Página 16 da Empresarial do Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOSP) de 17 de Julho de 2009

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Continuaçção

remuneração dos Executivos Profissionais e dos principais executivos da Cooperativa; (c) destinar a verba global de remuneração fixada pela Assembléia Geral para membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal; (d) outorgar poderes concernentes à administração e representação da Cooperativa aos Executivos Profissionais, estabelecendo os respectivos limites de alçada, observando-se os critérios constantes do artigo 37 deste Estatuto; (e) deliberar sobre orçamentos anuais de investimentos e de despesas, planos de negócios, bem como quaisquer modificações neles introduzidas durante o exercício social, aprovando e acompanhando os respectivos resultados; (f) deliberar sobre a destinação das reservas legais; (g) conhecer os balancetes, as variações orçamentárias e as solicitações de verbas extraordinárias; (h) escolher e destituir auditores independentes, bem como deliberar sobre planos de auditoria; (i) deliberar sobre a convocação da Assembléia Geral; (j) deliberar sobre a admissão, demissão, eliminação ou exclusão de associados; (k) deliberar sobre a aquisição, alienação, permuta, cessão, oneração ou transferência a qualquer título de direitos e bens materiais ou imateriais; (l) deliberar sobre a outorga de garantias para sociedades controladas, coligadas, associados e para outras sociedades a exclusivo critério do Conselho de Administração; (m) deliberar sobre aquisição, alienação, permuta, cessão, oneração ou transferência a qualquer título de ações ou quotas de capital detidas pela Cooperativa em sociedades não controladas, bem como aquisição de ações ou quotas de capital de quaisquer sociedades; (n) estabelecer, até 31 de março de cada ano, as medidas a serem adotadas na safra subseqüente; (o) fixar, no final de cada safra, se for o caso, os percentuais de subscrição e integralização de quotas; (p) manifestar-se, no final de cada exercício social, sobre a prestação de contas da Administração, acompanhadas do parecer do Conselho Fiscal; (q) determinar a remessa aos associados, de cópias das Demonstrações Contábeis e Financeiras, relativas ao exercício findo, acompanhadas do Parecer do Conselho Fiscal, com antecedência de 10 (dez) dias da data aprazada para a realização da Assembléia Geral Ordinária; (r) estatuir regras nos casos omissos ou duvidosos do presente Estatuto, até a próxima reunião da Assembléia Geral, observando os dispositivos da legislação em vigor; (s) avaliar o desempenho e o cumprimento de metas e diretrizes estabelecidas para os Executivos Profissionais; (t) deliberar sobre modelo de remuneração e plano de carreira dos profissionais da Cooperativa, bem como plano sucessório de seus principais executivos; (u) zelar pelo cumprimento e respeito ao Estatuto e sua regulamentação; (v) promover a comunicação e a integração com os associados; e (w) deliberar sobre a mudança do endereço da sede social, abertura e encerramento de filiais, escritórios, depósitos fechados, estabelecimentos industriais e de transformação e quaisquer alterações a eles relativas. Artigo 37 - Ao outorgar poderes concernentes à administração e representação da Cooperativa aos Executivos Profissionais, para os fins do parágrafo 1º do artigo 47, combinado com o artigo 48 da Lei 5.764/71, o Conselho de Administração deverá atender aos seguintes critérios: (a) Observadas as exceções contidas nas alíneas (b), (c) e (d) deste Artigo, a Cooperativa será sempre representada em todos os atos e operações que praticar, por quaisquer dois de seus Executivos Profissionais em conjunto ou por um Executivo Profissional em conjunto com um procurador, com poderes expressos e específicos, ou por dois procuradores, ambos com poderes expressos e específicos. (b) A Cooperativa será representada em Juízo, em todas as suas instâncias, esferas e foros, por um Executivo Profissional ou por um procurador com poderes expressos e específicos. (c) A Cooperativa será representada por um Executivo Profissional ou por um procurador com poderes expressos e específicos, nos seguintes atos: i) emissão e recebimento de notificações e intimações; ii) emissão e endosso de cheques para depósito em conta corrente da Cooperativa; iii) endosso de duplicatas, notas promissórias, letras de câmbio e notas de débitos destinadas a desconto ou cobrança para crédito da Cooperativa; iv) emissão de recibos; v) assinatura de documentos, requerimentos e guias perante repartições públicas federais, estaduais e municipais, autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista, Receitas