A Guerra das Correntes e a criação da Cadeira Elétrica

Por Iverson Kech Ferreira A Guerra das Correntes protagonizada por Thomas Edison e Nikola Tesla no final do século XIX, que discutia qual seria a melhor forma de fornecimento de energia elétrica para…

Após problema com injeção letal, Tennessee retoma cadeira elétrica

Publicado por Cláudia Trevisan WASHINGTON - O Tennessee restabeleceu o uso da cadeira elétrica na pena de morte, em reação às dificuldades crescentes para a aplicação da injeção letal, registradas…

EUA: estado do Tennessee volta a adotar cadeira elétrica

O estado norte-americano do Wyoming tem considerado voltar a adotar o pelotão de fuzilamento como aplicação da pena capital, e o governador do Tennessee assinou uma lei que reintroduz a cadeira…
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A Guerra das Correntes e a criação da Cadeira Elétrica
Artigos21/06/2016Canal
Por Iverson Kech Ferreira A Guerra das Correntes protagonizada por Thomas Edison e Nikola Tesla no final do século XIX, que discutia qual seria a melhor forma de fornecimento de energia elétrica para os lares, transformou-se numa disputa acirrada entre os dois renomados cientistas, que, apesar de determinar qual tecnologia seria a mais adequada, propiciou também à imaginação e criatividade humana alçar voos mais sinistros. Enquanto Tesla acreditava que a corrente alternada, ou seja, aquela consi...
EUA: estado do Tennessee volta a adotar cadeira elétrica
Notícias24/05/2014Marco
O estado norte-americano do Wyoming tem considerado voltar a adotar o pelotão de fuzilamento como aplicação da pena capital, e o governador do Tennessee assinou uma lei que reintroduz a cadeira elétrica. O motivo dessas medidas é a escassez de injeções letais e as batalhas legais que dizem respeito a sua compra e ao seu uso por jurisdições que impõem a pena de morte. A informação é do jornal The Guardian . Os legisladores de Wyoming já começaram a rascunhar uma lei que eles planejam apresentar n...
Após problema com injeção letal, Tennessee retoma cadeira elétrica
Notícias24/05/2014DellaCella
Estado é o primeiro a decidir eletrocutar os condenados sem permitir escolha do procedimento Publicado por Cláudia Trevisan WASHINGTON - O Tennessee restabeleceu o uso da cadeira elétrica na pena de morte, em reação às dificuldades crescentes para a aplicação da injeção letal, registradas desde que produtores europeus passaram a se recusar a fornecer substâncias usadas por este método. O Estado é o primeiro a decidir eletrocutar os condenados sem dar-lhes a alternativa de escolher o procedimento...
Americano que matou dois colegas na prisão é executado na cadeira elétrica
Notícias17/01/2013Folha Online
DA BBC BRASIL O Estado americano da Virgínia condenou um americano que matou dois colegas na prisão à execução por cadeira elétrica. Robert Gleason, de 42 anos, foi o primeiro prisioneiro de Virgínia executado por esse tipo de procedimento no lugar de injeção letal desde março de 2010. Gleason, que era tatuador, admitiu ser culpado de um assassinato cometido em 2007 e, posteriormente, matou dois colegas de cela e renunciou de seu direito à apelação. O governador da Virgínia decidiu não intervir ...
Agravo de Instrumento AI 3490460 PE (TJ-PE)
Jurisprudência24/02/2015Tribunal de Justiça de Pernambuco
