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JusBrasil - Jurisprudência
05 de maio de 2016

TJ-SC - Apelação Cível AC 73950 SC 2004.007395-0 (TJ-SC)

Data de publicação: 10/03/2009

Ementa: CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL. DEVOLUÇÃO DE CHEQUE POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA COM O CARTÃO DE AUTÓGRAFOS. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. DEVER DE INDENIZAR INEXISTENTE. RECURSO DESPROVIDO. O Banco ao constatar divergência entre a assinatura inserta no cheque e a assinatura constante no cartão de autógrafos e, por essa razão, devolver o cheque, age no exercício regular de seu direito, nos termos do artigo 188 , I, do Código de Processo Civil .

TJ-PE - Apelação APL 144620088170780 PE 0000014-46.2008.8.17.0780 (TJ-PE)

Data de publicação: 06/09/2011

Ementa: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS E RECONVENÇÃO. PRELIMINAR DE INADMISSIBILIDADE DOS APELOS. REJEIÇÃO. MÉRITO. DEVOLUÇÃO DE CHEQUES SOB A JUSTIFICATIVA DE SUPOSTA DIVERGÊNCIA ENTRE AS ASSINATURAS CONTIDAS NAS CÁRTULAS E AQUELA CONSTANTE DO CARTÃO DE AUTÓGRAFOS DO CORRENTISTA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DA DISCREPÂNCIA. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO BANCÁRIO. DANO MORAL CONFIGURADO. NECESSIDADE DE REEMBOLSO DOS VALORES DESPENDIDOS PELO CLIENTE EM RAZÃO DA DEVOLUÇÃO INDEVIDA DOS TÍTULOS. LUCROS CESSANTES NÃO COMPROVADOS. PROVIMENTO PARCIAL DAS APELAÇÕES E IMPROVIMENTO DO RECURSO ADESIVO. - A ausência de assinatura da peça recursal pelo advogado do Apelante constitui vício sanável, sendo viável a intimação da parte para suprir a irregularidade. Na hipótese em tela, o vício foi sanado no prazo conferido, não havendo que se falar em inadmissibilidade dos recursos. Preliminar rejeitada;- Em suspeitando da veracidade da assinatura aposta no cheque apresentado para compensação, deve a instituição bancária atuar com cautela, consultando o emitente acerca da legitimidade da cártula. Caso não tome essa medida preventiva, estará assumindo o risco de devolver um cheque válido, assinado pelo próprio correntista, causando-lhe evidente constrangimento perante terceiros;- Na situação em epígrafe, o banco não consultou o emitente acerca da veracidade das cártulas, acabando por devolvê-las sob a justificativa de divergência de assinatura, a qual não ficou demonstrada nos autos, mesmo porque a assinatura aposta no cartão de autógrafos do cliente - acostado ao feito quando da interposição das apelações - não diverge daquelas constantes dos cheques apresentados ao banco;- Danos morais caracterizados, decorrendo da própria devolução indevida, consoante a súmula 388 do C. STJ;- O valor da indenização deve observar, dentre outros aspectos, a situação econômica das partes, a repercussão da ofensa e o caráter pedagógico da reparação, evitando...

TJ-SC - Apelação Cível AC 389990 SC 2007.038999-0 (TJ-SC)

Data de publicação: 28/11/2007

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO - CERCEAMENTO DE DEFESA - JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE - PREFACIAL RECHAÇADA - DEVOLUÇÃO DE CHEQUE - DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA COM O CARTÃO DE AUTÓGRAFOS - DANO MORAL NÃO CONFIGURADO - DEVER DE INDENIZAR AFASTADO - SENTENÇA MANTIDA - RECURSO DESPROVIDO. "[. . .] o julgamento conforme o estado do processo, suprimindo a realização de audiência de conciliação, não caracteriza violação aos princípios da ampla defesa e do contraditório ( CF/88 , art. 5º , incisos LIV e LV ), tampouco subversão da ordem procedimental, porquanto o art. 331 do CPC preconiza que a realização da referida solenidade, cujo caráter não é obrigatório, tem lugar quando '[...] não ocorrer qualquer das hipóteses previstas nas seções precedentes', dentre as quais está a incluída a possibilidade de julgamento antecipado da lide (art. 330, I), sendo cabido o destaque no sentido de que a supressão da audiência de conciliação não impede que os litigantes transijam a qualquer tempo, ainda que após a prolação da sentença" (TJSC, Desa. Salete Silva Sommariva). A devolução de cheque emitido com divergência de assinatura com o cartão de autógrafos não gera o dever de indenizar, porquanto atua o banco no estrito cumprimento do dever de proteção ao patrimônio do correntista.