Federal, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, inclusive suas Secretarias, Delegacias, Inspetorias, Agências e Postos, Banco Central do Brasil, Banco do Brasil S/A e suas carteiras, inclusive a do Comércio Exterior, Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, Ministério do Trabalho e Emprego - MTE e suas Delegacias; vi) assinatura de contrato de trabalho, registros trabalhistas e demais procedimentos inerentes; vii) celebração de acordos e convenções coletivas de trabalho perante quaisquer sindicatos. (d) A Cooperativa será representada perante instituições financeiras, através da utilização de meios eletrônicos (senhas), por um Executivo Profissional ou por um procurador com poderes expressos e específicos, na prática dos seguintes atos: i) obtenção de saldos e extratos bancários; ii) emissão de ordens de pagamento, desde que destinadas especificamente ao pagamento de débitos em nome da Cooperativa; iii) depósitos bancários em contas correntes da Cooperativa; e iv) transferências de recursos entre contas correntes da Cooperativa, e destas contas correntes para contas correntes de controladas e coligadas. Parágrafo 1º - A Cooperativa será sempre representada na constituição de procuradores por dois Executivos Profissionais, devendo os instrumentos de mandato, exceto aqueles para fins de representação em juízo, conter, além do seu prazo de validade, os atos e as operações que poderão ser praticados. Parágrafo 2º -São expressamente vedados, sendo nulos e inoperantes em relação à Cooperativa e a terceiros, os atos de qualquer Executivo Profissional, empregado ou procurador que envolvam a Cooperativa em obrigações relativas a negócios e operações estranhas ao seu objeto social, bem como fianças, avais e quaisquer garantias em favor de terceiros, salvo quando expressamente autorizados pelo Conselho de Administração. Artigo 38 - Compete ao Presidente do Conselho de Administração: (a) convocar a Assembléia Geral, após deliberação do Conselho de Administração, e as reuniões ordinárias e extraordinárias do Conselho de Administração; (b) presidir a Assembléia Geral e as reuniões do Conselho de Administração; (c) dar execução às deliberações da Assembléia Geral e do Conselho de Administração; (d) emitir comunicado formal aos associados das deliberações regulamentares tomadas pelo Conselho de Administração, previstas nas alíneas a, n, o e q do Artigo366 deste Estatuto; (e) assinar no Livro de Matrícula os termos de admissão, demissão, desligamento ou exclusão de associado; (f) representar a Cooperativa nas ações corporativas institucionais, externa e internamente, inclusive perante associados; (g) estabelecer as diretrizes de política geral, bem como representar, coordenar, fiscalizar e delegar poderes para o relacionamento com órgãos e autoridades governamentais, em todos os níveis da Federação e com entidades de classe; (h) organizar a pauta das reuniões do Conselho de Administração; e (i) convocar, salvo em casos excepcionais, o Presidente Executivo para participar, sem direito a voto, das reuniões do Conselho de Administração. Artigo 39 - Os demais membros do Conselho de Administração participam da administração da Cooperativa, na forma estabelecida neste Estatuto. Artigo 40 - Os membros do Conselho de Administração não respondem pelos compromissos assumidos pela Cooperativa, mas são responsáveis para com ela e para com terceiros, solidária e ilimitadamente, pelas omissões, pelos excessos e pelos atos praticados com violação da lei ou do Estatuto. Parágrafo 1º - Independentemente do conteúdo legal que define os crimes de responsabilidade, é vedado aos administradores: (a) praticar ato de liberalidade à custa da Cooperativa; (b) tomar por empréstimo recursos ou bens da Cooperativa, ou usar, em proveito próprio ou de terceiros, seus bens, serviços ou crédito, salvo em decorrência de atos cooperativos praticados entre eles e a Cooperativa; (c) receber de associados ou de terceiros qualquer benefício direta ou indiretamente em função do exercício de seu cargo; (d) participar ou influir em deliberação sobre assuntos de interesse pessoal, cumprindo-lhes declarar os motivos de seu impedimento; (e) aceitar direção de empresa ou sociedade cujos interesses sejam contrários aos da Cooperativa; e (f) fornecer, sob qualquer pretexto, ainda que mediante tomada de preços, licitação ou concorrência, bens e serviços à Cooperativa e/ou às sociedades por ela controladas, exceto aqueles referentes aos atos cooperativos praticados entre eles e a Cooperativa, estendendo-se tal proibição aos cônjuges, ascendentes, descendentes e colaterais até o segundo grau, por consangüinidade ou afinidade.Parágrafo 2ºº - O administrador será responsável pelos prejuízos que causar