Página 5184 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de 19 de Setembro de 2013

Superior Tribunal de Justiça
há 4 anos

ameaçadas em seu ambiente de Trabalho e no exercício regular de sua profissão, numa clara tentativa de intimidação, inclusive a várias testemunhas que chegaram a dar depoimentos em Cartórios, desdizendo o que já haviam dito.

(...)

Todas as citações estão devidamente consubstanciados com depoimentos nos autos, o que evidencia todas as circunstâncias para a Decretação da Prisão Preventiva, ou seja, a garantia de ordem pública, por conveniência da instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal, com indícios claros da existência do crime e da autoria dos delitos.

Como se não bastasse os fatos já citados, alguns dos denunciados tiveram as prisões decretadas anteriormente, quais sejam: GEDELTI VICTALINO TEIXEIRA GUEIROS, AMADEU LOUREIRO LOPES, CARLOS ITAMAR COELHO PIMENTA e, mesmo assim, após a revogação dos mandados prisionais, e sob a determinação do cumprimento de algumas obrigações cautelares, todas foram descumpridas, havendo nos autos, inclusive, depoimentos a respeito, conforme assevera o Ministério Público.

Há indícios através de depoimento nos autos que os denunciados GEDELTI VICTALINO TEIXEIRA GUEIROS, AMADEU LOUREIRO LOPES e CARLOS ITAMAR COELHO PIMENTA, continuam em suas reuniões dentro do Presbitério e nos Maanains num claro enfrentamento às decisões Judiciais.

A articulação dos Denunciados é tão grande, que estes viabilizaram junto ao interventor nomeado, o retorno de um dos denunciados à esfera administrativa, inclusive com Decisão Judicial.

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Dito isso, passemos à análise de cada um dos denunciados:

GEDELTI VICTALINO TEIXEIRA GUEIROS: Presidente Supremo da Igreja Cristã Maranata. Por estarmos ainda em sede de persecução criminal, está devidamente consubstanciado através de indícios, que o mesmo é o líder supremo da Igreja Maranata Cristã.

Há depoimento citando que o denunciado continua mandando e desmandando na Igreja Cristã Maranata.

Há depoimento ainda, citando da intimidade do denunciado com o interventor nomeado Judicialmente.

Em depoimento nos autos, cita-se que o interventor falou da gratidão e 'dever' para com o denunciado Gedelti.

Pois bem, todos os pressupostos para a prisão do mesmo estão presentes,