TJ-SC - Apelação Cível AC 394881 SC 2007.039488-1 (TJ-SC)

Data de publicação: 26/03/2008

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. DESCONTO, PELO BANCO RÉU, DE CHEQUE FALSIFICADO. VISÍVEL DIVERGÊNCIA ENTRE AS ASSINATURAS DA CÁRTULA E DO CARTÃO DE AUTÓGRAFOS. INTELIGÊNCIA DA SÚMULA 28 DO STF. SALDO REMANESCENTE INSUFICIENTE. DEVOLUÇÃO DE DOIS CHEQUES REGULARMENTE EMITIDOS PELA TITULAR. DANO MORAL. DEVER DE INDENIZAR CARACTERIZADO. INSCRIÇÃO NO CCF. ENCERRAMENTO DA CONTA CORRENTE. JUROS MORATÓRIOS . INCIDÊNCIA A PARTIR DO EVENTO DANOSO. EXEGESE DO ENUNCIADO N. 54 DA SÚMULA DO STJ. QUANTUM INDENIZATÓRIO ARBITRADO (R$ 3.000,00) QUE MERECE SER MAJORADO (R$ 12.000,00) PARA ATENDER AS PECULIARIDADES DO CASO CONCRETO. CRITÉRIOS DE RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. ATUAÇÃO PROPOSITIVA E ZELOSA. ART. 20 , § 3º DO CPC . MAJORAÇÃO DA VERBA QUE SE IMPÕE. RECURSO DA AUTORA PROVIDO. RECURSO DO RÉU DESPROVIDO. Demonstrado que pessoa diversa da titular da conta firmou cheque posteriormente descontado pelo réu, é este responsável pelo dano. "O estabelecimento bancário é responsável pelo pagamento de cheque falso, ressalvadas as hipóteses de culpa exclusiva ou concorrente do correntista". (Enunciado 28 da Súmula do STF). É consabido que "A indenização por danos morais deve ser fixada com ponderação, levando-se em conta o abalo experimentado, o ato que o gerou e a situação econômica do lesado; não podendo ser exorbitante, a ponto de gerar enriquecimento, nem irrisória, dando azo à reincidência" (Ac. n. , de Laguna, Relator: Des. FERNANDO CARIONI, j. em 03.08.2006.). Ante o reconhecimento do causídico que demonstrou zelo e dedicação na condução do processo, formulando peças bem fundamentadas, esmiuçando e pormenorizando todos os aspectos da causa, demonstrando notável interesse e estudo da matéria sub judice, é devida a majoração da verba honorária de 10% (dez por cento) para 15% (quinze por cento) sobre a condenação.

TJ-SC - Inteiro Teor. Apelação Cível AC 395680 SC 2008.039568-0 (TJSC)

Data de publicação: 17/09/2010

Decisão: - DEVOLUÇÃO DE CHEQUE - DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA COM O CARTÃO DE AUTÓGRAFOS - DANO MORAL NÃO... POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA COM O CARTÃO DE AUTÓGRAFOS. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. DEVER DE INDENIZAR.... A devolução de cheque, após a compensação, por divergência da assinatura do emitente com o cartão...

TJ-SC - Inteiro Teor. Apelação Cível AC 746399 SC 2008.074639-9 (TJSC)

Data de publicação: 02/05/2011

Decisão: MORAL. DEVOLUÇÃO DE CHEQUE POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA COM O CARTÃO DE AUTÓGRAFOS. DANO MORAL NÃO... entre a assinatura inserta no cheque e a assinatura constante no cartão de autógrafos e, por essa razão.... JUSTIÇA GRATUITA RESTABELECIDA. ILEGITIMIDADE PASSIVA MANTIDA. DEVOLUÇÃO DO CHEQUE POR DIVERGÊNCIA...

TJ-DF - Apelacao Civel do Juizado Especial ACJ 20130710288093 DF 0028809-56.2013.8.07.0007 (TJ-DF)

Data de publicação: 16/10/2014

Ementa: JUIZADO ESPECIAL. PRINCÍPIO DA CONGRUÊNCIA E ADSTRIÇÃO. LIMITES DO PEDIDO E CAUSA DE PEDIR. REVELIA. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DOS FATOS NARRADOS PELO AUTOR. MÁ PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. DEVOLUÇÃO DE CHEQUE POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA. ERRO DO BANCO. DANO MORAL CONFIGURADO. PRECEDENTES. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. Pelo princípio da congruencia ou adstrição, o Juiz deverá julgar a lide nos limites do pedido e da causa de pedir apresentados na petição inicial, sendo-lhe vedado o conhecimento de questões diversas ou não alegadas pelas partes. 2. A revelia faz presumirem-se verdadeiros os fatos alegados pelo autor, salvo se do contrário resultar da convicção do juiz (art. 20 , Lei 9.099 /95). Pelo princípio do livre convencimento ou da persuasão racional, o julgador formará sua convicção com base nas provas e demais elementos de convencimento existentes nos autos. 2. A ação proposta para reparação por danos morais, em decorrência de devolução de cheque por divergência de assinatura no título e no cartão de autógrafo. A Demandante sustentou que teria havido erro do banco, uma vez que, na primeira oportunidade, assinou o cartão de autógrafo com o seu nome por extenso. Tempos depois, por conta do furto do seu talão de cheques, voltou à agência e fez novo cartão assinando por rubrica. O código número 22 carimbado no título confirma a razão da devolução por divergência ou insuficiência de assinatura. 3. A questão em discussão é puramente patrimonial e não encontra qualquer restrição probatória à luz do artigo 401 do Código de Processo Civil . Deste modo, não há razão para afastar os efeitos da revelia, ainda mais para conhecer, de oficio, fato desconstitutivo do direito alegado, que sequer foi alegado. 4. A falha na prestação do serviço bancário, que ensejou na devolução da cártula de cheque, caracteriza dano moral, conforme consolidada jurisprudência pátria (STJ/AgRg no Ag 1309711/SP, Rel. Ministro RAUL ARAÚJO, QUARTA TURMA...