à Cooperativa, sendo de sua obrigação devolver os valores recebidos, acrescidos dos encargos compensatórios, quando proceder: (a) com violação da Lei ou deste Estatuto; e (b) dentro de suas atribuições ou poderes, com dolo. (B) DOS EXECUTIVOS PROFISSIONAIS - Artigo411 - Para os fi n s doparagrafo 1ºº do artigo477, combinado com o artigo488, ambos da Lei nº5.7644/71, serão contratados, por indicação do Conselho de Administração, de 3 (três) a 5 (cinco) profissionais, não integrantes do quadro associativo, todos obrigatoriamente qualificados e habilitados para o gerenciamento e desempenho das funções que lhes venham a ser atribuídas pelo mesmo Conselho de Administração.Parágrafo 1ºº - Os Executivos Profissionais serão liderados e dirigidos por um Presidente Executivo, cumprindo-lhe integrar os demais, que terão designação estabelecida pelo Conselho de Administração, em consonância com as funções e responsabilidades que lhes forem atribuídas.Parágrafo 2ºº - A todos os Executivos Profissionais, o Conselho de Administração outorgará poderes específicos e limitados à administração, gerência e representação da Cooperativa, discriminados em ata própria. Parágrafo 3º - Os salários e demais componentes da remuneração dos Executivos Profissionais serão fixados pelo Conselho de Administração. Artigo 42 - Compete aos Executivos Profissionais no desempenho das atribuições, funções e alçadas que lhes forem outorgadas pelo Conselho de Administração: (a) zelar pela observância da Lei e deste Estatuto, bem como pelo cumprimento das deliberações tomadas na Assembléia Geral e nas reuniões do Conselho de Administração; (b) acompanhar a elaboração, execução e cumprimento dos respectivos orçamentos, prestando esclarecimentos aos Conselhos de Administração e Fiscal, bem como propondo as alterações ou atualizações orçamentárias; (c) outorgar, observados os limites de suas atribuições e de alçada, os poderes que lhes forem transmitidos pelo Conselho de Administração; (d) sugerir alterações e novos direcionamentos da estratégia corporativa; (e) coordenar projetos e propor políticas em suas respectivas áreas de atuação; (f) liderar os grupos de trabalho sob sua responsabilidade; p (g) contratar e coordenar terceiros dentro de suas respectivas áreas de atuação. Parágrafo Único - Os Executivos Profissionais participarão, sem direito a voto, das reuniões do Conselho de Administração, sempre que convocados. Artigo 43 - Ao Presidente Executivo compete: (a) cumprir e fazer cumprir as diretrizes e metas fixadas pelo Conselho de Administração; (b) promover o processo de contratação e demissão dos demais Executivos Profissionais, para deliberação do Conselho de Administração; (c) responder pelo desempenho da Cooperativa, perante o Conselho de Administração, e prestar contas; (d) liderar e garantir a integração dos demais Executivos Profissionais, seus gestores e subordinados, no cumprimento das diretrizes fixadas pelo Conselho de Administração, assegurando, ainda, a integração e o monitoramento dos grupos de trabalho, para o cumprimento dos objetivos e missão da Cooperativa; (e) coordenar o relacionamento operacional e o fluxo de informações entre a Cooperativa e seus associados; e (f) coordenar a elaboração e acompanhar o cumprimento do orçamento da Cooperativa. Artigo 44 - São expressamente vedados, sendo nulos e inoperantes em relação à Cooperativa, os atos de quaisquer administradores, Executivos Profissionais, procuradores ou empregados que a envolvam em obrigações relativas a negócios ou operações estranhas ao seu objeto social, tais como fianças, avais, hipotecas, penhores, endossos ou quaisquer outras garantias em favor de terceiros, salvo quando expressamente autorizados pelo Conselho de Administração. CAPÍTULO VIII - DO CONSELHO FISCAL - Artigo 45 - O Conselho Fiscal é constituído de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, eleitos anualmente, pela Assembléia Geral, todos associados pessoas naturais, sendo permitida apenas a reeleição de 1/3 (um terço) de seus membros. Artigo 46 - Não poderão fazer parte do Conselho Fiscal: (a) a pessoa jurídica associada da Cooperativa; (b) os impedidos por lei ou por este Estatuto, os condenados a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade, enquanto perdurarem os efeitos da condenação; (c) o associado que mantiver vínculo empregatício com a Cooperativa; e (d) os ascendentes, descendentes ou colaterais até o segundo grau, por consangüinidade, dos integrantes dos órgãos estatutários da Cooperativa. Artigo 47 - O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente uma vez a cada três meses e extraordinariamente sempre que necessário, convocado por um de seus membros, pelo Conselho de Administração