Artigo 3º: A Companhia tem sua sede e foro na Rua Campos Bicudo, 98, conjunto 52, Itaim Bibi, São

Paulo/SP, CEP 04536-010.”; e (iii) A consolidação do Estatuto Social da Companhia, em anexo a esta Ata, mediante as deliberações constantes nos itens (i) e (ii), acima. Encerramento : Nada mais havendo a tratar, lavrou--se a presente ata, a qual, lida e achada conforme, foi assinada pela totalidade dos acionistas. São Paulo,

22/01/2020. Mesa: José Hermílio Curado Filho - Presidente; Caio Augusto Ferreira Curado - Secretário. JUCESP

nº 163.866/20-0 em 07/05/2020. Estatuto Social: Capítulo I: Denominação, Objeto, Sede e Duração: Artigo

1º: A Companhia terá a denominação social de J.H.L.F.C. Empreendimentos e Participações S.A. , doravante

designada (Companhia), será uma sociedade anônima de capital fechado e será regida pela Lei 6.404/1976 e

suas alterações posteriores, por este Estatuto Social e pelas demais disposições aplicáveis. Artigo 2º: A Companhia terá por objeto social as seguintes atividades: a) Compra, venda e o loteamento de terrenos e imóveis urbanos e rurais em geral, e b) Participação em outras Companhias, simples ou empresárias, na qualidade de quotista ou acionista, podendo ainda representar Companhias nacionais e/ou estrangeiras. Artigo 3º: A Companhia tem

sua sede e foro na Rua Campos Bicudo, 98, conjunto 52, Itaim Bibi, São Paulo/SP, CEP 04536-010. §Único: A

mentos em qualquer parte do território nacional e do exterior, desde que obedecidas as disposições legais e as

contidas neste Estatuto Social. Artigo 4º: A Companhia tem duração por prazo indeterminado, tendo iniciado

suas atividades na data do arquivamento e seus atos constitutivos. Capítulo II: Capital Social e Ações: Artigo

5º: O Capital Social da Companhia é de R$ 991.464,00, representado por 991.464 ações ordinárias nominativas,

sem valor nominal, totalmente subscritas e totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. § 1º: As ações

da Companhia serão nominativas, facultada a adoção da forma escritural, em conta de depósito mantida em nome

§ 3º do Artigo 35 da Lei 6.404/76. § 2º: Cada ação ordinária confere ao seu titular direito a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais. § 3º: A Propriedade das ações será comprovada pela devida inscrição do nome do

titular e serão registradas no “Livro de Registro de Ações Nominativas” da Companhia. § 4º: As ações são indivisíveis perante a Companhia. § 5º: As ações preferenciais da Companhia não terão direito de voto, consistindo sua

preferência em prioridade no reembolso do capital social na eventualidade de liquidação da Companhia, sem

prêmio de qualquer espécie. § 6º: A responsabilidade dos acionistas é, na forma da legislação em vigor, limitada

ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas. § 7º: Os acionistas terão preferência para subscrição de

blicação da Assembleia Geral que tiver aprovado o aumento do capital ou do edital que consubstancie as deliberações da Assembleia Geral, respeitada a mesma espécie e classe das ações, na proporção das que possuírem.

§ 8º: O direito de preferência de que cuida o § 7º acima não alcança os aumentos de capital decorrentes da conversão de debêntures e demais títulos previstos no Artigo 171, § 3º, da Lei 6.404/76. Capítulo III: Assembleia

Geral: Artigo 6º. A Assembleia Geral tem poderes para decidir todos os negócios relativos ao objeto da Companhia e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento, sendo convocada, instalada

to. § 1º: Todas as deliberações da Assembleia Geral serão tomadas por maioria absoluta do capital social da

Companhia, exceto se quórum maior for exigido nos termos da lei ou deste Estatuto Social. § 2º: A Assembleia