TJ-RJ - RECURSO INOMINADO RI 04626892220148190001 RJ 0462689-22.2014.8.19.0001 (TJ-RJ)

Data de publicação: 02/09/2015

Ementa: PODER JUDICIÁRIO QUINTA TURMA RECURSAL Recurso n° 0462689-22.2014.8.19.0001 Recorrente: DENISE LOPES COELHO Recorrido: BANCO ITAÚ S/A Relatora: JOANA CARDIA JARDIM CÔRTES VOTO DA RELATORA Nos termos do art. 515, §1º do CPC, passo a análise do mérito. E neste contexto, entendo pela reforma da sentença nos termos do voto abaixo delineado. Trata-se de recurso inominado em face da sentença que julgou improcedentes os pedidos autorais. No presente caso, o réu, além de não negar ter devolvido os cheques da autora, não acostou aos autos cópia do cartão de autógrafo para comprovar a alegada divergência entre as assinaturas apostas nas cártulas devolvidas e a constante no documento acautelado em sua agência a fim de justificar sua conduta, o que estava perfeitamente ao seu alcance. O que se depreende da análise dos documentos é que os cheques de fls. 27/29 e 32/35 possuem assinaturas bem semelhantes, guardando inclusive similitude com as assinaturas encontradas na cópia da carteira de identidade (fl. 09) e na procuração (fl. 08). Dessa forma, não se desincumbiu o réu do seu ônus de comprovar fato modificativo, extintivo e impeditivo da autora. Nesse passo, a conduta reiterada de devolver quatro cheques da autora indevidamente caracterizou dano moral, pois sua imagem ficou abalada perante seus credores. Assim, sopesando os princípios da razoabilidade, proporcionalidade e o caráter pedagógico que devem ser observados, tenho que o valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais), que fixo a título de indenização pelo dano moral sofrido, é adequado, pois atende à reparação do dano sofrido pela autora. Por outro lado, o pedido condenação do réu na obrigação de não fazer consistente em não proceder à devolução de cheques da autora não merece prosperar, pois se trata de pedido genérico, na medida em que o banco tem o dever de, se for o caso, recusar o pagamento do título, devendo tal circunstancia ser aferida em cada caso pela instituição financeira, respondendo a posteriori por eventual...

TJ-SC - Apelação Cível AC 395680 SC 2008.039568-0 (TJ-SC)

Data de publicação: 17/09/2010

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. DEVOLUÇÃO DE CHEQUE POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA DO EMITENTE. PESSOA JURÍDICA. ALTERAÇÃO DO QUADRO SOCIETÁRIO. AUSÊNCIA DE COMUNICAÇÃO À INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. MANIFESTA NEGLIGÊNCIA DO CLIENTE. AUSÊNCIA DE ILICITUDE. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. É dever do correntista comunicar à instituição financeira a alteração da sua rubrica e, em se tratando de pessoa jurídica, da substituição do administrador, para fins de retificação do cartão de autógrafos. Age em exercício regular de direito o banco quando procede à devolução de cheque por divergência de assinatura da lâmina, uma vez que protege não só interesses seus mas também de seus clientes, evitando fraudes.

TJ-SC - Apelação Cível AC 746399 SC 2008.074639-9 (TJ-SC)

Data de publicação: 02/05/2011

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. JUSTIÇA GRATUITA RESTABELECIDA. ILEGITIMIDADE PASSIVA MANTIDA. DEVOLUÇÃO DO CHEQUE POR DIVERGÊNCIA DE ASSINATURA. AUSÊNCIA DE DEVER DE INDENIZAR. EXERCÍCIO REGULAR DO DIREITO. MERO ABORRECIMENTO E DISSABOR. AUSÊNCIA DE DANO MORAL. IMPROCEDÊNCIA DO PLEITO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. Para a concessão da justiça gratuita não é necessário haver miserabilidade absoluta, apenas que comprove não ser capaz, com sua renda, de pagar as custas processuais sem prejuízo do próprio sustento, bem como o da família, devendo o magistrado analisar em cada caso os elementos trazidos ao caderno processual e, através do seu convencimento, deferir ou não tal benesse. Age no exercício regular do direito o banco que devolve o cheque por haver divergência da assinatura que consta no cheque e aquela contida no cartão de autógrafos, não havendo falar em dever de indenizar. O dano moral capaz de ser agasalhado pelo direito é aquele que fere sobremaneira a pessoa. Meros dissabores decorrentes do cotidiano não devem ser erigidos ao "status" de danos morais.

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