ou por 20% (vinte por cento), no mínimo, dos associados. Parágrafo 1º - Na primeira reunião do Conselho, seus membros escolherão entre si um Coordenador, ao qual competirá coordenar as atividades e lavrar, em livro próprio, as atas das reuniões. Parágrafo 2º - Os pareceres do Conselho Fiscal serão registrados em ata, lavrada no respectivo livro e assinada por todos os seus membros que participaram da reunião. Parágrafo 3º - A remuneração global anual do Conselho Fiscal será fixada pela Assembléia Geral. Artigo 48 - Compete ao Conselho Fiscal: (a) exercer assídua fiscalização nos negócios da Cooperativa, devendo, inclusive, contratar serviços de profissional habilitado integrante de uma pessoa jurídica especializada, que deverá assessorar o desenvolvimento de todos os trabalhos do Conselho Fiscal; (b) valer-se de pareceres de terceiros ou de peritos de reconhecida idoneidade e competência, quando seus membros entenderem necessário para o bom e fiel cumprimento de suas atribuições; (c) examinar e analisar, ao menos trimestralmente, os livros, documentos, balanços intermediários e demais demonstrações financeiras elaboradas periodicamente pela Cooperativa; (d) apresentar parecer à Assembléia Geral Ordinária sobre o relatório anual da administração, as operações e os negócios da Cooperativa no exercício; (e) denunciar à Administração e, em caso de omissão, à Assembléia Geral, os erros, fraudes ou crimes que verificar e propor as medidas a serem tomadas; (f) convocar a Assembléia Geral Ordinária, caso a Administração não a convoque no prazo legal e a Assembléia Geral Extraordinária, sempre que ocorram motivos urgentes e relevantes; (g) solicitar informações e esclarecimentos à Administração; (h) fazer incluir na pauta da Assembléia, para deliberação, todas as matérias que julgar convenientes e necessárias; (i) fazer-se representar na Assembléia Geral, por pelo menos um de seus membros, para responder às dúvidas e questões eventualmente suscitadas pelos associados presentes. Artigo 49 - Os membros do Conselho Fiscal serão responsáveis pelos danos resultantes de omissão no cumprimento de seus deveres e violação da Lei ou deste Estatuto e pelos atos praticados com dolo, tornando-se solidariamente responsáveis nos casos em que constatarem irregularidades praticadas pela Administração e não propuserem à Assembléia Geral as medidas pertinentes. Artigo 50 - Os livros e documentos de qualquer natureza pertencentes aos arquivos da Cooperativa, confiados ao exame do Conselho Fiscal, não poderão ser retirados da sede social sob nenhum pretexto”. II - EM ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA - (1) aprovadas, integralmente e sem reservas, as contas da administração, relatório da gestão, balanço patrimonial, demonstrativos de sobras e perdas e demais demonstrações financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de março de 2009, acompanhados dos pareceres favoráveis do Conselho Fiscal e da Auditoria Independente, KPMG Auditores Independentes, todos previamente enviados para todos os associados e publicados no Jornal Valor Econômico, edição de 24 de junho de 2009; (2) eleitos membros do Conselho de Administração, todos brasileiros e com mandato até a Assembléia Geral Ordinária que será realizada em 2012, os Senhores: (1) para Presidente , Luís Roberto Pogetti , divorciado, administrador de empresas, RG/ SSP/SP nº 8.024.621 e CPF/MF nº 991.829.988-68; e para Conselheiros , (2) Adriana Maria Quagliato Vessoni , casada, administradora de empresas, RG/SSP/SP nº 7.127.606-3 e CPF/MF nº 075.855.568-70; (3) Alexandre Pirillo Franceschi , casado, administrador de empresas, RG/SSP/PR nº 4.078.725 e CPF/MF nº 629.179.609-06; (4) Antonio José Zillo , casado, industrial, RG/SSP/SP nº 4.314.265 e CPF/MF nº 559.373.308-20; (5) Antonio Carlos Previte , casado, contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 12.108.205-SSP/SP e do CPF nº 050.753.478-60; (6) Bernardo Biagi , casado, administrador de empresa, RG/SSP/SP nº 5.639.234 e CPF/MF nº 020.351.478-59; (7) Carlos Dinucci , casado, engenheiro civil, RG/SSP/SP nº 7.493.045 CPF/MF nº 019.792.768-89; (8) Carlos Ubiratan Garms , brasileiro, casado, engenheiro civil, RG nº 10.126.453-7 SSP/SP e CPF/MF nº 065.778.788-46; (9) César Krug Ometto , brasileiro, casado, engenheiro mecânico, RG nº 4.585.955-3-SSP/SP e CPF/MF nº 086.605.588-63; (10) Clésio Antonio Balbo , casado, economista, RG/SSP/SP nº 4.136.385 e CPF/ MF nº 747.422.648-00; (11) Hermelindo Ruete de Oliveira , casado, industrial e agricultor, RG/SSP/SP nº 4.890.677 e CPF/MF nº 848.781.858-72; (12) José Pilon , casado, industrial, RG/SSP/SP nº 2.907.298 e CPF/MF nº 017.812.198-34; (13) Leopoldo Titoto , casado, engenheiro