Página 1709 da CADERNO5 do Diário de Justiça do Estado da Bahia (DJBA) de 17 de Maio de 2024

com uma sobrinha (dela), de nome Sara Rosa, que confirmou que, quando em vida, d. Oswaldina comentou que deixaria seus bens para “o padre”, segundo a sobrinha “um dos padres pobres que ela conhecia”, e talvez outra parte para alguma obra de caridade, e o depoente acha que tal obra seria o trabalho de evangelização de D. Lídia.(..) que d. Oswaldina, pouco antes de ser hospitalizada, estava absolutamente lúcida, passeando, e até a antevéspera da morte, ela permanecia lúcida. (…) que o depoente não sabia que d. Oswaldina tinha deixado esse testamento; que desde que chegou na paróquia nesta Cidade, o depoente conhecia d. Oswaldina, em 1993; que d. Oswaldina não deixou herdeiros, e não tem notícia de parentes seus outros Estados.

A testemunha ZÉLIA MARIA DA HORA MIRANDA, também ouvida na audiência, conforme ID Num. 23864296 - Pág. 5, alegou que “sabe que d. Oswaldina deixou parentes em outro Estado, e que ela não deixou filhos;”

Da análise dos depoimentos prestados na mencionada audiência, verifica-se que a falecida era pessoa lúcida e esclarecida.

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