AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) - INCIDÊNCIA DE CAPITALIZAÇÃO E JUROS REMUNERATÓRIOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE GRAVAME ELETRÔNICO E REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA, FACE À SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA - PREQUESIONAMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) - INCIDÊNCIA DE CAPITALIZAÇÃO E JUROS REMUNERATÓRIOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE GRAVAME ELETRÔNICO E REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA, FACE À SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA - PREQUESIONAMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) - INCIDÊNCIA DE CAPITALIZAÇÃO E JUROS REMUNERATÓRIOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE GRAVAME ELETRÔNICO E REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA, FACE À SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA - PREQUESIONAMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) - INCIDÊNCIA DE CAPITALIZAÇÃO E JUROS REMUNERATÓRIOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL -- ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE GRAVAME ELETRÔNICO E REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA, FACE À SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA - PREQUESIONAMENTO. (ementa em consonância com os recursos especiais nº 1.251.331 - RS e 1.255.573-RS, ambos relatados pela Ministra Maria Isabel Gallotti). É possível a capitalização dos juros, mesmo que mensalmente, neste caso, eis que pactuada e autorizada, por se tratar de operação realizada por instituição financeira integrante do Sistema Financeiro Nacional. É legal a estipulação de tarifa de cadastro, desde que cobrada no início do relacionamento entre o consumidor e a instituição financeira. Ilegal é a cobrança da tarifa de gravame eletrônico e registro de contrato, eis que a exigência destes pagamentos sem qualquer indicação complementar a propósito da natureza dos serviços cobrados fere o dever de informação ao consumidor, conforme artigo 6º , III , Código de Defesa do Consumidor .
EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - SERVIÇOS DE TERCEIROS - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO - AUSÊNCIA - ILEGALIDADE DA COBRANÇA. "(.) 2.1. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - SERVIÇOS DE TERCEIROS - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO - AUSÊNCIA - ILEGALIDADE DA COBRANÇA."(.) 2 .1. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - SERVIÇOS DE TERCEIROS - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO - AUSÊNCIA - ILEGALIDADE DA COBRANÇA. "(.) 2.1. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - SERVIÇOS DE TERCEIROS - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO - AUSÊNCIA - ILEGALIDADE DA COBRANÇA."(...) 2 .1. Abusividade da cláusula que prevê a cobrança de ressarcimento de serviços prestados por terceiros, sem a especificação do serviço a ser efetivamente prestado; (...)" (REsp Repetitivo 1578553/SP)
APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS DE REGISTRO DE CONTRATO APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS DE REGISTRO DE CONTRATO APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS DE REGISTRO DE CONTRATO APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS -- ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS DE REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS (ementa em consonância com os recursos especiais nº 1.251.331 - RS e 1.255.573-RS, ambos relatados pela Ministra Maria Isabel Gallotti) - Tarifas e taxas manifestamente abusivas, tendo em vista que são despesas intrínsecas ao negócio jurídico realizado e que não podem ser repassadas ao consumidor devendo ser extirpadas do contrato - Conforme enunciados 30, 294 e 296 das Súmulas do Superior Tribunal de Justiça, a comissão de permanência (ou juros remuneratórios no período da inadimplência) não pode ser cumulada com quaisquer outros encargos.
AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº XXXXX-64.2013.8.08.0013 AGRAVANTE: BANCO J SAFRA S/A AGRAVADO : WONDER DE SOUZA ALVES RELATOR: DES. CARLOS SIMÕES FONSECA EMENTA AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL DECISÃO MONOCRÁTICA QUE DÁ PROVIMENTO A APELAÇÃO PARA RECONHECER A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS EM CONTRATO DE FINANCIAMENTO ALEGAÇÃO DE PREVISÃO CONTRATUAL DA COBRANÇA AUSÊNCIA DE ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS ILEGALIDADE DA COBRANÇA RECURSO DESPROVIDO. 1. O Superior Tribunal de Justiça, em julgamento de recurso repetitivo vinculado ao tema 958, firmou entendimento quanto à cobrança da tarifa em discussão (serviços de terceiro), por meio da fixação da seguinte tese: [...] 2.1. Abusividade da cláusula que prevê a cobrança de ressarcimento de serviços prestados por terceiros, sem a especificação do serviço a ser efetivamente prestado . 2. No caso concreto, a despeito de prevista no contrato a prestação de serviços de terceiros, não consta a especificação de tais serviços, repercutindo na ilegalidade da cobrança. Ilegalidade da cobrança atestada. 3. Recurso desprovido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDA a colenda Segunda Câmara Cível, na conformidade da ata da sessão, à unanimidade de votos, NEGAR PROVIMENTO ao agravo interno, nos termos do voto do relator. Vitória (ES), 10 de agosto 2021. DES. PRESIDENTE/DES. RELATOR
EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - TARIFA DE AVALIAÇÃO DO BEM - SERVIÇO NÃO DEMONSTRADO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - SEGURO PRESTAMISTA - VENDA CASADA - ABUSIVIDADE - RESTITUIÇÃO DEVIDA - FORMA SIMPLES. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - TARIFA DE AVALIAÇÃO DO BEM - SERVIÇO NÃO DEMONSTRADO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - SEGURO PRESTAMISTA - VENDA CASADA - ABUSIVIDADE - RESTITUIÇÃO DEVIDA - FORMA SIMPLES EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - TARIFA DE AVALIAÇÃO DO BEM - SERVIÇO NÃO DEMONSTRADO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - SEGURO PRESTAMISTA - VENDA CASADA - ABUSIVIDADE - RESTITUIÇÃO DEVIDA - FORMA SIMPLES. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO -- TARIFA DE AVALIAÇÃO DO BEM - SERVIÇO NÃO DEMONSTRADO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - SEGURO PRESTAMISTA - VENDA CASADA - ABUSIVIDADE - RESTITUIÇÃO DEVIDA - FORMA SIMPLES - A Tarifa de Avaliação do Bem será considerada válida, salvo se não demonstrada a efetiva prestação do serviço ou se verificada onerosidade excessiva em sua cobrança (STJ, REsp. nº 1.578.553-SP ) - Nos contratos bancários em geral, o consumidor não pode ser compelido a contratar seguro com a instituição financeira ou com seguradora por ela indicada (STJ, REsp. nº 1.639.320-SP ), vedada a prática de venda casada.
EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS -- ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS DE SERVIÇOS DE TERCEIROS E CORRESPONDENTES NÃO BANCÁRIOS (ementa em consonância com os recursos especiais nº 1.251.331 - RS e 1.255.573-RS, ambos relatados pela Ministra Maria Isabel Gallotti) - Conforme enunciados 30, 294 e 296 das Súmulas do Superior Tribunal de Justiça, a comissão de permanência (ou juros remuneratórios no período da inadimplência) não pode ser cumulada com quaisquer outros encargos - Tarifas e taxas, manifestamente abusivas, tendo em vista que são despesas intrínsecas ao negócio jurídico realizado e que não podem ser repassadas ao consumidor devendo ser extirpadas do contrato - A dobra, prevista no artigo 42 , parágrafo único , do Código de Defesa do Consumidor , depende da constatação de má-fé do contratante. Ausente má-fé deve a restituição ser devolvida na forma simples. Para tanto, não há necessidade da prova do erro.
EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS - CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - INCIDÊNCIA - SÚMULA 297 DO STJ - MITIGAÇÃO DO PACTA SUNT SERVANDA - TARIFA DE REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE A PARTIR DE 30/04/2008 - SERVIÇOS DE TERCEIROS - AUSÊNCIA DE ESPECIFICAÇÃO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - RESTITUIÇÃO SIMPLES - CABIMENTO. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS - CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - INCIDÊNCIA - SÚMULA 297 DO STJ - MITIGAÇÃO DO PACTA SUNT SERVANDA - TARIFA DE REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE A PARTIR DE 30/04/2008 - SERVIÇOS DE TERCEIROS - AUSÊNCIA DE ESPECIFICAÇÃO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - RESTITUIÇÃO SIMPLES - CABIMENTO. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS - CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - INCIDÊNCIA - SÚMULA 297 DO STJ - MITIGAÇÃO DO PACTA SUNT SERVANDA - TARIFA DE REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE A PARTIR DE 30/04/2008 - SERVIÇOS DE TERCEIROS - AUSÊNCIA DE ESPECIFICAÇÃO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - RESTITUIÇÃO SIMPLES - CABIMENTO. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS - CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - INCIDÊNCIA - SÚMULA 297 DO STJ - MITIGAÇÃO DO PACTA SUNT SERVANDA -- TARIFA DE REGISTRO DE CONTRATO - ILEGALIDADE A PARTIR DE 30/04/2008 - SERVIÇOS DE TERCEIROS - AUSÊNCIA DE ESPECIFICAÇÃO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA - RESTITUIÇÃO SIMPLES - CABIMENTO. São perfeitamente aplicáveis as disposições do CDC aos contratos de abertura de crédito firmados com as instituições financeiras, questão já solidificada na Súmula 297 do STJ, inclusive de modo a autorizar a revisão das cláusulas abusivas presentes na contratação e mitigar a incidência do princípio do pacta sunt servanda. Em face da omissão contida na Tabela anexa à Circular 3.371/2007 quanto à Tarifa de Registro de Contrato, deve ser a sua cobrança extirpada da contratação caso o contrato tenha sido celebrado após 30/04/2008, data de vigência da respectiva circular. Ainda que tenham sido previstos em contratação firmada antes do dia 24 de fevereiro de 2011, deve ser reconhecida a ilegalidade da cobrança atinente aos serviços prestados por terceiros, quando não especificada a finalidade da sua cobrança, sobretudo em face do direito de informação do consumidor. Inegável o direito à restituição dos valores cobrados e pagos indevidamente, ainda que tenha o consumidor anuído livremente à contratação.
JUÍZO DE RETRATAÇÃO - APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO CONSTITUTIVA - NEGATIVA C/C AÇÃO DECLARATÓRIA E CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA - REEXAME NECESSÁRIO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - ACÓRDÃO IMPUGNADO QUE RECONHECEU A LEGALIDADE DA REFERIDA TARIFA - INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ESPECIAL PELO AUTOR - JUÍZO DE RETRATAÇÃO COM BASE NO ART. 1030 , II , DO CPC/2015 - ACOLHIMENTO - ACÓRDÃO QUE DIVERGE DO ENTENDIMENTO FIRMADO NO RESP 1.578.526/SP - MATÉRIA REPETITIVA - TESE QUE RECONHECEU A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS SEM A ESPECIFICAÇÃO DE QUAL SERVIÇO A SER PRESTADO POR TERCEIRO EM CONTRATO - POSTERIOR NECESSIDADE DE OBSERVAÇÃO DO 2ENTENDIMENTO ESTABELECIDO EM SEDE DE RECURSO REPETITIVO - INTELIGÊNCIA DO ART. 927 , III , DO CPC - RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA REFERIDA TARIFA - MODIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO TAMBÉM DE RELATORIA DESTE RELATOR - SENTENÇA MANTIDA NO TOCANTE AO RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - SUCUMBÊNCIA REDISTRIBUÍDA.RECURSO DE APELAÇÃO (1) - BV FINANCEIRA: CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.RECURSO DE APELAÇÃO (2) - AUTOR: CONHECIDO E DESPROVIDO.RETRATAÇÃO EXERCIDA PARA: DECLARAR A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE TERCEIROS NA APELAÇÃO (1). (TJPR - 17ª C. JUÍZO DE RETRATAÇÃO - APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO CONSTITUTIVA - NEGATIVA C/C AÇÃO DECLARATÓRIA E CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA - REEXAME NECESSÁRIO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - ACÓRDÃO IMPUGNADO QUE RECONHECEU A LEGALIDADE DA REFERIDA TARIFA - INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ESPECIAL PELO AUTOR - JUÍZO DE RETRATAÇÃO COM BASE NO ART. 1030 , II , DO CPC/2015 - ACOLHIMENTO - ACÓRDÃO QUE DIVERGE DO ENTENDIMENTO FIRMADO NO RESP 1.578.526/SP - MATÉRIA REPETITIVA - TESE QUE RECONHECEU A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS SEM A ESPECIFICAÇÃO DE QUAL SERVIÇO A SER PRESTADO POR TERCEIRO EM CONTRATO - POSTERIOR NECESSIDADE DE OBSERVAÇÃO DO 2ENTENDIMENTO ESTABELECIDO EM SEDE DE RECURSO REPETITIVO - INTELIGÊNCIA DO ART. 927 , III , DO CPC - RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA REFERIDA TARIFA - MODIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO TAMBÉM DE RELATORIA DESTE RELATOR - SENTENÇA MANTIDA NO TOCANTE AO RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - SUCUMBÊNCIA REDISTRIBUÍDA.RECURSO DE APELAÇÃO (1)- BV FINANCEIRA: CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.RECURSO DE APELAÇÃO (2) - AUTOR: CONHECIDO E DESPROVIDO.RETRATAÇÃO EXERCIDA PARA: DECLARAR A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE TERCEIROS NA APELAÇÃO (1). (TJPR - 17ª C. JUÍZO DE RETRATAÇÃO - APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO CONSTITUTIVA - NEGATIVA C/C AÇÃO DECLARATÓRIA E CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA - REEXAME NECESSÁRIO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - ACÓRDÃO IMPUGNADO QUE RECONHECEU A LEGALIDADE DA REFERIDA TARIFA - INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ESPECIAL PELO AUTOR - JUÍZO DE RETRATAÇÃO COM BASE NO ART. 1030 , II , DO CPC/2015 - ACOLHIMENTO - ACÓRDÃO QUE DIVERGE DO ENTENDIMENTO FIRMADO NO RESP 1.578.526/SP - MATÉRIA REPETITIVA - TESE QUE RECONHECEU A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS SEM A ESPECIFICAÇÃO DE QUAL SERVIÇO A SER PRESTADO POR TERCEIRO EM CONTRATO - POSTERIOR NECESSIDADE DE OBSERVAÇÃO DO 2ENTENDIMENTO ESTABELECIDO EM SEDE DE RECURSO REPETITIVO - INTELIGÊNCIA DO ART. 927 , III , DO CPC - RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA REFERIDA TARIFA - MODIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO TAMBÉM DE RELATORIA DESTE RELATOR - SENTENÇA MANTIDA NO TOCANTE AO RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - SUCUMBÊNCIA REDISTRIBUÍDA.RECURSO DE APELAÇÃO (1) - BV FINANCEIRA: CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.RECURSO DE APELAÇÃO (2) - AUTOR: CONHECIDO E DESPROVIDO.RETRATAÇÃO EXERCIDA PARA: DECLARAR A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE TERCEIROS NA APELAÇÃO (1). (TJPR - 17ª C. JUÍZO DE RETRATAÇÃO - APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO CONSTITUTIVA - NEGATIVA C/C AÇÃO DECLARATÓRIA E CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA - REEXAME NECESSÁRIO - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - ACÓRDÃO IMPUGNADO QUE RECONHECEU A LEGALIDADE DA REFERIDA TARIFA -- INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ESPECIAL PELO AUTOR - JUÍZO DE RETRATAÇÃO COM BASE NO ART. 1030 , II , DO CPC/2015 - ACOLHIMENTO - ACÓRDÃO QUE DIVERGE DO ENTENDIMENTO FIRMADO NO RESP 1.578.526/SP - MATÉRIA REPETITIVA - TESE QUE RECONHECEU A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS SEM A ESPECIFICAÇÃO DE QUAL SERVIÇO A SER PRESTADO POR TERCEIRO EM CONTRATO - POSTERIOR NECESSIDADE DE OBSERVAÇÃO DO 2ENTENDIMENTO ESTABELECIDO EM SEDE DE RECURSO REPETITIVO - INTELIGÊNCIA DO ART. 927 , III , DO CPC - RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA REFERIDA TARIFA - MODIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO TAMBÉM DE RELATORIA DESTE RELATOR - SENTENÇA MANTIDA NO TOCANTE AO RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS - SUCUMBÊNCIA REDISTRIBUÍDA.RECURSO DE APELAÇÃO (1)- BV FINANCEIRA: CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.RECURSO DE APELAÇÃO (2) - AUTOR: CONHECIDO E DESPROVIDO.RETRATAÇÃO EXERCIDA PARA: DECLARAR A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE TERCEIROS NA APELAÇÃO (1). (TJPR - 17ª C.Cível - AC - 1534655-1 - Arapongas - Rel.: Juiz Fabian Schweitzer - Unânime - J. 18.09.2019)