Ementa: Malgrado tais conclusões, é patente a necessidade do agravado de uso de cadeira de rodas, submissão a tratamento fisioterápico e psicológico, para adequação à nova realidade como portador de necessidades especiais, razão assiste ao Estado de Pernambuco ao asseverar que o agravado não produziu prova tendente à comprovação de que faz jus, tal como garantido pelo Magistrado de Piso na decisão recorrida, ao uso de cadeira elétrica, ao implante de prótese de última geração e a cirurgia em hospital privado. De fato, o pleito do autor/agravado é dissociado de exames e/ou prescrições médicas que recomendem o uso da cadeira de rodas elétrica e da prótese de última geração tal como requerida. 6. Se, por um lado, é fato que o agravado, por ser pessoa idosa (79 anos), já possui natural debilidade física, agravada pela ausência de um dos membros inferiores, o que nos conduz à constatação da necessidade de cadeira de rodas para viabilizar a sua locomoção, inexiste nos autos qualquer documento médico que determine que essa cadeira tem que ser elétrica ou que assevere que a cadeira de rodas convencional não é recomendável ao caso em questão. O mesmo se diga em relação à prótese do membro, porquanto não foi acostada aos autos qualquer prescrição médica que recomende a sua implantação, tampouco que ela seja de última geração, como almejado pelo agravado ou mesmo que a cirurgia de implantação seja realizada em hospital da rede privada. Assim é que, ausente a comprovação preliminar (para fins de concessão de provimento antecipatório de tutela) da urgência da implantação de prótese de membro inferior, bem assim do uso da cadeira elétrica, faz-se mister reformar a decisão nesse ponto. 7.
PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO Recursos Recurso Inominado RI 000909863201481601740 PR 0009098-63.2014.8.16.0174/0 (Acórdão) (TJ-PR)
Jurisprudência19/01/2016Tribunal de Justiça do Paraná
Ementa: COMPRA E VENDA DE CADEIRA ELÉTRICA. DEFEITO NO PRODUTO NECESSÁRIO PARA A LOCOMOÇÃO DO CONSUMIDOR. INSURGÊNCIA RECURSAL. DECADÊNCIA/PRESCRIÇÃO. TESE AFASTADA. INTELIGÊNCIA DO ART. 26 , § 3º C/C ART. 27 AMBOS DO CDC . INCOMPETÊNCIA DO JUIZADO ESPECIAL. IMPROCEDÊNCIA. APLICAÇÃO DO ENUNCIADO 54 DO FONAJE. DANO MATERIAL COMPROVADO E NÃO IMPUGNADO NA CONTESTAÇÃO. DEMORA NA SOLUÇÃO DO PROBLEMA. APLICAÇÃO DO ART. 18 , § 1º , DO CDC . DANO MORAL CONFIGURADO. APLICAÇÃO DO ENUNCIADO 8.3 DAS TURMAS RECURSAIS DO ESTADO DO PARANÁ. DESCASO COM O CONSUMIDOR. MINORAÇÃO DO QUANTIM. IMPROCEDÊNCIA. FIXAÇÃO QUE SE ENQUADRA AS PECULIARIEDADES DO CASO CONCRETO. SENTENÇA MANTIDA. Recurso conhecido e desprovido. , decidem os Juízes integrantes da Turma Recursal Única do Estado do Paraná, por unanimidade de votos, conhecer e negar provimento ao recurso, nos exatos termos deste vot (TJPR - 1ª Turma Recursal - 0009098-63.2014.8.16.0174/0 - União da Vitória - Rel.: Leo Henrique Furtado Araújo - - J. 04.12.2015)
Agravo de Instrumento AI 70069924298 RS (TJ-RS)
Jurisprudência10/11/2016Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Ementa: Hipótese em que estão presentes indícios de que os danos físicos sofridos pela autora, atualmente com 82 anos de idade, foram decorrentes de atropelamento sofrido no interior do supermercado por uma cadeira elétrica fornecida pela ré aos clientes, impondo-se a antecipação de tutela para que seja pago o tratamento fisioterápico à autora. Perigo de dano irreparável evidenciado porquanto o tratamento fisioterápico indicado à autora não pode ser interrompido, sob risco de ocasionar sequelas graves a sua saúde. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO. (Agravo de Instrumento Nº 70069924298, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Túlio de Oliveira Martins, Julgado em 03/11/2016).
Apelação APL 00178452820068260554 SP 0017845-28.2006.8.26.0554 (TJ-SP)
Jurisprudência21/05/2015Tribunal de Justiça de São Paulo