agrônomo, RG/SSP/SP nº 8.311.252 e CPF/MF nº 035.083.938-79; (14) Luiz Roberto Kaysel Cruz , casado, industrial, RG/SSP/SP nº 5.775.356 e CPF/MF nº 000.277.788-60; (15) Norberto Bellodi , divorciado, economista e agricultor, RG/SSP/SP nº 4.139.942 e CPF/MF nº 862.192.518-49; (16) Roberto de Oliva Mesquita , casado, engenheiro agrônomo, RG/SSP/SP nº 11.462.182-2 e CPF/MF nº 023.114.848-85; (17) Roberto Holland Filho , casado, engenheiro agrônomo, RG/SSP/SP nº 9.341.908 e CPF/MF nº 077.782.638-07; e (18) Valdemir Antonio Furlan , casado, industrial, RG/SSP/SP nº 3.829.997 e CPF/MF nº 036.793.228-87, todos brasileiros e com domicílio em São Paulo, Estado de São Paulo, na Aveni3º Paulista, 287, 3º andar, Bela Vista, os quais declararam, nos termparágrafo 1ºto no parág1.0111º dCódigo Civil11 do Código Civil e sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração da sociedade por lei especial ou em virtude de condenação, inclusive de seu respectivo efeito, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade; (3) eleitos para o Conselho Fiscal, todos com mandato até a Assembléia Geral Ordinária que será realizada em 2010 e com domicílio em São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, 287, 3º andar, Bela Vista, como membros efetivos os Senhores:: (1) Mário Luiz Lorencatto , brasileiro, casado, economista, RG/SSP/SP nº 7.798.101-7 e CPF/MF nº 016.926.758-00 (2) Carlos Otto Laure , casado, advogado, RG/SSP/SP nº 14.529.955 e CPF/MF nº 092.697.498-00; e (3) Sandro Henrique Sarria Cabrera , casado, administrador de empresas, RG/SSP/SP nº 17.804.844 e CPF/MF nº 067.936.008-50; e como membros suplentes foram eleitos, os Senhores:: (1) Paulo Roberto Nunes , casado, engenheiro, RG/SSP/SP nº 4.591.253 e CPF/MF 697.647.788-87; (2) Attilio Balbo Netto , casado, engenheiro civil, RG nº 2.804.684-5 e CPF/MF nº 747.473.128-20, e (3) Edson Renato Fantacini , brasileiro, casado, economista, RG/SSP/SP nº 15.281.409-7 e CPF/MF 051.207.068-78; (4) aprovado o valor de até R$ 200.000,00 para remuneração global anual do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. ENCERRAMENTO: após esclarecer que toda a matéria referente a ordem do dia foi apreciada e votada, o Sr. Presidente concedeu a palavra a quem dela quisesse fazer uso, não se verificando nenhuma manifestação. LAVRATURA DA ATA E ASSINATURAS: nada mais havendo a ser tratado foi suspensa a reunião pelo tempo necessário para a lavratura da presente Ata. Reabertos os trabalhos a presente foi lida, aprovada, por unanimidade, e assinada por todos os presentes. São Paulo, 30 de junho de 2009. (aa) Mário Luiz Lorencatto; Edson Renato Fantacini; José Carlos Morelli por si e representando a Açucareira Quatá S.A.; José Roberto Lorenzetti por si e representando a Açucareira Zillo Lorenzetti S.A.; Attilio Balbo Netto por si e representando a Usina Santo Antonio S.A.; Otávio Pilon Filho; Valdemir Antonio Furlan por si e representando a Usina Açucareira Furlan S.A.; José Pilon por si e representando a J. Pilon S.A. Açúcar e Álcool; Carmem Aparecida Ruete de Oliveira; Marcos Fernando Garms por si e representando a Cocal - Comércio Indústria Canaã Açúcar e Álcool Ltda.; Adriana Maria Quagliato Vessoni por si e representando a Usina São Luiz S.A.; Alexandre Pirillo Franceschi por si e representando a Usina Alvorada Açúcar e Álcool Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita por si e representando a Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e a Destilarias Melhoramentos S.A.; Carlos Dinucci por si e representando a Usina Açucareira S. Manoel S.A.; Hermelindo Ruete de Oliveira por si e representando a Açucareira Virgolino de Oliveira S.A. e a Virgolino de Oliveira S.A. Açúcar e Álcool; Carmem Ruete de Oliveira; Norberto Bellodi por si e representando a Usina Santa Adélia S.A.; Leopoldo Titoto por si e representando a Usina Ipiranga de Açúcar e Álcool Ltda. e a Usina Iacanga de Açúcar e Álcool Ltda.; César Krug Ometto por si e representando a Usina Santa Lúcia S.A.; Carlos Ubiratan Garms; Antonio Previte por si e representando a Ferrari Agroindústria S.A.; Eduardo Biagi por si e representando a Pedra Agroindustrial S.A.; Luís Roberto Pogetti; Clésio Antonio Balbo por si e representando a Usina São Francisco S.A.; Antonio José Zillo por si e representando a Usina Barra Grande de Lençóis S.A.; José Luiz Zillo; e Alberto Bressan Filho representando a KPMG Auditores Independentes. Hermelindo Ruete de Oliveira - Presidente e Carlos Dinucci - Secretário. A presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio. São Paulo, 30 de junho de 2009. Hermelindo Ruete de Oliveira - Presidente. JUCESP nº 234.051/09-7, em 07/07/09, Ana Cristina de S. F. Calandra - Secretária-Geral.

