Página 11622 da Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-3) de 13 de Maio de 2024

trabalhavam tinha logomarca da empresa. O carro tinha trava de segurança e boca-de-lobo. Não lembra em que ano o reclamante foi assaltado. Não conhece o programa 6S da empresa, não se recorda. Não sabe se o reclamante foi alvo de investigações na empresa.

Por fim, a testemunha Maurício declarou que o recebimento de boleto como regra foi implantado há pelo menos 4 anos. Antes disso, havia transporte diário em espécie, sempre inferior a R$10.000,00. Antes, recebiam por cheque, boleto e dinheiro. Ao total, considerando todas as formas, transportavam R$100.000,00 a R$200.000,00 diários. Já sofreu assalto. Não ouviu falar que o reclamante sofreu assalto recente. Não sabe quando isso ocorreu. A empresa fornece treinamento de como reagir em caso de assalto. Nesses eventos, há disponibilização de auxílio jurídico e psicológico. A psicóloga entra em contato diário e, posteriormente, semanal, até tomar decisão de que o trabalhador está bem. No dia em que foi assaltado, recebeu folga até se sentir melhor. O mesmo ocorre com seus colegas. Atualmente, a maioria dos carros não tem identificação. Mas alguns ainda têm. Isso ocorre há pelo menos 4 anos. Os veículos têm rastreadores, trava de segurança. Não sabe o que é programa 6S. Não conhece investigação interna da

empresa sobre roubo de carga. Não sabe se o reclamante já foi alvo de investigação.

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