Encontrado em: , II , DO CPC/2015 ACOLHIMENTO ACÓRDÃO QUE DIVERGE DO ENTENDIMENTO FIRMADO NO RESP 1.578.526/SP MATÉRIA REPETITIVA TESE QUE RECONHECEU A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS...NA COBRANÇA DA REFERIDA TARIFA MODIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO TAMBÉM DE RELATORIA DESTE RELATOR SENTENÇA MANTIDA NO TOCANTE AO RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE NA COBRANÇA DA TARIFA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS...RETRATAÇÃO EXERCIDA PARA: DECLARAR A ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TARIFA DE TERCEIROS NA APELAÇÃO (1).
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - APLICABILIDADE - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS E SERVIÇOS DE TERCEIROS - COMISSÃO DE PERMANÊNCIA - CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - ILEGALIDADE - SENTENÇA REFORMADA EM PARTE - RECURSO PROVIDO EM PARTE. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - APLICABILIDADE - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS E SERVIÇOS DE TERCEIROS - COMISSÃO DE PERMANÊNCIA - CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - ILEGALIDADE - SENTENÇA REFORMADA EM PARTE - RECURSO PROVIDO EM PARTE. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - APLICABILIDADE - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS E SERVIÇOS DE TERCEIROS - COMISSÃO DE PERMANÊNCIA - CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - ILEGALIDADE - SENTENÇA REFORMADA EM PARTE - RECURSO PROVIDO EM PARTE. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - APLICABILIDADE - ILEGALIDADE DA COBRANÇA DE TARIFAS E SERVIÇOS DE TERCEIROS - COMISSÃO DE PERMANÊNCIA - CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS - ILEGALIDADE - SENTENÇA REFORMADA EM PARTE - RECURSO PROVIDO EM PARTE. - O CDC é aplicável aos contratos bancários, conforme pacificado na Súmula 297 do STJ. - É vedada a cumulação da comissão de permanência com outros encargos remuneratórios, todavia, sua cobrança apresenta-se viável no período da inadimplência se não restar abusiva, todavia no caso dos autos não há cobrança da comissão de permanência. - A cobrança de tarifa e serviços de terceiros configura-se em enriquecimento ilícito da instituição financeira porque não tem causa ou fundamento legal, uma vez que a contraprestação do cliente bancário é o pagamento mensal das parcelas pelo empréstimo, tornando-se manifestamente abusiva, segundo os princípios e regras do Código de Defesa do Consumidor , pois coloca o cliente em desvantagem desproporcional em relação ao ente financeiro - inteligência dos artigos 39 , V , e 51 , § 1º , I e III , do CDC .
\n\nAGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. COBRANÇA DE TAXA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO. ILEGALIDADE DA COBRANÇA. \nConforme entendimento externado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, no RE 643.247/SP , Tema n. 16, foi reconhecida a ilegalidade da cobrança da taxa de prevenção e combate a incêndios por parte do Município, já que se trata de atividade precípua de segurança pública afeta ao estado-membro.\nO mesmo Plenário emprestou posteriormente efeito prospectivo para reconhecer a ilegalidade da cobrança da referida taxa somente a partir de 1º de agosto de 2017.\nNo caso em apreço, a cobrança diz com os exercícios de 2018 e 2019, em ação executiva ajuizada em 27 de maio de 2021.\nSendo assim, é ilegal a cobrança da taxa de prevenção de incêndio relativa aos exercícios de 2018 e 2019, conforme entendimento esposado pela Suprema Corte.\nAgravo desprovido.