TRANSCRED SERVIÇOS DE ANÁLISE

DE CRÉDITOS E COBRANÇAS LTDA

CNPJ 05.611.303/0001-64 NIRE 35217936830

Ata de Reunião de Sócios

1. Data, Hora e local: realizada no dia 01.06. 09 as 13hs na sede social da TRANSCRED SERVIÇOS DE ANÁLISE DE CRÉDITOS E COBRANÇAS LTDA, CNPJ 05.611.303/0001-64 NIRE 35217936830 a Rua Comendador Hermelino Matarazzo, 1043, Vl Ribeiro-Sorocaba-SP; 2.Composição: Sócios representando a totalidade do capital social; 3. Mesa: Donato de Jesus Proença, Presidente e Rosa Maria Proença: Secretária; 4. Ordem do Dia: Deliberar redução do capital social dos atuais R$ 300.000,00 para R$ 30.000,00 tendo em vista ser excessivo em relação ao objeto da sociedade. 5. Deliberações: Após a discussão da matéria os sócios presentes aprovaram a matéria sem restrições, convencionando que o sócio Donato de Jesus Proença será reembolsado no valor de R$ 189.000,00 e a sócia Rosa Maria Proença será reembolsada no valor de R$ 81.000,00. 6. Encerramento e Aprovação da Ata: terminados os trabalhos, inexistindo qualquer outra manifestação, lavrou-se a presente Ata que, lida, foi aprovada e assinada por ambos os sócios. Sorocaba, 01 de junho de 2009.

