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Jusbrasil - Tópicos
11 de dezembro de 2018
Artigo 72 do Decreto Lei nº 5.452 de 01 de Maio de 1943
Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho, diz TST

Os ministros entenderam que a atividade é pesada e contínua e permite a aplicação, por analogia, do artigo 72 da CLT, que estabelece pausas de 10 minutos a cada 90 minutos de trabalho para

Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Usina Alto Alegre S/A Açúcar e Álcool, do Paraná, a pagar os intervalos não usufruídos por uma trabalhadora rural durante a jornada de

Firula Brasil

Firula Brasil -

Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Usina Alto Alegre S/A Açúcar e Álcool, do Paraná, a pagar os intervalos não usufruídos por uma trabalhadora rural durante a jornada de

Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Usina Alto Alegre S/A Açúcar e Álcool, do Paraná, a pagar os intervalos não usufruídos por uma trabalhadora rural durante a jornada de

Cortador de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada uma hora e meia

Por se tratar de atividade pesada e contínua, o trabalho no corte de cana-de-açúcar permite a aplicação, por analogia, do artigo 72 da CLT, que estabelece, para digitadores, pausas de 10 minutos a

Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho

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TST – Cortadora de cana tem direito a descanso de 10 minutos a cada hora e meia de trabalho

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Usina A. A. S/A Açúcar e Álcool, do Paraná, a pagar os intervalos não usufruídos por uma trabalhadora rural durante a jornada de trabalho no

Banco não terá de pagar a um operador de caixa o intervalo garantido a digitador, diz TST

A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) excluiu da condenação imposta a um banco o pagamento de horas extraordinárias a um caixa executivo pela não concessão do intervalo garantido aos

Banco não tem que pagar a operador de caixa intervalo garantido a digitador

Se o caixa de banco alterna a digitação com atividades paralelas, não há direito a intervalo dado aos digitadores. Com esse entendimento, a 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu de

TST – Banco não terá de pagar a operador de caixa intervalo garantido a digitador

Se o empregado alterna a digitação com atividades paralelas, não há direito ao intervalo. A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu de condenação imposta ao Banco B. o pagamento de

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