Geral somente poderá deliberar sobre assuntos da ordem do dia, constantes do respectivo edital de convocação,

sendo vedada a aprovação de matérias sob rubrica genérica. Artigo 7º. A Assembleia Geral será instalada e

presidida pelo Diretor Presidente e, em sua falta ou impedimento, por um outro membro da Diretoria ou ainda, na

falta destes, por qualquer dos acionistas presentes. § 1º: O Presidente da Assembleia escolherá um ou mais secretários. § 2º: Os acionistas poderão ser representados nas Assembleias Gerais por procuradores nomeados na

forma do artigo 126, § 1º, da Lei 6.404/76. Independentemente das formalidades previstas neste Artigo, será

considerada regular a Assembleia Geral a que comparecerem todos os acionistas. § 3º: As deliberações da Assembleia Geral, tomadas regularmente, obrigam o cumprimento por todos os acionistas, ainda que ausentes ou

dissidentes, dentro das disposições da Lei e do presente Estatuto. Artigo 8º. A Assembleia Geral reunir-se-á,

ordinariamente, dentro dos 4 primeiros meses seguintes ao término do exercício social, cabendo-lhe decidir sobre

as matérias de sua competência, previstas em lei e extraordinariamente sempre que os interesses sociais exigirem o pronunciamento dos acionistas e nos casos previstos em lei e neste Estatuto. Artigo 9º. Compete à Assem-

bleia Geral: (i) (ii)

deliberar, de acordo com proposta apresentada pela administração, sobre a destinação do lucro do exercício e a

sua distribuição aos acionistas; (iii) deliberar sobre emissão de bônus de subscrição; (iv) eleger e destituir os

membros da Diretoria, do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, se instalado; (v)

global dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria, assim como a remuneração dos membros do

Conselho Fiscal, se instalado; (vi) aprovar a atribuição de participação nos lucros aos administradores, observados os limites legais, e aos empregados da Companhia, considerando a política de recursos humanos da Companhia, se houver; (vii) suspender o exercício de direitos de acionista, na forma do disposto no artigo120, da Lei

6.404/76; (viii) deliberar sobre a incorporação da Companhia, ou das ações de sua emissão, em outra Companhia, sua fusão, cisão, transformação ou dissolução; (ix) manifestar-se sobre o relatório da administração e as

contas da diretoria; e (x) Artigo 10. As matérias abaixo relacionadas somente

poderão ser aprovadas pela Assembleia Geral da Companhia, mediante a aprovação de acionistas que represen-

tem a maioria absoluta dos votos: (i) (ii) pedido voluntário

de falência ou recuperação judicial; (iii) cisão, fusão, incorporação e transformação da Companhia ou qualquer

outra forma de reestruturação societária; (iv) incorporação, pela Companhia, de outra Companhia ou de parcela

do patrimônio de outra Companhia; (v)

impliquem em obrigação para a Companhia em valor superior a R$1.000.000,00, exceto se previsto no Orçamen

to Anual; (vi) despesas não previstas no Orçamento Anual em valor superior a R$1.000.000,00; (vii) alienação, oneração ou aquisição de bens do ativo permanente da Companhia ou de qualquer direito de propriedade intelectual vinculado ao seu objeto social; (viii)constituiçãoo de garantia de qualquer espécie pela Companhia em favor de terceiros, salvo para dívidas da própria Companhia; (ix) a celebração pela Companhia de qualquer acordo, contrato, ou documento de qualquer natureza que gere obrigações para a Companhia com qualquer de seus Acionistas ou pessoa por eles controlada, controladora ou da qual participe, direta ou indiretamente, qualquer dos Acionistas da Companhia; (x) alteração das políticas de dividendos da Companhia; (xi) dissolução e/ou liquidação e/ou cessação do estado de liquidação da Companhia; (xii) participação em grupo de Companhias ou em consórcios; (xiii) criação pela Companhia de novas classes de ações; (xiv) alteração do dividendo obrigatório da Companhia; (xv) atribuição a terceiros (inclusive empregados) de participação nos lucros da Companhia; (xvi) mudança do objeto da Companhia; (xvii) aumento ou redução do capital social da Companhia; (xviii) aquisição pela

Companhia de participações societárias em outras Companhias; (xix) -

ciárias; (xx) emissão pela Companhia de debêntures conversíveis ou não em ações e/ou bônus de subscrição; (xxi) alterações nas preferências, vantagens e condições de resgate ou amortização de uma ou mais classes de ações preferenciais da Companhia, caso existentes, ou criação de classe mais favorecida; (xxii) inclusão, exclu-

determinadas matérias; (xxiii) (xxiv)

Estatuto Social da Companhia que afete os direitos dos Acionistas. Capítulo IV: Administração da Companhia: Artigo 11. A Companhia será administrada por uma Diretoria composta de 2 a 3 Diretores, sendo ambos Diretores

anos, vigorando inclusive até a AGO que deliberar sobre a nova eleição, permitida a reeleição. § 1º: A Companhia

I - representação da Companhia, na forma estatutária, em juízo ou fora dele, observadas as limitações de lei em atos que impliquem a assunção de obrigações perante terceiros para com a Companhia; II - nomeação de procuradores ad negotia ou ad judicia, sendo que a procuração somente será válida se outorgada com prazo determinado e pode § 2º:

§ 3º: Compete fundamentalmen -§ 4º: Aos Diretores cabe coordenar o andamento das atividades normais da Companhia, incluindo a implementação das diretrizes e o cumprimento das deliberações tomadas em Assembleias Gerais e nas suas próprias reuniões, administrar, gerir e superintender os negócios sociais e emitir e aprovar instruções e regulamentos internos que julgar úteis ou necessários. § 5º: Ocor -§ 6º: A Diretoria reunir-se-á sempre que necessário e sua convocação caberá ao Diretor Presidente, que também presidirá a reunião. § 7º: A reunião instalar-se-á com a presença da totalidade dos Diretores. § 8º: As atas das reuniões e as deliberações da Diretoria serão registradas em livro próprio. § 9º: Os membros da Diretoria tomarão posse mediante a assinatura de termo respectivo, lavrado em livro próprio. § 10º: Os mandatos serão sempre assinados

nados, salvo os que contemplarem os poderes da cláusula ad judicia. Nos casos em que o prazo de validade for omitido das procurações, as mesmas serão consideradas válidas pelo período de 1 ano. Capítulo V: Conselho Fiscal: Artigo 12. A Companhia terá um Conselho Fiscal, de caráter não permanente, que só será instalado a pedido dos acionistas que representem no mínimo, um décimo das ações ordinárias nominativas da Companhia e cada período de seu funcionamento terminará na primeira AGO que se seguir a sua instalação. Artigo 13. Na eventual instalação do Conselho Fiscal serão observadas as seguintes normas: a) será composto de 03 membros titulares e igual número de suplentes, acionista ou não, diplomado em curso nível universitário, ou que tenha exercido, por prazo mínimo de três anos, cargo de Administrador de Empresas ou Conselheiro Fiscal, eleitos pela Assembleia Geral que o constituir; b) Os acionistas minoritários desde que em conjunto representem 10% ou mais das ações ordinárias nominativas da Companhia poderão eleger um membro do Conselho Fiscal e respectivo suplente; e c) Os membros do Conselho Fiscal e seus suplentes exercerão as suas funções até a primeira AGO que se realizar após a sua eleição, podendo ser reeleitos. Artigo 14. Dentro dos limites legais, a remuneração dos membros do Conselho Fiscal será atribuída pela Assembleia Geral que o instalar, e, os deveres e responsabilida Capítulo VI: Exercício Social, Balanço e Resultados: Artigo 15. O exercício social terá início no primeiro dia do mês de janeiro e término no último dia do mês de dezembro de cada

§Único: A

Assembleia Geral deliberará sobre a destinação do lucro líquido de cada exercício social, observado o disposto no Artigo 202 da Lei 6.404/76. Artigo 16º. A Companhia poderá levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da Assembleia Geral, dividendos à conta de lucros apurados nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao término do respectivo exercício social, observadas as limitações previstas em lei. § 1º: Por deliberação da Assembleia Geral poderão também ser declarados dividendos intermediários, à conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado. § 2º: A Assembleia Geral poderá determinar montante a ser pago ou creditado aos acionistas, a título de juros sobre o capital próprio, de acordo com o artigo , da Lei 9.249/95, alterada pela Lei 9.430/96. § 3º: Os dividendos intercalares ou intermediários e os juros sobre o capital próprio deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo mínimo obrigatório. Artigo 17. Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetária e/ou juros se assim for determinado pela Assembleia Geral. §Único: Os dividendos não recebidos ou reclamados prescreverão no prazo de 3 anos contado da data em que tenham sido postos à disposição do acionista, e reverterão em favor da Companhia. Capítulo VII: Liquidação: Artigo 18. A Companhia entrará em liquidação nos casos previstos em lei, ou em virtude de deliberação da Assembleia Geral, e se extinguirá pelo encerramento da liquidação. §Único: A Diretoria nomeará o liquidante, as

Capítulo VIII: Disposições Gerais: Artigo 19. A Companhia observará os acordos de acionistas arquivados na forma do artigo 118 da Lei 6.404/76, cabendo à respectiva Administração abster-se de registrar transferências de ações contrárias aos respectivos termos, e ao Presidente da Assembleia Geral abster-se de computar os votos lançados contra os mesmos acordos. Acionistas presentes: José Hermílio Curado; Lucia Flora Coccapieller Ferreira Curado; Lissa Ferreira Curado.