G.R.S Manutenção e Conservação de Máquinas Industriais Ltda – Me, torna público que requereu à Cetesb, a Licença de Operação (Renovação), para fab. de outros produtos de mental não especificados anteriormente, sito à Rua Benito Olmos Hernandes, 366.Jd. do Lago. Campinas/SP.

BANCO DAYCOVAL S/A

CNPJ nº 62.232.889/0001-90 - NIRE 35300524110 - Companhia Aberta

Edital de Convocação - Assembléia Geral Extraordinária

São convocados os senhores acionistas do Banco Daycoval S.A. a se reunirem em Assembléia Geral Extraordinária, como segue: Data: 31 de julho de 2009 às 11h00. Local: Sede social, na Av. Paulista, nº 1793 - São Paulo-SP. Ordem do Dia: Deliberar sobre o cancelamento de 6.309.000 (seis milhões, trezentas e nove mil) ações preferenciais nominativas, que se encontram em tesouraria, sem redução do capital social e, consequentemente, alterar o caput do Artigo 6º do Estatuto Social, que trata do capital social da Sociedade, para refletir a redução do número de ações preferenciais da Sociedade em razão do referido cancelamento, conforme proposta do Conselho de Administração aprovada em reunião de 15.07.2009. São Paulo, 15 de julho de 2009.

Sasson Dayan - Presidente do Conselho de Administração

Observação: O acionista que se fizer representar por procurador deverá, nos 05 (cinco) dias que antecederem a Assembléia Geral, apresentar à Sociedade os documentos necessários ao exame do

respectivo instrumento. (16, 17, 18)

J BATAGIN & CIA LTDA, torna público que recebeu da CETESB a Licença de Operação nº 5004343, para a atividade de Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes Automotores, CNPJ 46.926.341/0001-93, sito à Av. Dr. Rodrigues Alves 140, Centro, Capivari/SP.

NDT DO BRASIL S.A.

CNPJ nº 61.615.191/0001-90 - NIRE 35.300.368.011

Extrato da Ata da RCA Realizada em 30.04.09

Data, Hora e Local: 30.04.09, às 13hs, na sede social em Cotia/SP. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente-John Lin, Secretário-Guilherme Figueiredo Maia Luz. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: 1. Eleger com mandato de 1 ano a contar da presente data, sendo possível a reeleição: (i) Fábio de Castro Araújo Fraga Moreira , RG 13.146.267-2 SSP/SP, CPF/MF 086.700.718-43, para o cargo de Diretor Presidente da CIA; (ii) Henrique Vogler , RG 13.265.974-8 SSP/SP, CPF/ MF 053.581.788-64, para o cargo de Diretor Administrativo Financeiro da CIA. 2. Os Diretores ora nomeados aceitaram os cargos para os quais foram eleitos, declarando, conforme termos de posse arquivados na sede da CIA, conhecer plenamente a legislação, preencher todos os requisitos legais para o exercício do cargo para os quais foram eleitos e não estarem impedidos de exercer a administração da CIA. Os Conselheiros aproveitam para, por meio da presente ata, renunciar ao recebimento de qualquer valor referente à remuneração global anual aprovada na AGE da CIA realizada em de 30.04.09. Encerramento: Formalidades Legais Registradas na JUCESP nº 183.771/09-6 em 28.05.09. Ana C. S. F. Calandra-Secetária Geral.

Maquimasa do Brasil Indústria e Comércio Ltda, torna público que requereu na Cetesb, a Renovação da Licença de Operação p/Fabric. de Máquinas, Aparelhos e Equipamentos p/ Instalações Industriais - Transportadores Industriais, à Rua Domingos Jorge, 837. Socorro. São Paulo/SP.