Ementa: Autor que sofreu queimaduras nas pernas após a utilização de cadeira de rodas elétrica em Shopping Center. Responsabilidade não só do fabricante do bem, mas também do dono do estabelecimento comercial. Solidariedade entre integrantes da cadeia de consumo. Produto que tinha apenas uma fina tira de pano para impedir que as pernas de seu usuário entrassem em contato com a região de seu motor e bateria. Bem que não apresentava a segurança que dele se poderia exigir, especialmente em virtude do público ao qual se destina, que normalmente não tem controle ou sensibilidade nos membros inferiores. Danos decorrentes do vício constatado no produto. Elementos da responsabilidade civil objetiva suficientemente caracterizados. Dever de indenizar configurado. Valor da condenação reduzido com fundamento na culpa concorrente dos genitores do autor, que à época dos fatos era menor impúbere. Descumprimento do dever de vigilância. Lesões que não teriam tamanha gravidade se a pelé da criança não tivesse permanecido em contato com o motor da cadeira elétrica por muito tempo. Indenização reduzida de R$20.000,00 para R$10.000,00. Sucumbência mantida. Recursos parcialmente providos.
Justiça da Virginia impede injeção letal a poucas horas da execução
Notícias21/10/2007Expresso da Notícia
A Suprema Corte do estado da Virginia impediu a execução de Christopher Scott Emmett no dia 17 de outubro. Para muitos especialistas, a decisão serviu para chamar a atenção ao uso de injeções letais nas execuções, até a Justiça norte-americana decidir no ano que vem se esta prática deve continuar. A Corte proferiu a decisão apenas quatro horas antes de Emmett ser levado para tomar a injeção letal. Esta foi a segunda vez que a Justiça barrou uma execução, desde que se iniciou a discussão sobre a ...
Apelação APL 00005637220098020090 AL 0000563-72.2009.8.02.0090 (TJ-AL)
Jurisprudência28/10/2010Tribunal de Justiça de Alagoas
Ementa: FORNECIMENTO DE CADEIRA DE RODAS. OBRIGAÇÃO DO ENTE PÚBLICO DE GARANTIR A EFETIVAÇÃO DO ACESSO AOS MEDICAMENTOS, EQUIPAMENTOS E INSUMOS MÉDICOS NECESSÁRIOS AO TRATAMENTO DO PACIENTE. PRECEDENTES DO STJ. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. UNANIMIDADE. 1. A Apelante, como referido acima, tem um comprometimento motor e espasticidade dos membros, o que a impossibilita de se locomover sozinha. Depreende-se que as pessoas acometidas dessa enfermidade possuem limitações de movimentos, desencadeamento de dores e, principalmente, prejuízo nas tarefas de vida diária; 2. De uma leitura dos artigos 6º , 196 e 188 da Constituição Federal , extrai-se que é obrigação do Estado, enquanto sinônimo de Poder Público, constituindo-se em gênero do qual são espécies a União, os Estados-membros, o Distrito Federal e os Municípios, garantir a saúde dos indivíduos, notadamente das crianças e adolescentes, o que passa, necessariamente, pelo fornecimento de medicamentos, de equipamentos e de insumos médicos, além de tratamentos e de exames essenciais à cura ou à minoração dos efeitos da patologia; 3. Dessa forma, sendo função do Poder Público garantir o acesso universal e igualitário dos cidadãos às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação da saúde, e tendo sido demonstrada a necessidade de a apelada utilizar a cadeira de rodas motorizada, pleiteada na inicial, para o tratamento da doença que a acomete, imperiosa a reforma da sentença de primeiro grau que isentou o Município de Maceió a fornecê-la; 4. Além disso, se o especialista médico que acompanha a evolução da patologia da Autora afirmou que a cadeira elétrica motorizada é a que atende com maior precisão às necessidades da paciente, não é dado ao ente público questionar a sua conveniência ou oportunidade de aquisição, visto que aquele profissional se encontra em melhores condições de afirmar o tipo mais adequado de tratamento a que deve ser submetid
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