Página 49 da Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23) de 1 de Março de 2024

reais), e por danos materiais correspondentes à restituição de despesas médicas especificadas na sentença.

Recorre, o Réu, aduzindo que o acidente fora simulado, porque o Obreiro já possuía luxação no ombro esquerdo e pretendia submeter-se a cirurgia, antes do acidente, conforme prontuário médico trazido aos autos. Acrescenta que houve contradição no depoimento do Autor quanto ao próprio acidente, e que faltou ele com a verdade ao alegar que anteriormente não havia recomendação médica para a cirurgia, e ao afirmar que informou o Empregador acerca de seu estado de saúde.

Assevera que a testemunha que apresentou, inquirida nos autos como informante, presenciou o acidente e teria comprovado a simulação, e acrescenta que não houve dano, até porque o Empregado não pediu afastamento após a queda, mas apenas após a cirurgia, e por esse motivo não houve emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT, sendo que o Autor jamais teria alegado que a queda tenha sido agravante da doença da qual já era portador.

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